A PRISÃO DE BOLSONARO PARA FORMALIZAR O REGIME AUTORITÁRIO NO BRASIL

O Brasil acompanha em silêncio o que pode ser os últimos dias do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro no interior de sua residência.

Desde que Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) à mais de 23 anos de prisão, os brasileiros passaram a entender o que acontecerá com aqueles que tentarem mudar os rumos do Brasil, que foram traçados pela esquerda ao longo de mais de quatro décadas.

Nós estamos vendo o último tiro desta guerra?

É claro que não! Bolsonaro não conseguiu fazer tudo o que prometeu durante o seu governo e cometeu alguns erros. Mas, ele deu aos brasileiros aquilo que parecia ser impossível, a consciência de que o Brasil precisava mudar e que a esquerda brasileira deveria ser combatida diariamente.

Com a ajuda de Bolsonaro, milhares de brasileiros se lançaram às redes sociais e em manifestações para apoiá-lo e combater ferozmente a esquerda.

Nunca se viu tamanha motivação, vontade e entrega, inicialmente, em prol de um candidato à Presidência da República, e, posteriormente, em apoio há um Presidente da República.

As pautas, os planos e as estratégias de Bolsonaro podem até não ter dado muito certo, mas os brasileiros agora estão acordados, conscientes e prontos para lutar, pois, esses brasileiros agora sabem que é um dever cívico e patriótico de todos os brasileiros de bem, o combate contra a esquerda brasileira e a sua maior ferramenta de aparelhamento, o ativismo judicial.

Portanto, se tudo der errado e se Bolsonaro for preso, a luta deve continuar porque temos uns aos outros, e, assim, nós estaremos lado a lado para sustentar o movimento de direita, lutar e defender o Brasil.

O NEGACIONISMO DO GOVERNO LULA EM RELAÇÃO AO TERRORISMO DAS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS

Há mais de três décadas, os brasileiros são obrigados a conviver com o crime organizado e o terror que ele espalha diariamente na sociedade brasileira.

Neste período, todos os governos brasileiros afirmavam combater o crime organizado, o terror e o domínio que ele impõe diariamente aos brasileiros.

Na prática, nenhuma política pública mostrou eficiência no combate ao crime organizado, se é que as políticas públicas tinham realmente o objetivo de erradicar as organizações criminosas.

O que mais se viu durante os governos do PSDB e do PT (1994 a 2016) foi o crescimento do crime organizado no Brasil, que alcançou nos últimos anos importância transnacional.

Atualmente, a operação policial no Estado do Rio de Janeiro (Complexo do Alemão e da Penha-RJ) mostrou que o crime organizado cresceu exponencialmente nos últimos 5 anos.

Tal crescimento, se deu graças as políticas públicas implementadas pelos partidos de esquerda (PSDB e o PT), que promoveram em grande escala, a desmotivação da atuação policial, o desencarceramento e o enfraquecimento da legislação contra os criminosos e as organizações criminosas.

Somente após a operação policial promovida pelo Governador do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, é que o governo Lula decidiu de “mexer”. Mais isso não ocorreu, por se importar com o sofrimento dos brasileiros diante da opressão vinda do crime, muito menos, pelo avanço das organizações criminosas no RJ e no restante do país.

Na presente data (05/11/2025), o Governo Lula disse ser totalmente contra considerar as organizações criminosas como organizações terroristas. Tal afirmação partiu da Ministra da Articulação política, Gleisi Hoffmann.

É claro, que os brasileiros que sofrem todos os dias a opressão das organizações criminosas, principalmente, nas comunidades mais carentes, as consideram como organizações que espalham o terror. Mas, em nenhum momento, esses brasileiros foram consultados pelos vários institutos de pesquisas sobre o assunto, até porque, a resposta que virá da voz do povo vai contraditar a pauta defendida pelo governo.

O negacionismo do Governo Lula em não considerar as organizações criminosas como terroristas, não passa de medo de que o governo dos EUA passe a atuar fortemente contra as organizações criminosas em solo nacional, o que pode prejudicar os interesses daqueles que lucram com a criminalidade, especialmente, de políticos e de pessoas que ocupam altos cargos na administração pública.

O PREVARICADOR RODRIGO PACHECO PODERÁ SER PREMIADO COM UMA VAGA NO STF

Com a renuncia e a aposentadoria de Luís Roberto Barroso do cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), a especulação sobre os nomes que podem sucedê-lo cresce exponencialmente.

É claro, que a indicação do substituto de Barroso será feita pelo Presidente do Brasil, que vai dar preferência aos seus vassalos que ajudaram e ajudam a manter o regime ditatorial brasileiro.

Entre os nomes cogitados para a indicação do presidente brasileiro estão Jorge Messias, o atual Advogado Geral da União e o Senador da República Rodrigo Pacheco.

O nome de Jorge Messias ganha força dentro do governo federal e na esquerda brasileira, porque ele prestou relevantes serviços aos governos de Lula e Dilma, entre os anos de 2003 a 2016, além de ser um militante de esquerda, e, um dos responsáveis pela censura institucional na “Procuradoria de Defesa da Democracia”.

Mas, Rodrigo Pacheco “corre por fora”, pois, o seu nome é o preferido pelos demais ministros do STF.

Por que será que Rodrigo Pacheco é o preferido pelos ministros da corte?

Rodrigo Pacheco foi e ainda é, o melhor aliado dos ministros do STF porque durante a sua presidência no Senado Federal, sempre atuou para proteger os ministros do STF devido aos vários pedidos de impeachment contra os ministros da corte.

Vários dos pedidos de impeachment tinham fundamento fático e legal, inclusive, um deles que continha milhões de assinaturas de brasileiros requerendo o Impeachment do Ministro Alexandre de Moraes.

Mas, Rodrigo Pacheco sequer recebeu os pedidos de impeachment os deixando esquecidos após os seus protocolos.

A conduta de Rodrigo Pacheco configurou os crimes de omissão e de prevaricação, pois, os pedidos de impeachment tinham fundamento e base legal, portanto, os pedidos deveriam ter sido levados ao plenário para apreciação e votação dos senadores.

Além de Rodrigo Pacheco não dar andamento aos pedidos de impeachment, ao final de sua gestão na Presidência do Senado, os pedidos de impeachment foram arquivados por Rodrigo Pacheco para que o seu sucessor não pudesse dar andamento aos pedidos.

É claro, que a omissão e a inércia de Rodrigo Pacheco visava proteger os ministros do STF das inconstitucionalidades e ilegalidades que cometeram.

Recentemente, Rodrigo Pacheco deus declarações públicas, onde afirmou que não deu andamento aos pedidos de impeachment, por considerar que tais requerimentos eram ações da oposição que ele nominou pela primeira vez como Bolsonarista.

Ou seja, Rodrigo Pacheco deixou claro que a lei não foi cumprida em sua gestão por questões políticas e ideológicas.

Agora fica claro para entender, os motivos que colocam Rodrigo Pacheco como o preferido à vaga na corte pelos integrantes do STF, afinal, a atuação de Pacheco garantiu a impunidade dos ministros do STF durante a sua gestão como Presidente do Senado.

Portanto, o lobby dos ministros do STF para a indicação de Rodrigo Pacheco ao cargo de Luís Roberto Barroso, nada mais é, do que um prêmio à sua atuação que protegeu ilegalmente os ministros da corte, e, agora Rodrigo Pacheco deve ser recompensado por isso, ao invés de ser responsabilizado pelos seus atos no âmbito administrativo, político e criminal.

O CHORO DAQUELE QUE FEZ MUITOS BRASILEIROS CHORAREM

Em 09/10/2025, o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso anunciou a sua aposentadoria do cargo de Ministro do STF.

A aposentadoria de Barroso acontece em meio a possibilidade dele receber mais sanções do governo norte-americano.

Segundo as suas explicações sobre a renuncia e a aposentadoria, Barroso afirma que a sua decisão não tem relação com a possibilidade de ser sancionado pela Lei Magnitsky, mas uma decisão pessoal e profissional que vai iniciar uma nova etapa em sua vida.

No entanto, a justificativa de Barroso não convence ninguém, pelos menos aqueles pensam e prestam atenção na vida.

A decisão de Barroso visa evitar o sancionamento mais agressivo do governo norte-americano, o que já vem sendo aplicado ao Ministro Alexandre de Moraes, seus familiares e sua Holding.

Luís Roberto Barroso não é bobo, ele e a sua família já tiveram seus vistos americanos cancelados, o que já está gerando grande prejuízo financeiro a ele e aos seus familiares.

Mas, a decisão de Barroso de sair do STF tem o claro objetivo, de evitar que o seu patrimônio milionário nos EUA, sendo lícito ou ilícito, seja bloqueado eternamente pelas sanções da Lei Magnitsky.

O patrimônio de Barroso é o seu “pé de meia” que vai lhe garantir uma vida luxuosa pelo resto de seus dias.

Portanto, a emoção e o choro de Barroso em sua despedida no STF, não é porque sentirá saudades do ambiente profissional e pessoal no STF, mas o prejuízo financeiro que terá por estar saindo do tribunal, e, por estar ainda no “raio de ação” das sanções norte-americanas, que ainda podem destruir o seu patrimônio milionário.

O que se espera do governo dos EUA, é que mesmo com a aposentadoria de Barroso as sanções pela Lei Magnitsky sejam aplicadas, afinal, o mal que ele fez ao Brasil e aos brasileiros, não será penalizado pelas instituições brasileiras com a devida reparação dos prejudicados.

AS VISITAS POILÍTICAS PERMITIDAS POR ALEXANDRE DE MORAES A BOLSONARO, QUAL O INTERESSE DO MINISTRO?

O ex-presidente Bolsonaro não pode sair de casa, não pode falar com todas as pessoas e não pode usar as sua redes sociais, mas ele pode receber visitas políticas autorizadas por Alexandre de Moraes.

Por que o Ministro Alexandre de Moraes tem sido tão benevolente em autorizar essas visitas políticas?

Está em curso desde as eleições municipais de 2024, um plano que tem o objetivo de levar os caciques políticos, os partidos de centros e a velha política de volta ao poder nas eleições de 2026.

Essa estrutura política vai aos poucos coagindo e emparedando o ex-presidente Bolsonaro.

Bolsonaro está condenado pelo STF a mais de 27 anos de prisão em regime fechado; e, o sistema político e institucional no qual o STF está inserido, não quer que Bolsonaro volte sequer à cena política. Não estamos falando na possibilidade de Bolsonaro ser candidato, pois, o mesmo sistema correu para torná-lo inelegível ainda no ano de 2023.

Não precisa dizer, que Michel Temer é um dos atores da velha política e dos partidos de centro. Muito menos, que foi ele quem indicou Alexandre de Moraes ao cargo de Ministro do STF.

Portanto, ao que parece as visitas políticas permitidas por Alexandre de Moraes, não é um mero ato humanitário. Elas parecem ter o objetivo de convencer Bolsonaro a apoiar um candidato de centro, seja ele qual for, porque o nome Bolsonaro deve representar um pouco mais de 40 milhões de votos.

Nenhum político desprezaria tamanho poder eleitoral!

Além disso, as visitas políticas à Bolsonaro também apresentam um escopo de obrigá-lo a aceitar um projeto de “anistia”, que poderá reduzir a sua pena e levá-lo a cumprir pena em uma prisão domiciliar, em troca de seu apoio ao futuro candidato de centro.

Nesse cenário, a benevolência de Alexandre de Moraes em permitir as visitas políticas possui interesse político, e, não humanitário, afinal, Alexandre de Moraes sabe muito bem, que Bolsonaro está nas mãos do sistema, que poderá mantê-lo preso ou solto a depender os seus interesses, mas pagando um alto preço se Bolsonaro optar pela soltura ou por um regime mais brando para cumprir a sua pena de prisão.

SERGIO MORO CONDENADO PELO STF, A VINGANÇA CONTRA A LAVA A JATO CONTINUA

Iniciou-se na sexta feira 03/10/2025, o julgamento virtual do Senador Sergio Moro na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

O senador é réu em uma ação no STF movida pela Procuradoria Geral da República, por ter dito em um vídeo gravado por terceiro em 2022, que o Ministro Gilmar Mendes praticava atos de corrupção em uma suposta venda de Habeas Corpus no STF.

Neste sábado 04/10/2025, a primeira turma do STF já formou maioria para condenar o Senador Sergio Moro, o que pode levar a perda do seu mandato se a condenação for a mais de 4 anos de prisão.

Parece que o Senador Sergio Moro não entendeu, que todos aqueles que tentaram desmantelar o plano de poder da esquerda serão alvo de perseguições, processos e condenações vindas do braço político da esquerda brasileira, o Supremo Tribunal Federal.

Sergio Moro, não teve a ideia de fazer o vídeo para acusar Gilmar Mendes de corrupção. O vídeo foi feito por terceiros, onde Sergio Moro externa a sua opinião sobre esse assunto, e, sem saber que estava sendo gravado e que a gravação seria divulgada nas redes sociais.

Nenhum político de esquerda foi condenado no STF por caluniar terceiros, sejam políticos ou ministros da corte; e temos vários exemplos de políticos de esquerda caluniando a todos.

Portanto, o STF ao formar maioria para condenar Sergio Moro, não hesita em reafirmar que a justiça no STF observa o nome do réu, e, não os fatos apreciados no processo.

E para aqueles que atuaram na Operação Lava a Jato, a justiça ou justiçamento será implacável, não porque os eles sejam culpados, mas porque não estão do mesmo lado político que o STF.

APÓS INTENSIFICAR DENÚNCIAS CONTRA ALEXANDRE DE MORAES, TAGLIAFERRO É PRESO NA ITÁLIA

Segundo as primeiras informações das redes sociais e de algumas agências de notícias, o ex-assessor do Ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) Eduardo Tagliaferro foi detido na Itália na manhã desta quarta feira 01/10/2025.

Inicialmente, Eduardo Tagliaferro teria sido detido em sua residência na Itália e levado para uma delegacia de polícia, onde aguarda uma decisão da Justiça Italiana sobre a sua situação de permanência ou de extradição do país.

Ocorre, que segundo as informações obtidas até este momento, não há um pedido de extradição recebido e aceito pelas autoridades italianas, mas Eduardo Tagliaferro poderá ser submetido à medidas cautelares determinadas pela Justiça Italiana, mesmo sem condenação ou mandado internacional de prisão.

Maiores informações em apuração.

A LIBERDADE PRA QUEM SEQUER DEVERIA ESTAR PRESO.

O ministro Alexandre de Moraes do STF concedeu o regime aberto ao ex-Deputado Federal Daniel Silveira, desde que ele use tornozeleira eletrônica e não use as suas redes sociais.

A decisão de Moraes foi publicada nesta segunda feita, 29/09/2025, e parece ser mais um ato do ministro motivado pela pressão das sanções norte-americanas, pois, em relação a Daniel Silveira, Moraes sempre agiu com vingança institucional diante das falas do ex-deputado contra os membros da suprema corte.

Enfim, Daniel Silveira estará em liberdade, desde que não afronte às determinações de Moraes.

Mas, Daniel Silveira nem deveria estar preso, mas foi o primeiro a ser condenado por crime de opinião no Brasil, o que é vedado pela Constituição Federal e não encontra amparo na legislação penal.

O que se espera, é que Daniel Silveira continue em liberdade, e, que não volte à prisão por mais um capricho de Alexandre de Moraes.

ALEXANDRE DE MORAES DESCONHECE O INSTITUTO PROCESSSUAL DA CARTA ROGATÓRIA?

O Ministro Alexandre de Moraes em sua mais recente decisão determinou, que o Deputado Federal Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueredo sejam citados por edital, por não terem domicílio no Brasil nos processos em que são investigados.

Parece que Alexandre de Moraes desconhece o instituto processual da Carta Rogatória, que é o instrumento a ser utilizado por qualquer juiz que pretende citar uma pessoa que se encontra residindo no exterior.

É de conhecimento público que tanto Eduardo quanto Paulo estão residindo nos Estados Unidos, ou seja, a Carta Rogatória seria o instrumento processual adequado para a localização de ambos para a citação.

Não é crível que Alexandre de Moraes desconheça o instituto da Carta Rogatória, mas é visível que o ministro está tentando adiantar o andamento do processo para que Eduardo Bolsonaro seja condenado por um colegiado antes do período pré-eleitoral, o que o impossibilitaria de ser candidato nas eleições de 2026.

Para isso, Alexandre de Moraes vem descumprindo procedimentos processuais básicos, o que torna o processo nulo, pois, no caso de Paulo Figueredo e de Eduardo Bolsonaro, a citação deveriam ser feita inicialmente por Carta Rogatória, haja vista, que é de conhecimento de todos que ambos residem nos EUA.

Se a Carta Rogatória que tenta citar ambos os acusados retornasse dos EUA sem a localização dos citandos, neste caso a citação por edital estaria justificada, o que não é o caso.

Além disso, o Ministro Alexandre de Moraes sabe que o procedimento da Carta Rogatória é lento, sem contar que no atual Governo de Donald Trump existe a possibilidade o instrumento processual poderá ser rejeitado e considerado como mais uma perseguição política.

Essa prática do Ministro Alexandre de Moraes já é mais do que conhecida, ou seja, o ato de burlar procedimentos processuais para dar celeridade aos processos para atingir fins políticos e eleitorais.

Como podemos dizer que o Brasil está sob o estado democrático de direito, se os direitos processuais e os procedimentos previstos em lei não são respeitados?

NÃO SERÁ FÁCIL A VIDA NOVO PRESIDENTE DO STF

O Ministro Edson Fachin assumirá na próxima semana a Presidência do STF em meio às sanções vindas do governo dos Estados Unidos.

Nós últimos dias, os ministros, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso apareceram publicamente dando sinais de fragilidade e de estarem emocionados.

Os ministros citados sempre fizeram questão de aparecer publicamente mostrando firmeza e robustez em seus atos e pronunciamentos, principalmente, sobre o suposto combate aos atos golpistas e a possibilidade de serem sancionados pela Lei Magnitsky.

Será que a fragilidade emocional dos ministros tem relação com o fato, de o governo norte americano ter sancionado a esposa do Ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes e a sua holding?

Se este foi o motivo que deixou fragilizados e emocionados os ministros do STF, é sinal de que eles perceberam que o governo norte-americano “não está para brincadeira”, aliás, como os ministros do STF vinham tratando as sanções vindas dos EUA.

Agora, o Ministro Edson Fachin assume não só a Presidência do STF, mas também o centro da crise entre o Brasil e os EUA que pode fazer dele a próxima vítima do governo norte -americano.

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