O FIM DAS SANÇÕES CONTRA ALEXANDRE DE MORAES E DA ESPERANÇA EM VER O FIM O REGIME

O Departamento do Tesouro Norte-Americano revogou no dia de hoje (12/12/2025), as sanções da Lei Magnitsky que o mesmo Departamento norte-americano havia aplicado contra o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, sua esposa Viviane Barci de Moraes e o Instituto Lex Jurídico que pertence ao casal.

Alexandre de Moraes havia sido sancionado em julho de 2025 pelo Departamento do Tesouro Norte-Americano, por graves violações aos direitos humanos, especialmente, pela prática de violações à liberdade de expressão de cidadãos americanos e residentes nos EUA.

A decisão de revogação das sanções conflita com a decisão que impôs as mesmas sanções, afinal, um violador de direito humanos não perde essa condição, sem ao menos fazer uma retratação publica de que se arrepende dos atos que embasaram o sancionamento.

Alexandre de Moraes jamais revogou seus atos, decisões judiciais ou fez qualquer retratação pública.

Ao que parece, na última conversa entre os presidentes do Brasil e dos EUA um acordo deve ter sido firmado, onde o presidente brasileiro deve ter oferecido algo muito rentável para o presidente norte-americano e os EUA.

Pois, a partir deste momento, as sanções de 40% sobre exportações brasileiras para os EUA foram retiradas.

É importante destacar, que se houve um acordo entre ambos os presidentes para a retirada das sanções contra Alexandre de Moraes, não se espantem, se os perseguidos políticos que se encontram exilados nos EUA sejam deportados para o Brasil nos próximos meses, entre eles: Paulo Figueredo, Allan do Santos, Eduardo Bolsonaro e Ludmila Lins Grillo.

Por fim, a retirada das sanções contra Alexandre de Moraes vai fortalecer o ativismo judicial que atuará com maior agressividade e opressão contra à aposição ao governo de esquerda que se encontra no poder.

E por derradeiro, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva ganha, a partir deste momento, a melhor narrativa e um fato político e eleitoral, que ele vai saber explorar visando as eleições de 2026, que nada mais é, do que a afirmação de que Lula é tão forte e importante que derrotou até mesmo o imperialismo americano.

Deus tenha piedade do nosso país!!!

O NEGACIONISMO DO GOVERNO LULA EM RELAÇÃO AO TERRORISMO DAS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS

Há mais de três décadas, os brasileiros são obrigados a conviver com o crime organizado e o terror que ele espalha diariamente na sociedade brasileira.

Neste período, todos os governos brasileiros afirmavam combater o crime organizado, o terror e o domínio que ele impõe diariamente aos brasileiros.

Na prática, nenhuma política pública mostrou eficiência no combate ao crime organizado, se é que as políticas públicas tinham realmente o objetivo de erradicar as organizações criminosas.

O que mais se viu durante os governos do PSDB e do PT (1994 a 2016) foi o crescimento do crime organizado no Brasil, que alcançou nos últimos anos importância transnacional.

Atualmente, a operação policial no Estado do Rio de Janeiro (Complexo do Alemão e da Penha-RJ) mostrou que o crime organizado cresceu exponencialmente nos últimos 5 anos.

Tal crescimento, se deu graças as políticas públicas implementadas pelos partidos de esquerda (PSDB e o PT), que promoveram em grande escala, a desmotivação da atuação policial, o desencarceramento e o enfraquecimento da legislação contra os criminosos e as organizações criminosas.

Somente após a operação policial promovida pelo Governador do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, é que o governo Lula decidiu de “mexer”. Mais isso não ocorreu, por se importar com o sofrimento dos brasileiros diante da opressão vinda do crime, muito menos, pelo avanço das organizações criminosas no RJ e no restante do país.

Na presente data (05/11/2025), o Governo Lula disse ser totalmente contra considerar as organizações criminosas como organizações terroristas. Tal afirmação partiu da Ministra da Articulação política, Gleisi Hoffmann.

É claro, que os brasileiros que sofrem todos os dias a opressão das organizações criminosas, principalmente, nas comunidades mais carentes, as consideram como organizações que espalham o terror. Mas, em nenhum momento, esses brasileiros foram consultados pelos vários institutos de pesquisas sobre o assunto, até porque, a resposta que virá da voz do povo vai contraditar a pauta defendida pelo governo.

O negacionismo do Governo Lula em não considerar as organizações criminosas como terroristas, não passa de medo de que o governo dos EUA passe a atuar fortemente contra as organizações criminosas em solo nacional, o que pode prejudicar os interesses daqueles que lucram com a criminalidade, especialmente, de políticos e de pessoas que ocupam altos cargos na administração pública.

O CHORO DAQUELE QUE FEZ MUITOS BRASILEIROS CHORAREM

Em 09/10/2025, o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso anunciou a sua aposentadoria do cargo de Ministro do STF.

A aposentadoria de Barroso acontece em meio a possibilidade dele receber mais sanções do governo norte-americano.

Segundo as suas explicações sobre a renuncia e a aposentadoria, Barroso afirma que a sua decisão não tem relação com a possibilidade de ser sancionado pela Lei Magnitsky, mas uma decisão pessoal e profissional que vai iniciar uma nova etapa em sua vida.

No entanto, a justificativa de Barroso não convence ninguém, pelos menos aqueles pensam e prestam atenção na vida.

A decisão de Barroso visa evitar o sancionamento mais agressivo do governo norte-americano, o que já vem sendo aplicado ao Ministro Alexandre de Moraes, seus familiares e sua Holding.

Luís Roberto Barroso não é bobo, ele e a sua família já tiveram seus vistos americanos cancelados, o que já está gerando grande prejuízo financeiro a ele e aos seus familiares.

Mas, a decisão de Barroso de sair do STF tem o claro objetivo, de evitar que o seu patrimônio milionário nos EUA, sendo lícito ou ilícito, seja bloqueado eternamente pelas sanções da Lei Magnitsky.

O patrimônio de Barroso é o seu “pé de meia” que vai lhe garantir uma vida luxuosa pelo resto de seus dias.

Portanto, a emoção e o choro de Barroso em sua despedida no STF, não é porque sentirá saudades do ambiente profissional e pessoal no STF, mas o prejuízo financeiro que terá por estar saindo do tribunal, e, por estar ainda no “raio de ação” das sanções norte-americanas, que ainda podem destruir o seu patrimônio milionário.

O que se espera do governo dos EUA, é que mesmo com a aposentadoria de Barroso as sanções pela Lei Magnitsky sejam aplicadas, afinal, o mal que ele fez ao Brasil e aos brasileiros, não será penalizado pelas instituições brasileiras com a devida reparação dos prejudicados.

ALEXANDRE DE MORAES DESCONHECE O INSTITUTO PROCESSSUAL DA CARTA ROGATÓRIA?

O Ministro Alexandre de Moraes em sua mais recente decisão determinou, que o Deputado Federal Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueredo sejam citados por edital, por não terem domicílio no Brasil nos processos em que são investigados.

Parece que Alexandre de Moraes desconhece o instituto processual da Carta Rogatória, que é o instrumento a ser utilizado por qualquer juiz que pretende citar uma pessoa que se encontra residindo no exterior.

É de conhecimento público que tanto Eduardo quanto Paulo estão residindo nos Estados Unidos, ou seja, a Carta Rogatória seria o instrumento processual adequado para a localização de ambos para a citação.

Não é crível que Alexandre de Moraes desconheça o instituto da Carta Rogatória, mas é visível que o ministro está tentando adiantar o andamento do processo para que Eduardo Bolsonaro seja condenado por um colegiado antes do período pré-eleitoral, o que o impossibilitaria de ser candidato nas eleições de 2026.

Para isso, Alexandre de Moraes vem descumprindo procedimentos processuais básicos, o que torna o processo nulo, pois, no caso de Paulo Figueredo e de Eduardo Bolsonaro, a citação deveriam ser feita inicialmente por Carta Rogatória, haja vista, que é de conhecimento de todos que ambos residem nos EUA.

Se a Carta Rogatória que tenta citar ambos os acusados retornasse dos EUA sem a localização dos citandos, neste caso a citação por edital estaria justificada, o que não é o caso.

Além disso, o Ministro Alexandre de Moraes sabe que o procedimento da Carta Rogatória é lento, sem contar que no atual Governo de Donald Trump existe a possibilidade o instrumento processual poderá ser rejeitado e considerado como mais uma perseguição política.

Essa prática do Ministro Alexandre de Moraes já é mais do que conhecida, ou seja, o ato de burlar procedimentos processuais para dar celeridade aos processos para atingir fins políticos e eleitorais.

Como podemos dizer que o Brasil está sob o estado democrático de direito, se os direitos processuais e os procedimentos previstos em lei não são respeitados?

NÃO SERÁ FÁCIL A VIDA NOVO PRESIDENTE DO STF

O Ministro Edson Fachin assumirá na próxima semana a Presidência do STF em meio às sanções vindas do governo dos Estados Unidos.

Nós últimos dias, os ministros, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso apareceram publicamente dando sinais de fragilidade e de estarem emocionados.

Os ministros citados sempre fizeram questão de aparecer publicamente mostrando firmeza e robustez em seus atos e pronunciamentos, principalmente, sobre o suposto combate aos atos golpistas e a possibilidade de serem sancionados pela Lei Magnitsky.

Será que a fragilidade emocional dos ministros tem relação com o fato, de o governo norte americano ter sancionado a esposa do Ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes e a sua holding?

Se este foi o motivo que deixou fragilizados e emocionados os ministros do STF, é sinal de que eles perceberam que o governo norte-americano “não está para brincadeira”, aliás, como os ministros do STF vinham tratando as sanções vindas dos EUA.

Agora, o Ministro Edson Fachin assume não só a Presidência do STF, mas também o centro da crise entre o Brasil e os EUA que pode fazer dele a próxima vítima do governo norte -americano.

EM DEFESA DA DEMOCRACIA OU DOS INTERESSES PESSOAIS E POLÍTICOS?

A família de Alexandre de Moraes está sendo sancionada com base na Lei Magnitsky pelo governo dos Estados. Unidos.

Mas, Alexandre de Moraes e seus aliados institucionais e políticos vêm se insurgindo contras as sanções norte-americanas, que seriam motivadas por abusos cometidos por Alexandre de Moraes contra os direitos humanos, Mas, Alexandre de Moraes nega que tenha cometido abusos de qualquer natureza, e, que teria agido dentro dos limites legais para defender a democracia brasileira.

Desde 2019, parte dos brasileiros tiveram a sua liberdade de expressão e direitos processuais relativizados ou tolhidos totalmente por Alexandre de Moraes.

Além disso, muitos brasileiros sofreram buscas e apreensões da polícia Federal em suas residências, por serem proprietários de canais no Youtube onde declaravam as suas posições políticas de direita. Tais operações policiais tinham como argumento, que esses brasileiros produziam fake news, desinformação e que pertenciam à miliciais digitais.

Cabe ressaltar, que nenhum brasileiro com afinidade ou militância na ideologia política de esquerda recebeu o mesmo tratamento, ou seja, não sofreram buscas e apreensões em operação policial determinada por Alexandre de Moraes. Muito menos, os apoiadores de esquerda foram incluídos em inquéritos abertos ilegalmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF, e sob o comando do Ministro Alexandre de Moraes.

Isso mostra a atuação parcial e militante do Ministro Alexandre de Moraes, que destoa da imagem símbolo da justiça, que é equilibrada e possui os olhos vendados.

Foram vários os “inquéritos judiciais” comandados por Alexandre de Moraes (fake news, da desinformação eleitoral e da milícia digital), que incrivelmente continuam em andamento até a presente data, como uma arma de opressão que pode ser utilizada a qualquer momento contra os militantes e eleitores de direita.

Durante o nascimento e o andamento dos inquéritos sob o controle de Alexandre de Moraes, nenhum poder ou instituição se levantou contra esses inquéritos que constituem a maior aberração jurídica do direito pátrio, especialmente, a Procuradoria Geral da República )PGR), que é a responsável por defender a aplicação e a fiscalização da lei, bem como, a defesa dos direitos difusos e coletivos.

Mesmo após se passarem mais de seis anos, os inquéritos sob o comando do Ministro Alexandre de Moraes continuam em andamento, sem nenhuma previsão de encerramento. Da mesma forma, que nenhum questionamento ou ação dos poderes e das instituições nacionais surgiram para a correição, a conclusão e a finalização das investigações.

Não bastasse a relativização ou o tolhimento de direitos constitucionais e processuais dos nacionais que foram investigados nos inquéritos, o Ministro Alexandre de Moraes proferiu decisões que feriram interesses de empresas norte-americanas que controlavam as redes sociais no Brasil. Essas empresas receberam determinações judiciais de Alexandre de Moraes para removerem conteúdos nas redes sociais, que o magistrado entendia ser atentatório contra a democracia e as instituições nacionais.

Mas, os tais conteúdos não passavam de mera manifestação pessoal dos brasileiros amparada na liberdade de expressão e na liberdade política, ambas asseguradas em tratados internacionais e na constituição brasileira.

Com a eleição de Donald Trump para o governo dos EUA, Alexandre de Moraes passou a ser visto pelo novo governo norte-americano, como um violador de direitos humanos, especialmente, na violação da liberdade de expressão e na liberdade de militância política, além da prática de ato atentatório contra a soberania norte-americana.

Enquanto isso aqui no Brasil, nenhum poder ou instituição se insurgiu contra as decisões de Alexandre de Moraes, que violaram em muitas oportunidades direitos e garantias fundamentais de acusados e perseguidos políticos, o que comprova que o estado brasileiro virou às costas ao que estava acontecendo no Brasil.

Uma prova clara, de que o estado brasileiro se encontra aparelhado e servindo aos interesses do grupo político e instrucional de Alexandre de Moraes.

Mas, desde julho de 2025, o governo norte-americano vem agindo para sancionar o Brasil e Alexandre de Mores por violações aos direitos humanos. A sanções da Lei Magnitsky foram aplicadas pelos EUA ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Recentemente, os EUA perceberam que Alexandre de Moraes vinha burlando as sanções norte-americanas. Por isso, a esposa de Alexandre de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes e o Instituto Lex de ensino jurídico LTDA, que pertence à família de Alexandre de Moraes também foram sancionados com base na Lei Magnitsky.

A ação do governo dos Estados Unidos visa frear os abusos cometidos pelo Ministro Alexandre de Moraes e pelo estado brasileiro, que se mantém inerte diante dos constantes abusos contra os direitos humanos. A ferramenta escolhida pelo governo norte-americano contra Alexandre de Moraes e os demais sancionados, é a pressão financeira que recaí sobre a sua pessoa física e jurídica, além de seus familiares.

A ofensiva norte-americana vem sendo combatida por Alexandre de Moraes, e pelos demais ministros da suprema corte brasileira, além dos políticos de esquerda e pelo governo brasileiro, com o argumento de que os EUA estão interferindo na soberania nacional e no regular funcionamento do Poder Judiciário.

Todos esses argumentos não passam de mera narrativa, uma vez que as sanções da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, seus familiares e empresa não adentram o Brasil nem virtualmente, se resumindo a cancelar as relações dos EUA com os sancionados que não poderão mais se utilizar de nenhuma estrutura norte-americana.

Ninguém é obrigado a se relacionar com pessoas que não comungam dos mesmo ideais ou que estejam praticando ilegalidades, segundo o entendimento de quem encerra as relações de forma unilateral.

Portanto, as sanções norte-americanas contra Alexandre de Moraes, seus familiares e a sua empresa, não passam de justiça internacional promovida pelos EUA, que os poderes e as instituições no Brasil não quiseram promover, seja por sua atuação militante, por interesses pessoais e políticos, ou até mesmo por estarem sendo coagidos por Alexandre de Moraes, o que vem resultando em prevaricação de todos os envolvidos que deveriam agir de acordo com a lei.

Neste momento, Alexandre de Moraes e todos que o cercam estão provando da justiça que o Brasil não quis promover deixando de aplicar a lei e o bom direito nacional, o que vem destruindo a nação a colocando mundialmente como um párea interacional.

NADA MUDARÁ SE NÃO HOUVER O CAOS SOCIAL.

A eleição à Presidência do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, que ocorrerá neste sábado (01/02/2025) mostra aos brasileiros, que o poder pode até emanar do povo, mas, não encontra representatividade em seus eleitos.

O Congresso Nacional faz questão de deixar claro, que não ouve o clamor da sociedade brasileira, e, nem o que dispõe a lei e a Constituição Federal.

Nos últimos anos, os brasileiros estão vendo várias irregularidades, ilegalidades e inconstitucionalidades serem praticadas por pessoas que deveriam fiscalizar e proteger a legislação, e isso sem nenhuma punição.

A provável eleição de Davi Alcolumbre à Presidência do Senado e de Hugo Motta à Presidência da Câmara dos Deputados representa, apenas a continuidade de uma política que há mais de duas décadas o povo brasileiro execra.

Mas, esta política desprezível serve apenas para sustentar os interesses dos políticos, e, por isso ela é mantida, mesmo sob severas críticas e protestos dos brasileiros.

Se a vontade do povo não é respeitada por meio de seus representantes eleitos, que fazem apenas o que bem entendem, não existe democracia e o sistema político se encontra falido.

O povo cobra severas mudanças na postura e na ação da classe política, mas, as cobranças caem sempre em ouvidos surdos.

Ao que parece, somente haverá mudança com o caos social, pois, se os representantes do povo não atendem ao clamor social, não restam ferramentas eficazes a serem utilizadas.

Talvez, alguns leitores irão ler este texto e dizer que estou a pregar atos antidemocráticos, mas não se trata disso.

Nos próximos dois anos, os brasileiros vão presenciar a mesma prática política que eles rejeitam há décadas, o que inflará a sua indignação e a sua revolta.

Atualmente, uma parte significante da nossa sociedade refuta com todas as suas forças, a política do Governo Federal, o ativismo judicial, a omissão e a prevaricação do Congresso Nacional diante das inconstitucionalidades que deveria reprimir.

Portanto, por meio da atividade política não há solução para o Brasil.

Assim, a eleição de Davi Alcolumbre e de Hugo Motta às mesas do Congresso Nacional representam, a continuidade do que o povo despreza, mas que não tem força para mudar por meios políticos, porque o povo não é consultado em um país que se diz democrático.

Este quadro nos traz apenas uma conclusão lógica, somente o caos poderá salvar o Brasil.

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