AS FORÇAS ARMADAS FECHAM OS OLHOS PARA OS FATOS QUE OS BRASILEIROS VIRAM NOS ÚLTIMOS 4 ANOS

Não é de se estranhar a postura e a manifestação do Comandante Militar do Sudeste, após os acontecimentos posteriores ao segundo turno das eleições de 2022.

Atualmente, algum brasileiro acredita que as Forças Armadas ainda possuem alguma missão constitucional?

Se falarmos em termos constitucionais sim, pois, a carta magma descreve essa missão legal no artigo 142 da CF e na Lei Complementar nº 97/99.

Como se pode constatar na publicação citada ao final, mesmo com a atribuição constitucional das forças armadas em defender a pátria, garantir os poderes constitucionais a lei e a ordem, as Forças Armadas parecem não estarem dispostas a cumprir o seu dever.

É o que disse com outras palavras o Comandante Militar do Sudeste, o General de Exército Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva, em uma cerimônia de homenagem aos militares mortos no terremoto de 2010, no Haiti, senão vejamos:

“Ser militar é ser profissional, respeitar a hierarquia e a disciplina. É ser coeso, íntegro, ter espírito de corpo e defender a pátria. É ser uma instituição de Estado, apolítica e apartidária. Não interessa quem está no comando, a gente vai cumprir a missão do mesmo jeito“.

“[A democracia] é o regime do povo. Alternância de poder. É o voto, e quando a gente vota, tem que respeitar o resultado da urna. Não interessa. Tem que respeitar. É essa a convicção que a gente tem que ter, mesmo que a gente não goste. Nem sempre a gente gosta, nem sempre é o que a gente queria. Não interessa. Esse é o papel da instituição de Estado, da instituição que respeita os valores da pátria. Somos Estado”

As palavras do comandante militar do sudeste nos coloca a pensar:

Em que momento recente as forças armadas defenderam a pátria?

Há muito tempo, as forças armadas estão vivendo das poucas glorias do passado, o que não é nada de extraordinário se considerarmos às ultimas missões cumpridas pelas forças.

Portanto, a defesa da pátria é algo que as forças armadas há muito tempo não exercitam.

Em relação a ser uma instituição apolítica e apartidária, as palavras do comandante fogem da realidade. E ainda, a mesma declaração pode ser considerada como política, aliais, o que é repudiado pelo próprio comandante dentro da instituição.

Em nenhum momento das manifestações, que ocorreram após o segundo turno das eleições de 2022, os brasileiros jamais pediram aos militares que agissem de forma política ou partidária. O clamor dos brasileiros sempre foi baseado, na necessidade da volta da Constitucionalidade aos país surrupiada nos últimos anos pelos integrantes dos tribunais superiores.

É de conhecimento público e notório, que pessoas que ocupam atualmente os cargos de ministros nos tribunais superiores, não possuem compromisso com a constituição e com país.

Os atuais ministros, por meio de suas decisões demostram pouco apreço as leis em sentido amplo, mas, eles externam o enorme apreço em proferir decisões políticas.

Há muito tempo, os ministros dos tribunais superiores estão descumprindo a Constituição Federal, inclusive, em suas decisões relativizam ou tolhem os direitos e garantias fundamentais dos cidadãos brasileiros. Tais direitos não se encontram assegurados somente na carta magma, mas, também em tratados internacionais do quais o Brasil se comprometeu a cumprir.

Veja, os pedidos dos brasileiros feitos nas ruas e nas portas dos quartéis, jamais tiveram cunho político ou partidário. As manifestações do povo, sempre visaram a defesa do estado e das instituições democráticas, portanto, os brasileiros pedem às forças armadas uma ação constitucional e institucional, para defender a constituição, as instituições e acima de tudo a pátria.

Portanto, os objetivos políticos e partidários partem da fala do comandante que distorce os fatos visando atender demandas políticas do novo governo.

Em relação a fala do comandante, de que não importa quem seja o Presidente do Brasil, pois, as suas ordens serão cumpridas pelas forças armadas, uma coisa se torna clara aos brasileiros, senão vejamos:

A postura do comandante é um ato político e nada institucional.

Por exemplo, se em determinado momento chegar ao poder no Brasil um líder de uma organização criminosa, seja pelo voto ou por fraude, as forças armadas cumprirão as suas ordens?

Se a resposta for positiva, as forças armadas estarão descumprindo o princípio da legalidade e da moralidade estampados no artigo 37 da Constituição Federal, senão vejamos:

Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:

Conforme o texto citado acima, os servidores públicos, não podem desrespeitar os princípios constitucionais que devem ser observados pela administração pública.

Cabe lembrar, que os integrantes das forças armadas são servidores públicos como os demais, e eles que devem observar os princípios norteadores da administração pública

O servidor público só pode fazer aquilo que está previsto na lei!

Por isso, as afirmações do comandante do sudeste jamais deveriam ser proferidas, pois, elas em si já caracterizam a intenção de descumprir os preceitos constitucionais, o que é um absurdo vindo de oficial de alta patente do Exército Brasileiro.

No que concerne a fala do comandante, sobre o respeito ao voto, à urna e ao resultado das eleições, uma coisa deve ser esclarecida:

O respeito se constrói com boas práticas públicas. Tais práticas devem atender integralmente ao texto legal e a moralidade pública. Sendo assim, os administrados sentirão a segurança nos atos administrativos praticados.

Não sendo desta forma, o resultado é a desconfiança dos brasileiros que paira sobre o processo eleitoral, muitas vezes provocada por falas e condutas adotadas por aqueles que administram o processo.

Todos os procedimentos e processos devem ser respeitados e cumpridos, desde que os seus atos atendam os princípios da legalidade e da moralidade pública.

Portanto, as falas do comandante do sudeste destoam frontalmente do que descreve a Constituição Federal, o que em si demonstra falta de compromisso com a lei e o compromisso com a política e suas ideologias.

Por fim, a fala integral do comandante militar do sudeste mostra aos brasileiros, que a Constituição Federal e as leis brasileiras ficaram em segundo plano, em detrimento de um acordo político, que envolve uma instituição de estado, que não deveria fazer política, mas a faz porque não quer se envolver na resolução dos problemas nacionais.

Se os brasileiros acreditavam na retidão e no compromisso das forças armadas com o Brasil, as falas do comandante do sudeste provam, que a política contaminou o alto comando acabando com a regra inegociável do cumprimento do dever.

Fonte:  https://oantagonista.uol.com.br/brasil/comandante-militar-do-sudeste-ordena-respeito-as-eleicoes/

O JORNALISMO BRASILEIRO COMPROMETIDO COM O PLANO DE PODER PETISTA.

A imprensa brasileira deveria retratar os fatos ocorridos no Brasil. Além disso, a imprensa deveria investigar todos os fatos por menores que sejam, até que se chegue a uma conclusão final sobre a sua veracidade ou falsidade.

No entanto, há muitos anos, a imprensa brasileira se comprometeu com os governos, políticos e os seus planos de poder.

Assim, a imprensa brasileira sempre agiu como uma espécie de braço militante, daqueles que pagam bem as verbas publicitárias que sustentam vários veículos de imprensa.

Neste momento, as eleições brasileiras estão sob diversos questionamentos do povo que apresentam argumentos críveis. Deste modo, esses questionamentos que envolvem as eleições deveriam ser investigados pelas instituições, mas, principalmente, pela grande imprensa.

No entanto, a imprensa brasileira fecha os olhos propositalmente para fatos de enorme gravidade, com o objetivo de ocultá-los e de impedir que tais fatos alcancem a repercussão nacional.

Não é esse o papel de uma imprensa séria!

Na publicação citada abaixo este cenário fica claro, pois, a imprensa sequer discute e analisa os fatos que envolvem possíveis irregularidades das eleições de 2022, se resumindo em afirmar que as alegações não possuem provas.

Para que a imprensa brasileira pudesse afirmar, que não se tem provas sobre possíveis irregularidades nas eleições de 2022, a mesma imprensa deveria ter acesso amplo ao sistema eleitoral, o que nem as instituições fiscalizadoras tiveram.

Desta forma, a afirmação da imprensa, de que as alegações de irregularidades nas eleições de 2022 não possuem provas, não merecem credibilidade.

Como pode qualquer jornalista afirmar, que não há fraude e que não há provas de fraude no processo eleitoral, sem estar presente na montagem e na fiscalização de todo o processo?

Portanto, o que faz a imprensa é deixar de investigar os assuntos de interesse nacional, além de fazer colocações que nem eles podem comprovar.

Fonte: https://www.estadao.com.br/politica/sem-prova-de-fraude-bolsonaro-e-pl-pedem-para-que-urnas-antigas-sejam-invalidadas/?utm_source=twitter:newsfeed&utm_medium=social-organic&utm_campaign=redes-sociais:112022:e&utm_content=:::&utm_term=

O BRASIL NÃO VIVE UMA DEMOCRACIA – A VONTADE DA MAIORIA DO POVO NÃO ESTÁ SENDO RESPEITADA – A MINORIA ESTÁ IMPLANTADO UMA DITADURA

Não vou falar da apuração da eleição ocorrida em 30 de outubro de 2022.

Neste artigo eu irei falar um pouco da democracia brasileira.

Que democracia é essa que não atende a vontade da maioria do povo brasileiro?

Em 2018, os brasileiros elegeram Jair Messias Bolsonaro em um claro sinal de repúdio ao Partido dos Trabalhadores e a Luiz Inácio Lula da Silva.

Será que os brasileiros esqueceram a corrupção dos governos petistas ou mudaram radicalmente de entendimento sobre a irregularidades?

Não, a maioria dos brasileiros não querem o PT e o Lula governando o país!

Mas, tanto o PT quanto Lula contam com bons aliados, os ministros dos tribunais superiores.

Tais ministros foram indicados não para proferir decisões e Acórdãos de acordo com a Constituição Federal e com as leis vigentes, mas, para agirem em favor daqueles que os indicaram, ou seja, o Partido dos Trabalhadores e seus políticos.

Esses agentes garantiram a soltura de Lula que se encontrava preso por condenações penais da Operação Lava a Jato, para que ele pudesse fazer as suas articulações políticas.

Posteriormente, os agentes militantes arquitetaram uma decisão jurídica fora da normalidade legal para soltar Lula.

Na sequência dos atos judiciais militantes, os agentes militantes se encarregaram de destruir juridicamente a Operação Lava a Jato, por meio de decisões parciais e militantes do Supremo Tribunal Federal.

Por fim, os mesmos agentes em uma arquitetura completa para beneficiar Lula, por meio de uma decisão sem cabimento e sem fundamentação jurídica idônea decidiram anular todos os processos que impediam Lula de ser candidato.

Esses foram todos os atos militantes do plano para ajudar Lula a voltar ao poder, sem os requisitos que a lei exige.

Os agentes dos tribunais superiores não pararam por aí. Na sequência de seus atos militantes, os mesmos agentes se assumiram a missão de destruir o Governo Bolsonaro, e, uma boa parte daqueles que o apoiavam.

Para isso, os agentes militantes se encarregaram de diminuir os direitos constitucionais dos cidadãos que apoiavam o Governo Bolsonaro. Esses apoiadores tiveram o seu direito de livre expressão reduzido, e, em muitos casos suprimido, sem contar os vários casos de prisão por crime de opinião.

Por fim, os agentes militantes durante as eleições de 2022 não hesitaram em instituir a censura temporária durante o pleito, com o claro objetivo de diminuir as manifestações em apoio ao candidato Bolsonaro.

Cabe lembrar, que a censura não é permitida pelo texto constitucional!

Para cometerem as inconstitucionalidades citadas, os agentes militantes que ocupam os tribunais superiores, sempre usam o argumento canalha de que estão protegendo a Constituição Federal, o estado democrático de direito e a democracia.

Mas, como é possível acreditar, que esses agentes da esquerda travestidos de ministros podem estar defendendo o país, a democracia, o estado democrático de direito e as instituições, sendo que para isso, eles estão a todo tempo descumprindo a Constituição Federal e as leis em suas decisões judiciais?

Pois é, na verdade eles estão defendendo os interesses dos políticos de esquerda, sem temer as consequências.

As irregularidades dos agentes militantes chamados erradamente de ministros, não poderiam estar acontecendo e passar impugnes, afinal, segundo o texto constitucional o estado brasileiro é composto de um sistema de pesos e contrapesos.

Nesse sistema deve haver um perfeito equilíbrio entre os poderes, para que irregularidades como as que mencionamos jamais pudessem estar acontecendo.

Se o Brasil fosse um país sério, esses agentes militantes seriam destituídos de seus cargos, pois, a nação e os seus interesses estão acima de qualquer vontade pessoal e política de qualquer cidadão.

Entretanto, o Brasil permite que esses agentes atuem livremente sem medo de sofrer a punição devida.

A nenhum cidadão é dado o direito de ousar descumprir a constituição e a praticar ilegalidades!

Qualquer brasileiro que cometesse um por cento das irregularidades e as ilegalidades praticadas pelos agentes militantes dos tribunais superiores, não escaparia do devido processo legal e da responsabilização pelos seus atos.

O maior culpado pela não punição dos agentes militantes é o Procurador Geral da República (PGR), que tem o dever de denunciar qualquer ocupante de cargos dos Poderes da República que venha a descumprir a Constituição Federal e as leis.

No entanto, a omissão e a prevaricação do PGR, que também são crimes previstos na legislação penal, não serão denunciadas.

Cabe lembrar, que a responsabilidade de julgar os ministros dos tribunais superiores e o PGR compete ao Senado Federal.

Mas, o Senado Federal é um órgão político. Além disso, os senadores que deveriam julgar os integrantes dos tribunais superiores e o PGR, também podem ser denunciados e julgados pelas mesmas pessoas, conforme dispõe a Constituição Federal.

Entendeu agora, por que não há responsabilização dos ministros militantes e do PGR?

Bom, se os integrantes dos tribunais superiores não serão julgados pelos Senadores da República, por medo de que os mesmos ministros julguem os senadores em uma espécie de revanche institucional, o Brasil não possuir instrumentos para que os ministros militantes sejam responsabilizados.

Então a república está indefesa?

Não. Se os poderes e as instituições não estão funcionando para aplicar as leis e punir os responsáveis pelo cometimento de crimes contra a nação, uma ação institucional deve ser tomada.

Afinal, o país não pode sucumbir por conta de atos inconstitucionais e ilegais praticados por pessoas que ocupam altos cargos na república.

A pátria e a nação brasileira estão acima de qualquer interesse pessoal e político

Portanto, diante de atos contrários a ordem jurídica que estão sendo praticados por elementos do alto escalão da república, a nação precisa se defender com as armas constitucionais que possui.

A primeira arma, é a manifestação da maioria do povo para que a sua voz seja recebida pelos governantes, afinal, todo o poder emana do povo.

Em seguida, os poderes devem entrar em ação aplicando as medidas legais para defender a pátria, os poderes constitucionais e a garantia da lei e da ordem.

O Presidente da República tem competência constitucional para determinar as medidas necessárias, que se encontram descritas na Constituição Federal e na Lei Complementar 97/1999, senão vejamos:

Constituição Federal:

Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

Lei Complementar 97/99:

Art. 15. O emprego das Forças Armadas na defesa da Pátria e na garantia dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, e na participação em operações de paz, é de responsabilidade do Presidente da República, que determinará ao Ministro de Estado da Defesa a ativação de órgãos operacionais, observada a seguinte forma de subordinação:

  § 1o Compete ao Presidente da República a decisão do emprego das Forças Armadas, por iniciativa própria ou em atendimento a pedido manifestado por quaisquer dos poderes constitucionais, por intermédio dos Presidentes do Supremo Tribunal Federal, do Senado Federal ou da Câmara dos Deputados.

Veja, que o artigo constitucional e os artigos da lei são claros e objetivos; e não comportam interpretação diversa.

Portanto, o Presidente da República diante da atuação inconstitucional e ilegal dos agentes militantes dos tribunais superiores, não deve se esquivar de sua responsabilidade para devolver a ordem constitucional ao estado brasileiro.

Em outras palavras, o povo deve ser atendido fielmente em seus pleitos. A voz do povo deve ser dirigida aos seus representantes eleitos, e, não a meros indicados políticos. Os eleitos devem adotar todas as medidas necessárias, sem temor, com o objetivo de defender o país, os brasileiros, a Constituição Federal e o estado democrático de direito.

FINALMENTE, A OMISSÃO DO PROCURADOR GERAL DE REPÚBLICA PARECE TER DADO UMA TRÉGUA.

Alguns atos, decisões e Acórdãos dos ministros dos tribunais superiores que foram produzidos de forma militante e fora das leis poderiam ter sido reduzidos. Se o PGR tivesse atuado combativamente, a partir da primeira decisão irregular dos ministros dos tribunais superiores, o Brasil não estaria sob a presente “ditadura da toga”.

No entanto, o PGR parece que não querer exercer as suas obrigações constitucionais. Cabe ao PGR e aos demais integrantes do Ministério Público, a defesa da Constituição Federal, das leis, e, principalmente, a defesa da sociedade e seus direitos.

A manifestação do PGR sobre a resolução do TSE, que dá “super poderes” aos ministros da suprema corte eleitoral no pleito de 2022, não passa de um ato político sem muita eficácia, pois, é tardio e sem força, neste momento em que o Brasil vê atônito os atos e as decisões ditatoriais da corte que milita em favor de Lula.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/pgr-pede-que-stf-suspenda-resolucao-que-aumenta-poderes-do-presidente-do-tse/?utm_source=social&utm_medium=twitter-feed&utm_campaign=politica-cnn-brasil&utm_content=link

AS FORÇAS ARMADAS CERCEADAS DE FISCALIZAR AS ELEIÇÕES ENQUANTO ORGANISMOS INTERNACIONAIS O FARÃO

Atualmente, a grande discussão que assola o país é se as Forças Armadas brasileiras poderão fiscalizar as eleições de 2022.

O artigo 142 da Constituição Federal é claro ao citar, que as Forças Armadas Brasileiras se destinam a Defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e por iniciativa qualquer um destes a garantia da lei e da ordem.

Se as Forças Armadas não podem fiscalizar o processo mais importante do país, ou seja, a escolha do mandatário brasileiro quem mais poderia fazê-lo?

Segundo a matéria citada ao final, os organismos internacionais (estrangeiros) estariam muito mais preparados para tanto.

Então o Brasil não possui soberania?

Um país soberano e forte de fato, jamais permitiria que estrangeiros fizessem qualquer fiscalização de seu processo eleitoral.

Mas, o Brasil há muito tempo não é mais dos brasileiros, pois, os políticos já venderam barato o país para o capital e os interesses estrangeiros.

Por fim, se as Forças Armadas não podem fiscalizar as eleições, e os organismos internacionais estão convidados e habilitados para tanto, a defesa da pátria e a garantia dos poderes constitucionais serão exercidos por aqueles que não estão legitimados na Constituição Federal.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62877839

Nas eleições de 2022, os eleitores não poderão reclamar de possíveis irregularidades, desde que cause tumulto, sob pena de prisão.

Não se engane, o objetivo da declaração do Desembargador é a intimação dos brasileiros para que não reclamem diante de uma irregularidade.

É um caso claro de intimidação estatal, muito comum em países que se encontram sob ditaduras totalitárias.

Onde estão os homens que juraram defender a Constituição Federal?

 Fonte: https://www.poder360.com.br/eleicoes/quem-tumultuar-eleicao-deve-ser-preso-em-flagrante-diz-tre-rj/

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