O Governo Lula assumiu o poder no Brasil com 54 bilhões de superavit nas contas públicas.
Este feito econômico se deu graças à política econômica do Governo Bolsonaro.
Mesmo assim, o atual presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva, ao assumir o governo em 1º de janeiro de 2023 afirmou, que o Brasil estava destruído economicamente por conta das políticas públicas adotadas no governo anterior.
Isso é uma grande mentira, mas vindo do atual mandatário brasileiro não é de estranhar, pois, Lula sempre amparou o seu legado em mentiras e dissimulações, desde que tais posturas o levasse ao poder.
É bom lembrar aos brasileiros, que o ex-presidente Bolsonaro durante o seu governo foi acusado efetuar gastos exorbitantes no cartão corporativo da Presidência da República.
Neste período, a esquerda brasileira e o seu braço auxiliar, a imprensa, não hesitaram em espalhar e repercutir 24 horas por dia esta mentira, de que Bolsonaro era o campeão de gastos no cartão corporativo entre os presidentes brasileiros.
Agora veja que interessante!
Segundo a matéria da Revista Veja (veja matéria no final), em apenas 10 meses de governo, o atual presidente brasileiro já gastou mais de 15 milhões de reais, com a tendência de que este gasto seja ainda maior nos próximos anos de governo.
Portanto, os brasileiros mais uma vez foram enganados com as mentiras contadas pela esquerda brasileira, pois, os supostos gastos exorbitantes de Bolsonaro, não chegam nem perto dos gastos no cartão corporativo do atual governo.
Por fim, é importante lembrar aos apoiadores do atual presidente brasileiro, que toda essa gastança do dinheiro público, não é nada democrática, haja vista, que dentre os princípios de uma democracia está a responsabilidade com o dinheiro do contribuinte.
Não faz muito tempo, um político dizia: o Congresso Nacional vota o que o povo quer.
O objetivo desta fala dava a entender, que o Congresso Nacional atende ao clamor popular.
Agora, é importante fazer a seguinte pergunta: a sociedade brasileira está clamando por regulação das redes sociais?
Existem manifestações numerosas nas ruas pedindo aos congressistas que regulem as redes sociais?
Não, os brasileiros não estão preocupados com isso, por não estar no leque de suas prioridades.
Há muito tempo, e, agora, os brasileiros estão esperando que os congressistas ouçam os clamores por segurança pública, melhorias na educação e saúde, além de uma reforma tributária para que se pague menos impostos.
Muitas manifestações foram feitas pedindo a urgência em votar estes temas, mas, o Congresso Nacional jamais agiu com a mesma urgência com que trata a PL 2630.
Mas, a regulação das redes sociais está no leque de prioridades dos políticos de esquerda, que não querem concorrência na informação e de opinião com a grande imprensa, que sempre foi comprada e negociada pelos políticos, por meio da concessão de verbas de publicidade.
Portanto, a PL 2630, é um desejo antigo dos políticos de esquerda e da grande mídia, pois, ambos querem impor as suas narrativas sobre o povo, como se fosse verdade.
A vontade de regular as redes sociais, não existiria, se os brasileiros estivessem curtindo e compartilhando assuntos banais ao invés de assuntos políticos.
Sim, a PL 2630 é uma censura velada para calar o povo, que tomou gosto por militar politicamente, o que atrapalha e muito os interesses dos grupos políticos de esquerda e seus aliados.
Não se engane, se o povo não se levantar, em breve estaremos como os venezuelanos que se alimentam somente do que o governo disponibiliza, principalmente, a informação.
Hoje, o governo Lula comemorou no Palácio do Planalto os cem dias de governo.
Durante a cerimônia, tanto os ministros de estado quanto o atual presidente do Brasil usaram a maioria do evento para atacar o governo Bolsonaro.
Isso prova que o atual governo não tem o que apresentar, pois, se tivesse não perderia tempo em falar do governo antecessor.
O ponto alto do evento foi a falta de vergonha na cara, do Vice-Presidente Geraldo Alckmin ao dizer, que Lula salvou a democracia. Sim, o atual Geraldo Alckmin que hoje elogia Lula e o seu governo, é o mesmo que disse tempos atrás que Lula queria voltar a cena do crime para continuar a roubar o país.
O que se tem de concreto nos cem dias do governo Lula, é o que está sendo visto pelos brasileiros que se preocupam em se informar, que nada mais é, do que a falta de capacidade política para estabelecer a maioria no Senado Federal e no Congresso Nacional, o que o impede de apresentar e de aprovar os seus projetos.
Este cenário mostra falta de apoio político, o que é altamente danoso e compromete a estabilidade de qualquer governo. Sem contar, que se não houvesse a ação judicial ditatorial e militante do STF para oprimir a oposição, agora, os brasileiros estariam nas ruas se manifestando contra o governo.
Cabe perguntar: quais foram os grandes feitos do atual governo? Alguém consegue elencar tais feitos?
Os maiores feitos do governo Lula foram as diversas tentativas de encontrar irregularidades do governo Bolsonaro. Para isso, o governo usou os seus braços de enganação e de manipulação da opinião pública, a imprensa comprada e negociada, que investe diariamente nos “escândalos” fabricados pelo governo para tentar tornar inelegível Jair Bolsonaro nas eleições de 2026.
O momento é crítico, não há o que comemorar, o governo Lula não possui apoio político para sustentar a sua continuidade no poder. Além disso, no ambiente mais importante para o país, a economia, os indicadores econômicos são catastróficos e as projeções futuras são desanimadoras.
O mercado já vêm dando claros sinais de que não apoia o governo Lula. O resultado pela falta de harmonia entre governo e o mercado já pode ser visto pelos brasileiros, alguns setores do mercado (comércio, indústria e prestação de serviços) não hesitaram em fechar empresas matriz, filiais, e, não abrirão mais empresas como vinham pretendendo até o final do ano passado, basta verificar estas informações nas diversas publicações nos sites especializados no mercado financeiro.
Deste modo, as mentiras contadas pelo governo Lula em seus cem dias não refletem a realidade, que deve ser mudada urgentemente pelos brasileiros, por uma questão de sobrevivência daqueles que almejam continuar morando e criando suas famílias no Brasil.
Portanto, já passou da hora do povo de bem voltar às ruas para motivar o Congresso Nacional a promover o processo de impeachment.
Segundo várias matérias publicadas pela imprensa, o ex-presidente Jair Bolsonaro estará de volta ao Brasil no final deste mês.
Além de voltar ao Brasil, o regresso de Bolsonaro teria o objetivo político de liderar a oposição contra o governo Lula.
Mas cabe fazer uma pergunta: Bolsonaro ainda teria um apoio considerável de seus eleitores?
Não é novidade para nenhum eleitor de Bolsonaro, que após o resultado da eleição presidencial de 2022, estes eleitores esperavam por ação institucional e constitucional do então presidente e das forças armadas.
A eleição de Bolsonaro em 2018 foi possível, por ele ser um oficial da reserva do Exército Brasileiro; e, por ser combativo na atuação política, principalmente, contra a esquerda brasileira.
Por conta desses requisitos, os eleitores de Bolsonaro nutriram a expectativa de que ele não recuaria diante de pressões políticas e institucionais, que poderiam vir dos poderes e das instituições aparelhadas pela esquerda.
Cabe ressaltar dois pontos, Bolsonaro sabia que os brasileiros esperavam uma ação institucional desde a sua posse; e, que o estado brasileiro se encontrava “tomado de assalto” pela esquerda que indicou e nomeou os seus agentes aos postos chave da república.
Portanto, é possível dizer, que os eleitores de Bolsonaro podem estar muito decepcionados por não ocorrer uma ação institucional do presidente.
Desta forma, como a volta do ex-presidente, os seus eleitores terão a oportunidade demonstrar ou não, se Bolsonaro continua com o mesmo apoio de seus eleitores.
A direita brasileira precisa urgentemente de um líder. Uma vez havendo este líder, a direita tende a se organizar e atuar de forma mais eficiente, ao contrário do que está ocorrendo agora.
Com uma liderança e o maior engajamento, a pressão das ruas mobilizará a bancada de direita no Congresso Nacional. Com essa mobilização, os congressistas terão que proceder conforme o clamor dos eleitores e ativistas de direita, já que foram eleitos por este segmento da sociedade.
Além disso, a direita precisa construir a imagem de seus candidatos para as eleições de 2024 e 2026, sem contar, que os prováveis candidatos precisarão conquistar o eleitorado.
A volta de Bolsonaro ao Brasil será reveladora, tanto na comprovação de que ele ainda possui força eleitoral, quanto na sustentação de que ele ainda continua sendo o único nome viável para as eleições de 2026.
Se Bolsonaro não continuar empolgando os brasileiros ao voltar ao Brasil, o movimento conservador e de direita precisará buscar imediatamente outro nome que possa liderar e empolgar a direita.
Caso não surja esta figura política, a direita terá que se manter unida e atuante, do contrário, a direita brasileira pode desaparecer por falta de um nome que a represente.
O atual Presidente do Brasil prometeu durante a sua campanha eleitoral, que os brasileiros voltariam a “tomar cervejinha e a comer picanha” como teria ocorrido em seus governos passados.
A promessa eleitoral do atual presidente, nada mais é do que mais episódio de estelionato eleitoral, o qual é muito praticado, mas, nunca será punido.
Nos governos Lula e Dilma (2002 a 2016), os brasileiros jamais tiveram essa fartura de carne, que mais uma vez está sendo prometida pelo atual presidente brasileiro.
Agora, como já é costume, o atual governo brasileiro e seus políticos enganam os seus eleitores e tentam enganar os demais brasileiros.
Recentemente, a China suspendeu a exportação de carne que comprava do Brasil, pelo aparecimento no estado do Pará da doença conhecida como “vaca louca”.
Não é preciso dizer, que o volume de carne exportada para China é muito grande, dado o seu número de habitantes.
Com isso, a carne que deveria ter sido exportada para a China está sobrando nos frigoríficos, e, não pode se perder estragando nos estoques, pois, os produtores tiveram custos para a sua produção.
Deste modo, a única alternativa dos produtores de carne, é injetar a carne no mercado brasileiro com a redução do seu valor ou até mesmo com a venda a preço de custo.
Assim, é evidente que a carne à venda no mercado brasileiro tenha uma redução de preço na ponta da linha, ou seja, para os consumidores.
Mas, os políticos de esquerda que fazem parte do governo federal, em suas redes sociais propagam que a promessa de campanha do atual governo está sendo cumprida, porque a carne está sendo vendida ao consumidor com valor mais baixo que o normal.
A conduta dos políticos do governo, é mais uma mentira contada ao povo pelos mesmos que estão habituados a enganar a nação.
Se a carne agora está com o seu valor reduzido, é porque está sobrando nos estoques, e, não pode ser perdida.
Teoria muito conhecida na economia como oferta e demanda.
Havendo muita oferta, qualquer produto tem o seu preço reduzido para atrair a demanda.
Mas não se iluda, o prejuízo que os produtores estão suportando agora, por terem que vender a sua produção com preço baixo, em futuro bem próximo essa realidade mudará.
Assim que a exportação de carne for restabelecida com o exterior, os produtores deverão vender o seu produto com valor mais alto no mercado interno, com objetivo de compensar as perdas que tiveram neste momento de crise.
Portanto, os políticos de esquerda não explicam a façanha e nem as suas futuras consequências, eles apenas se limitam a enganar o povo visando proveitos eleitorais.
O último condenado pela Operação Lava a jato está solto, o nome dele é Sergio Cabral, um ex-Governador do Estado do Rio de Janeiro.
O maior líder do esquema de corrupção do Brasil, atualmente, é o Presidente do Brasil, que sequer pode ser chamado de condenado, descondensado e de ladrão.
Agora, Antônio Palocci poderá ter devolvido pela Justiça brasileira, o valor de R$ 73 milhões de reais bloqueados durante a Operação Lava a Jato, porque, o seu processo que hoje tramita na Justiça Eleitoral não tem o regular andamento, o que poderá gerar a prescrição, ou seja, por passar muito tempo, o estado não poderá mais puni-lo.
Não adiantou o esforço dos brasileiros para combater a corrupção nos governos petistas, pois, as suas organizações criminosas políticas estão sendo colocadas em liberdade e recuperando para si, os valores fruto dos ilícitos praticados.
Ao que tudo indica, a relação entre o governo brasileiro e o governo norte-americano não parece estar muito alinhada, como vem sendo divulgado pela imprensa brasileira.
A esquerda brasileira em muitas oportunidades afirmou, que possuía boas relações com o presidente norte-americano e o seu governo.
Recentemente, o atual ‘Presidente do Brasil” fez uma visita oficial aos Estados Unidos da América (EUA), para demostrar que existe um bom alinhamento entre os governos.
Não é novidade, que o Partido Democrata dos EUA, o mesmo partido do presidente norte-americano, tem um viés político à esquerda.
Mas, ao que parece, o tal alinhamento entre os governos, não estão funcionando muito bem.
Como mostra a publicação de um site da esquerda brasileira citada ao final, o governo brasileiro permitiu o atracamento de embarcações iranianas no porto do Rio de Janeiro.
Um pouco antes, a embaixadora norte-americana Elizabeth Bagley teria solicitado ao governo brasileiro, que não permitisse o atracamento de navios iranianos em seus portos, pois, recentemente, os navios iranianos ao atracarem em outros países facilitavam o comércio ilícito e as atividades terroristas.
O PT durante seus governos (Lula e Dilma) tinham ligações muito próximas com o Irã, e mantinham certa distância do governo norte-americano.
Embora, o presidente brasileiro tenha visitado recentemente o presidente norte-americano, tudo indica que este aceno diplomático e político não foi leal e verdadeiro, pois, em seguida, o governo brasileiro decidiu contrariar as orientações norte-americanas permitindo o atracamento de embarcações iranianas no Brasil.
Tanto o PT quanto Lula, nunca esconderam o seu asco com os EUA e a sua política. Além disso, ambos sempre deram preferência em suas relações aos países da mesma ideologia política. Por fim, tanto o partido como Lula dificilmente age com lealdade em suas relações políticas.
Os fatos narrados mostram, que o Brasil volta a se relacionar preferencialmente com países com ideologia de esquerda, com ditaduras e com países de doutrina islâmica.
Um governo que prega a democracia diariamente, como faz o atual governo brasileiro, jamais poderia se relacionar com países comunistas e extremistas. Neste caso, um governo democrata de verdade daria prioridade em relacionamentos com países sabidamente democráticos, como é o caso dos EUA.
Durante a campanha eleitoral, Lula prometeu aos brasileiros melhorias na situação financeira dos mais necessitados.
O petista chegou a prometer que os brasileiros voltariam a comer picanha, como teria acontecido em seus governos (2002 a 2010).
Ocorre, que nos governos de Lula não se tem notícias, de que os brasileiros de fato tenham comido tanta picanha naquele período.
Além da promessa de que os brasileiros voltariam a comer picanha em seu novo governo, Lula também prometeu um Bolsa Família de R$ 600,00 reais, além do acréscimo de mais R$ 150 reais por cada filho menor de idade.
Como se começa a ver, as promessas de Lula não passam de compromissos eleitorais e populistas que não seriam cumpridas, mas, infelizmente, alguns brasileiros mais inocentes talvez tenham acreditado nas promessas do petista.
Bom, o governo Lula anunciou recentemente o reajuste do salário mínimo nacional, que começará a valer a partir de mês de maio de 2023.
O reajuste do salário mínimo é de apenas R$18,00 reais. Certamente, o reajuste está longe das promessas de campanha do petista, mas, principalmente, de atender as necessidades dos mais pobres.
O reajuste definido pelo governo Lula, é imprestável para fins de aumentar o poder aquisitivo, pois, o aumento de R$ 18,00 reais não possibilita aos seus eleitores, o poder de compra de dois sacos de arroz de cinco quilos ou um quilo de carne.
Pelo jeito, os mais pobres foram mais uma vez enganados pelo líder petista, caracterizando um estelionato eleitoral.
Segundo Lula, o minúsculo reajuste do salário mínimo será completado por bons reajustes nos próximos anos de seu governo. Assim, o petista indiretamente afirma que a picanha prometida e sonhada pelos brasileiros estará chegando no futuro.
Por isso, nós perguntamos: quem conscientemente acredita em mais essa promessa de Lula?
A esquerda sempre se utilizou da mesma estratégia para encobrir a sua incompetência e a sua ineficiência.
O governo militar terminou em 1985. A partir deste momento, os políticos com clara ligação com a esquerda voltaram ao poder no Brasil.
Não é difícil encontrar narrativas dos governos de Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma Rousseff, que imputam ao regime militar o fracasso de muitos de seus projetos e políticas públicas.
O engraçado, é que as acusações ocorreram depois de mais de 15 anos do fim do regime militar.
A narrativa por si só é ridícula, mas, infelizmente, grande parte do povo brasileiro acredita nessas mentiras.
Mas, o fato de o povo acreditar nas mentiras contadas pela esquerda, não quer dizer que o povo seja desprovido de inteligência. Ocorre, que tais mentiras foram contadas e repetidas várias vezes pela imprensa numa “lavagem cerebral” que muitos não conseguem escapar.
Agora, Lula repete a mesma estratégia para manipular a opinião pública ao seu favor, ao afirmar o que segue:
“Vocês têm que ter um pouquinho de paciência, porque nós estamos apenas há 40 dias no governo; a gente ainda nem conseguiu montar as equipes que a gente tem que montar. Porque nós temos que retirar os ‘bolsonaristas’ que estão lá, escondidos ‘às pencas’”, disse Lula. “E a responsabilidade de tirar eles é do Rui Costa. É o Rui Costa que tem que assinar as medidas para retirar aquela gente que está infiltrada dentro do nosso governo.”
Segundo o atual mandatário do Brasil, o seu governo se encontra estagnado e sem ação, haja vista, a presença de bolsonaristas infiltrados em seu governo.
A afirmação do petista traz a ideia, de que o seu governo está sendo boicotado de dentro para fora, pelos poucos nomeados no governo Bolsonaro.
Ora, o PT esteve no comando do país por mais de 16 anos. Neste período, o partido espalhou vários de seus aliados nos poderes, instituições e órgãos federais, seja por indicação e até mesmo por intermédio de concursos públicos.
Assim que assumiu o governo em 2019, Bolsonaro teve que exonerar nos primeiros dias de governo mais de três mil e quinhentos funcionários, por estarem ligados à esquerda, e, pela economia na folha de pagamento de um estado inchado pelos governos petistas.
Ao longo dos quatro anos de mandato, Bolsonaro cortou 47 mil servidores nomeados em diversas áreas do governo federal.
A medida do governo Bolsonaro citada acima, se encontra descrita na publicação do site de notícias, Poder 360, que colocamos abaixo para provar a nossa afirmação:
Tais medidas foram necessárias, para retirar da administração pública federal os nomeados pelo PT que poderiam atuar contra o governo Bolsonaro. Além disso, a diminuição de 47 mil servidores na máquina federal reduziu os gastos, o que nunca havia sido feito pelos governos anteriores.
No governo Lula não houve diminuição de servidores federais, ao contrário, houve o aumento de ministérios.
No governo Bolsonaro eram 23 ministérios, já no começo do governo Lula foram criados mais 14 ministérios. O aumento descabido foi necessário para atender aos aliados do PT, além da tentativa de cumprimento das promessas populistas da campanha eleitoral petista.
Deste modo, nós podemos concluir, que Bolsonaro diminuiu o número de servidores e os gastos da máquina pública. Com este quadro reduzido de servidores, o governo Bolsonaro conseguiu governar o país, sem maiores problemas.
Já o governo Lula aumentou o número de ministérios, e, consequentemente, o número de servidores federais e os custos no governo federal.
Vale lembrar, que grande parte daqueles que compõem os novos ministérios do governo Lula, são servidores nomeados por políticos que auferem grandes salários.
Portanto, a alegação de Lula, de que o seu governo está sendo boicotado pelos tais infiltrados bolsonaristas não se sustenta, afinal, os cargos de primeiro e segundo escalão estão sob o comando de petistas e de seus aliados, impedindo qualquer ação dos tais infiltrados em prejuízo do governo petista.
Assim, narrativa petista de que não consegue governar o país, devido aos feitos do governo Bolsonaro, é uma estratégia para encobrir a sua incompetência, pois, agora, o governo do PT possui mais servidores que o governo Bolsonaro, e, mesmo assim, não consegue governar o Brasil.
Não se espante, o governo Lula em um futuro bem próximo afirmará, que o seu governo fracassou por culpa do governo Bolsonaro.
Quem acredita no choro de Lula em aparições públicas?
Não é de hoje, que Lula sempre chora em grandes eventos, mas, somente em grandes eventos.
Raramente, o petista chora em aparições que não tem uma grande concentração humana.
A política do PT sempre visou atingir as classes mais pobres e as minorias que se encaixam em suas pautas identitárias.
A opção política do PT mira exatamente a base da pirâmide da nossa sociedade. Isso não quer dizer que o PT e Lula se importam com essas pessoas. A base da pirâmide, é o local onde se pode conquistar mais votos dado o grande número de pessoas que compõe esta faixa da sociedade.
Lula é um político experiente e esperto na manipulação de pessoas.
As pessoas que compõe a base da pirâmide brasileira passam por muitas dificuldades em seu cotidiano, por conta da sua baixa condição financeira. Isso faz com que este grupo se emocione com discursos que retratam a sua condição e os seus problemas.
E Lula sabe disso!
Por isso, o atual mandatário sempre procurou se emocionar e chorar em eventos destinados aos mais pobres.
Na festa de comemoração dos 43 anos do PT, Lula não deixou de fazer política com as classes mais baixas, ao chorar durante o seu discurso.
Com essa postura, o petista visa angariar o apoio das ruas para futuras manifestações, pois, o seu momento político é muito delicado.
Tanto o PT quanto Lula, agora encontram uma oposição de verdade na sociedade e no Congresso Nacional, o que jamais ocorreu em seus mandatos anteriores.
Este cenário, além de inédito, ele também traz sérios problemas à atual administração petista, que acreditava conseguir se utilizar dos mesmos métodos do passado que dominou a sociedade e o Congresso.
Mas, as coisas não têm andado da forma como o PT e Lula imaginavam, por exemplo, recentemente, o Senador Alessandro Vieira em um pronunciamento no Senado Federal afirmou, que está em curso um esquema muito parecido com o mensalão, que estaria sendo chefiado pelo Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
Todos sabem, que o PT em seus governos anteriores somente conseguiu apoio ao seu governo e aos seus projetos, por comprar o apoio dos congressistas, seja com benesses ou verbas, o tal mensalão.
Tal procedimento foi considerado pelo STF como crime de corrupção.
Deste modo, o choro de Lula não passa de um mero ato político para agitar a massa que o “elegeu”, visando que essas pessoas se sensibilizem e atuem nas ruas, pressionando o Congresso Nacional e os setores da sociedade, a se renderem as vontades e ao plano de governo petista.