O Xeque-Mate do Itamaraty: Como o Brasil Usou a Lei Americana Contra o Próprio Homem de Trump (E o Preço Dessa Ousadia)

A tensão diplomática atingiu o ponto de ebulição. O governo brasileiro acaba de fazer um movimento arriscado e sem precedentes no tabuleiro geopolítico global, e os ecos dessa decisão podem atingir diretamente a economia e as relações internacionais do país.

Se você quer entender o que realmente está acontecendo nos bastidores de Brasília e Washington — sem os filtros da grande mídia —, preste muita atenção aos próximos parágrafos.

Aqui está a análise nua e crua do veto ao assessor de Donald Trump, Darren Beattie, e o que isso significa para o futuro do Brasil.

A Postura do Governo Brasileiro: O “Feitiço Contra o Feiticeiro”

A diplomacia brasileira decidiu não apenas dizer “não”, mas fez isso usando as próprias regras do jogo americano. O Itamaraty, sob a gestão Lula, orientou a revogação do visto de Darren Beattie, assessor sênior do Departamento de Estado dos EUA, que tinha a intenção de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão.

A grande sacada estratégica: O Brasil não barrou o assessor de forma arbitrária. O Ministério das Relações Exteriores invocou o princípio internacional da não-intervenção e, de forma irônica, citou a própria legislação dos EUA para justificar que a visita de um funcionário de Estado estrangeiro a um ex-presidente preso, em pleno ano eleitoral, configura uma “indevida ingerência nos assuntos internos do Estado brasileiro”.

Foi essa argumentação técnica e incisiva que fez o ministro Alexandre de Moraes, do STF, voltar atrás em sua decisão anterior e proibir a visita. O governo brasileiro adotou uma postura de soberania defensiva, mandando um recado claro: o território nacional não será palco para palanques políticos internacionais.

As Consequências Imediatas: O Contra-Ataque de Trump

Toda ação gera uma reação, e quando se trata de Donald Trump, a reação costuma ser barulhenta e financeiramente dolorosa. A ousadia do Itamaraty não passará despercebida no Salão Oval.

O que o Brasil pode esperar nas próximas semanas?

  1. Guerra Tarifária e Retaliação Comercial: A consequência mais provável e imediata é econômica. Fontes já apontam que os EUA podem impor novas taxas e barreiras comerciais a produtos brasileiros de exportação (como aço, agronegócio e commodities). Trump é conhecido por usar a economia como arma diplomática.
  2. Congelamento Diplomático: A relação entre o governo Lula e a administração Trump, que já era fria, pode entrar em uma “Era do Gelo”. Acordos bilaterais, parcerias de segurança e negociações de vistos podem ser travados ou dificultados.
  3. Pressão Internacional: Os EUA podem usar sua influência em órgãos multilaterais para dificultar o acesso do Brasil a créditos ou apoios estratégicos globais.

O Brasil fez uma aposta alta ao defender sua soberania eleitoral e jurídica. Agora, o mercado e o cenário político aguardam para ver se o país tem cacife para bancar as consequências dessa cartada.

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O Recuo Estratégico: Por que o Governo Lula Desistiu de Taxar Eletrônicos às Vésperas da Eleição?

A revogação de última hora das tarifas de importação para produtos de tecnologia revela o peso da pressão popular e o medo do desgaste político nas urnas de 2026.

O brasileiro que planejava comprar um smartphone ou equipamento de informática nas próximas semanas acaba de ganhar um fôlego inesperado. Nesta sexta-feira (27), o Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) revogou as tarifas de importação de 105 produtos classificados como bens de capital, informática e telecomunicações.

A medida, que entraria em vigor já neste domingo (1º de março), também manteve a alíquota de smartphones estagnada em 16%, frustrando os planos iniciais do governo federal.

No dia 6 de fevereiro, a canetada havia sido pesada: elevação de impostos para cerca de 1.250 produtos. A Fazenda calculava que a manobra traria R$ 14 bilhões aos cofres públicos em 2026. O ministro Fernando Haddad chegou a declarar que a elevação não tinha caráter arrecadatório, mas sim de “regulamentação contra concorrência desleal”.

A matemática do discurso oficial, porém, não resistiu ao choque com a realidade política.

A Força da Pressão e o Fator 2026

O recuo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) não é um mero ajuste técnico. Trata-se de uma resposta direta a duas forças implacáveis: a pressão da sociedade e o calendário eleitoral.

Nos últimos dias, o setor de tecnologia e a base consumidora emitiram sinais claros de insatisfação. Encarecer eletrônicos no Brasil significa taxar diretamente a ferramenta de trabalho, estudo e comunicação da esmagadora maioria da população. O desgaste de imagem foi imediato.

O fator decisivo para a marcha à ré do governo atende pelo ano de 2026. Em um ano de eleições presidenciais, onde o projeto de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva precisa de estabilidade e aprovação popular, medidas impopulares que afetam o consumo de massa tornam-se radioativas.

A equipe econômica percebeu que os R$ 14 bilhões previstos em arrecadação não compensariam o custo político de irritar o eleitorado médio. Taxar o celular do eleitor às vésperas de uma campanha é entregar munição gratuita para a oposição.

O Que Fica de Lição

A revogação das tarifas demonstra que o governo está testando os limites da tolerância fiscal da sociedade, mas ainda recua quando a conta política ameaça o projeto de poder. A vitória momentânea é do consumidor e do setor produtivo, que provaram que a mobilização organizada ainda é o maior freio contra o avanço tributário.

Fica o alerta: a sanha arrecadatória foi pausada, não extinta. O monitoramento constante das canetadas em Brasília continua sendo a única defesa do contribuinte.

(Nota do Autor: Para entender como essas movimentações impactam diretamente o seu bolso e a segurança jurídica do país, acompanhe nossa cobertura diária nas lives, onde traduzimos o “economês” e o “juridiquês” sem filtros).

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O Fim da Lua de Mel: Quando o “Guardião da Democracia” Começa a Morder a Própria Base

Caro leitor, se você acompanha a política brasileira de olhos abertos, sabe que a hipocrisia é a moeda de troca mais comum em Brasília. Mas o que estamos presenciando agora atinge um novo nível de cinismo.

Durante anos, a esquerda brasileira aplaudiu de pé cada canetada do Supremo Tribunal Federal (STF). Enquanto a Corte Suprema mirava seus inquéritos, censuras e prisões preventivas exclusivamente contra a direita e os apoiadores de Jair Bolsonaro, o STF era exaltado como o grande “salvador da democracia”. Para a esquerda, não importava se o devido processo legal estava sendo atropelado; se o alvo era o inimigo político, a arbitrariedade era celebrada como justiça.

Mas o jogo virou. E agora, o choro mudou de lado.

A Declaração Reveladora de Boulos

Nesta semana, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL-SP), soltou uma frase que resume perfeitamente essa mudança de ventos. Em entrevista, ele afirmou que o STF foi importante para “preservar a democracia”, mas fez questão de dar um aviso claro: a Corte não está “acima do bem e do mal”.

Por que essa súbita preocupação com os limites do Supremo? A resposta não está na defesa da Constituição, mas sim no bolso e nos interesses de quem agora está no poder.

O Escândalo do Banco Master e a Água Batendo no Pescoço

A esquerda começou a criticar o STF não por uma crise de consciência democrática, mas porque a lama de escândalos financeiros começou a respingar em intocáveis. O caso do Banco Master escancarou relações perigosas entre ministros da Corte e o mercado financeiro.

Estamos falando de suspeitas gravíssimas envolvendo decisões judiciais e contratos milionários de escritórios de advocacia ligados a familiares de ministros, como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Quando o STF perseguia tias do WhatsApp, a esquerda aplaudia. Agora que a Polícia Federal e a imprensa começam a investigar as relações umbilicais entre a Corte e banqueiros, o STF subitamente deixou de ser “acima do bem e do mal”.

O Inquérito das Fake News Faz uma Nova Vítima (E Não é da Direita)

Para piorar o desespero da base governista, o monstro autoritário que eles ajudaram a alimentar começou a devorar os seus. O ministro Alexandre de Moraes, o mesmo que a esquerda idolatrava, acaba de incluir o presidente da Unafisco (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal), Kléber Cabral, no famigerado inquérito das “fake news”.

O crime do auditor? Ter ousado criticar uma operação policial que investigava o vazamento de dados sigilosos dos próprios ministros do Supremo.

A mensagem de Moraes foi clara: ninguém pode criticar o STF ou suas investigações, nem mesmo os auditores fiscais da República. A esquerda, que antes vibrava com a censura alheia, agora assiste em silêncio constrangedor enquanto o mesmo chicote estala nas costas de quem não veste a camisa verde e amarela.

A Verdade Nua e Crua

O que Boulos e a esquerda estão descobrindo da pior maneira possível é uma lição antiga da história política: quando você aplaude a criação de um poder absoluto para esmagar seus inimigos, é apenas uma questão de tempo até que esse mesmo poder se volte contra você.

O STF não mudou. A arbitrariedade sempre esteve lá. O que mudou foi o alvo. E agora, a esquerda brasileira chora as consequências do monstro que ajudou a criar.

👉 Você acha que a esquerda tem moral para criticar o STF agora? Ou eles estão apenas provando do próprio veneno? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe este artigo para expor a hipocrisia do cenário político atual.

A Conta do “Companheirismo” Ideológico: O Brasil Deve Pagar a Fatura do Petróleo Cubano?

Caro leitor, pare por um minuto e preste muita atenção no que está acontecendo nos bastidores do nosso país.

Nesta semana, o Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ), junto com outras organizações de esquerda, convocou um ato público com uma exigência no mínimo curiosa: eles querem que o governo Lula e a Petrobras enviem o equivalente a uma semana de produção de petróleo brasileiro para “socorrer” Cuba.

O argumento? A ilha caribenha está sofrendo com a falta de petróleo venezuelano e com o bloqueio americano, o que impacta hospitais, escolas e serviços básicos. A narrativa apela para a solidariedade. Mas a pergunta que realmente importa e que ninguém está fazendo em voz alta é: quem vai pagar essa conta?

Como jornalista, meu dever é olhar além do discurso emocional e focar nos fatos frios e duros. E a história recente do Brasil nos dá um aviso claro como um farol na neblina sobre o que acontece quando misturamos o suor do trabalhador brasileiro com a “solidariedade ideológica”.

O Fantasma dos Bilhões Perdidos

Não precisamos voltar muito no tempo. Durante os governos anteriores do PT, o Brasil abriu os cofres do BNDES para financiar obras faraônicas em países governados por aliados políticos. A justificativa era sempre a mesma: “ajudar os países parceiros” e “gerar empregos para empresas brasileiras”.

Mas qual foi o resultado real para o seu bolso?

  • Cuba: O Brasil financiou o Porto de Mariel. Hoje, a ditadura cubana é uma das maiores devedoras do nosso país.
  • Venezuela: Dinheiro jorrou para obras como o metrô de Caracas.
  • África (Angola e Moçambique): Bilhões foram destinados para infraestrutura, desde aeroportos até a reforma de prédios governamentais em Luanda.

O saldo dessa “diplomacia do companheirismo”? Segundo dados recentes, apenas Venezuela e Cuba ainda devem mais de US$ 529 milhões (cerca de R$ 2,6 bilhões) aos cofres públicos brasileiros em parcelas atrasadas. O próprio BNDES, em anos anteriores, já teve que admitir que esses empréstimos foram um erro estratégico, esbarrando na falta de garantias reais e no calote.

A Petrobras é uma Empresa ou uma ONG Ideológica?

A Petrobras não é uma instituição de caridade. É uma empresa de capital aberto, que tem o dever fiduciário com seus acionistas — sendo o Estado brasileiro o maior deles. Quando sindicalistas exigem que a estatal doe uma semana de sua produção (o que equivale a milhões de barris e bilhões de reais), eles estão, na prática, pedindo para tirar dinheiro de investimentos no Brasil, da geração de empregos aqui dentro, para sustentar um regime falido no exterior.

A situação do povo cubano é trágica? Sem dúvida. Mas a responsabilidade de gerir a economia da ilha é do governo cubano, não do pagador de impostos brasileiro. O Brasil já tem seus próprios hospitais precisando de socorro, suas próprias escolas precisando de infraestrutura e milhões de cidadãos lutando para pagar a conta de luz e o combustível.

O Veredito

Ajudar países em situação de calamidade humanitária é uma coisa. Usar o patrimônio nacional para fazer política externa baseada em alinhamento ideológico, ignorando o histórico de calotes que já sofremos, é outra completamente diferente.

Se o governo ceder a essa pressão sindical, estará enviando uma mensagem clara: o dinheiro do brasileiro continua servindo como moeda de troca para sustentar aliados políticos internacionais, mesmo quando a nossa própria casa precisa de reformas.

Agora, eu quero ouvir a sua voz.

Você acha justo que o petróleo brasileiro, extraído com o dinheiro dos nossos impostos, seja enviado para Cuba enquanto pagamos um dos combustíveis mais caros do mundo?

👉 Deixe sua opinião nos comentários abaixo e compartilhe este artigo. A discussão pública é a nossa maior arma contra o desperdício do nosso dinheiro.

A Ameaça Oculta: Quando o “Remédio” Estatal é Mais Perigoso que a “Doença” Digital

Em discursos recentes — incluindo sua fala na cúpula sobre Inteligência Artificial na Índia e na Assembleia Geral da ONU — o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou uma tese que se tornou o mantra de governos ao redor do mundo: “As Big Techs e as redes sociais colocam em risco a democracia”. Segundo essa visão, o modelo de negócios baseado em algoritmos e dados fomenta o ódio, a desinformação e a polarização, exigindo, portanto, uma regulação estatal forte para evitar uma “terra sem lei”.

Embora o diagnóstico sobre a polarização contenha verdades, a “cura” proposta parte de uma premissa perigosa. Ao vilanizar a tecnologia como a causa da instabilidade democrática, ignora-se um princípio fundamental: a democracia não é posta em risco pela liberdade de falar, mas pela tentativa de controlar quem pode ser ouvido.

Abaixo, apresento a antítese fundamentada a essa afirmação, baseada na legislação brasileira e na realidade técnica global.

1. A Falácia da “Terra Sem Lei” e o Marco Civil da Internet

A afirmação de que a internet é um território desregulado é juridicamente falsa. O Brasil possui uma das legislações mais avançadas do mundo sobre o tema: o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014).

O Artigo 19 do Marco Civil é a pedra angular da liberdade de expressão digital no Brasil. Ele estabelece que as plataformas só podem ser responsabilizadas civilmente por danos decorrentes de conteúdo de terceiros se, após ordem judicial específica, não tomarem providências.

A Crítica: Ao atacar as Big Techs, o discurso presidencial sugere implicitamente a derrubada desse modelo (o safe harbor), forçando as empresas a agirem como “polícia digital”.

  • O Risco Real: Se as plataformas forem obrigadas a remover conteúdo “preventivamente” sob ameaça de multas pesadas, elas adotarão a censura prévia automatizada. Na dúvida, o algoritmo removerá o discurso legítimo para evitar o risco jurídico. Isso não protege a democracia; isso a silencia.

2. Quem é o Dono da Verdade? (O Perigo do “Ministério da Verdade”)

O argumento de que as redes “distorcem a realidade” pressupõe que existe uma entidade estatal capaz de definir, em tempo real, o que é “verdade” e o que é “desinformação”.

  • Fundamento Constitucional: A Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 220, veda qualquer forma de censura de natureza política, ideológica e artística. Além disso, o Artigo 5º, incisos IV e IX, garante a livre manifestação do pensamento.
  • O Contraponto: Transferir para o Estado (ou para agências reguladoras por ele indicadas) o poder de dizer o que é “fake news” cria um mecanismo que pode ser facilmente aparelhado para perseguir opositores políticos. A história mostra que governos tendem a classificar críticas incômodas como “ataques à democracia”.
  • Tese: A democracia se fortalece no confronto de ideias, não na supressão delas. O combate à desinformação se faz com mais informação e educação midiática, não com a caneta do censor.

3. O Espelho da Sociedade vs. O Algoritmo

Culpar o “algoritmo” pela radicalização é confundir o espelho com a face. As redes sociais amplificam o que a sociedade já sente.

  • Contexto Internacional: Nos EUA, a Seção 230 do Communications Decency Act permitiu que a internet florescesse justamente por não tratar as plataformas como editoras (publishers). Quando países tentam controlar o fluxo de informação (como na Lei de Serviços Digitais da UE ou em regimes autoritários), o resultado invariavelmente é a redução da inovação e a criação de bolhas de informação oficiais.
  • A Realidade Econômica: As Big Techs democratizaram o acesso à audiência. Antes, apenas grandes conglomerados de mídia (com suas próprias agendas políticas) tinham voz. Hoje, um advogado em Francisco Morato ou um pequeno comerciante tem o mesmo potencial de alcance. Regular excessivamente as Big Techs sob o pretexto de “proteger a democracia” muitas vezes serve para proteger o monopólio da velha mídia e da classe política estabelecida.

4. Conclusão: A Verdadeira Ameaça

A tese de que “as Big Techs ameaçam a democracia” é uma cortina de fumaça.

A verdadeira ameaça à democracia reside na infantilização do cidadão, tratado pelo Estado como incapaz de discernir a verdade da mentira sem a tutela de um burocrata.

Ao invés de regular os meios (as plataformas), o Estado deveria focar na aplicação das leis já existentes (Código Penal para calúnia, injúria, difamação e incitação ao crime) sobre os indivíduos que cometem abusos. Punir a ferramenta pelo mau uso do usuário é como proibir a venda de martelos porque alguém usou um para ferir o vizinho.

Veredito: A democracia não precisa de “segurança” contra a liberdade de expressão. Ela precisa de liberdade para que, no mercado livre de ideias, a verdade prevaleça sobre a mentira pelo seu próprio mérito, e não por decreto.

A Ilusão da Prosperidade: Por que o “Voo de Galinha” do Governo Lula Pode Custar o Futuro do Brasil?

Enquanto o governo celebra números inflados por gastos públicos e benefícios eleitoreiros, a The Economist e o mercado financeiro soam o alarme: o Brasil está preso em uma armadilha de baixo crescimento e privilégios que sufocam quem produz.

Por Ricardo Soares | Análise Econômica

O Brasil vive hoje uma perigosa dissociação entre a narrativa oficial e a realidade dos números. De um lado, o governo Lula alardeia o aumento do PIB e a expansão recorde de benefícios sociais como prova de sucesso. Do outro, analistas globais, como a respeitada revista britânica The Economist, e investidores atentos enxergam as rachaduras na fundação.

A recente análise da The Economist, repercutida pelo Estadão, joga um balde de água fria na euforia governista: a economia brasileira não está decolando; ela está sendo asfixiada. E o aumento desmedido de gastos sociais, longe de ser a solução, pode ser o combustível para o próximo incêndio inflacionário.

O Diagnóstico da Estagnação: O País dos “Interesses Arraigados”

A The Economist aponta que o Brasil sofre de uma doença crônica: o domínio de grupos de interesse (lobbies, corporações, elite do funcionalismo e setores protegidos) que capturam o orçamento público.

Em vez de investir em infraestrutura, tecnologia ou educação — motores reais de produtividade —, o Estado brasileiro drena recursos para sustentar privilégios e ineficiências. O resultado é um país que precisa manter taxas de juros estratosféricas (atualmente entre as maiores do mundo real) apenas para impedir que a inflação devore a moeda.

A Armadilha do Populismo Fiscal: O Preço do Voto

Aqui entra o fator crítico que a matéria internacional toca e que nós, analistas locais, detalhamos: a estratégia do governo Lula de turbinar benefícios sociais (Bolsa Família, aumentos reais do salário mínimo, isenções) visando, claramente, a manutenção de popularidade e resultados eleitorais.

Embora socialmente defensável no curto prazo, essa política tem um efeito colateral devastador quando não acompanhada de corte de gastos:

  1. Aumento da Dívida Pública: O governo gasta mais do que arrecada, forçando o aumento da dívida.
  2. Juros Altos por Mais Tempo: O Banco Central é obrigado a manter a Selic alta para conter o consumo artificialmente anabolizado pelo governo.
  3. Sufocamento do Setor Produtivo: Com juros altos, o empresário não investe, não amplia a fábrica e não contrata formalmente. O crédito fica caro para quem quer produzir.

O Veredito: Resultados “Promissores” ou “Preocupantes”?

Respondendo diretamente à questão: Não é possível afirmar que os resultados futuros são promissores. Pelo contrário, as agências de risco e consultorias econômicas já revisam para baixo as expectativas de crescimento para 2025 e 2026.

O que vemos hoje é um “crescimento artificial”, dopado por dinheiro público injetado na veia do consumo. Quando esse dinheiro acabar (ou quando a dívida ficar impagável), a ressaca virá na forma de:

  • Inflação persistente (especialmente em alimentos e serviços);
  • Dólar alto (pela desconfiança fiscal);
  • Estagnação da renda real (o salário aumenta, mas compra menos).

Conclusão: O Brasil Precisa de Reformas, Não de Maquiagem

A The Economist acertou no alvo: o Brasil precisa enfrentar seus “interesses arraigados”. Precisa de coragem para cortar gastos ineficientes, reformar o Estado e liberar o empreendedorismo.

Infelizmente, a aposta atual é o oposto: expandir o Estado, aumentar o gasto e torcer para que o crescimento venha por milagre. A história econômica, porém, não perdoa. A conta da festa eleitoral sempre chega, e quem paga, invariavelmente, é a classe média e os mais pobres, via inflação e desemprego futuro.

O Brasil não está decolando. Está apenas gastando o combustível da reserva para taxiar na pista.

O Xerife da Verdade e a Mentira de Estimação: A Queda Moral de Rogério Correia

Na política brasileira, a máxima de Lenin — “Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz” — nunca foi tão atual. O mais recente episódio protagonizado pelo deputado federal Rogério Correia (PT-MG) não é apenas um “erro” de postagem; é um raio-x da hipocrisia que contamina o debate sobre desinformação no Brasil.

Segundo matéria do Poder360, o parlamentar, conhecido por sua atuação estridente na CPMI do 8 de Janeiro e por se autoproclamar um cruzado contra as “fake news da extrema-direita”, foi obrigado a se retratar publicamente. O motivo? Divulgar uma montagem grosseira — uma fake news em sua essência mais pura — associando o ex-presidente Jair Bolsonaro ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

A Anatomia da Manipulação

Não estamos falando de uma interpretação equivocada de dados ou de uma opinião controversa. Estamos falando de adulteração da realidade. Ao compartilhar uma foto manipulada para criar um vínculo visual que não existia naquele contexto, Rogério Correia praticou exatamente o crime que ele passou os últimos anos dizendo combater.

A ironia é palpável. Correia construiu sua reputação recente apontando o dedo para opositores, exigindo prisões, cassações e inquéritos no STF para quem ousasse compartilhar informações não verificadas. No entanto, quando a desinformação serve à sua narrativa partidária, a “ameaça à democracia” magicamente se transforma em um simples equívoco, resolvido com uma nota de rodapé e uma retratação protocolar.

O Tribunal da Internet e a Imunidade Seletiva

A pergunta que fica para o leitor — e para as instituições — é: Onde está a indignação do STF agora?

Se um deputado da oposição tivesse publicado uma montagem envolvendo o Presidente Lula ou um Ministro da Suprema Corte com um banqueiro investigado, estaríamos, neste exato momento, lendo manchetes sobre “ataques às instituições”, “discurso de ódio” e, muito provavelmente, vendo a Polícia Federal bater à porta do autor às 6 da manhã.

Mas, para Rogério Correia, a regra é outra. Para o “campo progressista”, a fake news é apenas um deslize. A retratação do deputado, embora necessária, não apaga o dolo. Ela apenas expõe que, para certos grupos políticos, a mentira é uma ferramenta válida, desde que usada contra os inimigos certos.

Conclusão

O caso Rogério Correia é pedagógico. Ele nos ensina que o combate às fake news no Brasil não é sobre a verdade; é sobre o monopólio da narrativa. Enquanto o deputado mineiro apaga seu post e segue sua vida, a credibilidade de seu discurso contra a desinformação desce pelo ralo, levando junto a farsa de que existe uma superioridade moral em seu lado do espectro político.

A mentira não tem ideologia. Mas a impunidade e a tolerância com ela, aparentemente, têm lado.

O FIM DAS SANÇÕES CONTRA ALEXANDRE DE MORAES E DA ESPERANÇA EM VER O FIM O REGIME

O Departamento do Tesouro Norte-Americano revogou no dia de hoje (12/12/2025), as sanções da Lei Magnitsky que o mesmo Departamento norte-americano havia aplicado contra o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, sua esposa Viviane Barci de Moraes e o Instituto Lex Jurídico que pertence ao casal.

Alexandre de Moraes havia sido sancionado em julho de 2025 pelo Departamento do Tesouro Norte-Americano, por graves violações aos direitos humanos, especialmente, pela prática de violações à liberdade de expressão de cidadãos americanos e residentes nos EUA.

A decisão de revogação das sanções conflita com a decisão que impôs as mesmas sanções, afinal, um violador de direito humanos não perde essa condição, sem ao menos fazer uma retratação publica de que se arrepende dos atos que embasaram o sancionamento.

Alexandre de Moraes jamais revogou seus atos, decisões judiciais ou fez qualquer retratação pública.

Ao que parece, na última conversa entre os presidentes do Brasil e dos EUA um acordo deve ter sido firmado, onde o presidente brasileiro deve ter oferecido algo muito rentável para o presidente norte-americano e os EUA.

Pois, a partir deste momento, as sanções de 40% sobre exportações brasileiras para os EUA foram retiradas.

É importante destacar, que se houve um acordo entre ambos os presidentes para a retirada das sanções contra Alexandre de Moraes, não se espantem, se os perseguidos políticos que se encontram exilados nos EUA sejam deportados para o Brasil nos próximos meses, entre eles: Paulo Figueredo, Allan do Santos, Eduardo Bolsonaro e Ludmila Lins Grillo.

Por fim, a retirada das sanções contra Alexandre de Moraes vai fortalecer o ativismo judicial que atuará com maior agressividade e opressão contra à aposição ao governo de esquerda que se encontra no poder.

E por derradeiro, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva ganha, a partir deste momento, a melhor narrativa e um fato político e eleitoral, que ele vai saber explorar visando as eleições de 2026, que nada mais é, do que a afirmação de que Lula é tão forte e importante que derrotou até mesmo o imperialismo americano.

Deus tenha piedade do nosso país!!!

A PRISÃO DE BOLSONARO PARA FORMALIZAR O REGIME AUTORITÁRIO NO BRASIL

O Brasil acompanha em silêncio o que pode ser os últimos dias do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro no interior de sua residência.

Desde que Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) à mais de 23 anos de prisão, os brasileiros passaram a entender o que acontecerá com aqueles que tentarem mudar os rumos do Brasil, que foram traçados pela esquerda ao longo de mais de quatro décadas.

Nós estamos vendo o último tiro desta guerra?

É claro que não! Bolsonaro não conseguiu fazer tudo o que prometeu durante o seu governo e cometeu alguns erros. Mas, ele deu aos brasileiros aquilo que parecia ser impossível, a consciência de que o Brasil precisava mudar e que a esquerda brasileira deveria ser combatida diariamente.

Com a ajuda de Bolsonaro, milhares de brasileiros se lançaram às redes sociais e em manifestações para apoiá-lo e combater ferozmente a esquerda.

Nunca se viu tamanha motivação, vontade e entrega, inicialmente, em prol de um candidato à Presidência da República, e, posteriormente, em apoio há um Presidente da República.

As pautas, os planos e as estratégias de Bolsonaro podem até não ter dado muito certo, mas os brasileiros agora estão acordados, conscientes e prontos para lutar, pois, esses brasileiros agora sabem que é um dever cívico e patriótico de todos os brasileiros de bem, o combate contra a esquerda brasileira e a sua maior ferramenta de aparelhamento, o ativismo judicial.

Portanto, se tudo der errado e se Bolsonaro for preso, a luta deve continuar porque temos uns aos outros, e, assim, nós estaremos lado a lado para sustentar o movimento de direita, lutar e defender o Brasil.

O NEGACIONISMO DO GOVERNO LULA EM RELAÇÃO AO TERRORISMO DAS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS

Há mais de três décadas, os brasileiros são obrigados a conviver com o crime organizado e o terror que ele espalha diariamente na sociedade brasileira.

Neste período, todos os governos brasileiros afirmavam combater o crime organizado, o terror e o domínio que ele impõe diariamente aos brasileiros.

Na prática, nenhuma política pública mostrou eficiência no combate ao crime organizado, se é que as políticas públicas tinham realmente o objetivo de erradicar as organizações criminosas.

O que mais se viu durante os governos do PSDB e do PT (1994 a 2016) foi o crescimento do crime organizado no Brasil, que alcançou nos últimos anos importância transnacional.

Atualmente, a operação policial no Estado do Rio de Janeiro (Complexo do Alemão e da Penha-RJ) mostrou que o crime organizado cresceu exponencialmente nos últimos 5 anos.

Tal crescimento, se deu graças as políticas públicas implementadas pelos partidos de esquerda (PSDB e o PT), que promoveram em grande escala, a desmotivação da atuação policial, o desencarceramento e o enfraquecimento da legislação contra os criminosos e as organizações criminosas.

Somente após a operação policial promovida pelo Governador do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, é que o governo Lula decidiu de “mexer”. Mais isso não ocorreu, por se importar com o sofrimento dos brasileiros diante da opressão vinda do crime, muito menos, pelo avanço das organizações criminosas no RJ e no restante do país.

Na presente data (05/11/2025), o Governo Lula disse ser totalmente contra considerar as organizações criminosas como organizações terroristas. Tal afirmação partiu da Ministra da Articulação política, Gleisi Hoffmann.

É claro, que os brasileiros que sofrem todos os dias a opressão das organizações criminosas, principalmente, nas comunidades mais carentes, as consideram como organizações que espalham o terror. Mas, em nenhum momento, esses brasileiros foram consultados pelos vários institutos de pesquisas sobre o assunto, até porque, a resposta que virá da voz do povo vai contraditar a pauta defendida pelo governo.

O negacionismo do Governo Lula em não considerar as organizações criminosas como terroristas, não passa de medo de que o governo dos EUA passe a atuar fortemente contra as organizações criminosas em solo nacional, o que pode prejudicar os interesses daqueles que lucram com a criminalidade, especialmente, de políticos e de pessoas que ocupam altos cargos na administração pública.

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