FAZ O “L” QUE TUDO VAI MELHORAR!

Parte do setor financeiro que apoiou, e, até mesmo financiou a eleição de Luís Inácio Lula da Silva, já começa a ver, que as promessas do petista não irão corresponder com os atos futuramente praticados.

Será que parte do setor financeiro foi enganado ou é inocente?

Em diversos vídeos gravados, e, muito conhecidos dos brasileiros, Lula já demostrou que para se eleger se faz necessário mentir, e depois de eleito se afastar das promessas.

Alguém acredita que Lula fará um bom governo, principalmente, no plano econômico?

Parece que os economistas se esqueceram da recessão do governo Dilma. É bom lembrar, que embora Dilma Roussef fosse a presidente de direito, era Lula quem dava as cartas nos bastidores do poder.

A diferença do governo Lula para governo Dilma é muito simples.

Nos governos de Lula, o mundo vivia um momento excepcional de crescimento da economia, o que ocorria também na economia brasileira impulsionada pela valorização das comodities.

Por isso, o mandatário gastou à vontade com os projetos sociais e demais despesas que deveriam ter sido melhor dimensionadas. Mas, naquele momento de fartura econômica, o mandatário não se preocupou com os gastos públicos.

Essa prática do governo Lula prejudicou e muito a sua sucessora Dilma Roussef, que durante o seu governo teve que “pedalar” nos gastos públicos, para cobrir os gastos gerados pela irresponsabilidade de Lula.  

Não é preciso lembrar, que a irresponsabilidade fiscal de Lula e de Dilma gerou mais de 15 milhões de desempregados. O que fez com que a economia brasileira entrasse em uma profunda recessão, que resultou em lastimáveis prejuízos à nação.

Agora em 2022, o recém “eleito” faz a mesma coisa. Primeiro, ele mentiu aos seus apoiadores durante a campanha eleitoral, principalmente, aos integrantes do setor financeiro ao sinalizar uma postura econômica que os agradava.

Assim, muitos do mercado financeiro votaram e pediram votos à Lula. Mas, já no governo de transição, Lula fez questão de sinalizar, que as promessas feitas ao mercado financeiro não seriam cumpridas, a partir do momento que fez a  proposta da PEC da transição.

A postura de Lula de enganar o mercado financeiro não é novidade, principalmente, pra quem viveu os governos anteriores do petista.

O PT que se considera o “pai dos pobres” vai fazer o impossível, para cumprir a sua principal promessa de campanha, o assistencialismo.

José Dirceu, principal dirigente petista já havia dito, que os benefícios sociais rendiam ao PT cerca de 40 milhões de votos.

Deste modo, a estratégia petista é muito clara. Para o partido e seus políticos, o que vale é o “cabresto eleitoral”, que nada mais é, do que comprar as pessoas com benefícios sociais, que muitas vezes, os mais ociosos usam para nunca mais ter que trabalhar.

Portanto, se o objetivo do PT é ter os votos dos mais pobres, que são a maioria da população brasileira, o mercado financeiro ficará em segundo plano na política econômica brasileira.

O problema, é que o mercado financeiro não é apenas destinado aos que especulam nas Bolsas de Valores. Neste mercado, todas as empresas de diversos setores da sociedade estão presentes. Deste modo, se as empresas não crescem em valor de mercado, elas diminuem a sua produção o que vai resultar na diminuição dos postos de trabalho.

Se as vagas de emprego diminuem, os brasileiros ficarão sem emprego, seja ele formal direto ou indireto, e até mesmo na informalidade.

Não tendo emprego, os brasileiros terão que se socorrer aos benefícios sociais petistas. Tal pratica tem feito com que vários brasileiros idolatrem os governos petistas, sob o argumento raso, de que o PT não permite que eles morram de fome nos momentos mais críticos.

Mas, o que não é dito aos brasileiros, é que sem emprego eles se tornarão dependentes dos benefícios sociais, o que os impedirá retomar a sua independência social e financeira.  

Mais, e os empresários?

Uma vez que os empresários não encontram no governo, uma politica que os faça crescer em valor de mercado, eles deixarão de investir no mercado brasileiro, e, muitos deles, não vão manter as suas atividades no Brasil.

Portanto, as mentiras de Lula para seus aliados do setor financeiro, não são por acaso.

Para fechar o raciocínio, me lembro da uma das falas do filme: “A queda. As últimas horas de Hitler”. Em determinado momento do filme, o General encarregado de proteger Berlim do ataque russo diz ao mais importante ministro de Hitler: “senhor os russos estão cada vez mais perto de Berlim. Por isso, os civis devem ser evacuados imediatamente”. Sem se importar com a gravidade do quadro, já que estava dentro de um Bunker, o ministro diz: “não sinto nenhuma compaixão. O povo alemão escolheu o seu destino. Eles nos deram o mandato. Agora, as suas gargantas serão cortadas”

Eu acredito que todos entenderam o exemplo, e, já começam a perceber, os problemas pelos quais o Brasil vai passar nos próximos quatro anos.

Fonte:  https://www.estadao.com.br/economia/cotacao-dolar-bolsas-de-valores-25-11-2022/

O QUE HÁ DE PIOR ESTÁ NO NOVO GOVERNO LULA

A suposta vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022, já mostra o que será o Brasil nos próximos quatro anos.

O assistencialismo vai voltar a todo o vapor, o mesmo assistencialismo criado pelo PT que o Brasil não vai se libertar nunca mais, pois, enquanto houver seus dependentes, o PT vai garantir milhões de votos nesta classe social.

O respeito ao teto de gastos públicos determinado em lei, já foi ignorado e desrespeitado com a tal PEC da Transição.

Além disso, o novo governo Lula trará todos os seus antigos aliados. Alguns deles podem aparecer no governo sem problemas, enquanto outros que não podem aparecer estarão ditando as regras nos porões de Brasília.

Conforme se pode comprovar na publicação citada no final deste texto, os nomes da equipe de transição do novo governo, são os mesmos que o povo de bem não suporta ouvir sequer os seus nomes. Confira na matéria.

Mas, neste momento iremos abrir um parêntese muito importante.

Na equipe de transição de Lula está um nome muto conhecido pela direita brasileira. Sim, nós estamos falando do senhor Alexandre Frota.

O Deputado Federal que não foi reeleito, finalmente mostra mais uma de suas facetas ao integrar o futuro Governo Lula.

Ele rumou da direita para a esquerda, o que mostra muito bem o seu verdadeiro caráter; além do fato de que em política não há ideologia e nem ética, mas, apenas, o objetivo de se ter poder e dinheiro a qualquer custo.

Como ele não foi reeleito, Alexandre Frota buscou a chamada “boquinha” no novo governo, para se manter no poder mesmo sem o voto do povo.

Agora fica a pergunta: quais os deputados e os senadores eleitos pela direita para 2023 tomarão o mesmo caminho de Alexandre Frota?


Fonte:  https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2022/11/22/anuncio-equipe-governo-de-transicao-geraldo-alckmin.htm

O FUTURO GOVERNO LULA E A SUA IRRESPONSABILIDADE COM O PÁIS

Luiz Inácio Lula da Silva nem tomou posse, mas, já começou a desrespeitar as leis e agir de forma irresponsável com as finanças brasileiras.

Em 2016, o Congresso Nacional promulgou a Emenda Constitucional do Teto dos Gastos Públicos, que passou a ter vigência a partir de 2017.

O teto dos gastos públicos visa impedir que o Governo Federal gaste mais do que arrecada, ou seja, o teto dos gastos públicos tem como objetivo colocar e manter as contas públicas em dia.

Assim, o teto dos gastos não algo ruim para o país.

Durante o Governo Bolsonaro, o teto dos gastos foi respeitado, até porque, se o Governo Federal não respeitasse o teto dos gastos, a esquerda ajuizaria um pedido de impeachment do Presidente Bolsonaro.

Mas, o Governo Bolsonaro propôs as PECs Emergencial e dos Precatórios, que foi votada e promulgada pelo Congresso Nacional.

As Emendas Constitucionais tinham como objetivo cobrir gastos emergenciais com a pandemia; e pagar as dívidas da União, que são frutos de muitas ações judiciais ao longo dos anos, que a União foi condenada e que não cabia mais recursos, ou seja, essas dívidas tinham que serem pagas.

Além disso, a emenda dos precatórios possibilitou que houvesse a redução do ICMS dos combustíveis, o que gerou a redução do preço dos combustíveis no ato da compra pelos consumidores.

Por fim, a emenda dos precatórios também possibilitou o pagamento dos diversos auxílios sociais aos brasileiros.

Diante dos argumentos mencionados, o Governo Bolsonaro furou o teto dos gastos por meio das emendas citadas, mas, isso ocorreu por necessidade e não por politicagem, como quer fazer o futuro Governo Lula.

Cabe salientar, e isso é o cerne da questão, que as emendas promulgadas no Governo Bolsonaro não representam nem a metade dos gastos propostos pela PEC da Transição do futuro Governo Lula.

A publicação citada no final deste artigo mostra, que a PEC da Transição vai furar o teto dos gatos em 197 bilhões, sem a contabilização dos gastos com o Bolsa Família, que também irá furar ainda mais o teto dos gastos.

Então, o novo governo vai endividar o Brasil, o que colocará as contas públicas em déficit.

Este acontecimento será catastrófico para o país, mas, a imprensa não fala a respeito esclarecendo os brasileiros.

Neste momento, nós passamos a citar um exemplo muito simples para o entendimento de todos a respeito desta questão:

A coisa é muito simples. Se você gasta mais do que você ganha, em determinado momento o seu poder de compra será reduzido, e, mais a frente ele irá desaparecer.

Isso gerará a ausência de recursos para que você possa comprar coisas simples, como a alimentação e demais itens de primeira necessidade. Além disso, por conta do endividamento você não terá mais crédito no mercado, o que vai limitar a sua possibilidade de investimento.

Não precisa ser um gênio em economia, para saber que este quadro resultará na sua falência!

Espero que tenha ficado claro o exemplo citado acima.

Mas voltando a falar da PEC da Transição, a sua aprovação vai elevar a taxa de juros (Taxa Selic), o que vai impedir a economia brasileira de crescer, sem contar, que é uma forma de afastar os investimentos externos, além do país perder a confiança de investidores no compromisso do governo com a responsabilidade fiscal.

Segue ao final deste artigo, um link para que os leitores possam se aprofundar no assunto.

Em conclusão, o Brasil que vinha desde 2017 no rumo da responsabilidade fiscal, de crescimento da economia e atraindo investidores, com o novo governo petista vai retroagir aos patamares do início do Governo Temer.

Fontes: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2022/11/pec-da-transicao-alem-de-bolsa-familia-doacoes-ambientais-excesso-de-arrecadacao-e-receita-de-universidade-ficam-fora-do-teto.ghtml

A PEC DO FUTURO GOVERNO PETISTA VISA FURAR AINDA MAIS O TETO DOS GASTOS PÚBLICOS.

A PEC dos Precatórios aprovada no Governo Bolsonaro foi atacada pela esquerda e pelo seu braço de manipulação do povo, a grande imprensa.

Foram muitas as críticas da esquerda e da mídia, tendo em vista, que a PEC do Governo Bolsonaro estaria furando o teto dos gastos públicos.

Agora veja, o PT quer fazer uma PEC para furar o teto dos gastos públicos em 200 bilhões de reais.

Este valor ultrapassa o valor da PEC do Governo Bolsonaro em muitos bilhões; e não há nenhuma crítica ou até mesmo campanha da grande mídia contra a PEC do PT.

Entenderam como funciona a demagogia que visa fazer o povo de besta?

Fonte: https://exame.com/brasil/solucao-para-pec-da-transicao-deve-ser-dada-por-lula-so-na-terca-feira/

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