DEPUTADO FEDERAL NIKOLAS FERREIRA SE MANIFESTA SOBRE O PROJETO DA DOSIMETRIA

Na noite deste domingo 28/09/2025, o Deputado Federal Nikolas Ferreira afirmou, que o projeto de dosimetria que visa reduzir as penas dos processados e condenados pelos atos de 8 de janeiro, não é competência do Congresso Nacional, mas uma atribuição do Poder Judiciário.

As palavras do deputado estão de acordo com o texto da Constituição Federal e da legislação penal, que prevê a competência do Congresso Nacional para conceder anistia; e a competência do Poder Judiciário de fazer a dosimetria das penas no momento da sentença ou de Acórdão (sistema trifásico) citado no artigo 59 e seguintes do Código Penal.

O projeto da dosimetria da pena que se encontra sendo discutido no Congresso Nacional, é mais uma arquitetura política “tabajara”, onde se tenta resolver os problemas relacionados aos atos de 8 de janeiro, sem a aplicação das leis, mas aplicando acordos políticos para beneficiar grupos políticos e institucionais.

A pergunta que está na cabeça dos brasileiros, e ainda segue sem resposta é: até quando o Brasil viverá na presente bagunça institucional, onde os poderes e as instituições se embaralharam e seguem descumprindo a constituição e a lei?

A BLINDAGEM REJEITADA PELOS BLINDADOS PELO STF

A Comissão de Constituição e Justiça do Senador Federal (CCJ) rejeitou por unanimidade, neste quarta feira 24/09/2025, a Proposta de Emenda à Constituição Federal (PEC das Prerrogativas), que pretendia que deputados e senadores não fossem processados criminalmente pelo STF, sem a aprovação da maioria das casas Legislativas.

A PEC das Prerrogativas foi apelidada de “PEC da Blindagem ou da bandidagem” pela esquerda e por determinados grupos políticos.

O objetivo central da PEC das Prerrogativas, era evitar que a Procuradoria Geral da República e o STF iniciassem processos criminais, buscas e apreensões e até prisões contra congressistas, como vem ocorrendo nos últimos tempos somente contra deputados e senadores de direita.

Portanto, a PEC das Prerrogativas foi uma ideia de deputados e senadores de direita para se protegerem das ações da PGR e do STF, que vêm atuando mais politicamente do que juridicamente contra a oposição.

A rejeição da PEC pela CCJ, é algo estranho na história da política brasileira, onde políticos jamais se insurgiram contra propostas de emenda à constituição ou projetos de lei, que lhes dessem mais benefícios e privilégios.

Mas, na verdade os políticos que derrubaram a proposta na CCJ, são os mesmos que já possuem uma blindagem não oficial da PGR e do STF, ou seja, os políticos de esquerda e os aliados da suprema corte, que jamais foram incluídos nos inquéritos presididos pelo Ministro Alexandre de Moraes ou processados pela PGR e pelo STF.

Portanto, a rejeição da PEC das Prerrogativas é uma ação dos políticos blindados pela PGR e pelo STF, que não querem a mesma blindagem para a direita e demais políticos de oposição ao governo Lula e dos atos praticados pelo STF.

EM DEFESA DA DEMOCRACIA OU DOS INTERESSES PESSOAIS E POLÍTICOS?

A família de Alexandre de Moraes está sendo sancionada com base na Lei Magnitsky pelo governo dos Estados. Unidos.

Mas, Alexandre de Moraes e seus aliados institucionais e políticos vêm se insurgindo contras as sanções norte-americanas, que seriam motivadas por abusos cometidos por Alexandre de Moraes contra os direitos humanos, Mas, Alexandre de Moraes nega que tenha cometido abusos de qualquer natureza, e, que teria agido dentro dos limites legais para defender a democracia brasileira.

Desde 2019, parte dos brasileiros tiveram a sua liberdade de expressão e direitos processuais relativizados ou tolhidos totalmente por Alexandre de Moraes.

Além disso, muitos brasileiros sofreram buscas e apreensões da polícia Federal em suas residências, por serem proprietários de canais no Youtube onde declaravam as suas posições políticas de direita. Tais operações policiais tinham como argumento, que esses brasileiros produziam fake news, desinformação e que pertenciam à miliciais digitais.

Cabe ressaltar, que nenhum brasileiro com afinidade ou militância na ideologia política de esquerda recebeu o mesmo tratamento, ou seja, não sofreram buscas e apreensões em operação policial determinada por Alexandre de Moraes. Muito menos, os apoiadores de esquerda foram incluídos em inquéritos abertos ilegalmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF, e sob o comando do Ministro Alexandre de Moraes.

Isso mostra a atuação parcial e militante do Ministro Alexandre de Moraes, que destoa da imagem símbolo da justiça, que é equilibrada e possui os olhos vendados.

Foram vários os “inquéritos judiciais” comandados por Alexandre de Moraes (fake news, da desinformação eleitoral e da milícia digital), que incrivelmente continuam em andamento até a presente data, como uma arma de opressão que pode ser utilizada a qualquer momento contra os militantes e eleitores de direita.

Durante o nascimento e o andamento dos inquéritos sob o controle de Alexandre de Moraes, nenhum poder ou instituição se levantou contra esses inquéritos que constituem a maior aberração jurídica do direito pátrio, especialmente, a Procuradoria Geral da República )PGR), que é a responsável por defender a aplicação e a fiscalização da lei, bem como, a defesa dos direitos difusos e coletivos.

Mesmo após se passarem mais de seis anos, os inquéritos sob o comando do Ministro Alexandre de Moraes continuam em andamento, sem nenhuma previsão de encerramento. Da mesma forma, que nenhum questionamento ou ação dos poderes e das instituições nacionais surgiram para a correição, a conclusão e a finalização das investigações.

Não bastasse a relativização ou o tolhimento de direitos constitucionais e processuais dos nacionais que foram investigados nos inquéritos, o Ministro Alexandre de Moraes proferiu decisões que feriram interesses de empresas norte-americanas que controlavam as redes sociais no Brasil. Essas empresas receberam determinações judiciais de Alexandre de Moraes para removerem conteúdos nas redes sociais, que o magistrado entendia ser atentatório contra a democracia e as instituições nacionais.

Mas, os tais conteúdos não passavam de mera manifestação pessoal dos brasileiros amparada na liberdade de expressão e na liberdade política, ambas asseguradas em tratados internacionais e na constituição brasileira.

Com a eleição de Donald Trump para o governo dos EUA, Alexandre de Moraes passou a ser visto pelo novo governo norte-americano, como um violador de direitos humanos, especialmente, na violação da liberdade de expressão e na liberdade de militância política, além da prática de ato atentatório contra a soberania norte-americana.

Enquanto isso aqui no Brasil, nenhum poder ou instituição se insurgiu contra as decisões de Alexandre de Moraes, que violaram em muitas oportunidades direitos e garantias fundamentais de acusados e perseguidos políticos, o que comprova que o estado brasileiro virou às costas ao que estava acontecendo no Brasil.

Uma prova clara, de que o estado brasileiro se encontra aparelhado e servindo aos interesses do grupo político e instrucional de Alexandre de Moraes.

Mas, desde julho de 2025, o governo norte-americano vem agindo para sancionar o Brasil e Alexandre de Mores por violações aos direitos humanos. A sanções da Lei Magnitsky foram aplicadas pelos EUA ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Recentemente, os EUA perceberam que Alexandre de Moraes vinha burlando as sanções norte-americanas. Por isso, a esposa de Alexandre de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes e o Instituto Lex de ensino jurídico LTDA, que pertence à família de Alexandre de Moraes também foram sancionados com base na Lei Magnitsky.

A ação do governo dos Estados Unidos visa frear os abusos cometidos pelo Ministro Alexandre de Moraes e pelo estado brasileiro, que se mantém inerte diante dos constantes abusos contra os direitos humanos. A ferramenta escolhida pelo governo norte-americano contra Alexandre de Moraes e os demais sancionados, é a pressão financeira que recaí sobre a sua pessoa física e jurídica, além de seus familiares.

A ofensiva norte-americana vem sendo combatida por Alexandre de Moraes, e pelos demais ministros da suprema corte brasileira, além dos políticos de esquerda e pelo governo brasileiro, com o argumento de que os EUA estão interferindo na soberania nacional e no regular funcionamento do Poder Judiciário.

Todos esses argumentos não passam de mera narrativa, uma vez que as sanções da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, seus familiares e empresa não adentram o Brasil nem virtualmente, se resumindo a cancelar as relações dos EUA com os sancionados que não poderão mais se utilizar de nenhuma estrutura norte-americana.

Ninguém é obrigado a se relacionar com pessoas que não comungam dos mesmo ideais ou que estejam praticando ilegalidades, segundo o entendimento de quem encerra as relações de forma unilateral.

Portanto, as sanções norte-americanas contra Alexandre de Moraes, seus familiares e a sua empresa, não passam de justiça internacional promovida pelos EUA, que os poderes e as instituições no Brasil não quiseram promover, seja por sua atuação militante, por interesses pessoais e políticos, ou até mesmo por estarem sendo coagidos por Alexandre de Moraes, o que vem resultando em prevaricação de todos os envolvidos que deveriam agir de acordo com a lei.

Neste momento, Alexandre de Moraes e todos que o cercam estão provando da justiça que o Brasil não quis promover deixando de aplicar a lei e o bom direito nacional, o que vem destruindo a nação a colocando mundialmente como um párea interacional.

NADA MUDARÁ SE NÃO HOUVER O CAOS SOCIAL.

A eleição à Presidência do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, que ocorrerá neste sábado (01/02/2025) mostra aos brasileiros, que o poder pode até emanar do povo, mas, não encontra representatividade em seus eleitos.

O Congresso Nacional faz questão de deixar claro, que não ouve o clamor da sociedade brasileira, e, nem o que dispõe a lei e a Constituição Federal.

Nos últimos anos, os brasileiros estão vendo várias irregularidades, ilegalidades e inconstitucionalidades serem praticadas por pessoas que deveriam fiscalizar e proteger a legislação, e isso sem nenhuma punição.

A provável eleição de Davi Alcolumbre à Presidência do Senado e de Hugo Motta à Presidência da Câmara dos Deputados representa, apenas a continuidade de uma política que há mais de duas décadas o povo brasileiro execra.

Mas, esta política desprezível serve apenas para sustentar os interesses dos políticos, e, por isso ela é mantida, mesmo sob severas críticas e protestos dos brasileiros.

Se a vontade do povo não é respeitada por meio de seus representantes eleitos, que fazem apenas o que bem entendem, não existe democracia e o sistema político se encontra falido.

O povo cobra severas mudanças na postura e na ação da classe política, mas, as cobranças caem sempre em ouvidos surdos.

Ao que parece, somente haverá mudança com o caos social, pois, se os representantes do povo não atendem ao clamor social, não restam ferramentas eficazes a serem utilizadas.

Talvez, alguns leitores irão ler este texto e dizer que estou a pregar atos antidemocráticos, mas não se trata disso.

Nos próximos dois anos, os brasileiros vão presenciar a mesma prática política que eles rejeitam há décadas, o que inflará a sua indignação e a sua revolta.

Atualmente, uma parte significante da nossa sociedade refuta com todas as suas forças, a política do Governo Federal, o ativismo judicial, a omissão e a prevaricação do Congresso Nacional diante das inconstitucionalidades que deveria reprimir.

Portanto, por meio da atividade política não há solução para o Brasil.

Assim, a eleição de Davi Alcolumbre e de Hugo Motta às mesas do Congresso Nacional representam, a continuidade do que o povo despreza, mas que não tem força para mudar por meios políticos, porque o povo não é consultado em um país que se diz democrático.

Este quadro nos traz apenas uma conclusão lógica, somente o caos poderá salvar o Brasil.

POR QUE A DIREITA BRASILEIRA NÃO LANÇA CANDIDATURA À PRESIDÊNCIA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS?

A direita brasileira está concentrada no Partido Liberal (PL), com a maior bancada da Câmara dos Deputados, sem contar os seus aliados na casa legislativa.

Ao que parece, a direita brasileira não quer ser protagonista e nem liderar o campo político na Câmara dos Deputados, ou até mesmo no Senado Federal.

Neste momento existem três candidatos à presidência da Câmara dos Deputados para 2025.

Nesta terça-feira (29) o presidente Arthur Lira (PP-AL) anunciou o seu apoio ao deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), que será candidato pelos partidos que compõem o bloco MDB-PSD-Republicanos-Podemos, do qual é vice-líder. Ao todo, 147 deputados integram o grupo.

Além do candidato de Arthur Lira, outros dois deputados são candidatos: Antônio Brito (PSD-BA) e Elmar Nascimento (União-BA), também confirmaram suas candidaturas à Presidência da Câmara.

Por que o PL não articula uma candidatura, sendo o seu principal organizador?

Pelos estamos vendo ao longo destes quase sete anos, em que a direita foi governo e agora é oposição, não é possível que a direita não consiga articular uma candidatura à Presidência do Senado Federal ou na Câmara dos Deputados, com chances reais de ganhar a sua presidência.

Se não houver iniciativa política, a direita sempre estará “pedindo esmolas legislativas” aos outros partidos do Congresso Nacional, para a defesa de suas pautas e na aprovação de seus projetos legislativos.

Deste modo, as pautas e os projetos da direita brasileira sempre serão rejeitadas e escondidas pelos partidos que dominam o Congresso Nacional, até porque, os partidos que dominam as casas legislativas possuem mais afinidade com a ideologia e os partidos de esquerda, e, com a manutenção do sistema que a direita rejeita.

Por fim, a direita precisa ter mais coragem e ousadia política, para que um dia possa ter o protagonismo político nacional. Não adianta apenas possuir um bom discurso.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

ELES AVISARAM QUE TUDO ACONTECERIA DA FORMA COMO ELES PLANEJARAM

No dia de hoje (29/10/2024), os brasileiros estão assistindo com repulsa, a anulação de todos os processos contra José Dirceu no âmbito da Operação Lava a Jato.

A exemplo da decisão do Ministro Luís Edson Fachin, que anulou todos os processos do atual presidente brasileiro, Luís Inácio Lula da Silva. Agora, o Ministro Gilmar Mendes faz o mesmo em relação aos processos contra José Dirceu, os anulando, o que o torna ficha Limpa para concorrer nas próximas eleições.

Mas, isso somente é novidade, para aqueles que não prestaram atenção nos avisos dados pelo próprio José Dirceu e pela esquerda brasileira, desde o início da Operação Lava a Jato.

Enquanto tramitavam os processos na Operação Lava a Jato, alguns ministros do STF sinalizavam, o que fariam no futuro com as decisões e sentenças da operação, ou seja, a anulação dos processos e a absolvição dos culpados.

José Dirceu, também não escondeu o que planejava para o futuro, em relação as decisões judiciais da Lava a Jato; e, a retomada do poder pela esquerda, após a prisão de vários políticos de esquerda envolvidos em corrupção.

Ele chegou a dizer publicamente, que ele e a esquerda brasileira TOMARIAM O PODER, O QUE SERIA DIFERENTE DE GANHAR AS ELEIÇÕES.

Recentemente, José Dirceu foi em um evento na Câmara dos Deputados, onde discursou na Tribuna, e, como já soubesse da decisão de hoje de Gilmar Mendes, não hesitou em dizer publicamente, que voltaria a concorrer em 2026 como candidato a Deputado Federal.

È claro que ele sabia do caminho jurisdicional que o STF tomaria sobre seus processos, afinal, os ministros do STF são companheiros de longa data dos integrantes do partido (PT) que os indicou ao cargo.

Além disso, o maior condenado pela Operação Lava a Jato, o ex-governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que possui condenações que somam mais de 300 anos de pena privativa de liberdade, se encontra em liberdade por decisão do mesmo STF, e como José Dirceu, ele afirma que em breve voltará à política.

Em suma, José Dirceu e os demais políticos de esquerda e seus aliados, já sabiam desde o início, que as decisões e as sentenças da Operação Lava a Jato seriam destruídas pelas decisões do STF, os transformando em vítimas de seus próprios crimes e os reabilitando para a vida política, sem a anuência do povo.

Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/gilmar-mendes-anula-condenacoes-jose-dirceu-moro-lava-jato/

A PRIMEIRA MORTE POR CAUSA DO ATIVISMO JUDICIAL DO STF

As manifestações da direita brasileira sempre foram pacíficas, sem registrar nenhum ato de violência ou depredação de bens públicos.

Os manifestantes de direita que foram à Brasília, não tinham objetivo de dar golpe de estado, até porque, não tinham condições para praticar tal ato.

Na manifestação de 8 de janeiro, alguns procedimentos adotados por alguns manifestantes não faziam parte da conduta de manifestantes de direita.

Ou seja, as depredações e a violência jamais fizeram parte deste movimento político.

Mas durante a manifestação, os prédios públicos na Praça dos Três Poderes foram violados e depredados.

Devido aos acontecimentos, várias pessoas foram presas, mesmo não sendo flagradas invadindo ou depredando os prédios públicos, o que é um absurdo dentro do que dispõe o direito brasileiro.

Enquanto, os criminosos contumazes conseguem a liberdade provisória na audiência de custódia, os manifestantes presos ilegalmente sequer passaram pelo mesmo ato no limite legal.

Até o momento, muitos manifestantes continuam presos, como se fossem grandes bandidos que lideram as organizações criminosas brasileiras.

Mas, hoje nós temos o primeiro cadáver fruto do ativismo judicial.

O senhor Clériston Pereira da Cunha, 46 anos, se encontrava preso desde o dia 8 de janeiro de 2023, no Centro de Detenção Provisória situado no Complexo Penitenciário da Papuda.

 Segundo as primeiras informações do Portal Metrópoles e do Portal Terra Brasil Notícias (fonte citada ao final da matéria), Clériston estava tomando banho de sol e teve um infarto fulminante.

É importante destacar, que Clériston estava esperando desde agosto de 2023, a análise do seu pedido de liberdade provisória pelo Ministro Alexandre de Moraes.

A inércia ou a falta de celeridade do STF pode ter sido um dos fatores que culminou com a morte de Clériston.

A prisão estendida dos manifestantes, e, especialmente de Clériston não tinha razão de ser, pois, não se tratavam de criminosos de alta periculosidade, mas os manifestantes foram classificados como perigosos, de forma mentirosa, covarde e tendenciosa.

A morte de Clériston é o resultado da perseguição judicial aos brasileiros que se manifestavam contra fatos e atos que achavam errados na política brasileira.

Pois é, estes manifestantes apenas exerciam o seu direito constitucional de liberdade de expressão e de manifestação.

Além disso, a morte de Clériston demostra que o Brasil não vive o estado democrático de direito, mas, um estado totalitário que descumpre as leis, em defesa de uma ideologia que determinados grupos políticos querem impor aos brasileiros de forma autoritária.

Segue a nossa homenagem a Clériston da Cunha e os pêsames aos seus familiares.

Justiça!

Fonte: https://terrabrasilnoticias.com/2023/11/ultimo-minuto-preso-do-8-de-janeiro-morre-durante-banho-de-sol-na-papuda

A PROVA DA MILITÂNCIA POLÍTICA DE ESQUERDA DOS MINISTROS DO STF

Todos os brasileiros sabem, que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) indicados pelos governos petistas, não estão na suprema corte para promover a justiça nos processos sob sua apreciação.

A indicação destes ministros pelos presidentes petistas foi feita, sob a promessa de defesa das causas identitárias da esquerda e da implantação do comunismo no Brasil.

Caso os brasileiros não se lembrem, até as nomeações de ministros petistas, os ministros do STF sequer eram conhecidos pelos brasileiros, pois, eles jamais apareciam publicamente.

É assim, que os ministros das cortes superiores se comportam nos demais países sérios do mundo.

Mas, aqui no Brasil, de uma hora para a outra, os ministros do STF passaram a dar entrevistas e a emitir opiniões em qualquer assunto, principalmente, em pautas políticas.

Até este momento, os brasileiros não entendiam os motivos que levou a essa mudança.

Com o passar dos anos, e, com as decisões e Acórdãos dos ministros do STF, os brasileiros começaram a reparar que alguma coisa havia mudado na tradição do STF.

A coisa é muito simples, é só ler a Constituição Federal do Brasil, senão vejamos:

Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:

VII – o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

Ora, se o Presidente da República deve cumprir todas as decisões judiciais, o STF por meio de seus ministros sempre imporá ao Presidente da República o cumprimento obrigatório de suas decisões.

Agora imaginemos uma coisa, se o PT indicou a maioria dos ministros do STF, qualquer ação ajuizada pelo PT ou por seus políticos terá a procedência dos seus pedidos.

Você poderá me dizer, que os ministros indicados pelo PT jamais fariam isso, porque respeitam seus cargos e possuem comprometimento com a justiça.

Acreditar nisso, é assumir uma inocência de uma criança menor de 12 anos.

Deste que os ministros indicados pelo PT formaram a maioria no STF, os brasileiros assistem ao jogo corrupto e antirrepublicano, onde os políticos petistas ao perderem a disputa política, se socorrem aos seus ministros indicados para ganhar a disputa perdida via decisão judicial.

É assim, que várias pautas da esquerda que não são aprovadas pelo legislativo passam a se tornarem obrigatórias aos brasileiros, por decisões militantes dos ministros petistas do STF.

Quer alguns exemplos do passado e do presente?

No passado os brasileiros viram, que o STF tornou constitucional o cumprimento provisório da pena, após o não provimento em segunda instância do recurso de apelação do réu.

Vários brasileiros foram levados a cadeia por conta desta decisão do STF. Mas, este entendimento mudou a partir do momento em que o atual Presidente da República (Lula) se encontrava preso por corrupção pela ação da Operação Lava a Jato.

Não restam dúvidas de que esta decisão foi muito mais política do que jurídica.

Esta decisão do STF permitiu a liberdade de Lula, que mais a frente teria outro presente judicial militante do STF, no momento em que, outro ministro militante Luiz Edson Fachin anulou todos os processos de Lula, o que possibilitou a sua candidatura em 2022.

Além disso, no atual momento, o Governo Lula tenta a todo o custo censurar as redes sociais, uma medida para controlar o que é publicado no Brasil.

Como o projeto de lei, que tinha o objetivo de censurar as redes sociais, não foi aprovado pelo Congresso Nacional, os ministros do STF colocaram em pauta um processo antigo quem tem o mesmo objetivo, por questionar a constitucionalidade do Marco Civil da Internet.

Deste modo, os ministros do STF imporiam aos brasileiros a censura das redes sociais por meio de decisão judicial, sem o amparo de uma lei formal aprovada pelo Congresso Nacional.

Além dos dois exemplos poderíamos citar vários outros, mas, a citação é desnecessária diante do conhecimento público das demais ações militantes dos ministros do STF.

No atual momento, as declarações do Ministros Luiz Roberto Barroso proferidas em um evento da União Nacional dos Estudantes (UNE) é a prova que faltava para caracterizar a militância de esquerda dos ministros do STF.

No evento, ele disse que militou no movimento estudantil contra o regime militar (1964 a 1985). Com essa declaração, o ministro provou pela lógica de suas palavras, que ele sempre foi de esquerda; o que não deve ter mudado atualmente.

Além de se declarar de esquerda, o ministro fez um discurso político, primeiro, ao dizer que foi ele que conseguiu recursos para viabilizar a implantação do piso salarial dos enfermeiros.

Mas, a pérola das declarações do ministro no evento da UNE não demorou a aparecer, em uma afronta entre muitas outras feitas à oposição da esquerda, o ministro disse que a sua atuação judicial derrotou o regime militar e o bolsonarismo.

Estas palavras comprovaram a atuação militante e lobista do ministro junto ao Congresso Nacional, contra o projeto do voto impresso, bem como, em uma declaração feita nos Estados Unidos da América, o famoso “perdeu mané”.

As declarações do ministro Barroso desnudaram o que os ministros do STF tentam esconder, embora todos os brasileiros já encontraram, ou seja, o ativismo judicial de esquerda dos ministros do STF.

Ao fazer as declarações mencionadas, o ministro Barroso transgrediu as seguintes leis, senão vejamos:

Lei Complementar, n.º 35/1979

Art. 26 – O magistrado vitalício somente perderá o cargo (vetado):

c) exercício de atividade político-partidária.

Lei 1.079/1950.

Art. 39. São crimes de responsabilidade dos Ministros do Supremo Tribunal Federal:

3 – exercer atividade político-partidária;

Conforme os artigos citados, as declarações do ministro Barroso são ilegais e criminosas, agora você vai me perguntar: se é ilegal e configura crime, por que o ministro não é processado e sofre as sanções legais?

A resposta é muito simples, as pessoas que ocupam cargos que possuem a responsabilidade e a competência por aplicar a lei e responsabilizar os infratores estão se omitindo, e, também, eles fazem parte do mesmo grupo de interesse do ministro Barroso.

Isso quer dizer, que o estado brasileiro, as instituições e o estado democrático de direito faliram, pelo aparelhamento feito pelo Partido dos Trabalhadores e seus políticos.

Em um país no qual a lei não é respeitada e aplicada, não existe democracia, mas, um estado totalitário que por enquanto está disfarçado, mas, que em breve mostrará a sua verdadeira face.

Fonte: https://www.poder360.com.br/congresso/pt-teve-mais-aliados-do-que-imaginamos-diz-marinho-sobre-barroso/

A DITADURA BRASILEIRA E A SUA VONTADE DE CALAR E DE OPRIMIR O POVO BRASILEIRO

Não faz muito tempo, um político dizia: o Congresso Nacional vota o que o povo quer.

O objetivo desta fala dava a entender, que o Congresso Nacional atende ao clamor popular.

Agora, é importante fazer a seguinte pergunta: a sociedade brasileira está clamando por regulação das redes sociais?

Existem manifestações numerosas nas ruas pedindo aos congressistas que regulem as redes sociais?

Não, os brasileiros não estão preocupados com isso, por não estar no leque de suas prioridades.

Há muito tempo, e, agora, os brasileiros estão esperando que os congressistas ouçam os clamores por segurança pública, melhorias na educação e saúde, além de uma reforma tributária para que se pague menos impostos.

Muitas manifestações foram feitas pedindo a urgência em votar estes temas, mas, o Congresso Nacional jamais agiu com a mesma urgência com que trata a PL 2630.

Mas, a regulação das redes sociais está no leque de prioridades dos políticos de esquerda, que não querem concorrência na informação e de opinião com a grande imprensa, que sempre foi comprada e negociada pelos políticos, por meio da concessão de verbas de publicidade.

Portanto, a PL 2630, é um desejo antigo dos políticos de esquerda e da grande mídia, pois, ambos querem impor as suas narrativas sobre o povo, como se fosse verdade.

A vontade de regular as redes sociais, não existiria, se os brasileiros estivessem curtindo e compartilhando assuntos banais ao invés de assuntos políticos.

Sim, a PL 2630 é uma censura velada para calar o povo, que tomou gosto por militar politicamente, o que atrapalha e muito os interesses dos grupos políticos de esquerda e seus aliados.

Não se engane, se o povo não se levantar, em breve estaremos como os venezuelanos que se alimentam somente do que o governo disponibiliza, principalmente, a informação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/stf-determina-que-presidentes-de-big-techs-prestem-depoimentos-a-policia-federal/

OS INDICADOS DO PT AO STF DESTROEM O DIREITO BRASILEIRO.

Algum leitor se lembra, dos nomes dos ministros do STF que integravam a corte nos anos 80, 90 e 2000?

Dificilmente, os brasileiros vão se lembrar dos nomes dos ministros nas décadas citadas, pois, nos períodos mencionados os ministros do STF se preocupavam em proferir boas decisões judiciais, e, não aparecer e atuar politicamente.

A partir do momento em que o PT assumiu a Presidência da República, as indicações não foram baseadas nos grandes currículos do direito brasileiro.

As indicações petistas ao STF, não se encontravam elencadas entre os grandes nomes do direito, mas, com grande ligação com a ideologia petista.

Quem ouviu falar que, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski, Luiz Fux, Carmem Lúcia, Edson Fachin, Dias Toffoli, em algum momento foram reconhecidos como grandes personalidades na área do direito brasileiro?

É claro que os nomes mencionados, que atualmente integram a atual composição da suprema corte, nunca tiveram as suas atuações jurídicas reconhecidas na área do direito.

Os indicados que hoje são ministros do STF, se tornaram candidatos ao cargo para ajudar o plano de poder petista, ou seja, as indicações foram políticas e não jurídicas.

Não é novidade aos brasileiros, que os ministros indicados pelo PT aparecerem sistematicamente na grande mídia, o que jamais ocorreu com os ministros do STF antes dos governos petistas.

A postura midiática dos ministros não é por acaso. Todos eles foram indicados para liderar e defender as pautas petistas. Para isso, é evidente que a aparição midiática visa manipular a opinião pública, para dar um ar de constitucionalidade e de legalidade das pautas do PT.

Na sequência dos atos políticos dos ministros do STF, estes passaram a atuar institucionalmente para que as pautas petistas fossem aprovadas. Primeiro, em um lobby diante do Congresso Nacional. Posteriormente, por meio de decisões judiciais, caso as pautas não fossem aprovadas pelos congressistas.

Veja, que a atuação política dos ministros do STF está ligada à vontade dos políticos de esquerda demostrando, a manipulação política dos poderes que deveriam ser harmônicos e independentes entre si.

Deste modo, o PT jamais indicará pessoas qualificadas e reconhecidas na área do direito, o que deveria ser a regra, pois, o que interessa ao PT é a indicação de pessoas que possam ser controladas para atender os ideais políticos da esquerda.

Agora, no atual governo petista, o procedimento se repete na indicação quase que certa do Advogado Cristiano Zanin, o advogado de Lula nos processos na Operação Lava a Jato. A indicação de Zanin ao STF já está decidida desde que Lula ganhou as eleições.

Mas, tanto Lula como os demais políticos petistas, agora fazem uma espécie suspense sobre a nova indicação petista ao STF.

Não se engane, o nome de Cristiano Zanin é o indicado para o cargo de ministro do STF. A escolha deve seguir a velha regra petista para indicação de ministros do STF, principalmente, na indicação de amigos e companheiros que possam contribuir com o plano de tornar o Brasil um país comunista.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/ttc-brasil/malandro-lula-submete-aos-ministros-do-stf-opcoes-para-vaga

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