O Silêncio de Ouro: O Verdadeiro Motivo por Trás da Inércia de Trump Diante das Provocações de Lula

Lula defende Maduro, critica operações militares dos EUA e flerta com o eixo anti-Washington. Enquanto isso, o explosivo Donald Trump não dispara um único tuíte contra o Brasil. O que está por trás desse xadrez diplomático?

Por Ricardo Soares

Donald Trump construiu sua carreira política destruindo adversários com poucas palavras. Um comentário atravessado de um líder europeu ou uma tarifa imposta por um vizinho costumam ser respondidos com sanções brutais e fúria nas redes sociais. No entanto, quando o assunto é o Brasil de Luiz Inácio Lula da Silva, o homem mais poderoso do mundo parece ter adotado uma postura atípica: a paciência.

Nesta sexta-feira, em entrevista à emissora India Today, em Nova Délhi, Lula cruzou mais uma linha vermelha da diplomacia americana. O presidente brasileiro defendeu abertamente que Nicolás Maduro — capturado por forças especiais dos EUA e levado a Nova York sob acusações de narcotráfico — deveria ser julgado na Venezuela. Lula chamou a operação americana de “inaceitável” e condenou a “interferência de uma nação sobre outra”.

Essa não é uma declaração isolada. A retórica do governo brasileiro tem frequentemente colidido com os interesses de Washington, seja na defesa de Maduro, nas posições sobre a guerra em Gaza (Palestina) ou no tom brando em relação ao Irã.

A pergunta que ecoa nos corredores de Brasília e nos gabinetes de Relações Internacionais é uma só: Por que Donald Trump ainda não retaliou o Brasil política, diplomática ou militarmente?

A resposta não está na simpatia, mas no pragmatismo frio dos negócios e da geopolítica. Existem três motivos principais que amarram as mãos de Washington:

1. A Guerra dos Minerais Críticos (O Fator China) Na mesma entrevista em que criticou os EUA, Lula deixou escapar a verdadeira moeda de troca: os minerais críticos. O Brasil possui reservas gigantescas dos materiais necessários para a transição energética e a indústria de tecnologia americana. Trump sabe que travar uma guerra diplomática com o Brasil agora é empurrar o país definitivamente para o colo da China. Para os EUA, engolir a retórica de Lula é o preço a se pagar para não perder o acesso a recursos estratégicos.

2. O Cálculo do “Ruído Doméstico” A inteligência americana e os estrategistas de Trump parecem ter feito uma leitura clara: os discursos inflamados de Lula no exterior são, muitas vezes, acenos para sua base política doméstica e para o eixo do “Sul Global”. Nos bastidores, a diplomacia brasileira tenta manter as portas abertas para negócios. Trump, um negociador nato, ignora o que considera “ruído” enquanto o Brasil não tomar medidas econômicas que prejudiquem diretamente as empresas americanas.

3. O Acordo de Extradição e o Crime Organizado Lula revelou que levará a Trump uma proposta de ação conjunta contra o crime organizado, pedindo a extradição de criminosos brasileiros que vivem nos EUA. Para a agenda de segurança nacional de Trump — focada em deportações e controle de fronteiras —, ter o Brasil como parceiro na repressão ao narcotráfico transnacional é estrategicamente útil. Bater de frente com Lula agora implodiria essa cooperação.

O Encontro Marcado

Apesar das farpas públicas, Lula confirmou que pretende visitar Washington em março. O presidente brasileiro prometeu uma conversa “olho no olho, cara a cara”, onde dirão “tudo o que pensam”.

Até lá, o silêncio de Donald Trump não deve ser interpretado como fraqueza ou desatenção. É um silêncio tático. O presidente americano está guardando suas cartas para a mesa de negociações. A retórica anti-imperialista de Lula pode render aplausos em Nova Délhi, mas a verdadeira fatura dessa ousadia diplomática será cobrada, em dólares e concessões, no Salão Oval.

“Pôquer Nuclear”: A Aposta de Alto Risco de Trump no Irã e o Ultimato que Pode Dividir o Mundo

Por Ricardo Soares | Análise Geopolítica

WASHINGTON/TEERÃ — O tabuleiro do Oriente Médio voltou a aquecer, e desta vez, as peças estão sendo movidas com a agressividade característica da “Doutrina Trump”. Enquanto o mundo assiste aos Estados Unidos reforçarem sua presença militar no Golfo Pérsico e a Rússia clamar por “moderação”, uma análise mais profunda revela que não estamos apenas diante de uma escalada militar, mas de uma manobra de negociação de altíssimo risco que pode redefinir as alianças globais para as próximas décadas.

A Volta da “Pressão Máxima”

As recentes declarações de Donald Trump, alertando que “o Irã deve fechar um acordo ou coisas ruins vão acontecer”, não são retórica vazia. Elas marcam o retorno da estratégia de “Pressão Máxima 2.0”.

Diferente dos neoconservadores que buscam a mudança de regime através da invasão terrestre, a postura de Trump sugere uma lógica transacional brutal. O envio de porta-aviões e bombardeiros para a região não visa necessariamente ocupar Teerã, mas sim criar uma alavancagem insuportável. É a aplicação geopolítica da sua famosa “Arte da Negociação”: criar uma crise existencial para o adversário, para então oferecer uma saída — desde que essa saída seja nos termos americanos.

Trump aposta na “Teoria do Louco” (Madman Theory), uma tática de fazer o inimigo acreditar que o líder americano é volátil o suficiente para apertar o botão vermelho, forçando o regime dos Aiatolás a piscar primeiro para garantir sua sobrevivência.

O Fator Moscou: O Escudo do Urso

A reação do Kremlin, pedindo “moderação” diante da movimentação americana, expõe a fragilidade do equilíbrio atual. A Rússia não defende o Irã por altruísmo, mas por necessidade estratégica.

Em 2026, Teerã não é apenas um vizinho; é um fornecedor vital de tecnologia militar (drones) e um parceiro comercial indispensável para uma Rússia sancionada pelo Ocidente. Um ataque americano ao Irã seria interpretado por Vladimir Putin não apenas como uma agressão regional, mas como um ataque direto à cadeia de suprimentos de Moscou.

O Risco da Bifurcação Global

A tese central que emerge deste cenário é alarmante: a coerção excessiva dos EUA pode acabar criando exatamente o monstro que Washington tenta destruir.

Ao encurralar o Irã militar e economicamente, Trump corre o risco de acelerar a formação de um Bloco Eurasiático Anti-Ocidente. Se Teerã sentir que sua existência está em jogo, a única saída será a submissão total às esferas de influência da China e da Rússia.

O que hoje é uma parceria de conveniência entre esses países pode se transformar em uma aliança militar formal. O resultado seria o fim da “zona cinzenta” na diplomacia internacional, forçando nações neutras a escolherem entre o “Bloco do Dólar” e o “Bloco dos BRICS+”, solidificando uma nova Guerra Fria.

O Preço do Barril e o Suicídio Político

Por fim, há o gatilho econômico. Qualquer “coisa ruim” — eufemismo de Trump para ataques cinéticos — que feche o Estreito de Ormuz fará o preço do petróleo disparar.

Para um presidente que baseia sua popularidade na promessa de gasolina barata e prosperidade interna, provocar um choque inflacionário global seria um tiro no pé. Trump sabe disso. O Irã sabe disso.

O mundo assiste, prendendo a respiração, a este jogo de pôquer onde as fichas são ogivas e o blefe pode custar a estabilidade econômica global. Resta saber se a aposta de Trump dobrará o regime iraniano ou quebrará a banca da diplomacia internacional.

O FIM DAS SANÇÕES CONTRA ALEXANDRE DE MORAES E DA ESPERANÇA EM VER O FIM O REGIME

O Departamento do Tesouro Norte-Americano revogou no dia de hoje (12/12/2025), as sanções da Lei Magnitsky que o mesmo Departamento norte-americano havia aplicado contra o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, sua esposa Viviane Barci de Moraes e o Instituto Lex Jurídico que pertence ao casal.

Alexandre de Moraes havia sido sancionado em julho de 2025 pelo Departamento do Tesouro Norte-Americano, por graves violações aos direitos humanos, especialmente, pela prática de violações à liberdade de expressão de cidadãos americanos e residentes nos EUA.

A decisão de revogação das sanções conflita com a decisão que impôs as mesmas sanções, afinal, um violador de direito humanos não perde essa condição, sem ao menos fazer uma retratação publica de que se arrepende dos atos que embasaram o sancionamento.

Alexandre de Moraes jamais revogou seus atos, decisões judiciais ou fez qualquer retratação pública.

Ao que parece, na última conversa entre os presidentes do Brasil e dos EUA um acordo deve ter sido firmado, onde o presidente brasileiro deve ter oferecido algo muito rentável para o presidente norte-americano e os EUA.

Pois, a partir deste momento, as sanções de 40% sobre exportações brasileiras para os EUA foram retiradas.

É importante destacar, que se houve um acordo entre ambos os presidentes para a retirada das sanções contra Alexandre de Moraes, não se espantem, se os perseguidos políticos que se encontram exilados nos EUA sejam deportados para o Brasil nos próximos meses, entre eles: Paulo Figueredo, Allan do Santos, Eduardo Bolsonaro e Ludmila Lins Grillo.

Por fim, a retirada das sanções contra Alexandre de Moraes vai fortalecer o ativismo judicial que atuará com maior agressividade e opressão contra à aposição ao governo de esquerda que se encontra no poder.

E por derradeiro, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva ganha, a partir deste momento, a melhor narrativa e um fato político e eleitoral, que ele vai saber explorar visando as eleições de 2026, que nada mais é, do que a afirmação de que Lula é tão forte e importante que derrotou até mesmo o imperialismo americano.

Deus tenha piedade do nosso país!!!

O NEGACIONISMO DO GOVERNO LULA EM RELAÇÃO AO TERRORISMO DAS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS

Há mais de três décadas, os brasileiros são obrigados a conviver com o crime organizado e o terror que ele espalha diariamente na sociedade brasileira.

Neste período, todos os governos brasileiros afirmavam combater o crime organizado, o terror e o domínio que ele impõe diariamente aos brasileiros.

Na prática, nenhuma política pública mostrou eficiência no combate ao crime organizado, se é que as políticas públicas tinham realmente o objetivo de erradicar as organizações criminosas.

O que mais se viu durante os governos do PSDB e do PT (1994 a 2016) foi o crescimento do crime organizado no Brasil, que alcançou nos últimos anos importância transnacional.

Atualmente, a operação policial no Estado do Rio de Janeiro (Complexo do Alemão e da Penha-RJ) mostrou que o crime organizado cresceu exponencialmente nos últimos 5 anos.

Tal crescimento, se deu graças as políticas públicas implementadas pelos partidos de esquerda (PSDB e o PT), que promoveram em grande escala, a desmotivação da atuação policial, o desencarceramento e o enfraquecimento da legislação contra os criminosos e as organizações criminosas.

Somente após a operação policial promovida pelo Governador do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, é que o governo Lula decidiu de “mexer”. Mais isso não ocorreu, por se importar com o sofrimento dos brasileiros diante da opressão vinda do crime, muito menos, pelo avanço das organizações criminosas no RJ e no restante do país.

Na presente data (05/11/2025), o Governo Lula disse ser totalmente contra considerar as organizações criminosas como organizações terroristas. Tal afirmação partiu da Ministra da Articulação política, Gleisi Hoffmann.

É claro, que os brasileiros que sofrem todos os dias a opressão das organizações criminosas, principalmente, nas comunidades mais carentes, as consideram como organizações que espalham o terror. Mas, em nenhum momento, esses brasileiros foram consultados pelos vários institutos de pesquisas sobre o assunto, até porque, a resposta que virá da voz do povo vai contraditar a pauta defendida pelo governo.

O negacionismo do Governo Lula em não considerar as organizações criminosas como terroristas, não passa de medo de que o governo dos EUA passe a atuar fortemente contra as organizações criminosas em solo nacional, o que pode prejudicar os interesses daqueles que lucram com a criminalidade, especialmente, de políticos e de pessoas que ocupam altos cargos na administração pública.

UM PRESIDENTE QUE VITIMIZA OS TRAFICANTES DE DROGAS

O Presidente de República Federativa do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva (Lula), em um pronunciamento hoje (24/10) em Jacarta na Indonésia, acabou declarando que os traficantes de drogas também são vítimas na relação que envolve o narcotráfico internacional.

Não é de hoje, que várias noticias afirmam que existe uma relação de partidos de esquerda com o narcotráfico e o crime organizado.

Mas, atualmente, os brasileiros não podem afirmar ou comentar sobre o assunto, sem, no entanto, serem intimidados por ações judiciais vindas de políticos e de partidos de esquerda; e, muitas vezes, o Poder Judiciário ajuda nesta intimidação julgando procedente os processos.

Mas, e agora? Com as falas do presidente brasileiro, a suposta ligação parece estar indiretamente confirmada, diante de mais este forte indício de que existe uma ligação da esquerda brasileira com o narcotráfico.

As falas do presidente brasileiro são inaceitáveis, sendo do ponto de vista moral, legal e institucional, o que macula a imagem do governo brasileiro e do país.

Horas após a sua fala desastrosa, o presidente brasileiro procurou se retratar, mas é claro que os brasileiros não acreditam na veracidade da sua retratação.

Uma coisa é certa, as declarações do presidente brasileiro acontece em meio a ação do governo norte-americano contra os cartéis de drogas da América do Sul. Tal postura do mandatário brasileiro, na verdade parece ser uma tentativa de defender os lideres sul-americanos das ações econômicas e militares dos EUA que visam combater o narcotráfico. Pelo menos em tese, esses líderes políticos possuem ligações com o narcotráfico porque não conseguem acabar com tal prática em seus países, como também acontece no Brasil.

O que se sabe por meio de noticiais e das declarações do governo norte-americano, é que esses líderes políticos da América do Sul usaram dos recursos financeiros ilícitos dessas organizações criminosas para fins políticos., o que em muitos países, inclusive aqui no Brasil, é um crime eleitoral.

Se o presidente brasileiro tiver alguma ligação com os cartéis de drogas e deles se utilizou para fins políticos, ou seja, para financiar campanhas eleitorais da esquerda brasileira, o que já pode estar comprovado pelas investigações norte-americanas, em breve nós iremos presenciar ações militares em nosso país.

Uma coisa é certa, ninguém é capaz de defender algo abominável como o tráfico de drogas que destrói milhares de famílias anualmente, senão for para salvar a sua própria pele.

DONALD TRUMP E A INTERMEDIAÇÃO DO COMFLITO ISRAEL X HAMAS

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump deu neste sábado 04/10/2025, mais um aviso ao Hamas para libertar imediatamente os reféns do conflito com Israel.

Recentemente, o presidente norte americano intermediou um acordo no conflito entre Israel e o Hamas, mas avisa que se os reféns não forem libertados o acordo poderá ser cancelado:

“O Hamas deve se mover rapidamente, ou todas as apostas estarão canceladas. Não tolerarei atrasos, o que muitos acham que pode acontecer, ou qualquer saída que torne Gaza uma ameaça novamente”, escreveu o republicano, na Truth Social. “Vamos terminar isso, RÁPIDO. Todos serão tratados justamente!”

O mundo espera o fim do conflito na Faixa de Gaza entre Israel e o Hamas, principalmente, porque podem estar entre os reféns pessoas de várias nacionalidades, que há muito tempo foram detidas pelo Hamas, mesmo não tendo nenhuma relação com o conflito que dura décadas.

Neste momento, Donald Trump tentar fazer valer a força dos EUA para terminar com o conflito, mas parece que a contenda é tão forte, que nem a maior potência mundial consegue resolver.

ALEXANDRE DE MORAES DESCONHECE O INSTITUTO PROCESSSUAL DA CARTA ROGATÓRIA?

O Ministro Alexandre de Moraes em sua mais recente decisão determinou, que o Deputado Federal Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueredo sejam citados por edital, por não terem domicílio no Brasil nos processos em que são investigados.

Parece que Alexandre de Moraes desconhece o instituto processual da Carta Rogatória, que é o instrumento a ser utilizado por qualquer juiz que pretende citar uma pessoa que se encontra residindo no exterior.

É de conhecimento público que tanto Eduardo quanto Paulo estão residindo nos Estados Unidos, ou seja, a Carta Rogatória seria o instrumento processual adequado para a localização de ambos para a citação.

Não é crível que Alexandre de Moraes desconheça o instituto da Carta Rogatória, mas é visível que o ministro está tentando adiantar o andamento do processo para que Eduardo Bolsonaro seja condenado por um colegiado antes do período pré-eleitoral, o que o impossibilitaria de ser candidato nas eleições de 2026.

Para isso, Alexandre de Moraes vem descumprindo procedimentos processuais básicos, o que torna o processo nulo, pois, no caso de Paulo Figueredo e de Eduardo Bolsonaro, a citação deveriam ser feita inicialmente por Carta Rogatória, haja vista, que é de conhecimento de todos que ambos residem nos EUA.

Se a Carta Rogatória que tenta citar ambos os acusados retornasse dos EUA sem a localização dos citandos, neste caso a citação por edital estaria justificada, o que não é o caso.

Além disso, o Ministro Alexandre de Moraes sabe que o procedimento da Carta Rogatória é lento, sem contar que no atual Governo de Donald Trump existe a possibilidade o instrumento processual poderá ser rejeitado e considerado como mais uma perseguição política.

Essa prática do Ministro Alexandre de Moraes já é mais do que conhecida, ou seja, o ato de burlar procedimentos processuais para dar celeridade aos processos para atingir fins políticos e eleitorais.

Como podemos dizer que o Brasil está sob o estado democrático de direito, se os direitos processuais e os procedimentos previstos em lei não são respeitados?

NÃO SERÁ FÁCIL A VIDA NOVO PRESIDENTE DO STF

O Ministro Edson Fachin assumirá na próxima semana a Presidência do STF em meio às sanções vindas do governo dos Estados Unidos.

Nós últimos dias, os ministros, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso apareceram publicamente dando sinais de fragilidade e de estarem emocionados.

Os ministros citados sempre fizeram questão de aparecer publicamente mostrando firmeza e robustez em seus atos e pronunciamentos, principalmente, sobre o suposto combate aos atos golpistas e a possibilidade de serem sancionados pela Lei Magnitsky.

Será que a fragilidade emocional dos ministros tem relação com o fato, de o governo norte americano ter sancionado a esposa do Ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes e a sua holding?

Se este foi o motivo que deixou fragilizados e emocionados os ministros do STF, é sinal de que eles perceberam que o governo norte-americano “não está para brincadeira”, aliás, como os ministros do STF vinham tratando as sanções vindas dos EUA.

Agora, o Ministro Edson Fachin assume não só a Presidência do STF, mas também o centro da crise entre o Brasil e os EUA que pode fazer dele a próxima vítima do governo norte -americano.

MAIS UM ATAQUE A TIROS NOS ESTADOS UNIDOS

De acordo com a CNN, o ataque à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias de Michigan nos Estados Unidos provocou duas mortes e mais de oito pessoas feridas.

A igreja atacada fica à 50 quilômetros de Detroit nos EUA, e segundo informações o atirador efetuou disparos de fuzil no interior da igreja, e, em seguida ateou fogo no local.

O chefe de polícia de Grand Blanc, William Renye, não descarta o encontro de mais vítimas do atentado, logo que o incêndio no local seja controlado.

Neste momento, não se sabe a motivação do atentado, mas, um fato pode ser considerado como a sua motivação, que é a morte do presidente nacional da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Russell M Nelson, que morreu na noite do último domingo, 27, aos 101 anos.

Agora, a polícia local e agentes do FBI se encontram no local dos fatos, no atendimento das vítimas e iniciando das investigações sobre a autoria.

EM DEFESA DA DEMOCRACIA OU DOS INTERESSES PESSOAIS E POLÍTICOS?

A família de Alexandre de Moraes está sendo sancionada com base na Lei Magnitsky pelo governo dos Estados. Unidos.

Mas, Alexandre de Moraes e seus aliados institucionais e políticos vêm se insurgindo contras as sanções norte-americanas, que seriam motivadas por abusos cometidos por Alexandre de Moraes contra os direitos humanos, Mas, Alexandre de Moraes nega que tenha cometido abusos de qualquer natureza, e, que teria agido dentro dos limites legais para defender a democracia brasileira.

Desde 2019, parte dos brasileiros tiveram a sua liberdade de expressão e direitos processuais relativizados ou tolhidos totalmente por Alexandre de Moraes.

Além disso, muitos brasileiros sofreram buscas e apreensões da polícia Federal em suas residências, por serem proprietários de canais no Youtube onde declaravam as suas posições políticas de direita. Tais operações policiais tinham como argumento, que esses brasileiros produziam fake news, desinformação e que pertenciam à miliciais digitais.

Cabe ressaltar, que nenhum brasileiro com afinidade ou militância na ideologia política de esquerda recebeu o mesmo tratamento, ou seja, não sofreram buscas e apreensões em operação policial determinada por Alexandre de Moraes. Muito menos, os apoiadores de esquerda foram incluídos em inquéritos abertos ilegalmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF, e sob o comando do Ministro Alexandre de Moraes.

Isso mostra a atuação parcial e militante do Ministro Alexandre de Moraes, que destoa da imagem símbolo da justiça, que é equilibrada e possui os olhos vendados.

Foram vários os “inquéritos judiciais” comandados por Alexandre de Moraes (fake news, da desinformação eleitoral e da milícia digital), que incrivelmente continuam em andamento até a presente data, como uma arma de opressão que pode ser utilizada a qualquer momento contra os militantes e eleitores de direita.

Durante o nascimento e o andamento dos inquéritos sob o controle de Alexandre de Moraes, nenhum poder ou instituição se levantou contra esses inquéritos que constituem a maior aberração jurídica do direito pátrio, especialmente, a Procuradoria Geral da República )PGR), que é a responsável por defender a aplicação e a fiscalização da lei, bem como, a defesa dos direitos difusos e coletivos.

Mesmo após se passarem mais de seis anos, os inquéritos sob o comando do Ministro Alexandre de Moraes continuam em andamento, sem nenhuma previsão de encerramento. Da mesma forma, que nenhum questionamento ou ação dos poderes e das instituições nacionais surgiram para a correição, a conclusão e a finalização das investigações.

Não bastasse a relativização ou o tolhimento de direitos constitucionais e processuais dos nacionais que foram investigados nos inquéritos, o Ministro Alexandre de Moraes proferiu decisões que feriram interesses de empresas norte-americanas que controlavam as redes sociais no Brasil. Essas empresas receberam determinações judiciais de Alexandre de Moraes para removerem conteúdos nas redes sociais, que o magistrado entendia ser atentatório contra a democracia e as instituições nacionais.

Mas, os tais conteúdos não passavam de mera manifestação pessoal dos brasileiros amparada na liberdade de expressão e na liberdade política, ambas asseguradas em tratados internacionais e na constituição brasileira.

Com a eleição de Donald Trump para o governo dos EUA, Alexandre de Moraes passou a ser visto pelo novo governo norte-americano, como um violador de direitos humanos, especialmente, na violação da liberdade de expressão e na liberdade de militância política, além da prática de ato atentatório contra a soberania norte-americana.

Enquanto isso aqui no Brasil, nenhum poder ou instituição se insurgiu contra as decisões de Alexandre de Moraes, que violaram em muitas oportunidades direitos e garantias fundamentais de acusados e perseguidos políticos, o que comprova que o estado brasileiro virou às costas ao que estava acontecendo no Brasil.

Uma prova clara, de que o estado brasileiro se encontra aparelhado e servindo aos interesses do grupo político e instrucional de Alexandre de Moraes.

Mas, desde julho de 2025, o governo norte-americano vem agindo para sancionar o Brasil e Alexandre de Mores por violações aos direitos humanos. A sanções da Lei Magnitsky foram aplicadas pelos EUA ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Recentemente, os EUA perceberam que Alexandre de Moraes vinha burlando as sanções norte-americanas. Por isso, a esposa de Alexandre de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes e o Instituto Lex de ensino jurídico LTDA, que pertence à família de Alexandre de Moraes também foram sancionados com base na Lei Magnitsky.

A ação do governo dos Estados Unidos visa frear os abusos cometidos pelo Ministro Alexandre de Moraes e pelo estado brasileiro, que se mantém inerte diante dos constantes abusos contra os direitos humanos. A ferramenta escolhida pelo governo norte-americano contra Alexandre de Moraes e os demais sancionados, é a pressão financeira que recaí sobre a sua pessoa física e jurídica, além de seus familiares.

A ofensiva norte-americana vem sendo combatida por Alexandre de Moraes, e pelos demais ministros da suprema corte brasileira, além dos políticos de esquerda e pelo governo brasileiro, com o argumento de que os EUA estão interferindo na soberania nacional e no regular funcionamento do Poder Judiciário.

Todos esses argumentos não passam de mera narrativa, uma vez que as sanções da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, seus familiares e empresa não adentram o Brasil nem virtualmente, se resumindo a cancelar as relações dos EUA com os sancionados que não poderão mais se utilizar de nenhuma estrutura norte-americana.

Ninguém é obrigado a se relacionar com pessoas que não comungam dos mesmo ideais ou que estejam praticando ilegalidades, segundo o entendimento de quem encerra as relações de forma unilateral.

Portanto, as sanções norte-americanas contra Alexandre de Moraes, seus familiares e a sua empresa, não passam de justiça internacional promovida pelos EUA, que os poderes e as instituições no Brasil não quiseram promover, seja por sua atuação militante, por interesses pessoais e políticos, ou até mesmo por estarem sendo coagidos por Alexandre de Moraes, o que vem resultando em prevaricação de todos os envolvidos que deveriam agir de acordo com a lei.

Neste momento, Alexandre de Moraes e todos que o cercam estão provando da justiça que o Brasil não quis promover deixando de aplicar a lei e o bom direito nacional, o que vem destruindo a nação a colocando mundialmente como um párea interacional.

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