O Voo Duplo Padrão: Por que o Jatinho de Nikolas Ferreira Causa Escândalo Enquanto o de Lula Virou Apenas um “Erro de Percurso”?

O Tribunal da Internet Tem Dois Pesos e Duas Medidas?

Na política brasileira, o meio de transporte de um líder diz muito sobre ele. Mas a forma como a imprensa e a militância reagem a esse transporte diz ainda mais sobre nós.

Recentemente, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) virou o alvo principal de um intenso escrutínio midiático. O motivo? Ter viajado, durante o segundo turno das eleições de 2022, em um jatinho ligado a Daniel Vorcaro, empresário e então CEO do Banco Master. A viagem, a convite de um pastor para a caravana “Juventude pelo Brasil”, ocorreu em um momento onde, segundo o deputado, não havia qualquer alerta público ou irregularidade conhecida sobre o proprietário da aeronave.

A reação? Uma tentativa imediata de assassinato de reputação. Manchetes incisivas, insinuações de corrupção e uma mobilização feroz nas redes sociais exigindo a “cabeça” política do parlamentar.

Agora, voltemos a fita para novembro de 2022.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) precisava ir à COP-27, no Egito. A escolha de transporte: o jatinho particular do empresário José Seripieri Junior. O detalhe crucial que diferencia as duas histórias? Seripieri Junior não era um desconhecido do noticiário policial; ele já havia sido preso em uma operação da Polícia Federal que investigava caixa 2.

Na época, colunistas como Josias de Souza, do UOL, até classificaram o ato como um “erro inacreditável” e “inaceitável”. Houve críticas pontuais na imprensa tradicional, sim. Mas onde estava o tribunal da internet? Onde estava a militância que hoje exige pureza absoluta?

A Anatomia do Duplo Padrão

O que observamos ao analisar esses dois casos não é apenas uma discussão sobre ética na política, mas um estudo de caso sobre o comportamento das massas e o direcionamento narrativo.

  1. O Peso do Passado: Lula viajou nas asas de um empresário com histórico na Justiça Eleitoral. Nikolas viajou em uma aeronave de um empresário que, à época dos fatos, não possuía condenações públicas que desabonassem uma carona de campanha.
  2. O Tratamento da Militância: No caso de Lula, a militância de esquerda e parte da base de apoio adotou a postura de “passar pano”, justificando a carona como uma necessidade diplomática ou minimizando o fato diante da vitória eleitoral. No caso de Nikolas, a mesma base atua como promotoria, juiz e carrasco, exigindo o cancelamento sumário do deputado.
  3. A Narrativa Midiática: Enquanto o episódio de Lula foi tratado por muitos veículos como uma “gafe política” ou um “deslize de relações públicas”, o caso de Nikolas é frequentemente enquadrado com ares de escândalo estrutural.

A Verdadeira Questão

Se a moralidade na política deve ser uma régua nivelada, por que ela entorta dependendo de quem está sentado na poltrona do jatinho?

O assassinato de reputações tornou-se uma ferramenta seletiva. Quando o alvo é um adversário ideológico, a presunção de culpa é imediata e a destruição da imagem é o objetivo final. Quando o protagonista é um aliado, o benefício da dúvida impera e o erro é rapidamente varrido para debaixo do tapete da “governabilidade”.

Para o eleitor que acompanha o noticiário, fica a reflexão: estamos realmente preocupados com a ética dos nossos políticos, ou apenas usamos a ética como um porrete para bater naqueles de quem não gostamos?

A CORAGEM PARA ENFRENTAR A DITADURA DO STF

Segundo a matéria citada ao final, o Telegram parece ser a primeira das bigs techs, a não cumprir as decisões incomstitucionais do ministro Alexandre de Moraes.

Porém, a coragem do Telegram em combater os atos ditatoriais dos tribunais superiores se apresentou tardiamente, pois, se este ato nobre tivesse ocorrido antes e durante o pleito eleitoral, o Brasil não estaria sob um governo de esquerada.

Não precisa mencionar, que as decisões incomstitucionais de Alexandre de Moraes, contra os grupos de direita na plataforma do Telegram afetou a candidatura de Jair Bolsonaro, que se utilizava do Telegram para propaganda eleitoral de sua candidatura, já que não tinha o mesmo espaço na grande mídia dado ao outro candidato.

Portanto, as inconstitucionalidades sobre o Telegram já estão sendo praticadas há muito tempo pelo ministro Alexandre de Moraes, mas, a coragem tardia da plataforma em combater o desrespeito aos direitos humanos beira a covardia, pois, a sua omissão prejudicou o pleito eleitoral.

Fonte: https://revistaoeste.com/brasil/telegram-critica-moraes-e-nao-cumpre-bloqueio-contra-nikolas-ferreira/

A OPRESSÃO DOS OPOSITORES POLÍTICOS NO BRASIL FAZ PARTE DO PLANO DA IMPLATAÇÃO DA DITADURA NO BRASIL.

As práticas e decisões adotadas pelos tribunais superiores sempre tiveram objetivos muito claros.

Primeiro, os ministros militantes garantiram que o Presidente Bolsonaro não conseguisse governar e implantar as suas pautas, que foram aprovadas pela maioria do povo nas eleições de 2018.

Em seguida, os mesmos ministros cuidaram para Lula fosse solto, em mais uma manobra jurídica que contrariou a Constituição Federal e o bom direito.

Posteriormente, os tribunais superiores garantiram que Lula pudesse ser candidato nas eleições de 2022, ao anularem os processos e condenações contra ele, o tornando “ficha limpa”.

Não bastasse tudo isso, os ministros militantes atuaram politicamente para impedir a aprovação do voto impresso e auditável, mesmo sendo vedado pelas leis vigentes, que ministros atuem politicamente.

Durante as eleições de 2022, o Ministro Alexandre de Moraes Presidente do TSE agiu de forma parcial e militante ao ajudar a candidatura de Lula com suas decisões. Para isso, o ministro perseguiu os apoiadores do então candidato Bolsonaro e seus meios de divulgação, as redes sociais.

O objetivo do ministro presidente do TSE foi sufocar as informações e as propagandas eleitorais vindas das redes sociais, o maior meio de divulgação do candidato Bolsonaro.

Enquanto isso, a campanha de Lula propagava noticiais falsas sobre Bolsonaro; e, até mesmo, em seus programas de rádio veiculava a sua propaganda eleitoral no Nordeste, por mais tempo o que desiquilibrou a eleição naquela região do país.

Com tudo isso, o resultado das eleições de 2022 não poderia ser outro, o preferido dos tribunais superiores “venceu” as eleições.

A divulgação do resultado das eleições de 2022 gerou revolta e indignação na maioria do povo brasileiro, que saíram às ruas em protesto permanecendo até a presente data.

Para quem achava que a atuação dos tribunais militantes cessaria com a eleição de seu preferido e protegido, os ministros do STF e do TSE iniciaram mais uma ofensiva contra as manifestações pacíficas e constitucionais.

Em seguida, novas decisões foram proferidas, primeiro, contra os manifestantes e seus financiadores, em seguida, contra as tentativas do partido de Bolsonaro de contestar legalmente os resultados das eleições.

Todo o tipo de artimanha jurídica sem amparo ilegal foram aplicadas contra os manifestantes, desde a censura de suas redes sociais, multas impagáveis e até mesmo prisões arbitrárias.

É a atuação dos ministros militantes, na manutenção do pensamento único e da ideologia política única, ou seja, a ideologia da esquerda.

O objetivo da esquerda e de seus tribunais superiores sempre foi exterminar com a ideologia política de direita, pois, os políticos de esquerda estabeleceram a partir de 1985, que o Brasil teria apenas um pensamento e uma ideologia política, a ideologia de esquerda.

Neste momento, os apoiadores de Bolsonaro aguardam o posicionamento de seu líder, sobre o que eles devem fazer ou se ele mesmo fará algo.

Cabe salientar, que Bolsonaro afirmou durante a campanha eleitoral de 2018 que governaria o Brasil com o artigo 142 da Constituição Federal “em baixo do braço”. Além disso, durante todo o seu governo fez questão de alimentar os seus eleitores, sobre uma possível ação dele e das Forças Armadas contra as ilegalidades dos tribunais superiores. Por fim, os brasileiros alimentados com essa esperança sustentaram o governo de Bolsonaro indo para as ruas sempre que o presidente pedia o apoio popular.

Não há dúvidas de que este apoio do povo, não permitiu que Bolsonaro fosse afastado do cargo em um processo de impeachment.

Mesmo com todo esse apoio até este momento, o Presidente Bolsonaro nada fala aos seus apoiadores sobre os próximos passos.

Enquanto isso, os seus apoiadores estão nas ruas há 57 dias, em uma união de brasileiros de bem que o país há muito tempo não tem presenciado.

Mas, o aparelhamento petista nos tribunais superiores avança sem dó nem piedade contrariando a Constituição Federal e as leis vigentes. Agora, os ministros militantes querem criminalizar o direito de manifestação garantida na Constituição Federal, apenas, porque não concordam com seus pleitos.

As pessoas que pensam diferente dos ideais petistas e propagam as suas ideias nas redes sociais, neste momento continuam sendo perseguidas pelos tribunais superiores de esquerda.

Por isso, os contrários continuam sendo censurados e presos, sob o argumento de que não se pode discordar do resultado das eleições de 2022 e do processo eleitoral.

As mesmas perseguições dos tribunais superiores estão sendo violentamente e inconstitucionalmente empregadas, contra aqueles que estão nas ruas pedindo a única solução que eles acreditam, ou seja, o emprego das Forças Armadas como disciplina o artigo 142 da CF e a Lei Complementar 97/99.

Como pode perseguirem pessoas por pedirem a execução de um dispositivo constitucional e legal? Não foram estas pessoas que fizeram os dispositivos constitucionais e legais, elas apenas estão pedindo o seu cumprimento!

Neste momento, somente o povo está no campo de batalha para defender o país, sob os ataques inconstitucionais e tiranos dos tribunais superiores, na esperança de que o seu líder venha a recobrar a coragem dos tempos de Deputado Federal; e que as Forças Armadas provem que também não foram cooptadas pela esquerda durante seus governos.

O QUE SIGNIFICA O CHORO DE BOLSONARO?

Desde que Jair Messias Bolsonaro “perdeu” as eleições presidenciais de 2022, o Presidente do Brasil não se pronuncia como fazia antes do resultado das eleições.

O homem que possui um capital político de mais de 58 milhões de votos, desde o resultado das eleições de 2022 deixou de liderar publicamente os seus aliados políticos, eleitores e seguidores.

Por que Bolsonaro está calado?

Muitos alegam, que o Presidente do Brasil está silente, porque articula uma grande estratégia para restabelecer a legalidade e a soberania nacional, que foi extirpada com as fraudes nas eleições de 2022.

De outro lado, a esquerda e seus periódicos afirmam, que o Presidente do Brasil está abatido, e, com medo de ser preso após o fim de seu mandato.

Desde a divulgação do resultado das eleições de 2022, os eleitores de Bolsonaro estão nas ruas pedindo que seja acionado o artigo 142 da Constituição Federal, para o restabelecimento da correta aplicação da lei e da manutenção da ordem pública.

Essas manifestações legítimas e constitucionais que crescem em todo o país, desde o começo estão sendo tratadas como atos golpistas e antidemocráticos pela esquerda, pelos tribunais superiores e pela imprensa.

Por isso, eleitores, deputados e senadores aliados de Bolsonaro estão sendo censurados por suas falas nas redes sociais.

Diante dos fatos mencionados fica a pergunta: o silêncio de Bolsonaro é algo bom para ele e para seus aliados políticos?

Na nossa opinião, se o silencio de Bolsonaro não é proposital para a execução de medidas constitucionais, que irão restabelecer a constitucionalidade e a legalidade no país, este silêncio será um caminho certo para o enforcamento político de Bolsonaro.

O atual Presidente da República sabe muito bem, que se nada for feito por ele ainda no exercício do seu mandato, a sua prisão é quase certa a partir de 2023. A afirmação encontra respaldo na atuação militante dos ministros dos tribunais superiores alinhados com a esquerda.

Sem contar, que além de uma possível prisão, Bolsonaro pode ter os seus direitos políticos cassados, em mais uma de tantas manobras jurídicas dos tribunais superiores, o que o impedirá de ser candidato em 2026.

Assim, tanto uma prisão arbitrária como a perda de seus direitos políticos, não permitirão que Bolsonaro atue no meio político liderando a oposição.

A esquerda não dará chance, para que Bolsonaro se torne o maior articulador da oposição a partir de 2023, haja vista, que a esquerda não permitirá a perda do poder presidencial como ocorreu em 2018.

Portanto, se não houver uma estratégia institucional em curso por parte de Bolsonaro, a sua inatividade poderá ser um ato de espera que culminará com a sua degola pessoal e política.

Noutro sentido, o silêncio de Bolsonaro pode ser uma constatação dolorida do que o espera a partir de 2023. Não restam dúvidas, de que Bolsonaro será perseguido politicamente pela esquerda. Mas, Bolsonaro está acostumado com os embates políticos, tanto que estes foram os instrumentos que o levaram à Presidência da República.

Mas, na atual ditadura dos tribunais superiores, os embates políticos foram criminalizados pelos togados, que aos poucos vão perseguindo, oprimindo, calando e prendendo todos aqueles que se pronunciam contra os ideais esquerdistas e seus planos.

Por isso, Bolsonaro deve estar temendo ser usado como o maior exemplo, de que não se pode tentar obstar os planos petistas de poder.

Bolsonaro deve saber neste momento, que a sua sobrevivência pessoal e política está em risco, pois, o aparelhamento dos tribunais superiores já provou que não dará trégua aos seus opositores políticos.

Caso Bolsonaro não tenha “cartas na manga”, a sua morte política poderá ocorrer de forma vigorosa a partir de 31 de dezembro de 2022, pois, o atual presidente se caracterizou por falas fortes e pelo enfrentamento destemido da esquerda. Tal postura sempre norteou os seus aliados políticos; e fez com que Bolsonaro fosse eleito nas eleições presidenciais de 2018.

Assim, se Bolsonaro não se posicionar e falar o mais rápido possível aos seus aliados e eleitores, estes perderão a confiança no mandatário, o que gerará a sua morte política e a incapacidade de influenciar os eleitores.

Deste modo, o choro de Bolsonaro parece ser o resultado de sua indignação com as perseguições sofridas durante seu mandato. Além disso, o pranto parece mostrar a sua impotência para enfrentar o sistema, como ele fazia abertamente no Congresso Nacional. Por fim, o estado emocional de Bolsonaro pode ter relação com a falta de apoio para tomar as decisões necessárias no momento mais crítico de seu governo.

Para concluir, Bolsonaro não tem muitas alternativas, ou ele age contra a esquerda e seu aparelhamento ou assume a sua morte pessoal e política.

Fonte:  https://www.cnnbrasil.com.br/politica/bolsonaro-chora-em-cerimonia-das-forcas-armadas/

A DITADURA DOS TRIBUNAIS SUPERIORES NÃO RECUA; E NÃO HÁ NINGUÉM PARA DEFENDER O POVO E O BRASIL.

A Deputada Carla Zambelli, é mais uma de tantos outros brasileiros que estão sendo cassados, por requerer o que está na Constituição Federal e por questionar o resultado das eleições de 2022.

A polícia política do STF e do TSE cassou as redes sociais da Deputada Federal, por se pronunciar favoravelmente sobre a possibilidade do acionamento do artigo 142 da Constituição Federal. Além disso, a mesma parlamentar se manifestou sobre possíveis irregularidades nas eleições de 2022. Cabe lembrar, que se manifestar livremente deveria ser um direito dos brasileiros, e, principalmente, de um congressista eleito pelo povo.

Agora, o Ministro Alexandre de Moraes insiste em seus atos ditatoriais ao arrepio da lei, como a manutenção da censura nas redes sociais da Deputada Carla Zambelli, sob o fundamento ilegal, de que a deputada continua a pedir o artigo 142 da CF e de questionar o resultado das eleições de 2022.

Cabe abrir um parêntese neste momento, para mencionar que a Deputada Bia Kicis também teve as suas redes sociais censuradas pelo mesmo ministro do STF e do TSE, sob os mesmos argumentos.

As inconstitucionalidades e as ilegalidades praticadas pelo Ministro Alexandre de Moraes saltam aos olhos e são repudiadas por qualquer aluno que cursa o segundo ano do curso de direito.

Entretanto, nenhum integrante do Ministério Público Federal, principalmente, do Procurador Geral da República se manifesta sobre as ilegalidades do ministro.

Cabe lembrar, que o Ministério Público seja ele dos estados ou da união, não podem se esquivar e se omitir diante do descumprimento da Constituição e das leis vigentes.

A omissão dos integrantes do Ministério Público sobre a ocorrência de ilegalidades, é tipificado como crime descrito no artigo 319 do Código Penal, ou seja, a prevaricação do servidor público diante de uma ilegalidade.

O quadro atual no Brasil é algo jamais imaginado ou visto pelos brasileiros. E até o momento, não há nenhum movimento daqueles que têm o dever de defender a aplicação da lei e manter a ordem no Brasil.

Se nada for feito pelas instituições brasileiras, não restará outro caminho ao povo a não ser se rebelar contra a ditadura que se encontra implantada no país.

Fonte:  https://cultura.uol.com.br/noticias/54174_moraes-mantem-bloqueio-de-perfis-de-carla-zambelli.html

O QUE HÁ DE PIOR ESTÁ NO NOVO GOVERNO LULA

A suposta vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022, já mostra o que será o Brasil nos próximos quatro anos.

O assistencialismo vai voltar a todo o vapor, o mesmo assistencialismo criado pelo PT que o Brasil não vai se libertar nunca mais, pois, enquanto houver seus dependentes, o PT vai garantir milhões de votos nesta classe social.

O respeito ao teto de gastos públicos determinado em lei, já foi ignorado e desrespeitado com a tal PEC da Transição.

Além disso, o novo governo Lula trará todos os seus antigos aliados. Alguns deles podem aparecer no governo sem problemas, enquanto outros que não podem aparecer estarão ditando as regras nos porões de Brasília.

Conforme se pode comprovar na publicação citada no final deste texto, os nomes da equipe de transição do novo governo, são os mesmos que o povo de bem não suporta ouvir sequer os seus nomes. Confira na matéria.

Mas, neste momento iremos abrir um parêntese muito importante.

Na equipe de transição de Lula está um nome muto conhecido pela direita brasileira. Sim, nós estamos falando do senhor Alexandre Frota.

O Deputado Federal que não foi reeleito, finalmente mostra mais uma de suas facetas ao integrar o futuro Governo Lula.

Ele rumou da direita para a esquerda, o que mostra muito bem o seu verdadeiro caráter; além do fato de que em política não há ideologia e nem ética, mas, apenas, o objetivo de se ter poder e dinheiro a qualquer custo.

Como ele não foi reeleito, Alexandre Frota buscou a chamada “boquinha” no novo governo, para se manter no poder mesmo sem o voto do povo.

Agora fica a pergunta: quais os deputados e os senadores eleitos pela direita para 2023 tomarão o mesmo caminho de Alexandre Frota?


Fonte:  https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2022/11/22/anuncio-equipe-governo-de-transicao-geraldo-alckmin.htm

O JORNALISMO BRASILEIRO COMPROMETIDO COM O PLANO DE PODER PETISTA.

A imprensa brasileira deveria retratar os fatos ocorridos no Brasil. Além disso, a imprensa deveria investigar todos os fatos por menores que sejam, até que se chegue a uma conclusão final sobre a sua veracidade ou falsidade.

No entanto, há muitos anos, a imprensa brasileira se comprometeu com os governos, políticos e os seus planos de poder.

Assim, a imprensa brasileira sempre agiu como uma espécie de braço militante, daqueles que pagam bem as verbas publicitárias que sustentam vários veículos de imprensa.

Neste momento, as eleições brasileiras estão sob diversos questionamentos do povo que apresentam argumentos críveis. Deste modo, esses questionamentos que envolvem as eleições deveriam ser investigados pelas instituições, mas, principalmente, pela grande imprensa.

No entanto, a imprensa brasileira fecha os olhos propositalmente para fatos de enorme gravidade, com o objetivo de ocultá-los e de impedir que tais fatos alcancem a repercussão nacional.

Não é esse o papel de uma imprensa séria!

Na publicação citada abaixo este cenário fica claro, pois, a imprensa sequer discute e analisa os fatos que envolvem possíveis irregularidades das eleições de 2022, se resumindo em afirmar que as alegações não possuem provas.

Para que a imprensa brasileira pudesse afirmar, que não se tem provas sobre possíveis irregularidades nas eleições de 2022, a mesma imprensa deveria ter acesso amplo ao sistema eleitoral, o que nem as instituições fiscalizadoras tiveram.

Desta forma, a afirmação da imprensa, de que as alegações de irregularidades nas eleições de 2022 não possuem provas, não merecem credibilidade.

Como pode qualquer jornalista afirmar, que não há fraude e que não há provas de fraude no processo eleitoral, sem estar presente na montagem e na fiscalização de todo o processo?

Portanto, o que faz a imprensa é deixar de investigar os assuntos de interesse nacional, além de fazer colocações que nem eles podem comprovar.

Fonte: https://www.estadao.com.br/politica/sem-prova-de-fraude-bolsonaro-e-pl-pedem-para-que-urnas-antigas-sejam-invalidadas/?utm_source=twitter:newsfeed&utm_medium=social-organic&utm_campaign=redes-sociais:112022:e&utm_content=:::&utm_term=

O FUTURO GOVERNO LULA E A SUA IRRESPONSABILIDADE COM O PÁIS

Luiz Inácio Lula da Silva nem tomou posse, mas, já começou a desrespeitar as leis e agir de forma irresponsável com as finanças brasileiras.

Em 2016, o Congresso Nacional promulgou a Emenda Constitucional do Teto dos Gastos Públicos, que passou a ter vigência a partir de 2017.

O teto dos gastos públicos visa impedir que o Governo Federal gaste mais do que arrecada, ou seja, o teto dos gastos públicos tem como objetivo colocar e manter as contas públicas em dia.

Assim, o teto dos gastos não algo ruim para o país.

Durante o Governo Bolsonaro, o teto dos gastos foi respeitado, até porque, se o Governo Federal não respeitasse o teto dos gastos, a esquerda ajuizaria um pedido de impeachment do Presidente Bolsonaro.

Mas, o Governo Bolsonaro propôs as PECs Emergencial e dos Precatórios, que foi votada e promulgada pelo Congresso Nacional.

As Emendas Constitucionais tinham como objetivo cobrir gastos emergenciais com a pandemia; e pagar as dívidas da União, que são frutos de muitas ações judiciais ao longo dos anos, que a União foi condenada e que não cabia mais recursos, ou seja, essas dívidas tinham que serem pagas.

Além disso, a emenda dos precatórios possibilitou que houvesse a redução do ICMS dos combustíveis, o que gerou a redução do preço dos combustíveis no ato da compra pelos consumidores.

Por fim, a emenda dos precatórios também possibilitou o pagamento dos diversos auxílios sociais aos brasileiros.

Diante dos argumentos mencionados, o Governo Bolsonaro furou o teto dos gastos por meio das emendas citadas, mas, isso ocorreu por necessidade e não por politicagem, como quer fazer o futuro Governo Lula.

Cabe salientar, e isso é o cerne da questão, que as emendas promulgadas no Governo Bolsonaro não representam nem a metade dos gastos propostos pela PEC da Transição do futuro Governo Lula.

A publicação citada no final deste artigo mostra, que a PEC da Transição vai furar o teto dos gatos em 197 bilhões, sem a contabilização dos gastos com o Bolsa Família, que também irá furar ainda mais o teto dos gastos.

Então, o novo governo vai endividar o Brasil, o que colocará as contas públicas em déficit.

Este acontecimento será catastrófico para o país, mas, a imprensa não fala a respeito esclarecendo os brasileiros.

Neste momento, nós passamos a citar um exemplo muito simples para o entendimento de todos a respeito desta questão:

A coisa é muito simples. Se você gasta mais do que você ganha, em determinado momento o seu poder de compra será reduzido, e, mais a frente ele irá desaparecer.

Isso gerará a ausência de recursos para que você possa comprar coisas simples, como a alimentação e demais itens de primeira necessidade. Além disso, por conta do endividamento você não terá mais crédito no mercado, o que vai limitar a sua possibilidade de investimento.

Não precisa ser um gênio em economia, para saber que este quadro resultará na sua falência!

Espero que tenha ficado claro o exemplo citado acima.

Mas voltando a falar da PEC da Transição, a sua aprovação vai elevar a taxa de juros (Taxa Selic), o que vai impedir a economia brasileira de crescer, sem contar, que é uma forma de afastar os investimentos externos, além do país perder a confiança de investidores no compromisso do governo com a responsabilidade fiscal.

Segue ao final deste artigo, um link para que os leitores possam se aprofundar no assunto.

Em conclusão, o Brasil que vinha desde 2017 no rumo da responsabilidade fiscal, de crescimento da economia e atraindo investidores, com o novo governo petista vai retroagir aos patamares do início do Governo Temer.

Fontes: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2022/11/pec-da-transicao-alem-de-bolsa-familia-doacoes-ambientais-excesso-de-arrecadacao-e-receita-de-universidade-ficam-fora-do-teto.ghtml

UM PAÍS QUE NÃO É CAPAZ DE RESOLVER OS SEUS PRÓPRIOS PROBLEMAS, NÃO TERÁ O RESPEITO DOS DEMAIS PAÍSES DO MUNDO.

As autoridades brasileiras têm pleno conhecimento da perseguição de pessoas por suas convicções políticas.

Do mesmo modo, as mesmas autoridades têm conhecimento de que a liberdade de expressão dos cidadãos brasileiros foi relativizada ou tolhida em muitos casos, porque essas pessoas pensam de forma diferente ao que prega a esquerda e os seus ministros indicados aos tribunais superiores.

As autoridades brasileiras sabem, que em determinado momento das eleições de 2022, o TSE instituiu a censura prévia e temporária, o que contraria a Constituição Federal em seus termos.

E por fim, as autoridades do Brasil sabem, que os ministros dos tribunais superiores brasileiros passaram a agir politicamente, ao invés de julgar processos, inclusive, com uma ação pontual do Ministro Luís Roberto Barroso, que fez ativismo político no Congresso Nacional contra o projeto do voto impresso aditável.

Pois, bem, os fatos mencionados comprovam o descumprimento da Constituição Federal e das leis vigentes no Brasil.

Cabe frisar, que em nenhum momento as autoridades brasileiras tomaram alguma providência sobre os problemas relatados, que são largamente conhecidos em âmbito nacional.

Todas as autoridades brasileiras eleitas ou não devem cumprir a Constituição Federal e as leis.

No entanto, algumas autoridades brasileiras possuem o dever de agir diante do descumprimento da Constituição Federal e as leis.

É o caso do Ministério Público, sendo esta instituição estadual ou federal. Estas autoridades agir imediatamente ao tomar conhecimento sobre a prática de ilegalidades. Uma vez tomando conhecimento de ilegalidades, esta instituição deve propor as ações penais e civis cabíveis, na defesa do cumprimento das leis e dos direitos coletivos e difusos, ou seja, na defesa da sociedade.

O engraçado, é que estas autoridades têm conhecimento dos atos dos ministros dos tribunais superiores que descumprem a Carta Magma e as leis, mas, nenhuma ação foi tomada em uma conduta típica de prevaricação.

Como as autoridades brasileiras não tomam as providências cabíveis sobre o arbítrio dos ministros dos tribunais superiores, uma Deputada Federal teve que sair do Brasil para fazer uma denúncia em uma das cortes internacionais, sobre os diversos fatos que descumprem direitos internacionais dos seres humanos.

Nós estamos falando da Deputada Carla Zambelli. Ela está neste momento expondo as irregularidades e ilegalidades ocorridas no Brasil à Corte Internacional dos Direitos Humanos. Para o Brasil isso é humilhante e expõe a fraqueza e a omissão das instituições brasileiras.

Não se sabe, se os pleitos da Deputada Federal serão julgados procedentes, o que resolveria em parte os problemas brasileiros.

Mas, o simples fato de o Brasil não conseguir resolver os seus problemas internos por omissão das autoridades brasileiras, é uma péssima imagem que está sendo mostrada aos países sérios do mundo.

É como um cidadão ter um problema familiar, e necessitar que um terceiro o resolva como um mediador ou até mesmo um interventor da vida alheia.

No entanto, mesmo sendo uma vergonha nacional perante a comunidade internacional, não resta alternativa aos brasileiros do que pedir ajuda àqueles que possam resolver os flagrantes problemas brasileiros.

Um país que não resolve os seus próprios problemas e precisa de outros países para tanto, não poder afirmar que possui soberania nacional.

Veja a que ponto chegamos, por causa do plano de poder petista!

A partir de 2018 e nos anos seguintes, os brasileiros externaram nas urnas e nas ruas que não queriam que o PT voltasse a governar o país.

A voz das urnas e das ruas não foram ouvidas em nenhum momento pelas instituições, que ao contrário do que dizia o povo, estas instituições impuseram ao povo o seu escolhido.

As mesmas instituições para impor o seu escolhido tiveram que cercear direitos e garantias fundamentais, ou seja, elas calaram e cercearam os direitos constitucionais do povo, o que é vedado pelo tratado internacional que protege os direitos humanos.

Durante o Governo Bolsonaro, a esquerda e o seu braço de bestialização, a grande imprensa, sempre afirmaram que o Brasil passava vergonha no cenário internacional pela política de relações exteriores adotada por este governo.

O Governo Bolsonaro jamais ultrapassou os seus limites constitucionais, principalmente, com a interferência nos demais poderes da república. Além disso, o Poder Executivo jamais usou os seus poderes para cercear direitos e garantias fundamentais reconhecidos e protegidos internacionalmente.

Do outro lado, os ministros dos tribunais superiores atuam ao arrepio da lei, principalmente, no cerceamento dos direitos constitucionais protegidos internacionalmente.

Será que a Corte Internacional dos Direitos Humanos e os países sérios do mundo vão reconhecer as ilegalidades e punir os infratores, ou será que vão se alinhar a eles em mais um ato ditatorial e de exceção?

Fonte:  https://gazetabrasil.com.br/politica/2022/11/14/zambelli-denuncia-stf-a-comissao-de-direitos-humanos-da-oea/

O DIREITO DE MANIFESTAÇÃO DO POVO BRASILEIRO – A GARANTIA DO ESTADO DO DIREITO DE MANIFESTAÇÃO – A ATUAÇÃO DE GRUPOS TERRORISTAS CONTRA O DIREITO DE MANIFESTAÇÃO.

Com vitória questionável de Luís Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022, os brasileiros de bem tomaram as ruas do Brasil para protestar.

Em suma, os brasileiros de bem estão nas ruas para questionar o resultado das eleições; e o fato de ter que aturar a partir de 2023, um Presidente da República que foi condenado por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e etc.

Por conta das pautas reivindicadas, os manifestantes estão sendo marginalizados pelos poderes da república, pois, para eles os motivos das manifestações não são legítimos, e são considerados até como antidemocráticos.

Como pode os pleitos do povo serem considerados como ilegítimos e antidemocráticos?

Milhões de brasileiros estão nas ruas, sem que a grande imprensa faça a devida cobertura jornalística dos movimentos. A ausência de cobertura pela imprensa é algo inaceitável, haja vista, que cabe a imprensa noticiar os fatos que ocorrem no Brasil, e, não o que interessa a ela.

Este tipo de atuação da imprensa comprova a sua tão conhecida parcialidade!

Cabe mencionar, que a vontade do povo é soberana. Deste modo, as autoridades constituídas devem ouvir os pelitos do povo que estão vindo das ruas. Afinal, os manifestantes não deixam de ser o povo, que paga seus impostos custeando o país.

Até o momento, nenhuma autoridade se dignou a ouvir o povo que está nas ruas. Ao contrário disso, algumas autoridades estão chamando os manifestantes de criminosos, como se esses manifestantes não fossem cidadãos que custeiam o estado brasileiros.

Não faz muito tempo, que os políticos, principalmente, os políticos de esquerda sempre afirmaram que se deve ouvir a voz que vem das ruas.

Não bastasse os fatos mencionados até este momento, alguns movimentos conhecidamente terroristas voltaram a aparecer no Brasil desde que as manifestações se iniciaram.

Estes movimentos ligados a esquerda conhecidos como Antifas e MST, neste momento começam a aparecer no meio das manifestações. Inicialmente, a presença desses grupos tem assumido um caráter intimidatório.

Mas, já foi registrado nas redes sociais, que esses grupos já teriam sido convocados para debelar as manifestações com emprego de força própria.

Mas, esses grupos podem exercer este papel?

O direito de manifestação está descrito na Constituição Federal, sem ressalvas, e deveria ser respeitado por todos.

No entanto, os tribunais superiores estão há muito tempo desconsiderando e desrespeitando os direitos e garantias fundamentais descritos na Constituição Federal.

Em seus julgados, os tribunais superiores estão relativizando os direitos e garantias fundamentais, entre eles, o direito de manifestação e da liberdade de expressão, em um claro movimento de ativismo em prol do plano de poder do Partido dos Trabalhadores.

Assim, a liberdade de expressão e o direito de manifestação não pode ser diminuído ou tolhido pelo estado brasileiro, muito menos, com o emprego de tropas terroristas sob o comando indireto de partidos políticos de esquerda.

Portanto, o estado brasileiro deve garantir o direito de manifestação e de expressão aos brasileiros. Noutro sentido, o mesmo estado brasileiro deve combater os grupos terroristas que visam acabar com as manifestações, sem ter a legitimidade do estado e da lei para isso.

Se o estado brasileiro se manter inerte e omisso, e não assegurar o direito constitucional dos manifestantes, o estado brasileiro dá claros sinais que passou a ser um estado ditatorial que segue as premissas dos partidos políticos de esquerda.

A vontade do povo é soberana e deve estar representada pelos seus representantes eleitos, conforme o que dispõe o Parágrafo único do artigo 1º da Constituição Federal.

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