As manifestações da direita brasileira sempre foram pacíficas, sem registrar nenhum ato de violência ou depredação de bens públicos.
Os manifestantes de direita que foram à Brasília, não tinham objetivo de dar golpe de estado, até porque, não tinham condições para praticar tal ato.
Na manifestação de 8 de janeiro, alguns procedimentos adotados por alguns manifestantes não faziam parte da conduta de manifestantes de direita.
Ou seja, as depredações e a violência jamais fizeram parte deste movimento político.
Mas durante a manifestação, os prédios públicos na Praça dos Três Poderes foram violados e depredados.
Devido aos acontecimentos, várias pessoas foram presas, mesmo não sendo flagradas invadindo ou depredando os prédios públicos, o que é um absurdo dentro do que dispõe o direito brasileiro.
Enquanto, os criminosos contumazes conseguem a liberdade provisória na audiência de custódia, os manifestantes presos ilegalmente sequer passaram pelo mesmo ato no limite legal.
Até o momento, muitos manifestantes continuam presos, como se fossem grandes bandidos que lideram as organizações criminosas brasileiras.
Mas, hoje nós temos o primeiro cadáver fruto do ativismo judicial.
O senhor Clériston Pereira da Cunha, 46 anos, se encontrava preso desde o dia 8 de janeiro de 2023, no Centro de Detenção Provisória situado no Complexo Penitenciário da Papuda.
Segundo as primeiras informações do Portal Metrópoles e do Portal Terra Brasil Notícias (fonte citada ao final da matéria), Clériston estava tomando banho de sol e teve um infarto fulminante.
É importante destacar, que Clériston estava esperando desde agosto de 2023, a análise do seu pedido de liberdade provisória pelo Ministro Alexandre de Moraes.
A inércia ou a falta de celeridade do STF pode ter sido um dos fatores que culminou com a morte de Clériston.
A prisão estendida dos manifestantes, e, especialmente de Clériston não tinha razão de ser, pois, não se tratavam de criminosos de alta periculosidade, mas os manifestantes foram classificados como perigosos, de forma mentirosa, covarde e tendenciosa.
A morte de Clériston é o resultado da perseguição judicial aos brasileiros que se manifestavam contra fatos e atos que achavam errados na política brasileira.
Pois é, estes manifestantes apenas exerciam o seu direito constitucional de liberdade de expressão e de manifestação.
Além disso, a morte de Clériston demostra que o Brasil não vive o estado democrático de direito, mas, um estado totalitário que descumpre as leis, em defesa de uma ideologia que determinados grupos políticos querem impor aos brasileiros de forma autoritária.
Segue a nossa homenagem a Clériston da Cunha e os pêsames aos seus familiares.
Justiça!

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