A atual composição do STF está a cada dia mais político, e pouco jurídico.
Antigamente, os brasileiros sequer sabiam os nomes dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
A partir das nomeações de ministros do STF feitas pelos governos do PT, os nomeados passaram a emitir opiniões políticas e a interferir politicamente nos demais poderes da república.
Essa prática é inaceitável, pois, qualquer julgador de processos judiciais não pode emitir opiniões sobre determinados assuntos, sob o risco de comprometer a sua imparcialidade para o julgamento.
Os ministros do STF parecem estar acima desta regra, o que é o cúmulo da ilegalidade e da imoralidade que deveriam nortear a administração pública.
Conforme a publicação citada ao final, o Ministro Gilmar Mendes agora quer pautar os assuntos a serem apreciados exclusivamente pela Câmara dos Deputados.
Segundo o ministro do STF, a Câmara dos Deputados, por meio de seu Conselho de Ética deve discutir a responsabilização do Deputado Nicolas Ferreira, por fazer um discurso transfóbico enquanto discursava na tribuna.
A postura do ministro Gilmar Mendes é política, haja a vista, que juízes não poder emitir posicionamentos políticos e partidários, segundo o que dispõe a Lei Orgânica da Magistratura.
Além disso, a conduta do ministro contraria a Constituição Federal, que não prevê este tipo de atuação por parte dos ministros do STF.
Com isso, os ministros do STF mostram ao país, que lhes foi dado poderes que não estão descritos na lei; e que os ministros do STF estão acima dos demais poderes, o que é inaceitável diante da vedação existente na Constituição Federal.
Somente o povo na rua poderá mudar este quadro, a partir do momento que cobrar o fim da tirania dos ministros do STF.
