A Metamorfose de Soraya Thronicke: Quando a Fome de Poder Engole a Gratidão Política

Caro eleitor, preste muita atenção, porque o que você está prestes a ler é o retrato mais fiel de como funciona a política em Brasília quando as luzes se apagam e as câmeras são desligadas.

Em 2018, uma figura até então desconhecida surgiu no cenário político do Mato Grosso do Sul. Seu principal cabo eleitoral? O nome de Jair Bolsonaro. Seu slogan de campanha? “A senadora de Bolsonaro”. Foi com essa roupagem, surfando na onda conservadora e prometendo lealdade aos valores da direita, que Soraya Thronicke garantiu uma cadeira confortável no Senado Federal.

Mas na política, a gratidão costuma ter prazo de validade. E o de Soraya venceu muito antes do esperado.

A Arte da Traição Política

A matéria recente da revista Veja expõe o que muitos já desconfiavam: a senadora, que usou os votos da direita para chegar ao poder, agora está arrumando as malas para desembarcar no colo da esquerda. O objetivo? Garantir sua sobrevivência política e tentar a reeleição em 2026.

Os fatos narrados são cristalinos:

  1. O Abandono do Barco: Soraya foi, aos poucos, rompendo com a base que a elegeu. Em 2022, tentou voo solo como “terceira via” e amargou um quinto lugar, declarando publicamente que não apoiaria “nenhum desses bandidos” no segundo turno.
  2. O Novo Acordo: Agora, a mesma senadora que se dizia independente está em negociações avançadas para se filiar ao PSB, partido da base aliada do governo Lula.
  3. A Chapa Lulista: O plano é claro: formar uma chapa com o PT no Mato Grosso do Sul, abrindo palanque para Lula e garantindo o apoio da máquina federal para sua própria reeleição.

O Preço da Sobrevivência

O que estamos presenciando não é uma “evolução ideológica”, é cálculo político frio e calculista. É a velha tática de usar o eleitor como escada e, uma vez no topo, chutar a escada para longe.

Soraya Thronicke é o exemplo perfeito do político “camaleão”. Quando era conveniente ser conservadora, ela vestiu a camisa. Agora que o poder mudou de mãos e a reeleição se aproxima, ela troca de cor sem o menor constrangimento, negociando com ministros do PT e lideranças lulistas.

A mensagem que fica para o eleitor de direita que confiou nela em 2018 é uma só: o seu voto foi usado como moeda de troca. A ingratidão política não é apenas um desvio de caráter; é uma estratégia de sobrevivência para aqueles que não têm raízes, apenas interesses.

A Pergunta Que Fica

O eleitor do Mato Grosso do Sul — e do Brasil inteiro — tem memória curta? Em 2026, quando Soraya aparecer nas urnas abraçada com aqueles que ela mesma criticava, o eleitor vai perdoar a traição ou vai cobrar a fatura nas urnas?

👉 Qual é a sua opinião? A mudança de lado de Soraya Thronicke é pragmatismo político ou pura traição ao eleitor que a elegeu? Deixe seu comentário e compartilhe para que mais pessoas vejam a verdadeira face da política brasileira.

O Risco Haddad: Por Que o PT Insiste no Pior Prefeito da História Recente para Governar São Paulo?

Sem qualificação prática na economia e com uma gestão desastrosa na Fazenda, a provável candidatura de Fernando Haddad ao Palácio dos Bandeirantes é um desafio à memória do eleitor paulista.

Por Ricardo Soares

A máquina petista já ligou os motores para 2026 e o alvo principal tem nome e endereço: o Palácio dos Bandeirantes. Conforme revelado pela jornalista Clarissa Oliveira, da CNN Brasil, integrantes do PT em São Paulo já dão como certa a candidatura do atual Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao governo do Estado. O assunto, inclusive, foi pauta de reuniões a portas fechadas entre Haddad e o presidente Lula antes mesmo do Carnaval.

A estratégia política faz sentido para o xadrez do Planalto, que precisa de um palanque forte no maior colégio eleitoral do país. Mas, para o eleitor paulista, a pergunta que fica é: com base em qual currículo Fernando Haddad pede, mais uma vez, o voto de confiança de São Paulo?

Se analisarmos os fatos frios e os dados históricos, a resposta é alarmante.

O Fantasma da Prefeitura: A Pior Avaliação desde Pitta A memória política no Brasil costuma ser curta, mas os números não mentem. Quando foi prefeito da capital paulista, Fernando Haddad encerrou seu mandato com uma marca indigesta. Segundo o Datafolha (julho de 2016), sua gestão foi reprovada por 48% dos paulistanos, consolidando-se como a pior avaliação de um prefeito em fim de mandato desde Celso Pitta.

A rejeição nas urnas foi a consequência natural: ele perdeu a reeleição no primeiro turno para João Doria. Como entregar o comando de um Estado que é a locomotiva econômica do país a um gestor que foi massivamente rejeitado ao administrar a capital?

O Salto no Escuro: Um Ministro da Economia Sem Bagagem Prática.

Apesar do fracasso municipal e da derrota na eleição presidencial de 2018, Haddad foi recompensado em 2023 com o cargo mais importante da Esplanada: o Ministério da Fazenda.

Embora possua mestrado em Economia, a nomeação foi recebida com enorme ceticismo pelo mercado e pelo setor produtivo. O motivo? Haddad assumiu a economia do Brasil sem nunca ter liderado um grande trabalho econômico, seja no setor público (onde foi Ministro da Educação) ou na iniciativa privada. Faltava-lhe a “casca”, a experiência prática de quem entende como a máquina de geração de empregos e controle de gastos realmente funciona na ponta da linha.

O Boletim de Notas da Fazenda: Reprovação Lógica.

O resultado dessa aposta arriscada de Lula está refletido nas pesquisas mais recentes. O trabalho de Fernando Haddad à frente da economia não consegue sequer atingir a nota “na média”.

Os dados são contundentes:

  • Em dezembro de 2024, o Datafolha revelou que a gestão de Haddad na economia era considerada ruim ou péssima por 34% dos brasileiros, enquanto apenas 27% a aprovavam.
  • O cenário é ainda mais devastador entre aqueles que movem a economia. Pesquisa Genial/Quaest (março de 2025) mostrou que o trabalho de Haddad é visto como negativo por impressionantes 58% do mercado financeiro e de analistas econômicos.

A Desclassificação para os Bandeirantes.

Um político que coleciona o título de um dos piores prefeitos da história de São Paulo, que assumiu a economia nacional sem a qualificação prática exigida para o cargo e que, no exercício da função, amarga altos índices de rejeição popular e mercadológica, não possui as credenciais mínimas para governar o Estado mais rico e complexo da federação.

A insistência do PT no nome de Fernando Haddad não é um projeto de gestão para São Paulo; é um projeto de poder para o Planalto, custe o que custar. Resta saber se o eleitor paulista estará disposto a pagar essa conta novamente.

👉 E você, eleitor paulista: entregaria a chave do Estado nas mãos do atual Ministro da Fazenda? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe este artigo para ampliarmos o debate. Hoje, na nossa live diária, faremos uma análise jurídica e política completa sobre os impactos dessa possível candidatura!

O Susto do Carnaval: O Que os Números Ocultos Revelam Sobre o Duelo Lula x Flávio Bolsonaro em 2026

Pesquisas de bastidores acendem o alerta vermelho no Planalto e desenham uma eleição decidida não pelo favoritismo, mas pela “batalha da rejeição”.

Por Ricardo Soares

Nos bastidores de Brasília, a folia deu lugar à apreensão. Uma pesquisa diária encomendada pelo mercado financeiro revelou um cenário que, há poucos meses, parecia improvável para os governistas: durante dois dias do Carnaval, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ultrapassou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas simulações de segundo turno.

A informação, revelada pela jornalista Mônica Bergamo (Folha de S.Paulo), caiu como uma bomba entre lideranças do PT. Embora o pico numérico de Flávio tenha recuado com o fim da festa, o episódio expôs uma ferida aberta no projeto de reeleição: a curva ascendente da rejeição presidencial.

O Desafio de Lula: A Rejeição em Alta O cenário atual aponta para uma eleição atípica. De um lado, o incumbente luta contra o desgaste natural da máquina pública. Desde dezembro de 2025, a desaprovação do governo vem superando a aprovação, um sinal de alerta máximo para quem detém a caneta.

Levantamentos recentes confirmam a tendência:

  • A pesquisa Genial/Quaest (fevereiro/2026) aponta uma desaprovação do governo de 49%, contra 45% de aprovação.
  • No levantamento Meio/Ideia, a rejeição pessoal de Lula bateu 44%.
  • O PoderData (janeiro/2026) já havia indicado que o presidente entrou no ano eleitoral com 57% de desaprovação do seu trabalho pessoal.

O desafio do Planalto não é apenas governar, mas reverter essa percepção negativa antes que ela se cristalize em um patamar irreversível. Segundo aliados ouvidos pela Folha, a rejeição “não se estabeleceu em novos patamares”, mas a pressão por resultados econômicos e sociais é imensa e imediata.

A Ascensão de Flávio Bolsonaro: O Teto e a Elasticidade Do outro lado do balcão, o herdeiro político do bolsonarismo tenta furar a própria bolha. Escolhido como o principal nome do PL para a disputa presidencial, o senador Flávio Bolsonaro tem adotado um discurso mais moderado, focado na economia e na atração de eleitores indecisos.

O “salto” no Carnaval demonstra que seu nome tem elasticidade eleitoral e capacidade real de aglutinar a oposição. No entanto, ele também enfrenta seu próprio teto. Na mesma pesquisa Meio/Ideia, Flávio aparece como o segundo nome mais rejeitado do país (34%), e a Genial/Quaest reforça que ambos (Lula e Flávio) lideram a rejeição entre os eleitores.

O Veredito para 2026 O “susto do Carnaval” serve como um termômetro claro: a corrida presidencial de 2026 já começou. Está acirrada, polarizada e será disputada voto a voto, erro a erro. Quem conseguir administrar melhor a própria rejeição e dialogar com o centro, levará a faixa presidencial.

👉 E você, acredita que a rejeição será o fator decisivo nas urnas em 2026? Deixe sua opinião nos comentários e não perca nossa próxima live diária, onde faremos uma análise jurídica e política profunda sobre os impactos dessas pesquisas no xadrez eleitoral!

A Ameaça Oculta: Quando o “Remédio” Estatal é Mais Perigoso que a “Doença” Digital

Em discursos recentes — incluindo sua fala na cúpula sobre Inteligência Artificial na Índia e na Assembleia Geral da ONU — o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou uma tese que se tornou o mantra de governos ao redor do mundo: “As Big Techs e as redes sociais colocam em risco a democracia”. Segundo essa visão, o modelo de negócios baseado em algoritmos e dados fomenta o ódio, a desinformação e a polarização, exigindo, portanto, uma regulação estatal forte para evitar uma “terra sem lei”.

Embora o diagnóstico sobre a polarização contenha verdades, a “cura” proposta parte de uma premissa perigosa. Ao vilanizar a tecnologia como a causa da instabilidade democrática, ignora-se um princípio fundamental: a democracia não é posta em risco pela liberdade de falar, mas pela tentativa de controlar quem pode ser ouvido.

Abaixo, apresento a antítese fundamentada a essa afirmação, baseada na legislação brasileira e na realidade técnica global.

1. A Falácia da “Terra Sem Lei” e o Marco Civil da Internet

A afirmação de que a internet é um território desregulado é juridicamente falsa. O Brasil possui uma das legislações mais avançadas do mundo sobre o tema: o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014).

O Artigo 19 do Marco Civil é a pedra angular da liberdade de expressão digital no Brasil. Ele estabelece que as plataformas só podem ser responsabilizadas civilmente por danos decorrentes de conteúdo de terceiros se, após ordem judicial específica, não tomarem providências.

A Crítica: Ao atacar as Big Techs, o discurso presidencial sugere implicitamente a derrubada desse modelo (o safe harbor), forçando as empresas a agirem como “polícia digital”.

  • O Risco Real: Se as plataformas forem obrigadas a remover conteúdo “preventivamente” sob ameaça de multas pesadas, elas adotarão a censura prévia automatizada. Na dúvida, o algoritmo removerá o discurso legítimo para evitar o risco jurídico. Isso não protege a democracia; isso a silencia.

2. Quem é o Dono da Verdade? (O Perigo do “Ministério da Verdade”)

O argumento de que as redes “distorcem a realidade” pressupõe que existe uma entidade estatal capaz de definir, em tempo real, o que é “verdade” e o que é “desinformação”.

  • Fundamento Constitucional: A Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 220, veda qualquer forma de censura de natureza política, ideológica e artística. Além disso, o Artigo 5º, incisos IV e IX, garante a livre manifestação do pensamento.
  • O Contraponto: Transferir para o Estado (ou para agências reguladoras por ele indicadas) o poder de dizer o que é “fake news” cria um mecanismo que pode ser facilmente aparelhado para perseguir opositores políticos. A história mostra que governos tendem a classificar críticas incômodas como “ataques à democracia”.
  • Tese: A democracia se fortalece no confronto de ideias, não na supressão delas. O combate à desinformação se faz com mais informação e educação midiática, não com a caneta do censor.

3. O Espelho da Sociedade vs. O Algoritmo

Culpar o “algoritmo” pela radicalização é confundir o espelho com a face. As redes sociais amplificam o que a sociedade já sente.

  • Contexto Internacional: Nos EUA, a Seção 230 do Communications Decency Act permitiu que a internet florescesse justamente por não tratar as plataformas como editoras (publishers). Quando países tentam controlar o fluxo de informação (como na Lei de Serviços Digitais da UE ou em regimes autoritários), o resultado invariavelmente é a redução da inovação e a criação de bolhas de informação oficiais.
  • A Realidade Econômica: As Big Techs democratizaram o acesso à audiência. Antes, apenas grandes conglomerados de mídia (com suas próprias agendas políticas) tinham voz. Hoje, um advogado em Francisco Morato ou um pequeno comerciante tem o mesmo potencial de alcance. Regular excessivamente as Big Techs sob o pretexto de “proteger a democracia” muitas vezes serve para proteger o monopólio da velha mídia e da classe política estabelecida.

4. Conclusão: A Verdadeira Ameaça

A tese de que “as Big Techs ameaçam a democracia” é uma cortina de fumaça.

A verdadeira ameaça à democracia reside na infantilização do cidadão, tratado pelo Estado como incapaz de discernir a verdade da mentira sem a tutela de um burocrata.

Ao invés de regular os meios (as plataformas), o Estado deveria focar na aplicação das leis já existentes (Código Penal para calúnia, injúria, difamação e incitação ao crime) sobre os indivíduos que cometem abusos. Punir a ferramenta pelo mau uso do usuário é como proibir a venda de martelos porque alguém usou um para ferir o vizinho.

Veredito: A democracia não precisa de “segurança” contra a liberdade de expressão. Ela precisa de liberdade para que, no mercado livre de ideias, a verdade prevaleça sobre a mentira pelo seu próprio mérito, e não por decreto.

O “Plano A” Oculto: Por que Flávio Bolsonaro pode ser a única peça capaz de xeque-mate em 2026

Por Ricardo Soares | Análise Política

Durante meses, o mercado político e o eleitorado conservador debateram quem herdaria o espólio eleitoral de Jair Bolsonaro. A resposta parecia óbvia: o carisma de Michelle ou a gestão técnica de Tarcísio de Freitas. Mas, no xadrez de 2026, uma peça se moveu silenciosamente para o centro do tabuleiro.

Dados recentes de fevereiro de 2026 revelam uma virada de chave estratégica: Flávio Bolsonaro não é mais apenas o articulador; ele se tornou o viabilizador.

A Revelação dos Dados: Potencial vs. Realidade

A narrativa mudou drasticamente após análises recentes de institutos de pesquisa, como a AtlasIntel, indicarem um fenômeno curioso: Flávio Bolsonaro possui um teto de crescimento potencialmente maior que o de Tarcísio de Freitas.

Enquanto Tarcísio enfrenta a resistência de ser um “estranho no ninho” do bolsonarismo raiz — visto por muitos como técnico demais e pouco ideológico —, Flávio carrega o DNA (literal e político) que mobiliza a base fiel. Ele opera na frequência emocional que o eleitorado de direita exige, algo que o governador de São Paulo, por vezes, falha em entregar.

A “Herança Digital” e a Máquina de Guerra

O fator decisivo, porém, não está nos gabinetes de Brasília, mas nas telas dos celulares. Relatórios de monitoramento digital mostram que Flávio assumiu, de fato, a “herança” das redes sociais do pai.

Ao contrário de outros postulantes, Flávio já possui a linguagem, o algoritmo e a audiência cautiva. Ele não precisa construir uma base; ele precisa apenas ativá-la. Em uma eleição onde a guerra de narrativas será travada no TikTok e no WhatsApp, começar com esse exército digital é uma vantagem competitiva que nenhum tempo de TV pode comprar.

O Desafio do Discurso: A Navalha de Dois Gumes

Apesar da ascensão, a estrada para o Planalto não está livre de obstáculos. O principal desafio de Flávio é o que analistas chamam de “ajuste de calibrem”.

Para vencer em 2026, ele precisa realizar um movimento pendular complexo:

  1. Manter a Base Radical: Continuar sendo o “01”, o filho leal e defensor dos valores conservadores.
  2. Conquistar o Centro: Moderar o tom para reduzir a rejeição que o sobrenome “Bolsonaro” carrega junto ao eleitorado moderado e feminino.

É aqui que mora o perigo. Se ele for “Bolsonaro demais”, perde o centro. Se for “moderado demais”, perde a base para figuras mais histriônicas.

Veredito: As Chances Reais

As chances de Flávio Bolsonaro não são apenas teóricas; são matemáticas e políticas. Com Jair Bolsonaro inelegível, Flávio se posiciona como o único capaz de unificar o Partido Liberal (PL) sem riscos de traição ideológica.

Se Tarcísio optar pela reeleição em São Paulo — um caminho mais seguro e provável —, o caminho fica aberto. Flávio Bolsonaro deixa de ser o “filho do presidente” para se tornar o candidato da revanche. E em uma eleição polarizada, nada move mais votos do que o sentimento de vingança política.

A conclusão é clara: Subestimar Flávio Bolsonaro foi o erro de 2024 e 2025. Em 2026, ele pode muito bem ser o nome na urna que a esquerda mais temia enfrentar.

Alerta Vermelho na Democracia: 43% dos Brasileiros Não Confiam nas Urnas. O TSE Vai Ouvir ou Vai Silenciar?

Se a democracia fosse um banco, ela estaria enfrentando uma corrida aos saques hoje.

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta manhã pela coluna de Lauro Jardim (O Globo), realizada entre 5 e 9 de fevereiro, traz um dado que nenhum ministro, político ou cidadão pode ignorar: 43% dos brasileiros não confiam nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral.

Não estamos falando de uma minoria radical. Estamos falando de quase metade da população economicamente ativa e votante do país.

A Fratura Exposta da Legitimidade

No jornalismo e no direito, aprendemos que a legitimidade do poder não vem apenas da legalidade do processo, mas da aceitação social do resultado. Quando quatro em cada dez brasileiros entram na cabine de votação suspeitando que seu voto pode não ir para quem eles escolheram, o pacto social está quebrado.

Ignorar esse dado, ou pior, tratar essa desconfiança como “crime” ou “desinformação”, é o caminho mais rápido para o colapso institucional. A dúvida não se combate com martelo; combate-se com luz.

O Dever Constitucional da Transparência (Não é um Favor)

A Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 37, impõe à Administração Pública — o que inclui o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — o Princípio da Publicidade.

Publicidade não é apenas publicar editais no Diário Oficial. É tornar o processo compreensível, auditável e transparente para o homem comum, não apenas para especialistas em TI.

À luz da atual crise de confiança, a postura defensiva do TSE tem se mostrado contraproducente. A resposta para “eu não confio” não pode ser “cale-se”, mas sim “venha ver como funciona”.

O Que o TSE Precisa Fazer Agora (O Caminho da Lei)

Para sanar essa hemorragia de credibilidade, o TSE deve adotar medidas urgentes, amparadas na própria legislação eleitoral e no dever de garantir a “autenticidade do sistema eleitoral” (Código Eleitoral):

  1. Transparência Radical e Auditabilidade: A confiança só retornará com a materialidade. O TSE deve ampliar, e não restringir, os mecanismos de auditoria externa independente. Não apenas por partidos políticos, mas por entidades da sociedade civil, sem amarras ou “acordos de confidencialidade” que geram mais suspeitas.
  2. Fim do “Segredo de Justiça” Técnico: A abertura total do código-fonte e dos logs das urnas para a comunidade acadêmica e técnica internacional, sem as restrições de tempo e ambiente controlado que hoje existem, é vital. Quem não deve, não teme a lupa.
  3. Campanha de Educação, não de Intimidação: Em vez de gastar milhões em campanhas publicitárias que dizem “a urna é segura e ponto final”, o Tribunal deve investir em demonstração. A dúvida do eleitor é legítima. O papel do Estado é esclarecer, com paciência pedagógica, e não punir a dúvida.
  4. Respeito ao Artigo 5º (Liberdade de Expressão): Criticar o sistema, apontar falhas ou exigir melhorias é um direito fundamental. A criminalização da crítica ao sistema eleitoral apenas alimenta a narrativa de que “há algo a esconder”.

Conclusão: O Risco do Silêncio

O dado da Genial/Quaest é um sintoma, não a doença. A doença é o distanciamento entre as instituições e o povo.

Se o TSE continuar a tratar 43% da população como “inimigos do sistema” em vez de cidadãos preocupados, a eleição de 2026 corre o risco de ter um vencedor legal, mas uma vitória moralmente contestada. E uma democracia sem confiança é apenas uma burocracia cara.

A bola está com a Justiça Eleitoral. A pergunta é: eles vão jogar para a torcida (o povo) ou vão continuar jogando apenas para si mesmos?

O Sambódromo Virou Palanque: Quando a Homenagem Vira Comício Fora de Época

O repique dos tambores da Acadêmicos de Niterói hoje na Marquês de Sapucaí tentou abafar um som muito mais incômodo para a democracia brasileira: o ruído da propaganda eleitoral antecipada.

Sob o pretexto de “homenagem cultural”, assistimos a um espetáculo que, aos olhos da legislação, flerta perigosamente com o ilícito. A presença do Presidente Luís Inácio Lula da Silva, em pleno ano eleitoral de 2026, transformando a maior vitrine cultural do país em palanque pessoal, não é apenas folia. É estratégia política.

A Letra Fria da Lei vs. O Calor da Avenida

A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97) é cristalina. Em seu Artigo 36, ela determina que a propaganda eleitoral somente é permitida após o dia 15 de agosto do ano da eleição. Estamos em fevereiro.

Embora a defesa certamente invocará o Artigo 36-A — que permite a menção à pretensa candidatura e a exaltação das qualidades pessoais, desde que não haja “pedido explícito de votos” — a jurisprudência dos nossos tribunais superiores nos convida a olhar além das palavras mágicas.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os Tribunais Regionais (TREs) têm consolidado o entendimento de que o abuso de poder político e o uso indevido dos meios de comunicação configuram desequilíbrio no pleito.

A Quebra da “Paridade de Armas”

O princípio basilar do Direito Eleitoral é a paridade de armas (igualdade de oportunidades entre os candidatos).

Pergunto: Qual outro pré-candidato ou player político possui a máquina de uma Escola de Samba, transmissão em rede nacional e a estrutura de segurança e logística da Presidência da República para se promover em fevereiro?

A jurisprudência do TSE é pacífica no sentido de que a propaganda subliminar ou dissimulada, quando realizada com tamanha magnitude e com potencial de desequilibrar a disputa futura, deve ser coibida. Não é necessário que o Presidente pegue o microfone e diga “vote em mim”. A imagem dele, associada à grandiosidade do desfile, transmitida para milhões, constrói uma vantagem eleitoral que nenhum tempo de TV futuro poderá compensar.

O Veredito Jornalístico

Ao transformar a passarela do samba em extensão do Palácio do Planalto, a Acadêmicos de Niterói e o homenageado testam os limites da tolerância da Justiça Eleitoral.

O que vimos hoje não foi apenas carnaval. Foi um Showmício disfarçado de enredo. E se a Justiça Eleitoral mantiver a coerência de seus julgados sobre a lisura do pleito e o abuso de poder econômico e político, o desfile de hoje não deveria valer apenas notas dos jurados, mas sim uma rigorosa investigação judicial.

No Brasil, o ano só começa depois do Carnaval. Mas, pelo visto, a campanha de 2026 começou muito antes, sambando na cara da legislação.

SILAS MALAFAIA ROMPEU POLITICAMENTE COM BOLSONARO?

Segundo uma publicação da Revista Veja deste Domingo (14/12/2025), o Pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo estaria declarando o seu apoio, ao Governador de São Paulo de Tarcísio de Freitas para ser candidato à Presidência da República nas eleições de 2026.

Silas Malafaia ao apoiar Tarcísio de Freitas estaria rompendo politicamente com o clã Bolsonaro, que recentemente indicou como seu pré-candidato à presidência do Brasil em 2026, o Senador Flávio Bolsonaro.

Já faz algum tempo, que algumas pessoas diziam que Silas Malafaia é apenas um oportunista que se move de acordo com os seus interesses.

Caso Silas Malafaia não se pronuncie sobre a publicação da Revista Veja, o líder evangélico e militante político vai estar se comportando como um oportunista e traidor, tendo em vista, que nos últimos tempos se tornou uma marca da defesa dos interesses políticos e ideológicos de Bolsonaro.

Fonte: https://veja.abril.com.br/politica/silas-malafaia-ja-escolheu-o-nome-que-vai-apoiar-a-presidencia-em-2026/?utm_campaign=mrf-twitter-VEJA&mrfcid=20251214693c687114f13405216abc58

A PRISÃO DE BOLSONARO PARA FORMALIZAR O REGIME AUTORITÁRIO NO BRASIL

O Brasil acompanha em silêncio o que pode ser os últimos dias do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro no interior de sua residência.

Desde que Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) à mais de 23 anos de prisão, os brasileiros passaram a entender o que acontecerá com aqueles que tentarem mudar os rumos do Brasil, que foram traçados pela esquerda ao longo de mais de quatro décadas.

Nós estamos vendo o último tiro desta guerra?

É claro que não! Bolsonaro não conseguiu fazer tudo o que prometeu durante o seu governo e cometeu alguns erros. Mas, ele deu aos brasileiros aquilo que parecia ser impossível, a consciência de que o Brasil precisava mudar e que a esquerda brasileira deveria ser combatida diariamente.

Com a ajuda de Bolsonaro, milhares de brasileiros se lançaram às redes sociais e em manifestações para apoiá-lo e combater ferozmente a esquerda.

Nunca se viu tamanha motivação, vontade e entrega, inicialmente, em prol de um candidato à Presidência da República, e, posteriormente, em apoio há um Presidente da República.

As pautas, os planos e as estratégias de Bolsonaro podem até não ter dado muito certo, mas os brasileiros agora estão acordados, conscientes e prontos para lutar, pois, esses brasileiros agora sabem que é um dever cívico e patriótico de todos os brasileiros de bem, o combate contra a esquerda brasileira e a sua maior ferramenta de aparelhamento, o ativismo judicial.

Portanto, se tudo der errado e se Bolsonaro for preso, a luta deve continuar porque temos uns aos outros, e, assim, nós estaremos lado a lado para sustentar o movimento de direita, lutar e defender o Brasil.

ALEXANDRE DE MORAES, O “FARAÓ” INDICADO CONTRA O GOVERNADOR ELEITO DO RJ CLÁUDIO CASTRO

Nesta segunda feira (03/11/2025) acontece no Rio de Janeiro uma audiência entre o relator da “ADPF das Favelas”, Alexandre de Moraes e o Governador do Estado do Rio de Janeiro Cláudio Castro.

Segundo as informações do Jornal o Globo, a equipe de Alexandre de Moraes, de forma autoritária, acabou impondo quais os integrantes do governo fluminense poderiam participar da audiência.

Em termos formais, a audiência visa buscar esclarecimentos do governador Cláudio Castro sobre a operação policial, que resultou em mais de 120 mortos nos Complexos do Alemão e da Penha.

O que a imprensa comprada e negociada não está falando, é que a interferência de Alexandre de Moraes por ser o relator da “ADPF das Favelas”, é uma ação que pode afastar o governador Cláudio Castro do cargo devido ao resultado da operação policial, como aconteceu com o Governador do Distrito Federal Ibanes Rocha, após os atos de 8 de janeiro em Brasília.

Comprovadamente, o governo Lula não atendeu aos requerimentos do governador Cláudio Castro, onde se pediu o apoio federal para realizar a operação; e, que a Polícia Federal tinha conhecimento de que a operação se realizaria nos próximos dias.

Ao que tudo indica, a audiência que se realiza na presente data, é mais uma ação política do STF que se encontra devidamente orientada pelo governo Lula, com o claro objetivo de evitar o crescimento político do governador Cláudio Castro para a eleições de 2026.

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