Alguns atos, decisões e Acórdãos dos ministros dos tribunais superiores que foram produzidos de forma militante e fora das leis poderiam ter sido reduzidos. Se o PGR tivesse atuado combativamente, a partir da primeira decisão irregular dos ministros dos tribunais superiores, o Brasil não estaria sob a presente “ditadura da toga”.
No entanto, o PGR parece que não querer exercer as suas obrigações constitucionais. Cabe ao PGR e aos demais integrantes do Ministério Público, a defesa da Constituição Federal, das leis, e, principalmente, a defesa da sociedade e seus direitos.
A manifestação do PGR sobre a resolução do TSE, que dá “super poderes” aos ministros da suprema corte eleitoral no pleito de 2022, não passa de um ato político sem muita eficácia, pois, é tardio e sem força, neste momento em que o Brasil vê atônito os atos e as decisões ditatoriais da corte que milita em favor de Lula.
