A IRRESPONSABILIDADE DE LULA COM A PEC DA TRANSIÇÃO PROVOCA A MANUTENÇÃO DE JUROS ALTOS PELO BANCO CENTRAL

Os brasileiros precisam entender, que as despesas de um governo não são diferentes das despesas de uma economia familiar.

Não se pode gastar mais do que se arrecada.

Por isso, que a tal PEC da transição foi muito criticada por economistas sérios, que não tinham o compromisso com as políticas da esquerda.

A aprovação da PEC aumentou os gastos públicos ferindo a responsabilidade fiscal, o que também provocaria a manutenção dos juros altos para controlar a inflação.

Neste momento, o governo Lula inicia uma guerra contra o Presidente do Banco Central, o senhor Roberto Campos Neto, por manter a taxa de juros no percentual de 13,75 ao ano.

A medida adotada pelo Banco Central neste momento era prevista, principalmente, por Lula e o seu Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pois, com o aumento dos gastos públicos pela PEC da transição, os juros altos devem ser mantidos neste patamar para o controle da inflação.

Portanto, a manutenção de juros altos pelo Banco Central é uma decisão técnica e não política.

Além disso, a medida do Banco Central visa proteger a economia do país, após a irresponsabilidade fiscal do governo Lula ao propor e aprovar a tal PEC da transição.

Mas, não é isso que está sendo dito pelo governo Lula e seus políticos, neste momento, os integrantes e os aliados do governo petista estão fazendo uma campanha desleal para forçar a demissão do Presidente do Banco Central.

Mais um ato canalha dos políticos da esquerda!

Para tentar resolver o problema institucional econômico, o governo Lula precisaria mexer na taxa de juros fixada de forma independente pelo Banco Central. No entanto, como existe a lei que rege a independência do Banco Central aprovada no Governo Bolsonaro, o governo petista não pode interferir no processo.

Por isso, o governo petista usa de meios ilegais e nada republicanos, para tentar fazer uma pressão se utilizando de diversos setores da sociedade, com o objetivo de forçar o pedido de demissão do Presidente do Banco Central.

Cabe lembrar, que o atual Presidente do Banco Central possui mandato até 2024, ou seja, até lá as decisões do Banco Central continuam independentes, e, não podem ser manipuladas pelo governo petista.

Mas, se a tática rasteira do governo petista surtir efeito, e, esse é o objetivo, caso ocorra o pedido de demissão do Presidente do Banco Central, Lula poderá indicar um novo mandatário no Banco Central, que certamente irá atender aos comandos do atual Presidente do Brasil.

Deste modo, a lei que garante a independência do Banco Central estará sendo descumprida por uma artimanha política

Pra finalizar, é importante repetir, que os fatos narrados mostram a intenção do governo petista de sempre descumprir as leis, em prol do seu plano de poder.

 A CHANTAGEM PARA JUSTIFICAR A IRRESPONSABILIDADE DO PT COM O DINHEIRO PÚBLICO.

O governo Bolsonaro terminou obras que foram paralisadas pelos governos anteriores, além gastar apenas o que já se encontrava arrecadado.

Não podemos esquecer, que o governo Bolsonaro enfrentou mais de um ano e seis meses de pandemia que paralisou o país.

As obras terminadas pelo governo Bolsonaro utilizaram os recursos existentes, sem se endividar para o futuro. Tal conduta visava não furar o teto dos gastos públicos, sem a necessidade de aprovação de emendas à constituição que endividariam o país sem necessidade.

Agora, um dos lideres do novo governo, o Senador Randolfe Rodrigues, já começou a fazer chantagens para aprovar a PEC da transição, sob o argumento de que sem a sua aprovação as obras destinadas a prevenir desastres serão paralisadas.

Agora fica a pergunta: Como o governo Bolsonaro foi capaz de fazer obras sem aumentar os gastos e o futuro governo não é capaz de fazer o mesmo?

A resposta é muito simples, após a eleição de Lula, o Brasil voltou as negociatas políticas e a gastança sem responsabilidade fiscal.

Este fato poder ser verificado, com a presença de políticos na equipe de transição que foram responsáveis pela corrupção nos governos Lula e Dilma.

Os brasileiros já começaram a ver, as antigas negociações entre políticos aliados de Lula para terem cargos em ministérios, secretárias e empresas públicas.

Por isso, que a primeira providência da equipe de transição foi propor o aumento dos gastos públicos. Tal medida visa a atender aos interesses dos aliados políticos de Lula, e não os interesses do povo brasileiro.

O equilíbrio das contas públicas é essencial para qualquer país civilizado e responsável, afinal, não se pode gastar mais do que se arrecada. Para o azar do Brasil, o novo governo dá claros sinais de que não respeitará o teto dos gastos públicos, o que vai destruir a economia brasileira.

Que fique claro aos brasileiros, com o novo governo o Brasil sempre será refém desse tipo de malandragem, ou seja, o que está sendo feito é errado, mas é para o bem de todos.

Alguém acredita nisso?

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/obras-serao-paralisadas-se-pec-nao-passar-diz-randolfe-rodrigues/

FAZ O “L” QUE TUDO VAI MELHORAR!

Parte do setor financeiro que apoiou, e, até mesmo financiou a eleição de Luís Inácio Lula da Silva, já começa a ver, que as promessas do petista não irão corresponder com os atos futuramente praticados.

Será que parte do setor financeiro foi enganado ou é inocente?

Em diversos vídeos gravados, e, muito conhecidos dos brasileiros, Lula já demostrou que para se eleger se faz necessário mentir, e depois de eleito se afastar das promessas.

Alguém acredita que Lula fará um bom governo, principalmente, no plano econômico?

Parece que os economistas se esqueceram da recessão do governo Dilma. É bom lembrar, que embora Dilma Roussef fosse a presidente de direito, era Lula quem dava as cartas nos bastidores do poder.

A diferença do governo Lula para governo Dilma é muito simples.

Nos governos de Lula, o mundo vivia um momento excepcional de crescimento da economia, o que ocorria também na economia brasileira impulsionada pela valorização das comodities.

Por isso, o mandatário gastou à vontade com os projetos sociais e demais despesas que deveriam ter sido melhor dimensionadas. Mas, naquele momento de fartura econômica, o mandatário não se preocupou com os gastos públicos.

Essa prática do governo Lula prejudicou e muito a sua sucessora Dilma Roussef, que durante o seu governo teve que “pedalar” nos gastos públicos, para cobrir os gastos gerados pela irresponsabilidade de Lula.  

Não é preciso lembrar, que a irresponsabilidade fiscal de Lula e de Dilma gerou mais de 15 milhões de desempregados. O que fez com que a economia brasileira entrasse em uma profunda recessão, que resultou em lastimáveis prejuízos à nação.

Agora em 2022, o recém “eleito” faz a mesma coisa. Primeiro, ele mentiu aos seus apoiadores durante a campanha eleitoral, principalmente, aos integrantes do setor financeiro ao sinalizar uma postura econômica que os agradava.

Assim, muitos do mercado financeiro votaram e pediram votos à Lula. Mas, já no governo de transição, Lula fez questão de sinalizar, que as promessas feitas ao mercado financeiro não seriam cumpridas, a partir do momento que fez a  proposta da PEC da transição.

A postura de Lula de enganar o mercado financeiro não é novidade, principalmente, pra quem viveu os governos anteriores do petista.

O PT que se considera o “pai dos pobres” vai fazer o impossível, para cumprir a sua principal promessa de campanha, o assistencialismo.

José Dirceu, principal dirigente petista já havia dito, que os benefícios sociais rendiam ao PT cerca de 40 milhões de votos.

Deste modo, a estratégia petista é muito clara. Para o partido e seus políticos, o que vale é o “cabresto eleitoral”, que nada mais é, do que comprar as pessoas com benefícios sociais, que muitas vezes, os mais ociosos usam para nunca mais ter que trabalhar.

Portanto, se o objetivo do PT é ter os votos dos mais pobres, que são a maioria da população brasileira, o mercado financeiro ficará em segundo plano na política econômica brasileira.

O problema, é que o mercado financeiro não é apenas destinado aos que especulam nas Bolsas de Valores. Neste mercado, todas as empresas de diversos setores da sociedade estão presentes. Deste modo, se as empresas não crescem em valor de mercado, elas diminuem a sua produção o que vai resultar na diminuição dos postos de trabalho.

Se as vagas de emprego diminuem, os brasileiros ficarão sem emprego, seja ele formal direto ou indireto, e até mesmo na informalidade.

Não tendo emprego, os brasileiros terão que se socorrer aos benefícios sociais petistas. Tal pratica tem feito com que vários brasileiros idolatrem os governos petistas, sob o argumento raso, de que o PT não permite que eles morram de fome nos momentos mais críticos.

Mas, o que não é dito aos brasileiros, é que sem emprego eles se tornarão dependentes dos benefícios sociais, o que os impedirá retomar a sua independência social e financeira.  

Mais, e os empresários?

Uma vez que os empresários não encontram no governo, uma politica que os faça crescer em valor de mercado, eles deixarão de investir no mercado brasileiro, e, muitos deles, não vão manter as suas atividades no Brasil.

Portanto, as mentiras de Lula para seus aliados do setor financeiro, não são por acaso.

Para fechar o raciocínio, me lembro da uma das falas do filme: “A queda. As últimas horas de Hitler”. Em determinado momento do filme, o General encarregado de proteger Berlim do ataque russo diz ao mais importante ministro de Hitler: “senhor os russos estão cada vez mais perto de Berlim. Por isso, os civis devem ser evacuados imediatamente”. Sem se importar com a gravidade do quadro, já que estava dentro de um Bunker, o ministro diz: “não sinto nenhuma compaixão. O povo alemão escolheu o seu destino. Eles nos deram o mandato. Agora, as suas gargantas serão cortadas”

Eu acredito que todos entenderam o exemplo, e, já começam a perceber, os problemas pelos quais o Brasil vai passar nos próximos quatro anos.

Fonte:  https://www.estadao.com.br/economia/cotacao-dolar-bolsas-de-valores-25-11-2022/

O QUE HÁ DE PIOR ESTÁ NO NOVO GOVERNO LULA

A suposta vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022, já mostra o que será o Brasil nos próximos quatro anos.

O assistencialismo vai voltar a todo o vapor, o mesmo assistencialismo criado pelo PT que o Brasil não vai se libertar nunca mais, pois, enquanto houver seus dependentes, o PT vai garantir milhões de votos nesta classe social.

O respeito ao teto de gastos públicos determinado em lei, já foi ignorado e desrespeitado com a tal PEC da Transição.

Além disso, o novo governo Lula trará todos os seus antigos aliados. Alguns deles podem aparecer no governo sem problemas, enquanto outros que não podem aparecer estarão ditando as regras nos porões de Brasília.

Conforme se pode comprovar na publicação citada no final deste texto, os nomes da equipe de transição do novo governo, são os mesmos que o povo de bem não suporta ouvir sequer os seus nomes. Confira na matéria.

Mas, neste momento iremos abrir um parêntese muito importante.

Na equipe de transição de Lula está um nome muto conhecido pela direita brasileira. Sim, nós estamos falando do senhor Alexandre Frota.

O Deputado Federal que não foi reeleito, finalmente mostra mais uma de suas facetas ao integrar o futuro Governo Lula.

Ele rumou da direita para a esquerda, o que mostra muito bem o seu verdadeiro caráter; além do fato de que em política não há ideologia e nem ética, mas, apenas, o objetivo de se ter poder e dinheiro a qualquer custo.

Como ele não foi reeleito, Alexandre Frota buscou a chamada “boquinha” no novo governo, para se manter no poder mesmo sem o voto do povo.

Agora fica a pergunta: quais os deputados e os senadores eleitos pela direita para 2023 tomarão o mesmo caminho de Alexandre Frota?


Fonte:  https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2022/11/22/anuncio-equipe-governo-de-transicao-geraldo-alckmin.htm

O FUTURO GOVERNO LULA E A SUA IRRESPONSABILIDADE COM O PÁIS

Luiz Inácio Lula da Silva nem tomou posse, mas, já começou a desrespeitar as leis e agir de forma irresponsável com as finanças brasileiras.

Em 2016, o Congresso Nacional promulgou a Emenda Constitucional do Teto dos Gastos Públicos, que passou a ter vigência a partir de 2017.

O teto dos gastos públicos visa impedir que o Governo Federal gaste mais do que arrecada, ou seja, o teto dos gastos públicos tem como objetivo colocar e manter as contas públicas em dia.

Assim, o teto dos gastos não algo ruim para o país.

Durante o Governo Bolsonaro, o teto dos gastos foi respeitado, até porque, se o Governo Federal não respeitasse o teto dos gastos, a esquerda ajuizaria um pedido de impeachment do Presidente Bolsonaro.

Mas, o Governo Bolsonaro propôs as PECs Emergencial e dos Precatórios, que foi votada e promulgada pelo Congresso Nacional.

As Emendas Constitucionais tinham como objetivo cobrir gastos emergenciais com a pandemia; e pagar as dívidas da União, que são frutos de muitas ações judiciais ao longo dos anos, que a União foi condenada e que não cabia mais recursos, ou seja, essas dívidas tinham que serem pagas.

Além disso, a emenda dos precatórios possibilitou que houvesse a redução do ICMS dos combustíveis, o que gerou a redução do preço dos combustíveis no ato da compra pelos consumidores.

Por fim, a emenda dos precatórios também possibilitou o pagamento dos diversos auxílios sociais aos brasileiros.

Diante dos argumentos mencionados, o Governo Bolsonaro furou o teto dos gastos por meio das emendas citadas, mas, isso ocorreu por necessidade e não por politicagem, como quer fazer o futuro Governo Lula.

Cabe salientar, e isso é o cerne da questão, que as emendas promulgadas no Governo Bolsonaro não representam nem a metade dos gastos propostos pela PEC da Transição do futuro Governo Lula.

A publicação citada no final deste artigo mostra, que a PEC da Transição vai furar o teto dos gatos em 197 bilhões, sem a contabilização dos gastos com o Bolsa Família, que também irá furar ainda mais o teto dos gastos.

Então, o novo governo vai endividar o Brasil, o que colocará as contas públicas em déficit.

Este acontecimento será catastrófico para o país, mas, a imprensa não fala a respeito esclarecendo os brasileiros.

Neste momento, nós passamos a citar um exemplo muito simples para o entendimento de todos a respeito desta questão:

A coisa é muito simples. Se você gasta mais do que você ganha, em determinado momento o seu poder de compra será reduzido, e, mais a frente ele irá desaparecer.

Isso gerará a ausência de recursos para que você possa comprar coisas simples, como a alimentação e demais itens de primeira necessidade. Além disso, por conta do endividamento você não terá mais crédito no mercado, o que vai limitar a sua possibilidade de investimento.

Não precisa ser um gênio em economia, para saber que este quadro resultará na sua falência!

Espero que tenha ficado claro o exemplo citado acima.

Mas voltando a falar da PEC da Transição, a sua aprovação vai elevar a taxa de juros (Taxa Selic), o que vai impedir a economia brasileira de crescer, sem contar, que é uma forma de afastar os investimentos externos, além do país perder a confiança de investidores no compromisso do governo com a responsabilidade fiscal.

Segue ao final deste artigo, um link para que os leitores possam se aprofundar no assunto.

Em conclusão, o Brasil que vinha desde 2017 no rumo da responsabilidade fiscal, de crescimento da economia e atraindo investidores, com o novo governo petista vai retroagir aos patamares do início do Governo Temer.

Fontes: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2022/11/pec-da-transicao-alem-de-bolsa-familia-doacoes-ambientais-excesso-de-arrecadacao-e-receita-de-universidade-ficam-fora-do-teto.ghtml

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