A família de Alexandre de Moraes está sendo sancionada com base na Lei Magnitsky pelo governo dos Estados. Unidos.
Mas, Alexandre de Moraes e seus aliados institucionais e políticos vêm se insurgindo contras as sanções norte-americanas, que seriam motivadas por abusos cometidos por Alexandre de Moraes contra os direitos humanos, Mas, Alexandre de Moraes nega que tenha cometido abusos de qualquer natureza, e, que teria agido dentro dos limites legais para defender a democracia brasileira.
Desde 2019, parte dos brasileiros tiveram a sua liberdade de expressão e direitos processuais relativizados ou tolhidos totalmente por Alexandre de Moraes.
Além disso, muitos brasileiros sofreram buscas e apreensões da polícia Federal em suas residências, por serem proprietários de canais no Youtube onde declaravam as suas posições políticas de direita. Tais operações policiais tinham como argumento, que esses brasileiros produziam fake news, desinformação e que pertenciam à miliciais digitais.
Cabe ressaltar, que nenhum brasileiro com afinidade ou militância na ideologia política de esquerda recebeu o mesmo tratamento, ou seja, não sofreram buscas e apreensões em operação policial determinada por Alexandre de Moraes. Muito menos, os apoiadores de esquerda foram incluídos em inquéritos abertos ilegalmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF, e sob o comando do Ministro Alexandre de Moraes.
Isso mostra a atuação parcial e militante do Ministro Alexandre de Moraes, que destoa da imagem símbolo da justiça, que é equilibrada e possui os olhos vendados.
Foram vários os “inquéritos judiciais” comandados por Alexandre de Moraes (fake news, da desinformação eleitoral e da milícia digital), que incrivelmente continuam em andamento até a presente data, como uma arma de opressão que pode ser utilizada a qualquer momento contra os militantes e eleitores de direita.
Durante o nascimento e o andamento dos inquéritos sob o controle de Alexandre de Moraes, nenhum poder ou instituição se levantou contra esses inquéritos que constituem a maior aberração jurídica do direito pátrio, especialmente, a Procuradoria Geral da República )PGR), que é a responsável por defender a aplicação e a fiscalização da lei, bem como, a defesa dos direitos difusos e coletivos.
Mesmo após se passarem mais de seis anos, os inquéritos sob o comando do Ministro Alexandre de Moraes continuam em andamento, sem nenhuma previsão de encerramento. Da mesma forma, que nenhum questionamento ou ação dos poderes e das instituições nacionais surgiram para a correição, a conclusão e a finalização das investigações.
Não bastasse a relativização ou o tolhimento de direitos constitucionais e processuais dos nacionais que foram investigados nos inquéritos, o Ministro Alexandre de Moraes proferiu decisões que feriram interesses de empresas norte-americanas que controlavam as redes sociais no Brasil. Essas empresas receberam determinações judiciais de Alexandre de Moraes para removerem conteúdos nas redes sociais, que o magistrado entendia ser atentatório contra a democracia e as instituições nacionais.
Mas, os tais conteúdos não passavam de mera manifestação pessoal dos brasileiros amparada na liberdade de expressão e na liberdade política, ambas asseguradas em tratados internacionais e na constituição brasileira.
Com a eleição de Donald Trump para o governo dos EUA, Alexandre de Moraes passou a ser visto pelo novo governo norte-americano, como um violador de direitos humanos, especialmente, na violação da liberdade de expressão e na liberdade de militância política, além da prática de ato atentatório contra a soberania norte-americana.
Enquanto isso aqui no Brasil, nenhum poder ou instituição se insurgiu contra as decisões de Alexandre de Moraes, que violaram em muitas oportunidades direitos e garantias fundamentais de acusados e perseguidos políticos, o que comprova que o estado brasileiro virou às costas ao que estava acontecendo no Brasil.
Uma prova clara, de que o estado brasileiro se encontra aparelhado e servindo aos interesses do grupo político e instrucional de Alexandre de Moraes.
Mas, desde julho de 2025, o governo norte-americano vem agindo para sancionar o Brasil e Alexandre de Mores por violações aos direitos humanos. A sanções da Lei Magnitsky foram aplicadas pelos EUA ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Recentemente, os EUA perceberam que Alexandre de Moraes vinha burlando as sanções norte-americanas. Por isso, a esposa de Alexandre de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes e o Instituto Lex de ensino jurídico LTDA, que pertence à família de Alexandre de Moraes também foram sancionados com base na Lei Magnitsky.
A ação do governo dos Estados Unidos visa frear os abusos cometidos pelo Ministro Alexandre de Moraes e pelo estado brasileiro, que se mantém inerte diante dos constantes abusos contra os direitos humanos. A ferramenta escolhida pelo governo norte-americano contra Alexandre de Moraes e os demais sancionados, é a pressão financeira que recaí sobre a sua pessoa física e jurídica, além de seus familiares.
A ofensiva norte-americana vem sendo combatida por Alexandre de Moraes, e pelos demais ministros da suprema corte brasileira, além dos políticos de esquerda e pelo governo brasileiro, com o argumento de que os EUA estão interferindo na soberania nacional e no regular funcionamento do Poder Judiciário.
Todos esses argumentos não passam de mera narrativa, uma vez que as sanções da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, seus familiares e empresa não adentram o Brasil nem virtualmente, se resumindo a cancelar as relações dos EUA com os sancionados que não poderão mais se utilizar de nenhuma estrutura norte-americana.
Ninguém é obrigado a se relacionar com pessoas que não comungam dos mesmo ideais ou que estejam praticando ilegalidades, segundo o entendimento de quem encerra as relações de forma unilateral.
Portanto, as sanções norte-americanas contra Alexandre de Moraes, seus familiares e a sua empresa, não passam de justiça internacional promovida pelos EUA, que os poderes e as instituições no Brasil não quiseram promover, seja por sua atuação militante, por interesses pessoais e políticos, ou até mesmo por estarem sendo coagidos por Alexandre de Moraes, o que vem resultando em prevaricação de todos os envolvidos que deveriam agir de acordo com a lei.
Neste momento, Alexandre de Moraes e todos que o cercam estão provando da justiça que o Brasil não quis promover deixando de aplicar a lei e o bom direito nacional, o que vem destruindo a nação a colocando mundialmente como um párea interacional.

Deixe uma resposta