Alerta Vermelho na Democracia: 43% dos Brasileiros Não Confiam nas Urnas. O TSE Vai Ouvir ou Vai Silenciar?

Se a democracia fosse um banco, ela estaria enfrentando uma corrida aos saques hoje.

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta manhã pela coluna de Lauro Jardim (O Globo), realizada entre 5 e 9 de fevereiro, traz um dado que nenhum ministro, político ou cidadão pode ignorar: 43% dos brasileiros não confiam nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral.

Não estamos falando de uma minoria radical. Estamos falando de quase metade da população economicamente ativa e votante do país.

A Fratura Exposta da Legitimidade

No jornalismo e no direito, aprendemos que a legitimidade do poder não vem apenas da legalidade do processo, mas da aceitação social do resultado. Quando quatro em cada dez brasileiros entram na cabine de votação suspeitando que seu voto pode não ir para quem eles escolheram, o pacto social está quebrado.

Ignorar esse dado, ou pior, tratar essa desconfiança como “crime” ou “desinformação”, é o caminho mais rápido para o colapso institucional. A dúvida não se combate com martelo; combate-se com luz.

O Dever Constitucional da Transparência (Não é um Favor)

A Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 37, impõe à Administração Pública — o que inclui o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — o Princípio da Publicidade.

Publicidade não é apenas publicar editais no Diário Oficial. É tornar o processo compreensível, auditável e transparente para o homem comum, não apenas para especialistas em TI.

À luz da atual crise de confiança, a postura defensiva do TSE tem se mostrado contraproducente. A resposta para “eu não confio” não pode ser “cale-se”, mas sim “venha ver como funciona”.

O Que o TSE Precisa Fazer Agora (O Caminho da Lei)

Para sanar essa hemorragia de credibilidade, o TSE deve adotar medidas urgentes, amparadas na própria legislação eleitoral e no dever de garantir a “autenticidade do sistema eleitoral” (Código Eleitoral):

  1. Transparência Radical e Auditabilidade: A confiança só retornará com a materialidade. O TSE deve ampliar, e não restringir, os mecanismos de auditoria externa independente. Não apenas por partidos políticos, mas por entidades da sociedade civil, sem amarras ou “acordos de confidencialidade” que geram mais suspeitas.
  2. Fim do “Segredo de Justiça” Técnico: A abertura total do código-fonte e dos logs das urnas para a comunidade acadêmica e técnica internacional, sem as restrições de tempo e ambiente controlado que hoje existem, é vital. Quem não deve, não teme a lupa.
  3. Campanha de Educação, não de Intimidação: Em vez de gastar milhões em campanhas publicitárias que dizem “a urna é segura e ponto final”, o Tribunal deve investir em demonstração. A dúvida do eleitor é legítima. O papel do Estado é esclarecer, com paciência pedagógica, e não punir a dúvida.
  4. Respeito ao Artigo 5º (Liberdade de Expressão): Criticar o sistema, apontar falhas ou exigir melhorias é um direito fundamental. A criminalização da crítica ao sistema eleitoral apenas alimenta a narrativa de que “há algo a esconder”.

Conclusão: O Risco do Silêncio

O dado da Genial/Quaest é um sintoma, não a doença. A doença é o distanciamento entre as instituições e o povo.

Se o TSE continuar a tratar 43% da população como “inimigos do sistema” em vez de cidadãos preocupados, a eleição de 2026 corre o risco de ter um vencedor legal, mas uma vitória moralmente contestada. E uma democracia sem confiança é apenas uma burocracia cara.

A bola está com a Justiça Eleitoral. A pergunta é: eles vão jogar para a torcida (o povo) ou vão continuar jogando apenas para si mesmos?

O Sambódromo Virou Palanque: Quando a Homenagem Vira Comício Fora de Época

O repique dos tambores da Acadêmicos de Niterói hoje na Marquês de Sapucaí tentou abafar um som muito mais incômodo para a democracia brasileira: o ruído da propaganda eleitoral antecipada.

Sob o pretexto de “homenagem cultural”, assistimos a um espetáculo que, aos olhos da legislação, flerta perigosamente com o ilícito. A presença do Presidente Luís Inácio Lula da Silva, em pleno ano eleitoral de 2026, transformando a maior vitrine cultural do país em palanque pessoal, não é apenas folia. É estratégia política.

A Letra Fria da Lei vs. O Calor da Avenida

A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97) é cristalina. Em seu Artigo 36, ela determina que a propaganda eleitoral somente é permitida após o dia 15 de agosto do ano da eleição. Estamos em fevereiro.

Embora a defesa certamente invocará o Artigo 36-A — que permite a menção à pretensa candidatura e a exaltação das qualidades pessoais, desde que não haja “pedido explícito de votos” — a jurisprudência dos nossos tribunais superiores nos convida a olhar além das palavras mágicas.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os Tribunais Regionais (TREs) têm consolidado o entendimento de que o abuso de poder político e o uso indevido dos meios de comunicação configuram desequilíbrio no pleito.

A Quebra da “Paridade de Armas”

O princípio basilar do Direito Eleitoral é a paridade de armas (igualdade de oportunidades entre os candidatos).

Pergunto: Qual outro pré-candidato ou player político possui a máquina de uma Escola de Samba, transmissão em rede nacional e a estrutura de segurança e logística da Presidência da República para se promover em fevereiro?

A jurisprudência do TSE é pacífica no sentido de que a propaganda subliminar ou dissimulada, quando realizada com tamanha magnitude e com potencial de desequilibrar a disputa futura, deve ser coibida. Não é necessário que o Presidente pegue o microfone e diga “vote em mim”. A imagem dele, associada à grandiosidade do desfile, transmitida para milhões, constrói uma vantagem eleitoral que nenhum tempo de TV futuro poderá compensar.

O Veredito Jornalístico

Ao transformar a passarela do samba em extensão do Palácio do Planalto, a Acadêmicos de Niterói e o homenageado testam os limites da tolerância da Justiça Eleitoral.

O que vimos hoje não foi apenas carnaval. Foi um Showmício disfarçado de enredo. E se a Justiça Eleitoral mantiver a coerência de seus julgados sobre a lisura do pleito e o abuso de poder econômico e político, o desfile de hoje não deveria valer apenas notas dos jurados, mas sim uma rigorosa investigação judicial.

No Brasil, o ano só começa depois do Carnaval. Mas, pelo visto, a campanha de 2026 começou muito antes, sambando na cara da legislação.

GOVERNADOR TARCÍSIO DE FREITAS COLOCA EM RISCO O SEU MANDATO E A ELEIÇÃO DE RICARDO NUNES

Desde a eleição de Jair Bolsonaro em 2028, sempre se afirmou que a direita tinha uma estratégia institucional e política.

Duante o governo Bolsonaro, nenhuma estratégia alcançou o êxito prometido e esperado, até porque, o então Presidente da República perdeu a reeleição nas eleições de 2022. Desde então, Bolsonaro, aliados políticos e militantes estão sendo perseguidos institucionalmente.

Recentemente, o Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ao fazer um pronunciamento no domingo (27/10/2024), último dia do segundo turno nas eleições para a Prefeitura de São Paulo, ao lado do Prefeito de São Paulo e candidato, Ricardo Nunes, não tomou o devido cuidado que se deve ter em países sob regimes ditatoriais, como é o caso do Brasil.

Ao se pronunciar Tarcísio de Freitas afirmou, que facções criminosas haviam sido alvo de interceptações telefônicas pela polícia de São Paulo; e, que nestas ligações telefônicas teria sido disseminado um “salve geral” aos seus integrantes, para que incentivassem aos demais eleitores, a votar no candidato Guilherme Boulos do PSOL.

Com este pronunciamento, Tarcísio de Freitas deu uma arma valiosa aos seus algozes políticos da esquerda, o que pode gerar cassação do seu mandato e a chapa eleitoral de Ricardo Nunes, atual prefeito de São Paulo.

A imprensa militante de esquerda, políticos, partidos, grupo de advogados conhecido como Prerrogativas e o próprio Guilherme Boulos, logo em seguida ao pronunciamento de Tarcísio de Freitas ajuizaram ações judiciais na Justiça Eleitoral, com o objetivo de cassar Tarcísio de Freitas e Ricardo Nunes.

Tarcísio de Freitas deveria ter mostrado a prova de tal afirmação, logo em seguida a sua afirmação, o que impediria qualquer ação dos supostos atingidos.

Não foi isso que Tarcísio de Freitas fez.

Com isso, e considerando o aparelhamento do Poder Judiciário brasileiro, não se pode duvidar que Tarcísio de Freitas e Ricardo Nunes possam ser cassados, principalmente, porque qualquer processo ajuizado na Justiça Eleitoral poderá chegar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que possui um claro viés parcial, militante, político e de alinhamento ideológico com a oposição.

Se a afirmação de Tarcísio de Freitas, era uma estratégia política e eleitoral para ajudar Ricardo Nunes, e, a direita nas eleições municipais em São Paulo, esta conduta poderá trazer sérios prejuízos políticos e tirá-lo da disputa eleitoral para 2026.

Parece, que a direita e seus políticos não são bons apara elaborar estratégias políticas e institucionais.

AS FORÇAS ARMADAS FECHAM OS OLHOS PARA OS FATOS QUE OS BRASILEIROS VIRAM NOS ÚLTIMOS 4 ANOS

Não é de se estranhar a postura e a manifestação do Comandante Militar do Sudeste, após os acontecimentos posteriores ao segundo turno das eleições de 2022.

Atualmente, algum brasileiro acredita que as Forças Armadas ainda possuem alguma missão constitucional?

Se falarmos em termos constitucionais sim, pois, a carta magma descreve essa missão legal no artigo 142 da CF e na Lei Complementar nº 97/99.

Como se pode constatar na publicação citada ao final, mesmo com a atribuição constitucional das forças armadas em defender a pátria, garantir os poderes constitucionais a lei e a ordem, as Forças Armadas parecem não estarem dispostas a cumprir o seu dever.

É o que disse com outras palavras o Comandante Militar do Sudeste, o General de Exército Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva, em uma cerimônia de homenagem aos militares mortos no terremoto de 2010, no Haiti, senão vejamos:

“Ser militar é ser profissional, respeitar a hierarquia e a disciplina. É ser coeso, íntegro, ter espírito de corpo e defender a pátria. É ser uma instituição de Estado, apolítica e apartidária. Não interessa quem está no comando, a gente vai cumprir a missão do mesmo jeito“.

“[A democracia] é o regime do povo. Alternância de poder. É o voto, e quando a gente vota, tem que respeitar o resultado da urna. Não interessa. Tem que respeitar. É essa a convicção que a gente tem que ter, mesmo que a gente não goste. Nem sempre a gente gosta, nem sempre é o que a gente queria. Não interessa. Esse é o papel da instituição de Estado, da instituição que respeita os valores da pátria. Somos Estado”

As palavras do comandante militar do sudeste nos coloca a pensar:

Em que momento recente as forças armadas defenderam a pátria?

Há muito tempo, as forças armadas estão vivendo das poucas glorias do passado, o que não é nada de extraordinário se considerarmos às ultimas missões cumpridas pelas forças.

Portanto, a defesa da pátria é algo que as forças armadas há muito tempo não exercitam.

Em relação a ser uma instituição apolítica e apartidária, as palavras do comandante fogem da realidade. E ainda, a mesma declaração pode ser considerada como política, aliais, o que é repudiado pelo próprio comandante dentro da instituição.

Em nenhum momento das manifestações, que ocorreram após o segundo turno das eleições de 2022, os brasileiros jamais pediram aos militares que agissem de forma política ou partidária. O clamor dos brasileiros sempre foi baseado, na necessidade da volta da Constitucionalidade aos país surrupiada nos últimos anos pelos integrantes dos tribunais superiores.

É de conhecimento público e notório, que pessoas que ocupam atualmente os cargos de ministros nos tribunais superiores, não possuem compromisso com a constituição e com país.

Os atuais ministros, por meio de suas decisões demostram pouco apreço as leis em sentido amplo, mas, eles externam o enorme apreço em proferir decisões políticas.

Há muito tempo, os ministros dos tribunais superiores estão descumprindo a Constituição Federal, inclusive, em suas decisões relativizam ou tolhem os direitos e garantias fundamentais dos cidadãos brasileiros. Tais direitos não se encontram assegurados somente na carta magma, mas, também em tratados internacionais do quais o Brasil se comprometeu a cumprir.

Veja, os pedidos dos brasileiros feitos nas ruas e nas portas dos quartéis, jamais tiveram cunho político ou partidário. As manifestações do povo, sempre visaram a defesa do estado e das instituições democráticas, portanto, os brasileiros pedem às forças armadas uma ação constitucional e institucional, para defender a constituição, as instituições e acima de tudo a pátria.

Portanto, os objetivos políticos e partidários partem da fala do comandante que distorce os fatos visando atender demandas políticas do novo governo.

Em relação a fala do comandante, de que não importa quem seja o Presidente do Brasil, pois, as suas ordens serão cumpridas pelas forças armadas, uma coisa se torna clara aos brasileiros, senão vejamos:

A postura do comandante é um ato político e nada institucional.

Por exemplo, se em determinado momento chegar ao poder no Brasil um líder de uma organização criminosa, seja pelo voto ou por fraude, as forças armadas cumprirão as suas ordens?

Se a resposta for positiva, as forças armadas estarão descumprindo o princípio da legalidade e da moralidade estampados no artigo 37 da Constituição Federal, senão vejamos:

Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:

Conforme o texto citado acima, os servidores públicos, não podem desrespeitar os princípios constitucionais que devem ser observados pela administração pública.

Cabe lembrar, que os integrantes das forças armadas são servidores públicos como os demais, e eles que devem observar os princípios norteadores da administração pública

O servidor público só pode fazer aquilo que está previsto na lei!

Por isso, as afirmações do comandante do sudeste jamais deveriam ser proferidas, pois, elas em si já caracterizam a intenção de descumprir os preceitos constitucionais, o que é um absurdo vindo de oficial de alta patente do Exército Brasileiro.

No que concerne a fala do comandante, sobre o respeito ao voto, à urna e ao resultado das eleições, uma coisa deve ser esclarecida:

O respeito se constrói com boas práticas públicas. Tais práticas devem atender integralmente ao texto legal e a moralidade pública. Sendo assim, os administrados sentirão a segurança nos atos administrativos praticados.

Não sendo desta forma, o resultado é a desconfiança dos brasileiros que paira sobre o processo eleitoral, muitas vezes provocada por falas e condutas adotadas por aqueles que administram o processo.

Todos os procedimentos e processos devem ser respeitados e cumpridos, desde que os seus atos atendam os princípios da legalidade e da moralidade pública.

Portanto, as falas do comandante do sudeste destoam frontalmente do que descreve a Constituição Federal, o que em si demonstra falta de compromisso com a lei e o compromisso com a política e suas ideologias.

Por fim, a fala integral do comandante militar do sudeste mostra aos brasileiros, que a Constituição Federal e as leis brasileiras ficaram em segundo plano, em detrimento de um acordo político, que envolve uma instituição de estado, que não deveria fazer política, mas a faz porque não quer se envolver na resolução dos problemas nacionais.

Se os brasileiros acreditavam na retidão e no compromisso das forças armadas com o Brasil, as falas do comandante do sudeste provam, que a política contaminou o alto comando acabando com a regra inegociável do cumprimento do dever.

Fonte:  https://oantagonista.uol.com.br/brasil/comandante-militar-do-sudeste-ordena-respeito-as-eleicoes/

O JORNALISMO BRASILEIRO COMPROMETIDO COM O PLANO DE PODER PETISTA.

A imprensa brasileira deveria retratar os fatos ocorridos no Brasil. Além disso, a imprensa deveria investigar todos os fatos por menores que sejam, até que se chegue a uma conclusão final sobre a sua veracidade ou falsidade.

No entanto, há muitos anos, a imprensa brasileira se comprometeu com os governos, políticos e os seus planos de poder.

Assim, a imprensa brasileira sempre agiu como uma espécie de braço militante, daqueles que pagam bem as verbas publicitárias que sustentam vários veículos de imprensa.

Neste momento, as eleições brasileiras estão sob diversos questionamentos do povo que apresentam argumentos críveis. Deste modo, esses questionamentos que envolvem as eleições deveriam ser investigados pelas instituições, mas, principalmente, pela grande imprensa.

No entanto, a imprensa brasileira fecha os olhos propositalmente para fatos de enorme gravidade, com o objetivo de ocultá-los e de impedir que tais fatos alcancem a repercussão nacional.

Não é esse o papel de uma imprensa séria!

Na publicação citada abaixo este cenário fica claro, pois, a imprensa sequer discute e analisa os fatos que envolvem possíveis irregularidades das eleições de 2022, se resumindo em afirmar que as alegações não possuem provas.

Para que a imprensa brasileira pudesse afirmar, que não se tem provas sobre possíveis irregularidades nas eleições de 2022, a mesma imprensa deveria ter acesso amplo ao sistema eleitoral, o que nem as instituições fiscalizadoras tiveram.

Desta forma, a afirmação da imprensa, de que as alegações de irregularidades nas eleições de 2022 não possuem provas, não merecem credibilidade.

Como pode qualquer jornalista afirmar, que não há fraude e que não há provas de fraude no processo eleitoral, sem estar presente na montagem e na fiscalização de todo o processo?

Portanto, o que faz a imprensa é deixar de investigar os assuntos de interesse nacional, além de fazer colocações que nem eles podem comprovar.

Fonte: https://www.estadao.com.br/politica/sem-prova-de-fraude-bolsonaro-e-pl-pedem-para-que-urnas-antigas-sejam-invalidadas/?utm_source=twitter:newsfeed&utm_medium=social-organic&utm_campaign=redes-sociais:112022:e&utm_content=:::&utm_term=

O BRASIL NÃO VIVE UMA DEMOCRACIA – A VONTADE DA MAIORIA DO POVO NÃO ESTÁ SENDO RESPEITADA – A MINORIA ESTÁ IMPLANTADO UMA DITADURA

Não vou falar da apuração da eleição ocorrida em 30 de outubro de 2022.

Neste artigo eu irei falar um pouco da democracia brasileira.

Que democracia é essa que não atende a vontade da maioria do povo brasileiro?

Em 2018, os brasileiros elegeram Jair Messias Bolsonaro em um claro sinal de repúdio ao Partido dos Trabalhadores e a Luiz Inácio Lula da Silva.

Será que os brasileiros esqueceram a corrupção dos governos petistas ou mudaram radicalmente de entendimento sobre a irregularidades?

Não, a maioria dos brasileiros não querem o PT e o Lula governando o país!

Mas, tanto o PT quanto Lula contam com bons aliados, os ministros dos tribunais superiores.

Tais ministros foram indicados não para proferir decisões e Acórdãos de acordo com a Constituição Federal e com as leis vigentes, mas, para agirem em favor daqueles que os indicaram, ou seja, o Partido dos Trabalhadores e seus políticos.

Esses agentes garantiram a soltura de Lula que se encontrava preso por condenações penais da Operação Lava a Jato, para que ele pudesse fazer as suas articulações políticas.

Posteriormente, os agentes militantes arquitetaram uma decisão jurídica fora da normalidade legal para soltar Lula.

Na sequência dos atos judiciais militantes, os agentes militantes se encarregaram de destruir juridicamente a Operação Lava a Jato, por meio de decisões parciais e militantes do Supremo Tribunal Federal.

Por fim, os mesmos agentes em uma arquitetura completa para beneficiar Lula, por meio de uma decisão sem cabimento e sem fundamentação jurídica idônea decidiram anular todos os processos que impediam Lula de ser candidato.

Esses foram todos os atos militantes do plano para ajudar Lula a voltar ao poder, sem os requisitos que a lei exige.

Os agentes dos tribunais superiores não pararam por aí. Na sequência de seus atos militantes, os mesmos agentes se assumiram a missão de destruir o Governo Bolsonaro, e, uma boa parte daqueles que o apoiavam.

Para isso, os agentes militantes se encarregaram de diminuir os direitos constitucionais dos cidadãos que apoiavam o Governo Bolsonaro. Esses apoiadores tiveram o seu direito de livre expressão reduzido, e, em muitos casos suprimido, sem contar os vários casos de prisão por crime de opinião.

Por fim, os agentes militantes durante as eleições de 2022 não hesitaram em instituir a censura temporária durante o pleito, com o claro objetivo de diminuir as manifestações em apoio ao candidato Bolsonaro.

Cabe lembrar, que a censura não é permitida pelo texto constitucional!

Para cometerem as inconstitucionalidades citadas, os agentes militantes que ocupam os tribunais superiores, sempre usam o argumento canalha de que estão protegendo a Constituição Federal, o estado democrático de direito e a democracia.

Mas, como é possível acreditar, que esses agentes da esquerda travestidos de ministros podem estar defendendo o país, a democracia, o estado democrático de direito e as instituições, sendo que para isso, eles estão a todo tempo descumprindo a Constituição Federal e as leis em suas decisões judiciais?

Pois é, na verdade eles estão defendendo os interesses dos políticos de esquerda, sem temer as consequências.

As irregularidades dos agentes militantes chamados erradamente de ministros, não poderiam estar acontecendo e passar impugnes, afinal, segundo o texto constitucional o estado brasileiro é composto de um sistema de pesos e contrapesos.

Nesse sistema deve haver um perfeito equilíbrio entre os poderes, para que irregularidades como as que mencionamos jamais pudessem estar acontecendo.

Se o Brasil fosse um país sério, esses agentes militantes seriam destituídos de seus cargos, pois, a nação e os seus interesses estão acima de qualquer vontade pessoal e política de qualquer cidadão.

Entretanto, o Brasil permite que esses agentes atuem livremente sem medo de sofrer a punição devida.

A nenhum cidadão é dado o direito de ousar descumprir a constituição e a praticar ilegalidades!

Qualquer brasileiro que cometesse um por cento das irregularidades e as ilegalidades praticadas pelos agentes militantes dos tribunais superiores, não escaparia do devido processo legal e da responsabilização pelos seus atos.

O maior culpado pela não punição dos agentes militantes é o Procurador Geral da República (PGR), que tem o dever de denunciar qualquer ocupante de cargos dos Poderes da República que venha a descumprir a Constituição Federal e as leis.

No entanto, a omissão e a prevaricação do PGR, que também são crimes previstos na legislação penal, não serão denunciadas.

Cabe lembrar, que a responsabilidade de julgar os ministros dos tribunais superiores e o PGR compete ao Senado Federal.

Mas, o Senado Federal é um órgão político. Além disso, os senadores que deveriam julgar os integrantes dos tribunais superiores e o PGR, também podem ser denunciados e julgados pelas mesmas pessoas, conforme dispõe a Constituição Federal.

Entendeu agora, por que não há responsabilização dos ministros militantes e do PGR?

Bom, se os integrantes dos tribunais superiores não serão julgados pelos Senadores da República, por medo de que os mesmos ministros julguem os senadores em uma espécie de revanche institucional, o Brasil não possuir instrumentos para que os ministros militantes sejam responsabilizados.

Então a república está indefesa?

Não. Se os poderes e as instituições não estão funcionando para aplicar as leis e punir os responsáveis pelo cometimento de crimes contra a nação, uma ação institucional deve ser tomada.

Afinal, o país não pode sucumbir por conta de atos inconstitucionais e ilegais praticados por pessoas que ocupam altos cargos na república.

A pátria e a nação brasileira estão acima de qualquer interesse pessoal e político

Portanto, diante de atos contrários a ordem jurídica que estão sendo praticados por elementos do alto escalão da república, a nação precisa se defender com as armas constitucionais que possui.

A primeira arma, é a manifestação da maioria do povo para que a sua voz seja recebida pelos governantes, afinal, todo o poder emana do povo.

Em seguida, os poderes devem entrar em ação aplicando as medidas legais para defender a pátria, os poderes constitucionais e a garantia da lei e da ordem.

O Presidente da República tem competência constitucional para determinar as medidas necessárias, que se encontram descritas na Constituição Federal e na Lei Complementar 97/1999, senão vejamos:

Constituição Federal:

Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

Lei Complementar 97/99:

Art. 15. O emprego das Forças Armadas na defesa da Pátria e na garantia dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, e na participação em operações de paz, é de responsabilidade do Presidente da República, que determinará ao Ministro de Estado da Defesa a ativação de órgãos operacionais, observada a seguinte forma de subordinação:

  § 1o Compete ao Presidente da República a decisão do emprego das Forças Armadas, por iniciativa própria ou em atendimento a pedido manifestado por quaisquer dos poderes constitucionais, por intermédio dos Presidentes do Supremo Tribunal Federal, do Senado Federal ou da Câmara dos Deputados.

Veja, que o artigo constitucional e os artigos da lei são claros e objetivos; e não comportam interpretação diversa.

Portanto, o Presidente da República diante da atuação inconstitucional e ilegal dos agentes militantes dos tribunais superiores, não deve se esquivar de sua responsabilidade para devolver a ordem constitucional ao estado brasileiro.

Em outras palavras, o povo deve ser atendido fielmente em seus pleitos. A voz do povo deve ser dirigida aos seus representantes eleitos, e, não a meros indicados políticos. Os eleitos devem adotar todas as medidas necessárias, sem temor, com o objetivo de defender o país, os brasileiros, a Constituição Federal e o estado democrático de direito.

A REPÚBLICA QUE PREGA A TRANSPARÊNCIA, É A MESMA QUE AGE PARA BARRAR INVESTIGAÇÕES.

Há muito tempo os brasileiros questionam o resultado das pesquisas eleitorais.

Em 1985, Fernando Henrique Cardoso e Jânio Quadros disputavam a eleição para a Prefeitura de São Paulo.

Naquele momento, o Brasil tinha iniciado a Nova República com a tal reabertura política.

A campanha de FHC naquele momento contava com muita verba eleitoral. A riqueza dos recursos eleitorais de FHC que não se sabia ao certo de onde vinha, já estava sendo denunciada desde a eleição de 1982, quando Franco Montoro foi candidato ao Governo do Estado de São Paulo, pelo mesmo partido em que FHC era candidato em 1985, o PMDB.

O candidato Jânio Quadros tinha um apoio visto nas ruas e nos comícios, enquanto FHC não tinha a mesma desenvoltura junto ao povo da cidade de São Paulo.

Mas, os institutos de pesquisas, principalmente, o IBOPE que hoje chama-se IPEC, afirmavam que FHC tinha a preferência disparada das intenções de voto naquele pleito.

Durante toda a campanha eleitoral, Jânio Quadros atacou os institutos de pesquisas dizendo, que os números apresentados eram “falsos, mentirosos e desonestos”.

Inclusive, o dono do IBOPE afirmou que nem processaria judicialmente Jânio Quadros, pois, o considerava um louco.

Qualquer comparação com as críticas apresentadas por Bolsonaro em relação às pesquisas eleitorais atuais, não é mera coincidência.

Por fim, o resultado das urnas em 1985 foi apresentado na apuração, e Jânio Quadros foi declarado vencedor e se tornou Prefeito da cidade de São Paulo.

Veja, que os questionamentos sobre a confiabilidade e a lisura das pesquisas eleitorais não nasceram no Governo Bolsonaro.

Cabe lembrar aos brasileiros, que as pesquisas eleitorais são contratadas por partidos políticos e por grandes grupos que indiretamente governam o país, pois, este trabalho não é nada barato.

Ao contratar este serviço, o contratante é quem escolhe como e de que forma o trabalho será realizado.

E ainda, essas pesquisas não apontam em quais os locais foram feitas as consultas populares, sem limitando a dizer as cidades onde supostamente o levantamento foi realizado.

Por exemplo, não há como confirmar se as pessoas foram realmente consultadas e qual foi a sua resposta à pesquisa.

Portanto, as pesquisas não podem ser conferidas e auditadas.

As pesquisas eleitorais sempre tiveram o objetivo de manipular a opinião pública em favor de um determinado candidato, principalmente, os candidatos preferidos da imprensa e dos grandes grupos dominantes.

Infelizmente, muitos brasileiros se deixam levar pelo resultado das pesquisas eleitorais, o que muitas vezes define o voto do eleitor, em favor daquele que falsamente está sendo declarado como o líder nas pesquisas.

Os brasileiros ao se permitir ser manipulados pela vontade desses grupos, não exerce a sua vontade, mas, a vontade e o interesse destes grupos dominantes.

Os brasileiros precisam saber, que a partir de 1985 os grupos dominantes passaram a ser formados por políticos de esquerda, banqueiros e pela imprensa brasileira, pois, com o surgimento da Nova República era necessária a criação de novos grupos que “dariam as cartas no Brasil.

Diante do exposto até este momento, a conclusão que temos é muito clara e objetiva, os institutos de pesquisa são um dos braços desses grupos dominantes, que querem manipular a vontade do povo nas eleições definindo indiretamente os rumos que o Brasil deve tomar.

Por isso, como descreve a matéria citada abaixo, que a decisão judicial do TSE pelas mãos do Ministro Alexandre de Moraes é mais um ato dos grupos dominantes. A decisão da suprema corte eleitoral suspendeu a investigação que recentemente foi aberta.

Cabe lembrar, que a investigação iniciada não impediria que novas pesquisas eleitorais fossem realizadas, portanto, pelo menos inicialmente, não haveria prejuízo ao sistema de manipulação do voto dos eleitores brasileiros.

A investigação aberta pela PF e pelo CADE, não teria a mesma força das diversas decisões monocráticas dos ministros do STF e do TSE, que censuraram os cidadãos brasileiros e impediram atos do governo Bolsonaro de se realizarem, em um claro ativismo judicial em desacordo com a Constituição Federal e a legislação vigente.

A decisão do TSE é parcial e militante. Ela pretende evitar o que seria descoberto ao final da investigação, ou seja, que os institutos de pesquisa manipulam o livre convencimento do voto e o resultado das eleições em proveito de um candidato, que no momento é o candidato dos grupos dominantes, Luiz Inácio Lula da Silva.

Não tenham dúvidas, que durante os governos do PT, a manipulação da mente do nosso povo foi aperfeiçoada em diversos seguimentos, seja pela grande mídia que publica os assuntos que interessa aos grupos dominantes, seja pelos agentes espalhados nas instituições e nod poderes em cargos estratégicos para manter a esquerda indiretamente no poder.

Se um dia, o povo tiver conhecimento das artimanhas utilizadas pelos políticos de esquerda que fraudaram a vontade popular e a nação, o Brasil vai pegar fogo, pois, os fatos farão com que os brasileiros se revoltem com uma fúria incontrolável.

Portanto, os brasileiros devem se informar por seus próprios grupos, tendo em vista, que com o advento da internet e das redes sociais, as informações são publicadas e circulam sem a manipulação dos grupos dominantes.

Fonte:  https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/10/13/moraes-torna-sem-efeito-inquerito-para-investigar-institutos-de-pesquisa.ghtml

AS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS SEMPRE CONSERTANDO A INCOMPETÊNCIA DOS POLÍTICOS EM SUAS GESTÕES

No Brasil, as Forças Armadas sempre são chamadas para corrigir a incompetência das gestões dos tais democratas brasileiros.

As Forças Armadas sempre atuam em situações, em que as gestões dos políticos se mostram ineficientes ou inexistentes.

Não é de hoje, que vemos as Forças Armadas atuarem na intervenção dos estados da federação ou em outros momentos críticos da nação. Um exemplo mais recente foi a intervenção federal na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro.

Sem contar, que a cada quatro anos, as Forças Armadas são chamadas para dar segurança e fazer a logística do processo eleitoral.

Isso ocorre nos grandes países do mundo?

Onde está o efetivo de milhares de servidores públicos dos estados que deveriam atuar nesse momento?

O ato de chamar as Forças Armadas para fazer o trabalho dos servidores civis mostra, que na hora em que há problemas as “forças desarmadas”, como disse o Ministro Edson Fachin são incompetentes e ineficientes.

Por fim, as Forças Armadas podem fazer tudo, menos fiscalizar o processo eleitoral.

Fonte:  https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2022/09/5037661-tse-autoriza-reforco-das-forcas-armadas-para-seguranca-no-1-turno.html

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