APÓS INTENSIFICAR DENÚNCIAS CONTRA ALEXANDRE DE MORAES, TAGLIAFERRO É PRESO NA ITÁLIA

Segundo as primeiras informações das redes sociais e de algumas agências de notícias, o ex-assessor do Ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) Eduardo Tagliaferro foi detido na Itália na manhã desta quarta feira 01/10/2025.

Inicialmente, Eduardo Tagliaferro teria sido detido em sua residência na Itália e levado para uma delegacia de polícia, onde aguarda uma decisão da Justiça Italiana sobre a sua situação de permanência ou de extradição do país.

Ocorre, que segundo as informações obtidas até este momento, não há um pedido de extradição recebido e aceito pelas autoridades italianas, mas Eduardo Tagliaferro poderá ser submetido à medidas cautelares determinadas pela Justiça Italiana, mesmo sem condenação ou mandado internacional de prisão.

Maiores informações em apuração.

A LIBERDADE PRA QUEM SEQUER DEVERIA ESTAR PRESO.

O ministro Alexandre de Moraes do STF concedeu o regime aberto ao ex-Deputado Federal Daniel Silveira, desde que ele use tornozeleira eletrônica e não use as suas redes sociais.

A decisão de Moraes foi publicada nesta segunda feita, 29/09/2025, e parece ser mais um ato do ministro motivado pela pressão das sanções norte-americanas, pois, em relação a Daniel Silveira, Moraes sempre agiu com vingança institucional diante das falas do ex-deputado contra os membros da suprema corte.

Enfim, Daniel Silveira estará em liberdade, desde que não afronte às determinações de Moraes.

Mas, Daniel Silveira nem deveria estar preso, mas foi o primeiro a ser condenado por crime de opinião no Brasil, o que é vedado pela Constituição Federal e não encontra amparo na legislação penal.

O que se espera, é que Daniel Silveira continue em liberdade, e, que não volte à prisão por mais um capricho de Alexandre de Moraes.

ALEXANDRE DE MORAES DESCONHECE O INSTITUTO PROCESSSUAL DA CARTA ROGATÓRIA?

O Ministro Alexandre de Moraes em sua mais recente decisão determinou, que o Deputado Federal Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueredo sejam citados por edital, por não terem domicílio no Brasil nos processos em que são investigados.

Parece que Alexandre de Moraes desconhece o instituto processual da Carta Rogatória, que é o instrumento a ser utilizado por qualquer juiz que pretende citar uma pessoa que se encontra residindo no exterior.

É de conhecimento público que tanto Eduardo quanto Paulo estão residindo nos Estados Unidos, ou seja, a Carta Rogatória seria o instrumento processual adequado para a localização de ambos para a citação.

Não é crível que Alexandre de Moraes desconheça o instituto da Carta Rogatória, mas é visível que o ministro está tentando adiantar o andamento do processo para que Eduardo Bolsonaro seja condenado por um colegiado antes do período pré-eleitoral, o que o impossibilitaria de ser candidato nas eleições de 2026.

Para isso, Alexandre de Moraes vem descumprindo procedimentos processuais básicos, o que torna o processo nulo, pois, no caso de Paulo Figueredo e de Eduardo Bolsonaro, a citação deveriam ser feita inicialmente por Carta Rogatória, haja vista, que é de conhecimento de todos que ambos residem nos EUA.

Se a Carta Rogatória que tenta citar ambos os acusados retornasse dos EUA sem a localização dos citandos, neste caso a citação por edital estaria justificada, o que não é o caso.

Além disso, o Ministro Alexandre de Moraes sabe que o procedimento da Carta Rogatória é lento, sem contar que no atual Governo de Donald Trump existe a possibilidade o instrumento processual poderá ser rejeitado e considerado como mais uma perseguição política.

Essa prática do Ministro Alexandre de Moraes já é mais do que conhecida, ou seja, o ato de burlar procedimentos processuais para dar celeridade aos processos para atingir fins políticos e eleitorais.

Como podemos dizer que o Brasil está sob o estado democrático de direito, se os direitos processuais e os procedimentos previstos em lei não são respeitados?

NÃO SERÁ FÁCIL A VIDA NOVO PRESIDENTE DO STF

O Ministro Edson Fachin assumirá na próxima semana a Presidência do STF em meio às sanções vindas do governo dos Estados Unidos.

Nós últimos dias, os ministros, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso apareceram publicamente dando sinais de fragilidade e de estarem emocionados.

Os ministros citados sempre fizeram questão de aparecer publicamente mostrando firmeza e robustez em seus atos e pronunciamentos, principalmente, sobre o suposto combate aos atos golpistas e a possibilidade de serem sancionados pela Lei Magnitsky.

Será que a fragilidade emocional dos ministros tem relação com o fato, de o governo norte americano ter sancionado a esposa do Ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes e a sua holding?

Se este foi o motivo que deixou fragilizados e emocionados os ministros do STF, é sinal de que eles perceberam que o governo norte-americano “não está para brincadeira”, aliás, como os ministros do STF vinham tratando as sanções vindas dos EUA.

Agora, o Ministro Edson Fachin assume não só a Presidência do STF, mas também o centro da crise entre o Brasil e os EUA que pode fazer dele a próxima vítima do governo norte -americano.

DEPUTADO FEDERAL NIKOLAS FERREIRA SE MANIFESTA SOBRE O PROJETO DA DOSIMETRIA

Na noite deste domingo 28/09/2025, o Deputado Federal Nikolas Ferreira afirmou, que o projeto de dosimetria que visa reduzir as penas dos processados e condenados pelos atos de 8 de janeiro, não é competência do Congresso Nacional, mas uma atribuição do Poder Judiciário.

As palavras do deputado estão de acordo com o texto da Constituição Federal e da legislação penal, que prevê a competência do Congresso Nacional para conceder anistia; e a competência do Poder Judiciário de fazer a dosimetria das penas no momento da sentença ou de Acórdão (sistema trifásico) citado no artigo 59 e seguintes do Código Penal.

O projeto da dosimetria da pena que se encontra sendo discutido no Congresso Nacional, é mais uma arquitetura política “tabajara”, onde se tenta resolver os problemas relacionados aos atos de 8 de janeiro, sem a aplicação das leis, mas aplicando acordos políticos para beneficiar grupos políticos e institucionais.

A pergunta que está na cabeça dos brasileiros, e ainda segue sem resposta é: até quando o Brasil viverá na presente bagunça institucional, onde os poderes e as instituições se embaralharam e seguem descumprindo a constituição e a lei?

A BLINDAGEM REJEITADA PELOS BLINDADOS PELO STF

A Comissão de Constituição e Justiça do Senador Federal (CCJ) rejeitou por unanimidade, neste quarta feira 24/09/2025, a Proposta de Emenda à Constituição Federal (PEC das Prerrogativas), que pretendia que deputados e senadores não fossem processados criminalmente pelo STF, sem a aprovação da maioria das casas Legislativas.

A PEC das Prerrogativas foi apelidada de “PEC da Blindagem ou da bandidagem” pela esquerda e por determinados grupos políticos.

O objetivo central da PEC das Prerrogativas, era evitar que a Procuradoria Geral da República e o STF iniciassem processos criminais, buscas e apreensões e até prisões contra congressistas, como vem ocorrendo nos últimos tempos somente contra deputados e senadores de direita.

Portanto, a PEC das Prerrogativas foi uma ideia de deputados e senadores de direita para se protegerem das ações da PGR e do STF, que vêm atuando mais politicamente do que juridicamente contra a oposição.

A rejeição da PEC pela CCJ, é algo estranho na história da política brasileira, onde políticos jamais se insurgiram contra propostas de emenda à constituição ou projetos de lei, que lhes dessem mais benefícios e privilégios.

Mas, na verdade os políticos que derrubaram a proposta na CCJ, são os mesmos que já possuem uma blindagem não oficial da PGR e do STF, ou seja, os políticos de esquerda e os aliados da suprema corte, que jamais foram incluídos nos inquéritos presididos pelo Ministro Alexandre de Moraes ou processados pela PGR e pelo STF.

Portanto, a rejeição da PEC das Prerrogativas é uma ação dos políticos blindados pela PGR e pelo STF, que não querem a mesma blindagem para a direita e demais políticos de oposição ao governo Lula e dos atos praticados pelo STF.

EM DEFESA DA DEMOCRACIA OU DOS INTERESSES PESSOAIS E POLÍTICOS?

A família de Alexandre de Moraes está sendo sancionada com base na Lei Magnitsky pelo governo dos Estados. Unidos.

Mas, Alexandre de Moraes e seus aliados institucionais e políticos vêm se insurgindo contras as sanções norte-americanas, que seriam motivadas por abusos cometidos por Alexandre de Moraes contra os direitos humanos, Mas, Alexandre de Moraes nega que tenha cometido abusos de qualquer natureza, e, que teria agido dentro dos limites legais para defender a democracia brasileira.

Desde 2019, parte dos brasileiros tiveram a sua liberdade de expressão e direitos processuais relativizados ou tolhidos totalmente por Alexandre de Moraes.

Além disso, muitos brasileiros sofreram buscas e apreensões da polícia Federal em suas residências, por serem proprietários de canais no Youtube onde declaravam as suas posições políticas de direita. Tais operações policiais tinham como argumento, que esses brasileiros produziam fake news, desinformação e que pertenciam à miliciais digitais.

Cabe ressaltar, que nenhum brasileiro com afinidade ou militância na ideologia política de esquerda recebeu o mesmo tratamento, ou seja, não sofreram buscas e apreensões em operação policial determinada por Alexandre de Moraes. Muito menos, os apoiadores de esquerda foram incluídos em inquéritos abertos ilegalmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF, e sob o comando do Ministro Alexandre de Moraes.

Isso mostra a atuação parcial e militante do Ministro Alexandre de Moraes, que destoa da imagem símbolo da justiça, que é equilibrada e possui os olhos vendados.

Foram vários os “inquéritos judiciais” comandados por Alexandre de Moraes (fake news, da desinformação eleitoral e da milícia digital), que incrivelmente continuam em andamento até a presente data, como uma arma de opressão que pode ser utilizada a qualquer momento contra os militantes e eleitores de direita.

Durante o nascimento e o andamento dos inquéritos sob o controle de Alexandre de Moraes, nenhum poder ou instituição se levantou contra esses inquéritos que constituem a maior aberração jurídica do direito pátrio, especialmente, a Procuradoria Geral da República )PGR), que é a responsável por defender a aplicação e a fiscalização da lei, bem como, a defesa dos direitos difusos e coletivos.

Mesmo após se passarem mais de seis anos, os inquéritos sob o comando do Ministro Alexandre de Moraes continuam em andamento, sem nenhuma previsão de encerramento. Da mesma forma, que nenhum questionamento ou ação dos poderes e das instituições nacionais surgiram para a correição, a conclusão e a finalização das investigações.

Não bastasse a relativização ou o tolhimento de direitos constitucionais e processuais dos nacionais que foram investigados nos inquéritos, o Ministro Alexandre de Moraes proferiu decisões que feriram interesses de empresas norte-americanas que controlavam as redes sociais no Brasil. Essas empresas receberam determinações judiciais de Alexandre de Moraes para removerem conteúdos nas redes sociais, que o magistrado entendia ser atentatório contra a democracia e as instituições nacionais.

Mas, os tais conteúdos não passavam de mera manifestação pessoal dos brasileiros amparada na liberdade de expressão e na liberdade política, ambas asseguradas em tratados internacionais e na constituição brasileira.

Com a eleição de Donald Trump para o governo dos EUA, Alexandre de Moraes passou a ser visto pelo novo governo norte-americano, como um violador de direitos humanos, especialmente, na violação da liberdade de expressão e na liberdade de militância política, além da prática de ato atentatório contra a soberania norte-americana.

Enquanto isso aqui no Brasil, nenhum poder ou instituição se insurgiu contra as decisões de Alexandre de Moraes, que violaram em muitas oportunidades direitos e garantias fundamentais de acusados e perseguidos políticos, o que comprova que o estado brasileiro virou às costas ao que estava acontecendo no Brasil.

Uma prova clara, de que o estado brasileiro se encontra aparelhado e servindo aos interesses do grupo político e instrucional de Alexandre de Moraes.

Mas, desde julho de 2025, o governo norte-americano vem agindo para sancionar o Brasil e Alexandre de Mores por violações aos direitos humanos. A sanções da Lei Magnitsky foram aplicadas pelos EUA ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Recentemente, os EUA perceberam que Alexandre de Moraes vinha burlando as sanções norte-americanas. Por isso, a esposa de Alexandre de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes e o Instituto Lex de ensino jurídico LTDA, que pertence à família de Alexandre de Moraes também foram sancionados com base na Lei Magnitsky.

A ação do governo dos Estados Unidos visa frear os abusos cometidos pelo Ministro Alexandre de Moraes e pelo estado brasileiro, que se mantém inerte diante dos constantes abusos contra os direitos humanos. A ferramenta escolhida pelo governo norte-americano contra Alexandre de Moraes e os demais sancionados, é a pressão financeira que recaí sobre a sua pessoa física e jurídica, além de seus familiares.

A ofensiva norte-americana vem sendo combatida por Alexandre de Moraes, e pelos demais ministros da suprema corte brasileira, além dos políticos de esquerda e pelo governo brasileiro, com o argumento de que os EUA estão interferindo na soberania nacional e no regular funcionamento do Poder Judiciário.

Todos esses argumentos não passam de mera narrativa, uma vez que as sanções da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, seus familiares e empresa não adentram o Brasil nem virtualmente, se resumindo a cancelar as relações dos EUA com os sancionados que não poderão mais se utilizar de nenhuma estrutura norte-americana.

Ninguém é obrigado a se relacionar com pessoas que não comungam dos mesmo ideais ou que estejam praticando ilegalidades, segundo o entendimento de quem encerra as relações de forma unilateral.

Portanto, as sanções norte-americanas contra Alexandre de Moraes, seus familiares e a sua empresa, não passam de justiça internacional promovida pelos EUA, que os poderes e as instituições no Brasil não quiseram promover, seja por sua atuação militante, por interesses pessoais e políticos, ou até mesmo por estarem sendo coagidos por Alexandre de Moraes, o que vem resultando em prevaricação de todos os envolvidos que deveriam agir de acordo com a lei.

Neste momento, Alexandre de Moraes e todos que o cercam estão provando da justiça que o Brasil não quis promover deixando de aplicar a lei e o bom direito nacional, o que vem destruindo a nação a colocando mundialmente como um párea interacional.

A VENEZUELA TAMBÉM POSSUI O SEU ALEXANDRE DE MORAES

O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab emitiu nesta quinta-feira (2), uma ordem de prisão e extradição contra Leopoldo López e Júlio Borges, dois dos maiores opositores de Nicolas Maduro. Ambos foram exilados e são acusados de receber benefícios de mais de US$ 1 bilhão.

O Procurador Geral mostrou um vídeo, onde o empresário Samark López, que está preso acusado de colaborar com o também detido Tareck El Aissami, o ex-presidente da Petróleos da Venezuela (PDVSA), que estaria envolvido em uma rede de corrupção conhecida como PDVSA-cripto.

No vídeo, o empresário diz que os dois empreiteiros venezuelanos envolvidos na suposta rede de corrupção “têm uma conexão direta” com López e Borges.

Provavelmente, a investigação e a prisão dos opositores de Nicolas Maduro e dos empresários citados acima, é uma ação para evitar o financiamento da oposição na Venezuela.

Algo parecido está acontecendo no Brasil, onde o Ministro Alexandre de Moraes para defender a esquerda e o aparelhamento do estado brasileiro, não titubeia em proferir decisões judiciais, para retirar ativos financeiros das figuras militantes e políticas de oposição no Brasil.

É claro, que o Ministro Alexandre de Moraes toma essas medidas judiciais, sob o argumento de que está desestruturando as tais “milícias digitais” que atentam contra a democracia e o estado democrático de direito.

Mas, tanto Alexandre de Moraes quanto Nicolas Maduro, na verdade estão agindo para impedir que a oposição na Venezuela e no Brasil consigam sobreviver e fazer oposição.

Se todos nós repararmos, as medidas institucionais e judicias em ambos os países visam a manutenção do poder constituído, da ideologia predominante e o início do poder totalitário, a exemplo do que já vem ocorrendo nas grande ditaduras existentes pelo mundo.

A PRIMEIRA MORTE POR CAUSA DO ATIVISMO JUDICIAL DO STF

As manifestações da direita brasileira sempre foram pacíficas, sem registrar nenhum ato de violência ou depredação de bens públicos.

Os manifestantes de direita que foram à Brasília, não tinham objetivo de dar golpe de estado, até porque, não tinham condições para praticar tal ato.

Na manifestação de 8 de janeiro, alguns procedimentos adotados por alguns manifestantes não faziam parte da conduta de manifestantes de direita.

Ou seja, as depredações e a violência jamais fizeram parte deste movimento político.

Mas durante a manifestação, os prédios públicos na Praça dos Três Poderes foram violados e depredados.

Devido aos acontecimentos, várias pessoas foram presas, mesmo não sendo flagradas invadindo ou depredando os prédios públicos, o que é um absurdo dentro do que dispõe o direito brasileiro.

Enquanto, os criminosos contumazes conseguem a liberdade provisória na audiência de custódia, os manifestantes presos ilegalmente sequer passaram pelo mesmo ato no limite legal.

Até o momento, muitos manifestantes continuam presos, como se fossem grandes bandidos que lideram as organizações criminosas brasileiras.

Mas, hoje nós temos o primeiro cadáver fruto do ativismo judicial.

O senhor Clériston Pereira da Cunha, 46 anos, se encontrava preso desde o dia 8 de janeiro de 2023, no Centro de Detenção Provisória situado no Complexo Penitenciário da Papuda.

 Segundo as primeiras informações do Portal Metrópoles e do Portal Terra Brasil Notícias (fonte citada ao final da matéria), Clériston estava tomando banho de sol e teve um infarto fulminante.

É importante destacar, que Clériston estava esperando desde agosto de 2023, a análise do seu pedido de liberdade provisória pelo Ministro Alexandre de Moraes.

A inércia ou a falta de celeridade do STF pode ter sido um dos fatores que culminou com a morte de Clériston.

A prisão estendida dos manifestantes, e, especialmente de Clériston não tinha razão de ser, pois, não se tratavam de criminosos de alta periculosidade, mas os manifestantes foram classificados como perigosos, de forma mentirosa, covarde e tendenciosa.

A morte de Clériston é o resultado da perseguição judicial aos brasileiros que se manifestavam contra fatos e atos que achavam errados na política brasileira.

Pois é, estes manifestantes apenas exerciam o seu direito constitucional de liberdade de expressão e de manifestação.

Além disso, a morte de Clériston demostra que o Brasil não vive o estado democrático de direito, mas, um estado totalitário que descumpre as leis, em defesa de uma ideologia que determinados grupos políticos querem impor aos brasileiros de forma autoritária.

Segue a nossa homenagem a Clériston da Cunha e os pêsames aos seus familiares.

Justiça!

Fonte: https://terrabrasilnoticias.com/2023/11/ultimo-minuto-preso-do-8-de-janeiro-morre-durante-banho-de-sol-na-papuda

A AÇÃO DOS REPRESENTANTES DO POVO CONTRA O POVO.

A estrutura de perseguição aos opositores da esquerda brasileira montada pelo STF, e chefiada pelo Ministro Alexandre de Moraes parece que veio pra ficar.

Segundo a matéria do site de esquerda de nome “247” (link ao final do texto), as práticas do ministro contra os opositores políticos da esquerda poderão ser eternizadas, por uma proposta de emenda constitucional (PEC) do Senador Renan Calheiros.

O engraçado, é que os representantes do povo (senadores) já assinaram a lista deste absurdo inconstitucional, o que possibilita a sua tramitação no Senado Federal. Veja a lista dos senadores que já assinaram que se encontra descrita na matéria.

Segundo o projeto da PEC, os supostos crimes contra o Estado Democrático de Direito seriam julgados exclusivamente pelo STF.

É evidente, que a proposta do Senador Renan Calheiros visa aproveitar a parcialidade e a militância dos ministros do STF, para enquadrar juridicamente os seus opositores.

Além disso, a proposta tem o objetivo de impedir que os futuros processados tenham acesso ao devido processo legal, ao impedi-los de ter a possibilidade de recurso a um tribunal superior, pois, uma vez sendo processados pelo STF não é possível recorrer a uma corte superior porque ela não existe.

A proposta mostra, que o Brasil caminha rapidamente para uma ditadura escondida atrás de uma democracia que nunca existiu.

Fonte:  https://www.brasil247.com/poder/renan-calheiros-consegue-assinaturas-necessarias-para-pec-da-defesa-da-democracia

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