O Xeque-Mate do Itamaraty: Como o Brasil Usou a Lei Americana Contra o Próprio Homem de Trump (E o Preço Dessa Ousadia)

A tensão diplomática atingiu o ponto de ebulição. O governo brasileiro acaba de fazer um movimento arriscado e sem precedentes no tabuleiro geopolítico global, e os ecos dessa decisão podem atingir diretamente a economia e as relações internacionais do país.

Se você quer entender o que realmente está acontecendo nos bastidores de Brasília e Washington — sem os filtros da grande mídia —, preste muita atenção aos próximos parágrafos.

Aqui está a análise nua e crua do veto ao assessor de Donald Trump, Darren Beattie, e o que isso significa para o futuro do Brasil.

A Postura do Governo Brasileiro: O “Feitiço Contra o Feiticeiro”

A diplomacia brasileira decidiu não apenas dizer “não”, mas fez isso usando as próprias regras do jogo americano. O Itamaraty, sob a gestão Lula, orientou a revogação do visto de Darren Beattie, assessor sênior do Departamento de Estado dos EUA, que tinha a intenção de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão.

A grande sacada estratégica: O Brasil não barrou o assessor de forma arbitrária. O Ministério das Relações Exteriores invocou o princípio internacional da não-intervenção e, de forma irônica, citou a própria legislação dos EUA para justificar que a visita de um funcionário de Estado estrangeiro a um ex-presidente preso, em pleno ano eleitoral, configura uma “indevida ingerência nos assuntos internos do Estado brasileiro”.

Foi essa argumentação técnica e incisiva que fez o ministro Alexandre de Moraes, do STF, voltar atrás em sua decisão anterior e proibir a visita. O governo brasileiro adotou uma postura de soberania defensiva, mandando um recado claro: o território nacional não será palco para palanques políticos internacionais.

As Consequências Imediatas: O Contra-Ataque de Trump

Toda ação gera uma reação, e quando se trata de Donald Trump, a reação costuma ser barulhenta e financeiramente dolorosa. A ousadia do Itamaraty não passará despercebida no Salão Oval.

O que o Brasil pode esperar nas próximas semanas?

  1. Guerra Tarifária e Retaliação Comercial: A consequência mais provável e imediata é econômica. Fontes já apontam que os EUA podem impor novas taxas e barreiras comerciais a produtos brasileiros de exportação (como aço, agronegócio e commodities). Trump é conhecido por usar a economia como arma diplomática.
  2. Congelamento Diplomático: A relação entre o governo Lula e a administração Trump, que já era fria, pode entrar em uma “Era do Gelo”. Acordos bilaterais, parcerias de segurança e negociações de vistos podem ser travados ou dificultados.
  3. Pressão Internacional: Os EUA podem usar sua influência em órgãos multilaterais para dificultar o acesso do Brasil a créditos ou apoios estratégicos globais.

O Brasil fez uma aposta alta ao defender sua soberania eleitoral e jurídica. Agora, o mercado e o cenário político aguardam para ver se o país tem cacife para bancar as consequências dessa cartada.

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O Gargalo de Trilhões: Como o Fechamento do Estreito de Ormuz Coloca EUA, China e Rússia em Rota de Colisão (E o Que Isso Custará a Você)

Imagine um corredor marítimo de apenas 33 quilômetros de largura em seu ponto mais estreito. Agora, coloque 20% de todo o petróleo consumido no planeta passando por ali todos os dias.

Esse é o Estreito de Ormuz. E, neste exato momento, ele é a bomba-relógio mais perigosa da economia global.

Com a recente declaração da Guarda Revolucionária do Irã de que o canal está “fechado” — uma retaliação visceral aos ataques massivos dos Estados Unidos e de Israel —, o mundo não está apenas assistindo a mais um capítulo do conflito no Oriente Médio. Estamos diante de um infarto iminente nas cadeias de suprimentos, ameaçando um fluxo comercial de quase US$ 600 bilhões anuais.

Mas a verdadeira história por trás das manchetes não é apenas sobre navios petroleiros parados ou lanchas rápidas iranianas armadas com mísseis. A narrativa central é o jogo de xadrez brutal que esse bloqueio desencadeia entre as três maiores potências do mundo: China, Estados Unidos e Rússia.

Vamos dissecar o impacto real para cada um desses gigantes.

China: O Gigante Asfixiado Se o Estreito de Ormuz é a veia jugular do mercado de energia, a China é o paciente na mesa de cirurgia. Pequim é, de longe, o maior comprador global de petróleo iraniano, importando mais de 1,8 milhão de barris por dia. Pior ainda para Xi Jinping: cerca de metade de todas as importações de petróleo chinesas passa por essa exata rota.

Um bloqueio, mesmo que temporário, não significa apenas combustível mais caro na Ásia. Significa uma crise energética severa que pode paralisar o parque industrial chinês em questão de semanas. Sem energia barata e constante, a “fábrica do mundo” desacelera de forma abrupta, arrastando o crescimento econômico global junto com ela e colocando em risco a estabilidade interna que o Partido Comunista Chinês tanto preza.

Estados Unidos: O Choque na Bomba e o Fantasma da Inflação Os americanos aprenderam a lição nas últimas décadas e, graças à revolução do xisto, produzem grande parte da sua própria energia. Eles não dependem fisicamente dos 20 milhões de barris diários que passam por Ormuz. No entanto, o mercado de petróleo é global e implacável.

Quando uma fatia tão massiva da oferta mundial some do mapa, o preço do barril dispara em todos os continentes. Para os EUA de Donald Trump, isso se traduz imediatamente em um inimigo letal: a inflação. O preço da gasolina sobe na bomba, o custo de transporte de mercadorias explode e o Federal Reserve se vê encurralado, forçado a manter os juros altos. Em um cenário político e econômico sensível, uma inflação importada do Oriente Médio é um pesadelo para a Casa Branca.

Rússia: O Vencedor Silencioso? Enquanto o Ocidente tenta conter a crise e a Ásia entra em desespero energético, Moscou observa o caos com uma calculadora na mão. Sendo um dos maiores produtores e exportadores de petróleo do mundo — e utilizando rotas de escoamento que não dependem de Ormuz —, a Rússia de Vladimir Putin se beneficia diretamente de qualquer choque de oferta.

Com o preço do barril nas alturas, os cofres russos se enchem em tempo recorde, financiando sua máquina de guerra e fortalecendo sua resiliência contra as sanções ocidentais. Além disso, uma China desesperada por energia se tornará inevitavelmente mais dependente do petróleo e do gás natural russos, entregando a Putin uma alavancagem geopolítica sem precedentes sobre seu maior aliado.

A Conta Chega Para Todos. A ilusão de que um conflito a milhares de quilômetros de distância não afeta a sua vida acaba no momento em que você vai ao supermercado ou abastece o carro. O fechamento do Estreito de Ormuz é o gatilho perfeito para um choque inflacionário que não respeita fronteiras.

A questão central que os mercados globais tentam responder agora não é se os preços vão subir, mas por quanto tempo a economia mundial consegue suportar essa asfixia antes que as marinhas ocidentais decidam abrir o canal à força.

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O Efeito Dominó: Por Que o Conflito EUA-Irã Está a Um Passo de Arrastar as Grandes Potências Para a Guerra?

Com a morte do líder supremo iraniano e ataques se espalhando pelo Golfo, a ilusão de uma “guerra contida” no Oriente Médio acaba de desmoronar. O que impede o mundo de um conflito global?

Por Ricardo Soares

A história tem um hábito cruel de nos ensinar que grandes guerras raramente começam com declarações globais. Elas começam com faíscas regionais que fogem do controle. E a faísca que acaba de ser acesa no Oriente Médio tem o potencial de incendiar muito mais do que refinarias de petróleo.

Os recentes ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã ultrapassaram uma linha vermelha histórica. A morte do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, e os bombardeios que deixaram centenas de mortos não foram apenas operações cirúrgicas; foram golpes no coração do regime de Teerã.

A resposta iraniana foi imediata e reveladora. Em vez de focar apenas em Israel, os mísseis e drones de Teerã atingiram o Bahrein, os Emirados Árabes Unidos, o Kuwait e a Arábia Saudita. O recado é claro: se o Irã queimar, seus vizinhos — e os aliados comerciais do Ocidente — queimarão junto.

Mas a pergunta que realmente tira o sono de diplomatas e investidores ao redor do mundo é: qual é a real possibilidade desse conflito sair das fronteiras do Oriente Médio e arrastar potências como Rússia e China para o campo de batalha?

A resposta está na economia e nas alianças ocultas.

O presidente Donald Trump declarou que a campanha militar pode durar “cerca de quatro semanas”. No entanto, guerras não respeitam cronogramas políticos. O Irã não é um ator isolado. Ele é uma peça fundamental no tabuleiro geopolítico de Moscou e Pequim.

A China depende fortemente do petróleo do Golfo Pérsico para alimentar sua máquina industrial. Um bloqueio prolongado no Estreito de Ormuz ou a destruição contínua de refinarias sauditas e infraestruturas em Dubai não é apenas um problema americano; é uma ameaça direta à segurança nacional chinesa.

Por outro lado, a Rússia, já envolvida em seus próprios conflitos com o Ocidente, vê no enfraquecimento da influência americana no Oriente Médio uma oportunidade de ouro. Se o regime iraniano — um aliado militar e fornecedor de drones para Moscou — estiver à beira do colapso total, até que ponto Vladimir Putin ficará apenas assistindo?

A ilusão de que o Ocidente pode “decapitar” a liderança de um país de 88 milhões de habitantes e esperar que o caos fique contido dentro de suas fronteiras é perigosa. Com o espaço aéreo fechado, voos globais cancelados e militares americanos morrendo em bases no Golfo, o conflito já é global em suas consequências econômicas e logísticas.

O mundo está caminhando sobre uma fina camada de gelo. Se um míssil perdido atingir um navio mercante chinês, ou se a Rússia decidir intervir para evitar a queda de Teerã, as “quatro semanas” de Trump podem se transformar no início de um confronto que as grandes potências passaram as últimas oito décadas tentando evitar.

O Oriente Médio não é mais apenas um campo de batalha isolado; tornou-se o gatilho de uma bomba-relógio global. E o relógio já está correndo.

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O Blefe de Putin ou o Fim da Linha? O Que a Reação da Rússia ao Ataque no Irã Realmente Esconde

As sirenes soaram em Teerã, mas o eco mais ensurdecedor foi ouvido nos corredores do Kremlin. Quando os Estados Unidos e Israel lançaram sua ofensiva coordenada contra o Irã neste fim de semana, a resposta de Moscou foi rápida e carregada de pólvora verbal. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia cravou o ataque como um “ato de agressão armada premeditado”, alertando para uma “catástrofe humanitária e econômica” e um “abismo de escalada descontrolada”.

A grande questão que paralisa os mercados e assombra o mundo hoje não é o que o Irã fará, mas sim: até onde Vladimir Putin está disposto a ir para defender seu aliado no Oriente Médio?

A História (Dissecando o Risco Real de Guerra): Para entender se estamos à beira de um conflito militar direto entre as maiores potências nucleares do planeta, precisamos separar a retórica da realidade fria da geopolítica.

A reação furiosa da Rússia pode gerar um conflito armado direto contra os EUA? Se olharmos para o histórico recente, a resposta crua é: não de forma declarada. Putin é um mestre do cálculo de risco. Iniciar uma Terceira Guerra Mundial por causa do programa nuclear iraniano seria um suicídio estratégico, especialmente com as forças russas já profundamente comprometidas e desgastadas no front do leste europeu. A Rússia não tem o apetite financeiro ou militar para um embate frontal de proporções globais contra a máquina de guerra americana neste exato momento.

No entanto, a ausência de uma declaração formal de guerra não significa paz. O que a Rússia pode (e muito provavelmente vai) fazer contra a ofensiva de Trump é muito mais insidioso.

Moscou domina a arte da guerra assimétrica. Em vez de lançar mísseis contra Washington, Putin tem um arsenal de retaliações indiretas à sua disposição. A primeira cartada é o fortalecimento imediato do eixo anti-Ocidente. Veremos a Rússia acelerar o fornecimento de tecnologia militar avançada, inteligência de satélite e sistemas de defesa antiaérea de última geração para Teerã, tornando qualquer futura incursão americana exponencialmente mais letal para os pilotos dos EUA.

Além disso, a Rússia pode usar sua influência para inflamar ainda mais as rotas comerciais. O Irã já realizou exercícios militares conjuntos com russos e chineses. Um bloqueio coordenado, ou mesmo o assédio constante no Estreito de Ormuz, faria o preço do barril de petróleo explodir, atingindo o calcanhar de Aquiles da economia americana e europeia: a inflação. Por fim, não subestime o poder de ciberataques devastadores contra infraestruturas críticas de Israel e dos EUA, orquestrados por hackers financiados pelo Kremlin, operando nas sombras para causar o caos sem deixar digitais claras.

A Solução (A Nova Ordem): Não estamos caminhando para um confronto nuclear amanhã de manhã. O que estamos presenciando é a consolidação de uma Guerra Fria 2.0, onde o Irã é apenas o tabuleiro. Trump dobrou a aposta com força bruta, e Putin responderá sangrando os recursos americanos lentamente, através de procuradores e sabotagem econômica. O abismo do qual a Rússia fala não é uma explosão repentina, mas uma queda lenta e dolorosa na instabilidade global.

A guerra nas sombras já começou e o impacto no seu bolso (e na segurança global) será sentido nas próximas semanas. Você acredita que Trump agiu certo ao atacar, ou Putin tem razão ao alertar para uma catástrofe iminente? Deixe sua opinião nos comentários e envie este artigo para aquele amigo que precisa entender o que realmente está acontecendo nos bastidores do poder.

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Trump Aperta o Botão: O Que o Ataque dos EUA e Israel ao Irã Significa Para o Mundo (e Para o Seu Bolso)

Na manhã deste sábado, o tabuleiro global virou de cabeça para baixo. Estados Unidos e Israel lançaram um ataque coordenado e massivo contra o Irã. Explosões rasgaram o céu de cinco cidades iranianas, incluindo a capital Teerã e centros estratégicos como Isfahan e Qom. O presidente Donald Trump não deixou margem para dúvidas, confirmando que “grandes operações de combate” estão em andamento. A resposta iraniana já começou, com retaliações diretas ao território israelense. O mundo prende a respiração.

A História (O Contexto e o Padrão Trump): Para entender o que acontece agora, precisamos olhar para o retrovisor. Donald Trump nunca jogou o jogo diplomático tradicional. Durante seu mandato anterior, ele rasgou o acordo nuclear com o Irã e chocou o mundo ao autorizar o ataque que eliminou o poderoso general Qasem Soleimani em 2020. A doutrina Trump é baseada em “pressão máxima” e demonstrações de força imprevisíveis.

Ao alinhar este ataque militar diretamente com Israel, Trump consolida a visão de que não haverá apaziguamento. Ele está dobrando a aposta. A mensagem para Teerã é clara: as linhas vermelhas foram redesenhadas com pólvora. Não há mais espaço para a guerra nas sombras.

A Solução (Os Desdobramentos Geopolíticos): O que isso significa na prática? Os desdobramentos são imediatos e perigosos:

  • O Choque do Petróleo: O Estreito de Ormuz, por onde passa grande parte do petróleo mundial, está sob ameaça máxima de bloqueio. Prepare-se para uma volatilidade extrema nos mercados e um impacto direto no preço dos combustíveis.
  • A Guerra por Procuração vira Guerra Direta: O Irã usará toda a sua rede de influência — Hezbollah no Líbano, Houthis no Iêmen e milícias no Iraque e Síria — para incendiar a região. Israel terá que lutar em múltiplas frentes simultaneamente, com o apoio logístico e militar direto de Washington.
  • O Efeito Dominó Global: Como Rússia e China vão reagir? Ambos têm laços estreitos com Teerã. Um enfraquecimento do Irã não interessa a Moscou ou Pequim, o que pode acelerar o envio de armas e suporte ao regime dos aiatolás, criando um cenário de “Guerra Fria 2.0” em pleno Oriente Médio.

Estamos diante do início de um conflito global incontrolável ou apenas de uma demonstração de força que forçará um novo acordo de paz? Deixe sua opinião nos comentários abaixo e compartilhe esta análise para alertar sua rede sobre o que está por vir.

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O Silêncio de Ouro: O Verdadeiro Motivo por Trás da Inércia de Trump Diante das Provocações de Lula

Lula defende Maduro, critica operações militares dos EUA e flerta com o eixo anti-Washington. Enquanto isso, o explosivo Donald Trump não dispara um único tuíte contra o Brasil. O que está por trás desse xadrez diplomático?

Por Ricardo Soares

Donald Trump construiu sua carreira política destruindo adversários com poucas palavras. Um comentário atravessado de um líder europeu ou uma tarifa imposta por um vizinho costumam ser respondidos com sanções brutais e fúria nas redes sociais. No entanto, quando o assunto é o Brasil de Luiz Inácio Lula da Silva, o homem mais poderoso do mundo parece ter adotado uma postura atípica: a paciência.

Nesta sexta-feira, em entrevista à emissora India Today, em Nova Délhi, Lula cruzou mais uma linha vermelha da diplomacia americana. O presidente brasileiro defendeu abertamente que Nicolás Maduro — capturado por forças especiais dos EUA e levado a Nova York sob acusações de narcotráfico — deveria ser julgado na Venezuela. Lula chamou a operação americana de “inaceitável” e condenou a “interferência de uma nação sobre outra”.

Essa não é uma declaração isolada. A retórica do governo brasileiro tem frequentemente colidido com os interesses de Washington, seja na defesa de Maduro, nas posições sobre a guerra em Gaza (Palestina) ou no tom brando em relação ao Irã.

A pergunta que ecoa nos corredores de Brasília e nos gabinetes de Relações Internacionais é uma só: Por que Donald Trump ainda não retaliou o Brasil política, diplomática ou militarmente?

A resposta não está na simpatia, mas no pragmatismo frio dos negócios e da geopolítica. Existem três motivos principais que amarram as mãos de Washington:

1. A Guerra dos Minerais Críticos (O Fator China) Na mesma entrevista em que criticou os EUA, Lula deixou escapar a verdadeira moeda de troca: os minerais críticos. O Brasil possui reservas gigantescas dos materiais necessários para a transição energética e a indústria de tecnologia americana. Trump sabe que travar uma guerra diplomática com o Brasil agora é empurrar o país definitivamente para o colo da China. Para os EUA, engolir a retórica de Lula é o preço a se pagar para não perder o acesso a recursos estratégicos.

2. O Cálculo do “Ruído Doméstico” A inteligência americana e os estrategistas de Trump parecem ter feito uma leitura clara: os discursos inflamados de Lula no exterior são, muitas vezes, acenos para sua base política doméstica e para o eixo do “Sul Global”. Nos bastidores, a diplomacia brasileira tenta manter as portas abertas para negócios. Trump, um negociador nato, ignora o que considera “ruído” enquanto o Brasil não tomar medidas econômicas que prejudiquem diretamente as empresas americanas.

3. O Acordo de Extradição e o Crime Organizado Lula revelou que levará a Trump uma proposta de ação conjunta contra o crime organizado, pedindo a extradição de criminosos brasileiros que vivem nos EUA. Para a agenda de segurança nacional de Trump — focada em deportações e controle de fronteiras —, ter o Brasil como parceiro na repressão ao narcotráfico transnacional é estrategicamente útil. Bater de frente com Lula agora implodiria essa cooperação.

O Encontro Marcado

Apesar das farpas públicas, Lula confirmou que pretende visitar Washington em março. O presidente brasileiro prometeu uma conversa “olho no olho, cara a cara”, onde dirão “tudo o que pensam”.

Até lá, o silêncio de Donald Trump não deve ser interpretado como fraqueza ou desatenção. É um silêncio tático. O presidente americano está guardando suas cartas para a mesa de negociações. A retórica anti-imperialista de Lula pode render aplausos em Nova Délhi, mas a verdadeira fatura dessa ousadia diplomática será cobrada, em dólares e concessões, no Salão Oval.

“Pôquer Nuclear”: A Aposta de Alto Risco de Trump no Irã e o Ultimato que Pode Dividir o Mundo

Por Ricardo Soares | Análise Geopolítica

WASHINGTON/TEERÃ — O tabuleiro do Oriente Médio voltou a aquecer, e desta vez, as peças estão sendo movidas com a agressividade característica da “Doutrina Trump”. Enquanto o mundo assiste aos Estados Unidos reforçarem sua presença militar no Golfo Pérsico e a Rússia clamar por “moderação”, uma análise mais profunda revela que não estamos apenas diante de uma escalada militar, mas de uma manobra de negociação de altíssimo risco que pode redefinir as alianças globais para as próximas décadas.

A Volta da “Pressão Máxima”

As recentes declarações de Donald Trump, alertando que “o Irã deve fechar um acordo ou coisas ruins vão acontecer”, não são retórica vazia. Elas marcam o retorno da estratégia de “Pressão Máxima 2.0”.

Diferente dos neoconservadores que buscam a mudança de regime através da invasão terrestre, a postura de Trump sugere uma lógica transacional brutal. O envio de porta-aviões e bombardeiros para a região não visa necessariamente ocupar Teerã, mas sim criar uma alavancagem insuportável. É a aplicação geopolítica da sua famosa “Arte da Negociação”: criar uma crise existencial para o adversário, para então oferecer uma saída — desde que essa saída seja nos termos americanos.

Trump aposta na “Teoria do Louco” (Madman Theory), uma tática de fazer o inimigo acreditar que o líder americano é volátil o suficiente para apertar o botão vermelho, forçando o regime dos Aiatolás a piscar primeiro para garantir sua sobrevivência.

O Fator Moscou: O Escudo do Urso

A reação do Kremlin, pedindo “moderação” diante da movimentação americana, expõe a fragilidade do equilíbrio atual. A Rússia não defende o Irã por altruísmo, mas por necessidade estratégica.

Em 2026, Teerã não é apenas um vizinho; é um fornecedor vital de tecnologia militar (drones) e um parceiro comercial indispensável para uma Rússia sancionada pelo Ocidente. Um ataque americano ao Irã seria interpretado por Vladimir Putin não apenas como uma agressão regional, mas como um ataque direto à cadeia de suprimentos de Moscou.

O Risco da Bifurcação Global

A tese central que emerge deste cenário é alarmante: a coerção excessiva dos EUA pode acabar criando exatamente o monstro que Washington tenta destruir.

Ao encurralar o Irã militar e economicamente, Trump corre o risco de acelerar a formação de um Bloco Eurasiático Anti-Ocidente. Se Teerã sentir que sua existência está em jogo, a única saída será a submissão total às esferas de influência da China e da Rússia.

O que hoje é uma parceria de conveniência entre esses países pode se transformar em uma aliança militar formal. O resultado seria o fim da “zona cinzenta” na diplomacia internacional, forçando nações neutras a escolherem entre o “Bloco do Dólar” e o “Bloco dos BRICS+”, solidificando uma nova Guerra Fria.

O Preço do Barril e o Suicídio Político

Por fim, há o gatilho econômico. Qualquer “coisa ruim” — eufemismo de Trump para ataques cinéticos — que feche o Estreito de Ormuz fará o preço do petróleo disparar.

Para um presidente que baseia sua popularidade na promessa de gasolina barata e prosperidade interna, provocar um choque inflacionário global seria um tiro no pé. Trump sabe disso. O Irã sabe disso.

O mundo assiste, prendendo a respiração, a este jogo de pôquer onde as fichas são ogivas e o blefe pode custar a estabilidade econômica global. Resta saber se a aposta de Trump dobrará o regime iraniano ou quebrará a banca da diplomacia internacional.

MAIS UM ATAQUE A TIROS NOS ESTADOS UNIDOS

De acordo com a CNN, o ataque à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias de Michigan nos Estados Unidos provocou duas mortes e mais de oito pessoas feridas.

A igreja atacada fica à 50 quilômetros de Detroit nos EUA, e segundo informações o atirador efetuou disparos de fuzil no interior da igreja, e, em seguida ateou fogo no local.

O chefe de polícia de Grand Blanc, William Renye, não descarta o encontro de mais vítimas do atentado, logo que o incêndio no local seja controlado.

Neste momento, não se sabe a motivação do atentado, mas, um fato pode ser considerado como a sua motivação, que é a morte do presidente nacional da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Russell M Nelson, que morreu na noite do último domingo, 27, aos 101 anos.

Agora, a polícia local e agentes do FBI se encontram no local dos fatos, no atendimento das vítimas e iniciando das investigações sobre a autoria.

A VENEZUELA TAMBÉM POSSUI O SEU ALEXANDRE DE MORAES

O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab emitiu nesta quinta-feira (2), uma ordem de prisão e extradição contra Leopoldo López e Júlio Borges, dois dos maiores opositores de Nicolas Maduro. Ambos foram exilados e são acusados de receber benefícios de mais de US$ 1 bilhão.

O Procurador Geral mostrou um vídeo, onde o empresário Samark López, que está preso acusado de colaborar com o também detido Tareck El Aissami, o ex-presidente da Petróleos da Venezuela (PDVSA), que estaria envolvido em uma rede de corrupção conhecida como PDVSA-cripto.

No vídeo, o empresário diz que os dois empreiteiros venezuelanos envolvidos na suposta rede de corrupção “têm uma conexão direta” com López e Borges.

Provavelmente, a investigação e a prisão dos opositores de Nicolas Maduro e dos empresários citados acima, é uma ação para evitar o financiamento da oposição na Venezuela.

Algo parecido está acontecendo no Brasil, onde o Ministro Alexandre de Moraes para defender a esquerda e o aparelhamento do estado brasileiro, não titubeia em proferir decisões judiciais, para retirar ativos financeiros das figuras militantes e políticas de oposição no Brasil.

É claro, que o Ministro Alexandre de Moraes toma essas medidas judiciais, sob o argumento de que está desestruturando as tais “milícias digitais” que atentam contra a democracia e o estado democrático de direito.

Mas, tanto Alexandre de Moraes quanto Nicolas Maduro, na verdade estão agindo para impedir que a oposição na Venezuela e no Brasil consigam sobreviver e fazer oposição.

Se todos nós repararmos, as medidas institucionais e judicias em ambos os países visam a manutenção do poder constituído, da ideologia predominante e o início do poder totalitário, a exemplo do que já vem ocorrendo nas grande ditaduras existentes pelo mundo.

O FUTURO DOS ARGENTINOS DECIDIDO EM UMA ÚNICA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

O mundo tem conhecimento dos males que a esquerda argentina tem causado ao país.

A Argentina, que no passado era a maior economia da América do Sul, há vinte anos passa por sérios problemas econômicos e sociais.

A inexistência de crescimento somado ao caos social que leva a miséria o povo argentino, é o retrato dos governos peronistas naquele país.

 A Argentina era considerada a Europa da América do Sul, mas, agora, o país é comparado aos países de extrema miséria na África.

É neste cenário, que o país irá às urnas eleger o novo Presidente da República, com a esperança de dias melhores e de recobrar as glórias e as pompas do passado.

Para o espanto do mundo, os argentinos levaram ao segundo turno do pleito de 2023, o seu atual Ministro da Economia, Sergio Massa, um dos responsáveis pela miséria do povo argentino durante o Governo peronista de Alberto Fernandes.

Então fica a pergunta: como os argentinos possuem apreço e confiança em um de seus algozes, ao ponto de o eleger Presidente da República?

Realmente não dá para entender!

Na lógica e na coerência existente em cada ser humano, os argentinos não deveriam confiar no autor de sua desgraça.

Mas, aparentemente, os argentinos vão dar a vitória ao candidato do governo Alberto Fernandes, mesmo com o seu adversário Javier Milei estando em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto.

Vocês duvidam?

Algumas pessoas acreditam, que Javier Milei irá ganhar as eleições argentinas, no próximo dia 19 de novembro de 2023.

Não devemos nos enganar, pois, em eleições na América do Sul, o assistencialismo (ou compra oficial de votos) é usado pela esquerda no continente americano. Esta ferramenta conquista aqueles que abriram mão do trabalho em troca de migalhas governamentais, que apenas garantem alimentos aos assistidos, sem nenhuma possibilidade de crescimento pessoal.

Portanto, os argentinos vão se decidir pelo assistencialismo, ao invés de optar pelo trabalho e pelo crescimento.

 Os brasileiros conhecem bem essa realidade, e, ela não é por acaso, ao contrário, o assistencialismo foi muito bem pensado pela esquerda latina para destruir a América do Sul e o seu povo.

Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2023/11/17/o-mapa-da-eleicao-argentina-chegara-na-urna-dividida-entre-sergio-massa-e-javier-milei

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