O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab emitiu nesta quinta-feira (2), uma ordem de prisão e extradição contra Leopoldo López e Júlio Borges, dois dos maiores opositores de Nicolas Maduro. Ambos foram exilados e são acusados de receber benefícios de mais de US$ 1 bilhão.
O Procurador Geral mostrou um vídeo, onde o empresário Samark López, que está preso acusado de colaborar com o também detido Tareck El Aissami, o ex-presidente da Petróleos da Venezuela (PDVSA), que estaria envolvido em uma rede de corrupção conhecida como PDVSA-cripto.
No vídeo, o empresário diz que os dois empreiteiros venezuelanos envolvidos na suposta rede de corrupção “têm uma conexão direta” com López e Borges.
Provavelmente, a investigação e a prisão dos opositores de Nicolas Maduro e dos empresários citados acima, é uma ação para evitar o financiamento da oposição na Venezuela.
Algo parecido está acontecendo no Brasil, onde o Ministro Alexandre de Moraes para defender a esquerda e o aparelhamento do estado brasileiro, não titubeia em proferir decisões judiciais, para retirar ativos financeiros das figuras militantes e políticas de oposição no Brasil.
É claro, que o Ministro Alexandre de Moraes toma essas medidas judiciais, sob o argumento de que está desestruturando as tais “milícias digitais” que atentam contra a democracia e o estado democrático de direito.
Mas, tanto Alexandre de Moraes quanto Nicolas Maduro, na verdade estão agindo para impedir que a oposição na Venezuela e no Brasil consigam sobreviver e fazer oposição.
Se todos nós repararmos, as medidas institucionais e judicias em ambos os países visam a manutenção do poder constituído, da ideologia predominante e o início do poder totalitário, a exemplo do que já vem ocorrendo nas grande ditaduras existentes pelo mundo.

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