Uma da pautas da esquerda contra o governo Bolsonaro, era o sigilo de alguns atos do Presidente da República e de seu governo.
Segundo as promessas de campanha de Lula em 2022, todos os sigilos seriam levantados por serem indevidos, pois, a transparência seria um dos objetivos do novo governo.
Mas, segundo a matéria disponibilizada ao final, o governo Lula usa o mesmo artifício que o governo Bolsonaro teria utilizado, ao não revelar os nomes de quem teria participado de uma festa na posse de Lula.
Veja, que os brasileiros foram mais uma vez enganados pelas promessas petistas, que não passavam de mera demagogia política, ou até mesmo, mais um estelionato eleitoral.
O PT quer ter moral para criticar e desfazer os sigilos do Governo Bolsonaro.
Mas, é bom salientar, que diversos contratos de empréstimos do BNDES a outros países e à empresas durante os governos Lula e Dilma (2002 a 2016), até o momento continuam sob sigilo.
Estes contratos tratam sobre elevadas somas de verba pública que não foram aplicadas no Brasil. No caso do sigilo de atos do governo Bolsonaro, não se trata de práticas que envolvam corrupção, dano ao erário ou até mesmo má administração.
Veja a matéria ao final, para ver que os sigilos de atos decretados por Bolsonaro, não possuem relação com o que foi feito pelo PT em seus governos.
Os contratos sigilosos do BNDES durante os governos petistas tratavam, de dinheiro vindo dos impostos pagos pelos brasileiros, que foram emprestados a outros países com a mesma ideologia política petista, por exemplo, a Venezuela e países africanos, todos ditaduras.
Assim, os sigilos decretados pelo PT em seus governos jamais poderiam existir, pois tratam-se de verbas públicas, em que o cidadão deve ter o direito de saber e de questionar o seu emprego.
O recém empossado Governo Lula insiste em tentar revogar os sigilos do Governo Bolsonaro, como se tivesse moralidade suficiente para afirmar, que os sigilos decretados por Bolsonaro são ilegais.
Uma coisa é certa, a quebra dos sigilos que interessa aos brasileiros são os relacionados ao emprego de verbas públicas, que foram ocultados propositalmente pelo PT durante os seus governos.