O Voo Duplo Padrão: Por que o Jatinho de Nikolas Ferreira Causa Escândalo Enquanto o de Lula Virou Apenas um “Erro de Percurso”?

O Tribunal da Internet Tem Dois Pesos e Duas Medidas?

Na política brasileira, o meio de transporte de um líder diz muito sobre ele. Mas a forma como a imprensa e a militância reagem a esse transporte diz ainda mais sobre nós.

Recentemente, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) virou o alvo principal de um intenso escrutínio midiático. O motivo? Ter viajado, durante o segundo turno das eleições de 2022, em um jatinho ligado a Daniel Vorcaro, empresário e então CEO do Banco Master. A viagem, a convite de um pastor para a caravana “Juventude pelo Brasil”, ocorreu em um momento onde, segundo o deputado, não havia qualquer alerta público ou irregularidade conhecida sobre o proprietário da aeronave.

A reação? Uma tentativa imediata de assassinato de reputação. Manchetes incisivas, insinuações de corrupção e uma mobilização feroz nas redes sociais exigindo a “cabeça” política do parlamentar.

Agora, voltemos a fita para novembro de 2022.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) precisava ir à COP-27, no Egito. A escolha de transporte: o jatinho particular do empresário José Seripieri Junior. O detalhe crucial que diferencia as duas histórias? Seripieri Junior não era um desconhecido do noticiário policial; ele já havia sido preso em uma operação da Polícia Federal que investigava caixa 2.

Na época, colunistas como Josias de Souza, do UOL, até classificaram o ato como um “erro inacreditável” e “inaceitável”. Houve críticas pontuais na imprensa tradicional, sim. Mas onde estava o tribunal da internet? Onde estava a militância que hoje exige pureza absoluta?

A Anatomia do Duplo Padrão

O que observamos ao analisar esses dois casos não é apenas uma discussão sobre ética na política, mas um estudo de caso sobre o comportamento das massas e o direcionamento narrativo.

  1. O Peso do Passado: Lula viajou nas asas de um empresário com histórico na Justiça Eleitoral. Nikolas viajou em uma aeronave de um empresário que, à época dos fatos, não possuía condenações públicas que desabonassem uma carona de campanha.
  2. O Tratamento da Militância: No caso de Lula, a militância de esquerda e parte da base de apoio adotou a postura de “passar pano”, justificando a carona como uma necessidade diplomática ou minimizando o fato diante da vitória eleitoral. No caso de Nikolas, a mesma base atua como promotoria, juiz e carrasco, exigindo o cancelamento sumário do deputado.
  3. A Narrativa Midiática: Enquanto o episódio de Lula foi tratado por muitos veículos como uma “gafe política” ou um “deslize de relações públicas”, o caso de Nikolas é frequentemente enquadrado com ares de escândalo estrutural.

A Verdadeira Questão

Se a moralidade na política deve ser uma régua nivelada, por que ela entorta dependendo de quem está sentado na poltrona do jatinho?

O assassinato de reputações tornou-se uma ferramenta seletiva. Quando o alvo é um adversário ideológico, a presunção de culpa é imediata e a destruição da imagem é o objetivo final. Quando o protagonista é um aliado, o benefício da dúvida impera e o erro é rapidamente varrido para debaixo do tapete da “governabilidade”.

Para o eleitor que acompanha o noticiário, fica a reflexão: estamos realmente preocupados com a ética dos nossos políticos, ou apenas usamos a ética como um porrete para bater naqueles de quem não gostamos?

O Fim dos Passeios de Domingo: Por Que a Direita Brasileira Precisa Parar o País Para Ser Ouvida?

Dados mostram queda no público das manifestações na Avenida Paulista. Diante de um sistema que ignora protestos pacíficos, a organização de paralisações surge como o próximo passo estratégico.

Por Ricardo Soares

A matemática das ruas está enviando um recado claro, e quem se recusa a ouvi-lo corre o risco de se tornar irrelevante. No último domingo (1º de março), a Avenida Paulista foi palco de mais um ato da direita brasileira, convocado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). O alvo? O presidente Lula e os ministros do STF, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

Porém, o número que realmente importa não estava nos discursos dos trios elétricos, mas na contagem do público: cerca de 22.800 pessoas.

Para colocar em perspectiva, esse volume representa menos da metade dos 48.800 manifestantes que lotaram a mesma avenida no 7 de setembro de 2025. A direita ainda é, indiscutivelmente, a maior força de mobilização popular do Brasil atual — superando com folga a esquerda na maioria dos embates de rua —, mas há um sintoma de fadiga inegável no ar.

A pergunta que ecoa nos bastidores e nos grupos de mensagens não é se a direita perdeu sua força, mas sim: até quando os “passeios de domingo” serão a única tática?

O eleitor conservador, o pagador de impostos e o empreendedor brasileiro estão percebendo uma dura realidade. Vestir verde e amarelo, cantar o hino nacional e protestar pacificamente em um dia de folga não tem sido suficiente para alterar os rumos do país ou frear os avanços institucionais de Brasília. O sistema, ao que parece, aprendeu a ignorar o barulho do domingo, desde que a economia continue girando na segunda-feira.

É exatamente neste ponto de frustração que uma nova tática começa a ser debatida: a eficácia das paralisações.

Historicamente, as mudanças mais drásticas em cenários políticos engessados não ocorrem apenas pelo volume de pessoas em uma praça, mas pela interrupção do fluxo econômico e logístico. Quando caminhoneiros, produtores rurais, comerciantes e profissionais liberais decidem cruzar os braços, o impacto deixa de ser simbólico e passa a ser financeiro.

Se a direita brasileira deseja resultados tangíveis — seja na defesa de anistias, na cobrança por equilíbrio entre os Poderes ou na oposição às políticas do atual governo —, a transição do protesto festivo para a paralisação estratégica pode não ser apenas uma opção, mas uma necessidade de sobrevivência política.

A queda nos números da Paulista não significa que o brasileiro desistiu. Significa que ele está cansado de usar uma ferramenta que já não corta. O próximo capítulo da oposição no Brasil pode não ser medido por quantas pessoas estão na rua, mas por quantas decidiram não sair de casa para trabalhar.

#DireitaBrasil #PoliticaBrasileira #AvenidaPaulista #GovernoLula #STF #ParalisacaoNacional #Oposicao #NikolasFerreira #BrasilEmAlerta

O “Plano A” Oculto: Por que Flávio Bolsonaro pode ser a única peça capaz de xeque-mate em 2026

Por Ricardo Soares | Análise Política

Durante meses, o mercado político e o eleitorado conservador debateram quem herdaria o espólio eleitoral de Jair Bolsonaro. A resposta parecia óbvia: o carisma de Michelle ou a gestão técnica de Tarcísio de Freitas. Mas, no xadrez de 2026, uma peça se moveu silenciosamente para o centro do tabuleiro.

Dados recentes de fevereiro de 2026 revelam uma virada de chave estratégica: Flávio Bolsonaro não é mais apenas o articulador; ele se tornou o viabilizador.

A Revelação dos Dados: Potencial vs. Realidade

A narrativa mudou drasticamente após análises recentes de institutos de pesquisa, como a AtlasIntel, indicarem um fenômeno curioso: Flávio Bolsonaro possui um teto de crescimento potencialmente maior que o de Tarcísio de Freitas.

Enquanto Tarcísio enfrenta a resistência de ser um “estranho no ninho” do bolsonarismo raiz — visto por muitos como técnico demais e pouco ideológico —, Flávio carrega o DNA (literal e político) que mobiliza a base fiel. Ele opera na frequência emocional que o eleitorado de direita exige, algo que o governador de São Paulo, por vezes, falha em entregar.

A “Herança Digital” e a Máquina de Guerra

O fator decisivo, porém, não está nos gabinetes de Brasília, mas nas telas dos celulares. Relatórios de monitoramento digital mostram que Flávio assumiu, de fato, a “herança” das redes sociais do pai.

Ao contrário de outros postulantes, Flávio já possui a linguagem, o algoritmo e a audiência cautiva. Ele não precisa construir uma base; ele precisa apenas ativá-la. Em uma eleição onde a guerra de narrativas será travada no TikTok e no WhatsApp, começar com esse exército digital é uma vantagem competitiva que nenhum tempo de TV pode comprar.

O Desafio do Discurso: A Navalha de Dois Gumes

Apesar da ascensão, a estrada para o Planalto não está livre de obstáculos. O principal desafio de Flávio é o que analistas chamam de “ajuste de calibrem”.

Para vencer em 2026, ele precisa realizar um movimento pendular complexo:

  1. Manter a Base Radical: Continuar sendo o “01”, o filho leal e defensor dos valores conservadores.
  2. Conquistar o Centro: Moderar o tom para reduzir a rejeição que o sobrenome “Bolsonaro” carrega junto ao eleitorado moderado e feminino.

É aqui que mora o perigo. Se ele for “Bolsonaro demais”, perde o centro. Se for “moderado demais”, perde a base para figuras mais histriônicas.

Veredito: As Chances Reais

As chances de Flávio Bolsonaro não são apenas teóricas; são matemáticas e políticas. Com Jair Bolsonaro inelegível, Flávio se posiciona como o único capaz de unificar o Partido Liberal (PL) sem riscos de traição ideológica.

Se Tarcísio optar pela reeleição em São Paulo — um caminho mais seguro e provável —, o caminho fica aberto. Flávio Bolsonaro deixa de ser o “filho do presidente” para se tornar o candidato da revanche. E em uma eleição polarizada, nada move mais votos do que o sentimento de vingança política.

A conclusão é clara: Subestimar Flávio Bolsonaro foi o erro de 2024 e 2025. Em 2026, ele pode muito bem ser o nome na urna que a esquerda mais temia enfrentar.

NADA MUDARÁ SE NÃO HOUVER O CAOS SOCIAL.

A eleição à Presidência do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, que ocorrerá neste sábado (01/02/2025) mostra aos brasileiros, que o poder pode até emanar do povo, mas, não encontra representatividade em seus eleitos.

O Congresso Nacional faz questão de deixar claro, que não ouve o clamor da sociedade brasileira, e, nem o que dispõe a lei e a Constituição Federal.

Nos últimos anos, os brasileiros estão vendo várias irregularidades, ilegalidades e inconstitucionalidades serem praticadas por pessoas que deveriam fiscalizar e proteger a legislação, e isso sem nenhuma punição.

A provável eleição de Davi Alcolumbre à Presidência do Senado e de Hugo Motta à Presidência da Câmara dos Deputados representa, apenas a continuidade de uma política que há mais de duas décadas o povo brasileiro execra.

Mas, esta política desprezível serve apenas para sustentar os interesses dos políticos, e, por isso ela é mantida, mesmo sob severas críticas e protestos dos brasileiros.

Se a vontade do povo não é respeitada por meio de seus representantes eleitos, que fazem apenas o que bem entendem, não existe democracia e o sistema político se encontra falido.

O povo cobra severas mudanças na postura e na ação da classe política, mas, as cobranças caem sempre em ouvidos surdos.

Ao que parece, somente haverá mudança com o caos social, pois, se os representantes do povo não atendem ao clamor social, não restam ferramentas eficazes a serem utilizadas.

Talvez, alguns leitores irão ler este texto e dizer que estou a pregar atos antidemocráticos, mas não se trata disso.

Nos próximos dois anos, os brasileiros vão presenciar a mesma prática política que eles rejeitam há décadas, o que inflará a sua indignação e a sua revolta.

Atualmente, uma parte significante da nossa sociedade refuta com todas as suas forças, a política do Governo Federal, o ativismo judicial, a omissão e a prevaricação do Congresso Nacional diante das inconstitucionalidades que deveria reprimir.

Portanto, por meio da atividade política não há solução para o Brasil.

Assim, a eleição de Davi Alcolumbre e de Hugo Motta às mesas do Congresso Nacional representam, a continuidade do que o povo despreza, mas que não tem força para mudar por meios políticos, porque o povo não é consultado em um país que se diz democrático.

Este quadro nos traz apenas uma conclusão lógica, somente o caos poderá salvar o Brasil.

A COMPRA DE VOTOS É UMA REGRA NO BRASIL

Há muitos anos, os brasileiros escutam estórias de que existe a compra de votos nas eleições brasileiras.

Geralmente, este acontecimento é imputado aos redutos eleitorais mais afastados, ou seja, nos rincões dominados pelo coronelismo.

Mas, esta prática não é uma exclusividade dos lugares mais afastados do Brasil. Isso ocorre em todos os seguimentos da política, e, principalmente, nas instituições e poderes brasileiros.

O voto deveria ser a expressão livre e consciente da vontade daquele que deve votar, sem qualquer ato ou prática que venha a viciar, induzir ou constranger o eleitor no momento do voto.

Se o voto do eleitor não for livre e consciente, não há a soberania do voto, portanto, não é a vontade do povo, mas, a vontade de terceiros para alcançar o seus objetivos políticos.

Neste caso, o poder não emana do povo e não existe democracia.

A compra de votos no Brasil, não se limita apenas às suas áreas mais pobres, um ato praticado pelos velhos coronéis e caciques da política. A compra votos ocorre diariamente no Congresso Nacional, seja pela emendas parlamentares ou por apoio político nas eleições da própria casa legislativa, conforme a matéria do portal O Antagonista divulgada na foto.

Segundo a matéria citada ao final, neste momento estamos diante de mais uma prática de compra de votos, tendo em vista, que o PT exige uma vaga no TCU (Tribunal de Contas da União,) para apoiar o candidato Hugo Motta à Presidência da Câmara dos Deputados; sem contar que tanto o PT (partido de esquerda) quanto o PL (partido supostamente de direita) estariam juntos no apoio a Hugo Motta.

Será que a vontade dos eleitores de esquerda e da direita aprovam a união destes partidos em prol de um mesmo objetivo político, mesmo sendo partidos de ideologias completamente diferentes e inimigos figadais?

Como se pode constatar no que foi exposto até este momento, a compra de votos é uma regra no Brasil, sendo aplicada sem qualquer constrangimento o que impede que o poder não emane do povo, conforme prevê a Constituição de 1988.

Se a vontade do povo não é respeitada, seja no voto ou por meio da atuação dos seus representantes eleitos, a democracia brasileira se encontra maculada, afinal, a compra de votos direciona os eleitores e os políticos para atender interesses de terceiros, que não representam a vontade da maioria.

Por fim, é necessária a criminalização da compra de votos com penas severas, além da fiscalização rígida sobres estes atos, pois, a compra de votos é o maior crime contra a nação.

Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/lira-pt-pediu-uma-vaga-no-tcu-para-apoiar-motta/

A DIREITA BRASILEIRA CONSTRUÍDA PELO POVO PODERÁ SER DESTRUÍDA PELO EGO DOS POLÍTICOS

A atual direita brasileira nasceu em meados do ano de 2017. Tal ideologia política ganhou repercussão nacional, com as diversas manifestações de rua e nas redes sociais organizadas por grupos populares.

Esta direita vinda do povo deu apoio eleitoral a Jair Messias Bolsonaro, para sua eleição em 2018 e durante todo o seu governo, que se findou no final de 2022.

Com o fim do governo Bolsonaro, e o início do Governo Luís Inácio Lula da Silva, eleito em 2022 e empossado em 1º de janeiro de 2023, a direita vinda do povo ficou alguns momentos sem orientação política, pois, Bolsonaro deixou o país rumo aos EUA no final de 2022 retornando no primeiro trimestre de 2023.

 Neste período, Bolsonaro não se comunicou e coordenou o movimento de direita, que o elegeu e o apoiou durante todo o seu governo.

Atualmente, outras personalidades políticas tentam conquistar a direita, que em sua maioria são eleitores de Bolsonaro, com o objetivo de usar este eleitorado para chegar ao poder.

Esta direita vinda dos movimentos de rua, sem políticos e sem partidos políticos devem aceitar o “cabresto” de uma personalidade política?

As personalidades políticas estão preocupadas com a ideologia política de direita vinda da sociedade ou querem apenas atingir os seus próprios objetivos ideológicos e políticos?

Dentre as personalidades políticas interessadas em cooptar a direita, o que mais a atenção é o ego político ao se colocarem como donos deste movimento e de seus eleitores.

Neste momento surge mais uma personalidade política, que pretende se declarar dono da direita nascida fora da classe política. Ronaldo Caiado, o Governador do Estado de Goiás pretende cooptar estes eleitores, para vencer as eleições à Presidência da República em 2026.

Pelo que estamos vendo, até 2026 muitos outros nomes políticos vão surgir com o mesmo objetivo, de se declarar dono do eleitorado da direita, provavelmente, sem compromisso com a sua ideologia e suas pautas.

Mas a pergunta que deve ser feita é a seguinte: um movimento nascido nas ruas e organizado pelo povo deve ter como seu dono uma personalidade política?

MINISTROS DO STF DEVEM JULGAR PROCESSOS OU ATUAR POLITICAMENTE NOS DEMAIS PODERES?

A atual composição do STF está a cada dia mais político, e pouco jurídico.

Antigamente, os brasileiros sequer sabiam os nomes dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A partir das nomeações de ministros do STF feitas pelos governos do PT, os nomeados passaram a emitir opiniões políticas e a interferir politicamente nos demais poderes da república.

Essa prática é inaceitável, pois, qualquer julgador de processos judiciais não pode emitir opiniões sobre determinados assuntos, sob o risco de comprometer a sua imparcialidade para o julgamento.

Os ministros do STF parecem estar acima desta regra, o que é o cúmulo da ilegalidade e da imoralidade que deveriam nortear a administração pública.

Conforme a publicação citada ao final, o Ministro Gilmar Mendes agora quer pautar os assuntos a serem apreciados exclusivamente pela Câmara dos Deputados.

Segundo o ministro do STF, a Câmara dos Deputados, por meio de seu Conselho de Ética deve discutir a responsabilização do Deputado Nicolas Ferreira, por fazer um discurso transfóbico enquanto discursava na tribuna.

A postura do ministro Gilmar Mendes é política, haja a vista, que juízes não poder emitir posicionamentos políticos e partidários, segundo o que dispõe a Lei Orgânica da Magistratura.

Além disso, a conduta do ministro contraria a Constituição Federal, que não prevê este tipo de atuação por parte dos ministros do STF.

Com isso, os ministros do STF mostram ao país, que lhes foi dado poderes que não estão descritos na lei; e que os ministros do STF estão acima dos demais poderes, o que é inaceitável diante da vedação existente na Constituição Federal.

Somente o povo na rua poderá mudar este quadro, a partir do momento que cobrar o fim da tirania dos ministros do STF.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/gilmar-defende-que-conselho-de-etica-da-camara-discuta-caso-nikolas-ferreira/

O STF SEGUE QUEBRANDO OS “GALHOS” DE LULA PARA QUE ELE NÃO SEJA CONDENADO. LEIA A MATÉRIA.

O ministro Ricardo Lewandowski, por meio de uma decisão, não hesitou em extinguir três investigações contra Lula por falta de justa causa.

A primeira se referia as doações realizadas ilegalmente ao Instituto Lula. A segunda investigação apurava irregularidades na compra da sede do Instituto Lula. A terceira investigação, se referia a irregularidades na compra de caças suecos durante o governo Lula.

Em síntese, o ministro usou a argumentação de que as provas são ilícitas, e, por isso, elas seriam nulas e incapazes de respaldar a continuidade da ação penal.

Ao que parece, os favores jurídicos do STF à Lula, não se limitaram a sua soltura e a anulação das condenações proferidas por Sergio Moro, e confirmadas pelo TRF2 e pelo STJ, o que possibilitou que Lula fosse candidato nas eleições de 2022.

Parece, que a intenção dos ministros militantes do STF é tornar o atual mandatário um dos arautos da moralidade brasileira, mesmo, sem justa causa para isso.

Não duvidem, que todos os que acusaram e condenaram Lula estarão presos ou serão perseguidos. Enquanto isso, não só o Lula, mas, todos os seus amigos e aliados irão dizer que são inocentes, porque foram agraciados indevidamente pelos seus comparsas do STF.

Não se engane, sim, nós estamos vendo o começo de uma ditadura e o fim do Brasil.

Fonte:  https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/02/18/lewandowski-encerra-tres-investigacoes-contra-lula-na-justica.ghtml

O AUMENTO DE 18 REAIS NO SALÁRIO MÍNIMO. ONDE ESTÁ A PICANHA PROMETIDA POR LULA?

Durante a campanha eleitoral, Lula prometeu aos brasileiros melhorias na situação financeira dos mais necessitados.

O petista chegou a prometer que os brasileiros voltariam a comer picanha, como teria acontecido em seus governos (2002 a 2010).

Ocorre, que nos governos de Lula não se tem notícias, de que os brasileiros de fato tenham comido tanta picanha naquele período.

Além da promessa de que os brasileiros voltariam a comer picanha em seu novo governo, Lula também prometeu um Bolsa Família de R$ 600,00 reais, além do acréscimo de mais R$ 150 reais por cada filho menor de idade.

Como se começa a ver, as promessas de Lula não passam de compromissos eleitorais e populistas que não seriam cumpridas, mas, infelizmente, alguns brasileiros mais inocentes talvez tenham acreditado nas promessas do petista.

Bom, o governo Lula anunciou recentemente o reajuste do salário mínimo nacional, que começará a valer a partir de mês de maio de 2023.

O reajuste do salário mínimo é de apenas R$18,00 reais. Certamente, o reajuste está longe das promessas de campanha do petista, mas, principalmente, de atender as necessidades dos mais pobres.

O reajuste definido pelo governo Lula, é imprestável para fins de aumentar o poder aquisitivo, pois, o aumento de R$ 18,00 reais não possibilita aos seus eleitores, o poder de compra de dois sacos de arroz de cinco quilos ou um quilo de carne.

Pelo jeito, os mais pobres foram mais uma vez enganados pelo líder petista, caracterizando um estelionato eleitoral.

Segundo Lula, o minúsculo reajuste do salário mínimo será completado por bons reajustes nos próximos anos de seu governo. Assim, o petista indiretamente afirma que a picanha prometida e sonhada pelos brasileiros estará chegando no futuro.

Por isso, nós perguntamos: quem conscientemente acredita em mais essa promessa de Lula?

Fonte: https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/xwk-brasil/deputada-cita-picanha-e-critica-anuncio-de-salario-minimo-lula-e-o-pai-da-mentira

SEGUNDO LULA, O SEU GOVERNO NÃO ESTÁ DANDO CERTO POR CULPA DE BOLSONARO

A esquerda sempre se utilizou da mesma estratégia para encobrir a sua incompetência e a sua ineficiência.

O governo militar terminou em 1985. A partir deste momento, os políticos com clara ligação com a esquerda voltaram ao poder no Brasil.

Não é difícil encontrar narrativas dos governos de Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma Rousseff, que imputam ao regime militar o fracasso de muitos de seus projetos e políticas públicas.

O engraçado, é que as acusações ocorreram depois de mais de 15 anos do fim do regime militar.

A narrativa por si só é ridícula, mas, infelizmente, grande parte do povo brasileiro acredita nessas mentiras.

Mas, o fato de o povo acreditar nas mentiras contadas pela esquerda, não quer dizer que o povo seja desprovido de inteligência. Ocorre, que tais mentiras foram contadas e repetidas várias vezes pela imprensa numa “lavagem cerebral” que muitos não conseguem escapar.

Agora, Lula repete a mesma estratégia para manipular a opinião pública ao seu favor, ao afirmar o que segue:

“Vocês têm que ter um pouquinho de paciência, porque nós estamos apenas há 40 dias no governo; a gente ainda nem conseguiu montar as equipes que a gente tem que montar. Porque nós temos que retirar os ‘bolsonaristas’ que estão lá, escondidos ‘às pencas’”, disse Lula. “E a responsabilidade de tirar eles é do Rui Costa. É o Rui Costa que tem que assinar as medidas para retirar aquela gente que está infiltrada dentro do nosso governo.”

Segundo o atual mandatário do Brasil, o seu governo se encontra estagnado e sem ação, haja vista, a presença de bolsonaristas infiltrados em seu governo.

A afirmação do petista traz a ideia, de que o seu governo está sendo boicotado de dentro para fora, pelos poucos nomeados no governo Bolsonaro.

Ora, o PT esteve no comando do país por mais de 16 anos. Neste período, o partido espalhou vários de seus aliados nos poderes, instituições e órgãos federais, seja por indicação e até mesmo por intermédio de concursos públicos.

Assim que assumiu o governo em 2019, Bolsonaro teve que exonerar nos primeiros dias de governo mais de três mil e quinhentos funcionários, por estarem ligados à esquerda, e, pela economia na folha de pagamento de um estado inchado pelos governos petistas.

Segue o link da informação:

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2019/01/04/interna_politica,728856/governo-bolsonaro-exonera-mais-de-3-500-servidores-nos-primeiros-dias.shtml

Ao longo dos quatro anos de mandato, Bolsonaro cortou 47 mil servidores nomeados em diversas áreas do governo federal.

A medida do governo Bolsonaro citada acima, se encontra descrita na publicação do site de notícias, Poder 360, que colocamos abaixo para provar a nossa afirmação:

Tais medidas foram necessárias, para retirar da administração pública federal os nomeados pelo PT que poderiam atuar contra o governo Bolsonaro. Além disso, a diminuição de 47 mil servidores na máquina federal reduziu os gastos, o que nunca havia sido feito pelos governos anteriores.

No governo Lula não houve diminuição de servidores federais, ao contrário, houve o aumento de ministérios.

No governo Bolsonaro eram 23 ministérios, já no começo do governo Lula foram criados mais 14 ministérios. O aumento descabido foi necessário para atender aos aliados do PT, além da tentativa de cumprimento das promessas populistas da campanha eleitoral petista.

Deste modo, nós podemos concluir, que Bolsonaro diminuiu o número de servidores e os gastos da máquina pública. Com este quadro reduzido de servidores, o governo Bolsonaro conseguiu governar o país, sem maiores problemas.

Já o governo Lula aumentou o número de ministérios, e, consequentemente, o número de servidores federais e os custos no governo federal.

Vale lembrar, que grande parte daqueles que compõem os novos ministérios do governo Lula, são servidores nomeados por políticos que auferem grandes salários.

Portanto, a alegação de Lula, de que o seu governo está sendo boicotado pelos tais infiltrados bolsonaristas não se sustenta, afinal, os cargos de primeiro e segundo escalão estão sob o comando de petistas e de seus aliados, impedindo qualquer ação dos tais infiltrados em prejuízo do governo petista.

Assim, narrativa petista de que não consegue governar o país, devido aos feitos do governo Bolsonaro, é uma estratégia para encobrir a sua incompetência, pois, agora, o governo do PT possui mais servidores que o governo Bolsonaro, e, mesmo assim, não consegue governar o Brasil.

Não se espante, o governo Lula em um futuro bem próximo afirmará, que o seu governo fracassou por culpa do governo Bolsonaro.

Você vai acreditar nisso?

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