A ISENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA É MAIS POPULISMO DO QUE JUSTIÇA SOCIAL

A proposta do governo Lula, que visa isentar contribuintes do Imposto de Renda (IR) que ganham até cinco mil reais poderá até beneficiar os brasileiros que se encontram nessa faixa de rendimentos, mas a intenção e a proposta do governo parece mais com a prática ilegal do voto de cabresto.

Neste momento, o governo Lula tenta um acordo no Congresso Nacional para aprovar a proposta. Estão nas negociações Hugo Motta e Davi Alcolumbre, ambos presidentes das casas legislativas, que parecem ser cumplices da manobra eleitoral, até porque podem ganhar votos com o projeto nas eleições de 2026.

O governo Lula trata o projeto como se fosse a sua “tábua de salvação” nas eleições de 2026. Enquanto isso, o povo/contribuintes encaram com esperança a proposta como uma atenuante para seus problemas fiscais.

O engraçado, é que o Senador Ezalci Lucas possuí um projeto da mesma natureza, que pretende isentar do imposto de renda os contribuintes que ganham até dez mil reais por mês.

Mas, essa proposta não interessou ao governo. Ora, se o governo Lula realmente quer reduzir a carga tributária sobre o povo, porque não encampou a proposta do Senador Ezalci Lucas?

A resposta é bem simples, o governo Lula não quer beneficiar o povo, o governo quer apenas ser o pai do projeto, se ele qual for, mesmo que menos abrangente, porque o objetivo final é colher votos nas eleições de 2026, por ter sido o autor do projeto e ter brigado por sua aprovação.

Portanto, o projeto de isenção de Imposto de Renda para quem ganha até cinco mil reais por mês, é mais populismo eleitoral do que justiça social, uma das pautas do governo Lula.

DEPUTADO FEDERAL NIKOLAS FERREIRA SE MANIFESTA SOBRE O PROJETO DA DOSIMETRIA

Na noite deste domingo 28/09/2025, o Deputado Federal Nikolas Ferreira afirmou, que o projeto de dosimetria que visa reduzir as penas dos processados e condenados pelos atos de 8 de janeiro, não é competência do Congresso Nacional, mas uma atribuição do Poder Judiciário.

As palavras do deputado estão de acordo com o texto da Constituição Federal e da legislação penal, que prevê a competência do Congresso Nacional para conceder anistia; e a competência do Poder Judiciário de fazer a dosimetria das penas no momento da sentença ou de Acórdão (sistema trifásico) citado no artigo 59 e seguintes do Código Penal.

O projeto da dosimetria da pena que se encontra sendo discutido no Congresso Nacional, é mais uma arquitetura política “tabajara”, onde se tenta resolver os problemas relacionados aos atos de 8 de janeiro, sem a aplicação das leis, mas aplicando acordos políticos para beneficiar grupos políticos e institucionais.

A pergunta que está na cabeça dos brasileiros, e ainda segue sem resposta é: até quando o Brasil viverá na presente bagunça institucional, onde os poderes e as instituições se embaralharam e seguem descumprindo a constituição e a lei?

A COMPRA DE VOTOS É UMA REGRA NO BRASIL

Há muitos anos, os brasileiros escutam estórias de que existe a compra de votos nas eleições brasileiras.

Geralmente, este acontecimento é imputado aos redutos eleitorais mais afastados, ou seja, nos rincões dominados pelo coronelismo.

Mas, esta prática não é uma exclusividade dos lugares mais afastados do Brasil. Isso ocorre em todos os seguimentos da política, e, principalmente, nas instituições e poderes brasileiros.

O voto deveria ser a expressão livre e consciente da vontade daquele que deve votar, sem qualquer ato ou prática que venha a viciar, induzir ou constranger o eleitor no momento do voto.

Se o voto do eleitor não for livre e consciente, não há a soberania do voto, portanto, não é a vontade do povo, mas, a vontade de terceiros para alcançar o seus objetivos políticos.

Neste caso, o poder não emana do povo e não existe democracia.

A compra de votos no Brasil, não se limita apenas às suas áreas mais pobres, um ato praticado pelos velhos coronéis e caciques da política. A compra votos ocorre diariamente no Congresso Nacional, seja pela emendas parlamentares ou por apoio político nas eleições da própria casa legislativa, conforme a matéria do portal O Antagonista divulgada na foto.

Segundo a matéria citada ao final, neste momento estamos diante de mais uma prática de compra de votos, tendo em vista, que o PT exige uma vaga no TCU (Tribunal de Contas da União,) para apoiar o candidato Hugo Motta à Presidência da Câmara dos Deputados; sem contar que tanto o PT (partido de esquerda) quanto o PL (partido supostamente de direita) estariam juntos no apoio a Hugo Motta.

Será que a vontade dos eleitores de esquerda e da direita aprovam a união destes partidos em prol de um mesmo objetivo político, mesmo sendo partidos de ideologias completamente diferentes e inimigos figadais?

Como se pode constatar no que foi exposto até este momento, a compra de votos é uma regra no Brasil, sendo aplicada sem qualquer constrangimento o que impede que o poder não emane do povo, conforme prevê a Constituição de 1988.

Se a vontade do povo não é respeitada, seja no voto ou por meio da atuação dos seus representantes eleitos, a democracia brasileira se encontra maculada, afinal, a compra de votos direciona os eleitores e os políticos para atender interesses de terceiros, que não representam a vontade da maioria.

Por fim, é necessária a criminalização da compra de votos com penas severas, além da fiscalização rígida sobres estes atos, pois, a compra de votos é o maior crime contra a nação.

Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/lira-pt-pediu-uma-vaga-no-tcu-para-apoiar-motta/

POR QUE A DIREITA BRASILEIRA NÃO LANÇA CANDIDATURA À PRESIDÊNCIA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS?

A direita brasileira está concentrada no Partido Liberal (PL), com a maior bancada da Câmara dos Deputados, sem contar os seus aliados na casa legislativa.

Ao que parece, a direita brasileira não quer ser protagonista e nem liderar o campo político na Câmara dos Deputados, ou até mesmo no Senado Federal.

Neste momento existem três candidatos à presidência da Câmara dos Deputados para 2025.

Nesta terça-feira (29) o presidente Arthur Lira (PP-AL) anunciou o seu apoio ao deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), que será candidato pelos partidos que compõem o bloco MDB-PSD-Republicanos-Podemos, do qual é vice-líder. Ao todo, 147 deputados integram o grupo.

Além do candidato de Arthur Lira, outros dois deputados são candidatos: Antônio Brito (PSD-BA) e Elmar Nascimento (União-BA), também confirmaram suas candidaturas à Presidência da Câmara.

Por que o PL não articula uma candidatura, sendo o seu principal organizador?

Pelos estamos vendo ao longo destes quase sete anos, em que a direita foi governo e agora é oposição, não é possível que a direita não consiga articular uma candidatura à Presidência do Senado Federal ou na Câmara dos Deputados, com chances reais de ganhar a sua presidência.

Se não houver iniciativa política, a direita sempre estará “pedindo esmolas legislativas” aos outros partidos do Congresso Nacional, para a defesa de suas pautas e na aprovação de seus projetos legislativos.

Deste modo, as pautas e os projetos da direita brasileira sempre serão rejeitadas e escondidas pelos partidos que dominam o Congresso Nacional, até porque, os partidos que dominam as casas legislativas possuem mais afinidade com a ideologia e os partidos de esquerda, e, com a manutenção do sistema que a direita rejeita.

Por fim, a direita precisa ter mais coragem e ousadia política, para que um dia possa ter o protagonismo político nacional. Não adianta apenas possuir um bom discurso.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Com tecnologia WordPress.com.

Acima ↑