SERGIO MORO DEVERIA SABER QUE O SISTEMA DA ESQUERDA IRIA SE VINGAR.

Na Operação Lava a Jato, muitos políticos e empresários poderosos sofreram com as ações das operações comandadas pelo então Juiz Sergio Moro.

É claro, que tal afronta não ficaria sem resposta caso políticos e empresários conseguissem escapar das decisões judiciais de Sergio Moro.

Sergio Moro deveria saber, que os ministros do STF foram indicados em sua maioria pelos governos petistas.

Assim, as decisões de Sergio Moro contra os políticos e empresários terminariam sendo apreciadas pelo STF, que é a última instância do Poder Judiciário brasileiro.

Isso eram “favas contadas”!

O primeiro erro de Sergio Moro foi ter pedido exoneração do cargo de Juiz Federal para ser Ministro de Estado. Estando no cargo de Juiz Federal, Sérgio Moro teria a proteção do Poder Judiciário contra a vingança da organização criminosa petista.

O segundo erro de Sergio Moro foi ter se demitido do Governo Bolsonaro. Uma vez que não possuía mais a proteção do cargo de Juiz Federal, Sergio Moro deveria ter imaginado que seria um alvo fácil do aparelhamento petista.

Se tivesse continuado como ministro do Governo Bolsonaro, Sergio Moro poderia neste momento ser candidato a Vice-Presidente na chapa de 2022.

O Presidente da República levava Sergio Moro em muitos eventos públicos, com objetivo claro de o promove-lo como seu braço direito e nome certo na próxima sucessão presidencial.

No entanto, Sergio Moro parece não ter entendido a estratégia de Bolsonaro, ou não quis saber de ser apadrinhado pelo Presidente da República.

Assim, Sergio Moro saiu do governo em uma clara manobra política visando as eleições de 2022.

A estratégia de Sergio Moro foi muito precipitada!

A partir do momento em que saiu do Governo Bolsonaro, Sergio Moro passou a ser visto como traidor pelos apoiadores de Bolsonaro; e passou a ser uma presa fácil para a esquerda, já que não tinha mais a proteção por ser Juiz Federal, e, muito menos por ser Ministro de Estado.

Já no começo do caminho de seu projeto político, Sergio Moro passou a encontrar sérias dificuldades para se estabelecer na política e manter a sua popularidade.

Isso já fica demostrado em seu primeiro passo. Sergio Moro saiu do país para prestar consultoria bem remunerada em um escritório de advocacia situado nos Estado Unidos, com clientes que haviam sido condenados por Sergio Moro na Operação Lava à jato.

Esta primeira empreitada foi considerada com um ato que comprovaria a parcialidade do juiz!

De volta ao Brasil, Sergio Moro foi cortejado como estrela pelo partido político PODEMOS, que o garantiu como seu candidato nas eleições presidenciais de 2022.

O partido gastou valores vultosos para impulsionar a candidatura de Sergio Moro.

No entanto, em mais um ato de traição política, Sergio Moro deixou o PODEMOS sem ao menos comunicar formalmente o partido, e, até mesmo agradecer o apoio e o dinheiro gasto com a sua pré-candidatura.

Ao deixar o PODEMOS, Sergio Moro seguiu para o partido União Brasil onde não teve o tratamento de estrela dado pelo PODEMOS, o que o deixou escanteado sem que ao menos pudesse saber em qual cargo poderia concorrer nas eleições de 2022.

Com o passar dos dias, Sergio Moro teve assegurada pelo União Brasil a sua candidatura ao Senado no Estado de São Paulo.

No entanto, Sergio Moro teve o registro de sua candidatura indeferida pelo TRE-SP, na primeira ação politica petista, já que a ação foi ajuizada pelo PT que pedia o indeferimento de sua candidatura, pela não comprovação do domicílio eleitoral naquele estado da federação.

Essa derrota fez com que Sergio Moro “voltasse às suas raízes”. Então, Sergio Moro voltou ao Paraná onde se notabilizou como juiz na Operação Lava à Jato para tentar uma candidatura qualquer pelo União Brasil.

Neste momento, Sérgio Moro já não tinha aquela popularidade de outrora, e mendigava o reconhecimento de seu nome pelo União Brasil como uma candidatura viável, e, que pudesse puxar muitos votos para o partido e outros candidatos.

Enfim, sem muita pompa e quase esquecido, Sérgio Moro conseguiu ser candidato ao Senado no estado do Paraná, uma candidatura que tem pouca empolgação por parte dos paranaenses.

Com isso, Sérgio Moro acreditava que estava tudo certo e que seus problemas haviam acabado.

Mas, Sérgio Moro deveria saber que ele sempre será um alvo da esquerda, inclusive, com prováveis atentados vindos do PT, que nutre raiva, rancor e um espirito de vingança interminável contra Sérgio Moro, por ele ousar acabar com o plano de poder petista.

Agora, com Sérgio Moro candidato ao Senado pelo Paraná, o PT faz uma nova investida ajuizando uma ação no TRE-PR, que resultou em uma ação de busca e apreensão na casa de Sérgio Moro, nos mesmos moldes e trejeitos das operações contra os petistas e empresários aliados ao PT determinadas por Sérgio Moro, enquanto comandava a Operação Lava à jato.

As ações petistas direcionadas ao Poder Judiciário parecem sempre ter razão aos olhos daqueles que julgam, ou a razão foi comprada pelas indicações petistas que levou pessoas e juízes aos cargos?

Os acontecimentos citados acima não servem de alerta apenas para Sérgio Moro, mas, para todos os brasileiros que sofrerão na pele as consequências por ousar combater a esquerda e seu plano de poder.

Que sirva de exemplo para Sérgio Moro e aos demais brasileiros, somente a união dos contrários à esquerda dará suporte para combate-la, enquanto a desunião somente enfraquecerá os contrários à esquerda permitindo a sua derrota e jamais conseguir.

Quem aparelha um estado é para nunca mais sair do poder, e, este não aceitará que os contrários ao seu plano fiquem sem punição, seja ela legal ou ilegal.

Fonte: https://www.cartacapital.com.br/cartaexpressa/moro-volta-a-reclamar-de-busca-e-apreensao-em-sua-casa-intimidaram-a-minha-filha/

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