O Susto do Carnaval: O Que os Números Ocultos Revelam Sobre o Duelo Lula x Flávio Bolsonaro em 2026

Pesquisas de bastidores acendem o alerta vermelho no Planalto e desenham uma eleição decidida não pelo favoritismo, mas pela “batalha da rejeição”.

Por Ricardo Soares

Nos bastidores de Brasília, a folia deu lugar à apreensão. Uma pesquisa diária encomendada pelo mercado financeiro revelou um cenário que, há poucos meses, parecia improvável para os governistas: durante dois dias do Carnaval, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ultrapassou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas simulações de segundo turno.

A informação, revelada pela jornalista Mônica Bergamo (Folha de S.Paulo), caiu como uma bomba entre lideranças do PT. Embora o pico numérico de Flávio tenha recuado com o fim da festa, o episódio expôs uma ferida aberta no projeto de reeleição: a curva ascendente da rejeição presidencial.

O Desafio de Lula: A Rejeição em Alta O cenário atual aponta para uma eleição atípica. De um lado, o incumbente luta contra o desgaste natural da máquina pública. Desde dezembro de 2025, a desaprovação do governo vem superando a aprovação, um sinal de alerta máximo para quem detém a caneta.

Levantamentos recentes confirmam a tendência:

  • A pesquisa Genial/Quaest (fevereiro/2026) aponta uma desaprovação do governo de 49%, contra 45% de aprovação.
  • No levantamento Meio/Ideia, a rejeição pessoal de Lula bateu 44%.
  • O PoderData (janeiro/2026) já havia indicado que o presidente entrou no ano eleitoral com 57% de desaprovação do seu trabalho pessoal.

O desafio do Planalto não é apenas governar, mas reverter essa percepção negativa antes que ela se cristalize em um patamar irreversível. Segundo aliados ouvidos pela Folha, a rejeição “não se estabeleceu em novos patamares”, mas a pressão por resultados econômicos e sociais é imensa e imediata.

A Ascensão de Flávio Bolsonaro: O Teto e a Elasticidade Do outro lado do balcão, o herdeiro político do bolsonarismo tenta furar a própria bolha. Escolhido como o principal nome do PL para a disputa presidencial, o senador Flávio Bolsonaro tem adotado um discurso mais moderado, focado na economia e na atração de eleitores indecisos.

O “salto” no Carnaval demonstra que seu nome tem elasticidade eleitoral e capacidade real de aglutinar a oposição. No entanto, ele também enfrenta seu próprio teto. Na mesma pesquisa Meio/Ideia, Flávio aparece como o segundo nome mais rejeitado do país (34%), e a Genial/Quaest reforça que ambos (Lula e Flávio) lideram a rejeição entre os eleitores.

O Veredito para 2026 O “susto do Carnaval” serve como um termômetro claro: a corrida presidencial de 2026 já começou. Está acirrada, polarizada e será disputada voto a voto, erro a erro. Quem conseguir administrar melhor a própria rejeição e dialogar com o centro, levará a faixa presidencial.

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O “Plano A” Oculto: Por que Flávio Bolsonaro pode ser a única peça capaz de xeque-mate em 2026

Por Ricardo Soares | Análise Política

Durante meses, o mercado político e o eleitorado conservador debateram quem herdaria o espólio eleitoral de Jair Bolsonaro. A resposta parecia óbvia: o carisma de Michelle ou a gestão técnica de Tarcísio de Freitas. Mas, no xadrez de 2026, uma peça se moveu silenciosamente para o centro do tabuleiro.

Dados recentes de fevereiro de 2026 revelam uma virada de chave estratégica: Flávio Bolsonaro não é mais apenas o articulador; ele se tornou o viabilizador.

A Revelação dos Dados: Potencial vs. Realidade

A narrativa mudou drasticamente após análises recentes de institutos de pesquisa, como a AtlasIntel, indicarem um fenômeno curioso: Flávio Bolsonaro possui um teto de crescimento potencialmente maior que o de Tarcísio de Freitas.

Enquanto Tarcísio enfrenta a resistência de ser um “estranho no ninho” do bolsonarismo raiz — visto por muitos como técnico demais e pouco ideológico —, Flávio carrega o DNA (literal e político) que mobiliza a base fiel. Ele opera na frequência emocional que o eleitorado de direita exige, algo que o governador de São Paulo, por vezes, falha em entregar.

A “Herança Digital” e a Máquina de Guerra

O fator decisivo, porém, não está nos gabinetes de Brasília, mas nas telas dos celulares. Relatórios de monitoramento digital mostram que Flávio assumiu, de fato, a “herança” das redes sociais do pai.

Ao contrário de outros postulantes, Flávio já possui a linguagem, o algoritmo e a audiência cautiva. Ele não precisa construir uma base; ele precisa apenas ativá-la. Em uma eleição onde a guerra de narrativas será travada no TikTok e no WhatsApp, começar com esse exército digital é uma vantagem competitiva que nenhum tempo de TV pode comprar.

O Desafio do Discurso: A Navalha de Dois Gumes

Apesar da ascensão, a estrada para o Planalto não está livre de obstáculos. O principal desafio de Flávio é o que analistas chamam de “ajuste de calibrem”.

Para vencer em 2026, ele precisa realizar um movimento pendular complexo:

  1. Manter a Base Radical: Continuar sendo o “01”, o filho leal e defensor dos valores conservadores.
  2. Conquistar o Centro: Moderar o tom para reduzir a rejeição que o sobrenome “Bolsonaro” carrega junto ao eleitorado moderado e feminino.

É aqui que mora o perigo. Se ele for “Bolsonaro demais”, perde o centro. Se for “moderado demais”, perde a base para figuras mais histriônicas.

Veredito: As Chances Reais

As chances de Flávio Bolsonaro não são apenas teóricas; são matemáticas e políticas. Com Jair Bolsonaro inelegível, Flávio se posiciona como o único capaz de unificar o Partido Liberal (PL) sem riscos de traição ideológica.

Se Tarcísio optar pela reeleição em São Paulo — um caminho mais seguro e provável —, o caminho fica aberto. Flávio Bolsonaro deixa de ser o “filho do presidente” para se tornar o candidato da revanche. E em uma eleição polarizada, nada move mais votos do que o sentimento de vingança política.

A conclusão é clara: Subestimar Flávio Bolsonaro foi o erro de 2024 e 2025. Em 2026, ele pode muito bem ser o nome na urna que a esquerda mais temia enfrentar.

SILAS MALAFAIA ROMPEU POLITICAMENTE COM BOLSONARO?

Segundo uma publicação da Revista Veja deste Domingo (14/12/2025), o Pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo estaria declarando o seu apoio, ao Governador de São Paulo de Tarcísio de Freitas para ser candidato à Presidência da República nas eleições de 2026.

Silas Malafaia ao apoiar Tarcísio de Freitas estaria rompendo politicamente com o clã Bolsonaro, que recentemente indicou como seu pré-candidato à presidência do Brasil em 2026, o Senador Flávio Bolsonaro.

Já faz algum tempo, que algumas pessoas diziam que Silas Malafaia é apenas um oportunista que se move de acordo com os seus interesses.

Caso Silas Malafaia não se pronuncie sobre a publicação da Revista Veja, o líder evangélico e militante político vai estar se comportando como um oportunista e traidor, tendo em vista, que nos últimos tempos se tornou uma marca da defesa dos interesses políticos e ideológicos de Bolsonaro.

Fonte: https://veja.abril.com.br/politica/silas-malafaia-ja-escolheu-o-nome-que-vai-apoiar-a-presidencia-em-2026/?utm_campaign=mrf-twitter-VEJA&mrfcid=20251214693c687114f13405216abc58

A PRISÃO DE BOLSONARO PARA FORMALIZAR O REGIME AUTORITÁRIO NO BRASIL

O Brasil acompanha em silêncio o que pode ser os últimos dias do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro no interior de sua residência.

Desde que Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) à mais de 23 anos de prisão, os brasileiros passaram a entender o que acontecerá com aqueles que tentarem mudar os rumos do Brasil, que foram traçados pela esquerda ao longo de mais de quatro décadas.

Nós estamos vendo o último tiro desta guerra?

É claro que não! Bolsonaro não conseguiu fazer tudo o que prometeu durante o seu governo e cometeu alguns erros. Mas, ele deu aos brasileiros aquilo que parecia ser impossível, a consciência de que o Brasil precisava mudar e que a esquerda brasileira deveria ser combatida diariamente.

Com a ajuda de Bolsonaro, milhares de brasileiros se lançaram às redes sociais e em manifestações para apoiá-lo e combater ferozmente a esquerda.

Nunca se viu tamanha motivação, vontade e entrega, inicialmente, em prol de um candidato à Presidência da República, e, posteriormente, em apoio há um Presidente da República.

As pautas, os planos e as estratégias de Bolsonaro podem até não ter dado muito certo, mas os brasileiros agora estão acordados, conscientes e prontos para lutar, pois, esses brasileiros agora sabem que é um dever cívico e patriótico de todos os brasileiros de bem, o combate contra a esquerda brasileira e a sua maior ferramenta de aparelhamento, o ativismo judicial.

Portanto, se tudo der errado e se Bolsonaro for preso, a luta deve continuar porque temos uns aos outros, e, assim, nós estaremos lado a lado para sustentar o movimento de direita, lutar e defender o Brasil.

A DIREITA BRASILEIRA CONSTRUÍDA PELO POVO PODERÁ SER DESTRUÍDA PELO EGO DOS POLÍTICOS

A atual direita brasileira nasceu em meados do ano de 2017. Tal ideologia política ganhou repercussão nacional, com as diversas manifestações de rua e nas redes sociais organizadas por grupos populares.

Esta direita vinda do povo deu apoio eleitoral a Jair Messias Bolsonaro, para sua eleição em 2018 e durante todo o seu governo, que se findou no final de 2022.

Com o fim do governo Bolsonaro, e o início do Governo Luís Inácio Lula da Silva, eleito em 2022 e empossado em 1º de janeiro de 2023, a direita vinda do povo ficou alguns momentos sem orientação política, pois, Bolsonaro deixou o país rumo aos EUA no final de 2022 retornando no primeiro trimestre de 2023.

 Neste período, Bolsonaro não se comunicou e coordenou o movimento de direita, que o elegeu e o apoiou durante todo o seu governo.

Atualmente, outras personalidades políticas tentam conquistar a direita, que em sua maioria são eleitores de Bolsonaro, com o objetivo de usar este eleitorado para chegar ao poder.

Esta direita vinda dos movimentos de rua, sem políticos e sem partidos políticos devem aceitar o “cabresto” de uma personalidade política?

As personalidades políticas estão preocupadas com a ideologia política de direita vinda da sociedade ou querem apenas atingir os seus próprios objetivos ideológicos e políticos?

Dentre as personalidades políticas interessadas em cooptar a direita, o que mais a atenção é o ego político ao se colocarem como donos deste movimento e de seus eleitores.

Neste momento surge mais uma personalidade política, que pretende se declarar dono da direita nascida fora da classe política. Ronaldo Caiado, o Governador do Estado de Goiás pretende cooptar estes eleitores, para vencer as eleições à Presidência da República em 2026.

Pelo que estamos vendo, até 2026 muitos outros nomes políticos vão surgir com o mesmo objetivo, de se declarar dono do eleitorado da direita, provavelmente, sem compromisso com a sua ideologia e suas pautas.

Mas a pergunta que deve ser feita é a seguinte: um movimento nascido nas ruas e organizado pelo povo deve ter como seu dono uma personalidade política?

MINISTROS DO STF DEVEM JULGAR PROCESSOS OU ATUAR POLITICAMENTE NOS DEMAIS PODERES?

A atual composição do STF está a cada dia mais político, e pouco jurídico.

Antigamente, os brasileiros sequer sabiam os nomes dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A partir das nomeações de ministros do STF feitas pelos governos do PT, os nomeados passaram a emitir opiniões políticas e a interferir politicamente nos demais poderes da república.

Essa prática é inaceitável, pois, qualquer julgador de processos judiciais não pode emitir opiniões sobre determinados assuntos, sob o risco de comprometer a sua imparcialidade para o julgamento.

Os ministros do STF parecem estar acima desta regra, o que é o cúmulo da ilegalidade e da imoralidade que deveriam nortear a administração pública.

Conforme a publicação citada ao final, o Ministro Gilmar Mendes agora quer pautar os assuntos a serem apreciados exclusivamente pela Câmara dos Deputados.

Segundo o ministro do STF, a Câmara dos Deputados, por meio de seu Conselho de Ética deve discutir a responsabilização do Deputado Nicolas Ferreira, por fazer um discurso transfóbico enquanto discursava na tribuna.

A postura do ministro Gilmar Mendes é política, haja a vista, que juízes não poder emitir posicionamentos políticos e partidários, segundo o que dispõe a Lei Orgânica da Magistratura.

Além disso, a conduta do ministro contraria a Constituição Federal, que não prevê este tipo de atuação por parte dos ministros do STF.

Com isso, os ministros do STF mostram ao país, que lhes foi dado poderes que não estão descritos na lei; e que os ministros do STF estão acima dos demais poderes, o que é inaceitável diante da vedação existente na Constituição Federal.

Somente o povo na rua poderá mudar este quadro, a partir do momento que cobrar o fim da tirania dos ministros do STF.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/gilmar-defende-que-conselho-de-etica-da-camara-discuta-caso-nikolas-ferreira/

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