A OPOSIÇÃO AO GOVERNO LULA, JÁ CONSEGUIU AS ASSINATURAS PARA A CPMI DOS ATOS DE 8 DE JANEIRO

O Deputado Federal André Fernandes do PL do Ceará fez questão de anunciar ontem, que já conseguiu o número de assinaturas necessárias para instalar a CPMI dos atos do dia 8 de janeiro em Brasília.

Cabe ressaltar, que uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) é formada por deputados e senadores. Assim, desde que o requerimento de abertura alcance o número mínimo de assinaturas de deputados e senadores, a sua instalação não necessitada da aprovação dos presidentes da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal.

Portanto, nem Arthur Lira ou Rodrigo Pacheco podem barrar a abertura da CPMI.

Mas, a batalha apenas está começando!

Certamente, como os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal não podem impedir a abertura da CPMI por meio de seus atos, eles devem atuam nos porões da política em Brasília, para coagir deputados e senadores a retirar as suas assinaturas.

É de conhecimento público, que os congressistas de esquerda foram os primeiros a pedir a abertura de uma CPI para apurar os atos de 8 de janeiro em Brasília.

No entanto, assim que foi divulgado pelo Senador Marcos do Val, que tanto Lula como o seu Ministro da Justiça Flávio Dino teriam se omitido, e deixando de tomar providências diante das informações recebidas dos órgãos de inteligência.

Portanto, ambos os políticos supostamente permitiram que os fatos ocorressem, o que fez com que os políticos de esquerda começassem a retirar as suas assinaturas do requerimento de abertura da CPI.

Desde então, o Governo Lula passou a ser totalmente contra a investigação pelos parlamentares dos atos de 8 de janeiro.

Essa conduta do governo denuncia, que pode haver o envolvimento da esquerda na preparação e na execução dos atos de 8 de janeiro, inclusive, esta tese vem sendo muito citada pelos congressistas de direita.

Agora, é importante que os brasileiros pressionem os deputados e senadores que já assinaram a abertura da CPMI, para não retirarem as suas assinaturas, pois, a pressão política dos presidentes do Poder Legislativo e do Executivo será muito grande, inclusive, com a tentativa de compra dos congressistas.

Fonte: https://www.poder360.com.br/congresso/deputados-dizem-ter-assinaturas-para-cpmi-do-8-de-janeiro/

A NOVA MODALIDADE DE PERSEGUIÇÃO AOS OPOSITORES DO GOVERNO LULA

O direito de manifestação está descrito na Constituição Federal, como sendo um direito irrestrito e irrevogável do cidadão.

Aqueles que discutiram e fizeram o texto constitucional, não criaram exceções ao direito de manifestação, desde que seja pacífico. Na atual formação do STF, os ministros em suas decisões relativizaram a liberdade de expressão e o direito de manifestação, de forma desrespeitar o texto constitucional e os ideias da carta magma.

Tal procedimento criou uma insatisfação na população brasileira, que devido a sua reiteração, deu causa a uma revolta externada em diversas manifestações, sejam elas nas ruas ou nas redes sociais.

As instituições que deveriam ouvir a voz do povo, em nenhum momento tomaram uma providência para diminuir a tensão na sociedade.

Cabe salientar, que para se fazer uma manifestação é necessária a sua organização para que as pessoas saibam o local, dia e horário.

Para isso, quem organiza o ato, muitas vezes têm que empregar valores em dinheiro para que a manifestação aconteça.

A esquerda brasileira sempre se utilizou desta receita para viabilizar as suas manifestações; e, muitas delas resultaram em depredações ao patrimônio público e agressões físicas.

Segundo a Advocacia Geral da União (AGU), aqueles que financiaram as manifestações ocorridas em Brasília, em 8 de janeiro de 2023, não poderiam ter empregado recursos para que as manifestações acontecessem.

Segundo a AGU, os financiadores devem responder pelos danos causados aos prédios na Praça dos Três Poderes em Brasília.

Agora cabe uma pergunta: todos que financiam manifestações têm o objetivo de promover depredações durante os atos?

A resposta é muito simples, em regra, aqueles que financiam e participam de manifestações tem o proposito apenas de se manifestar.

Os desdobramentos de uma manifestação não podem ser calculados por aqueles que organizaram e financiaram o ato, pois, no momento, e, até mesmo após do ato, não é possível prever a ação e a reação humana.

Pois, bem, a matéria citada ao final mostra, que o governo Lula está criando uma modalidade de responsabilização civil, que não se encontra prevista no Código Civil.

Segundo a Ação Civil Pública ajuizada pela AGU, os financiadores das manifestações deverão ser responsabilizados pelos atos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, inclusive arcando com os valores a serem ressarcidos aos cofres públicos.

O Código Civil descreve, que as pessoas serão responsáveis por dolo ou culpa. Assim, é responsável aquele quis o resultado ou aquele que por imprudência, imperícia ou negligência, com a sua omissão, deu causa ao resultado.

É evidente, que os financiadores das manifestações em Brasília não tiveram o objetivo inicial de promover depredações nos prédios na Praça dos Três Poderes.

O intento dos financiadores e participantes era promover uma grande manifestação, na esperança de que fossem ouvidos, já que se manifestavam por mais de dois meses em todo o país, sem serem ouvidos pelas instituições.

Do mesmo modo, os financiadores não agiram com culpa (negligência, imprudência e imperícia), pois, o ato somente de financiar as manifestações não se traduz em uma linha indicadora do resultado.

Se isso fosse possível, diversas manifestações da esquerda ao longo dos anos, que resultaram em depredações, não poderiam ter passado impunes, pois, os financiadores eram conhecidos, ou seja, os partidos políticos, os movimentos sociais e os sindicatos.

Conforme os argumentos elencados acima, os brasileiros estão assistindo a mais uma de várias ocorrências de desrespeito às leis vigentes vindas do governo Lula, que utiliza os órgãos, as instituições e os poderes, para institucionalizar a perseguição aos opositores políticos.

Cabe lembrar, que a Constituição Federal estabelece, a igualdade na aplicação da lei, ou seja, o que é crime para um cidadão dever ser crime para os demais.

Além disso, as leis vigentes somente podem ser alteradas por outra lei que as revogue, ou seja, as obrigações somente podem ser impostas ao cidadão por lei, e, jamais por interpretações contrárias ao texto legal vindas dos poderes e das instituições.

Neste cenário, é espantoso o silêncio do Ministério Público diante das muitas aberrações jurídicas praticadas pelo governo Lula e pelos tribunais superiores.

O Ministério Público é quem deveria fiscalizar a correta aplicação da lei, e, principalmente, ele tem o dever de defender e proteger a sociedade de todo e qualquer descumprimento do ordenamento jurídico.

Ao que parece, os brasileiros estão indefesos diante da vingança e da revanche do PT.

Fonte: https://www.poder360.com.br/justica/agu-pede-condenacao-de-59-financiadores-de-atos-extremistas/

INSUBORDINAÇÃO OU CUMPRIMENTO DA CONSTITUIÇÃO E DAS LEIS VIGENTES?

As palavras do Coronel José Placídio Matias dos Santos refletem a indignação a revolta dos brasileiros, que tomaram conhecimento das irregularidades, inconstitucionalidades e as ilegalidades praticadas pelos membros dos tribunais superiores.

Como não há resposta das instituições que possuem o dever de corrigir os ilícitos, principalmente, do MPF e da PGR, as palavras do Coronel buscam um pedido de socorro para que o Brasil volte a ser uma república.

Nos dias atuais, o Brasil se assemelha a anarquia chefiada pelos tribunais superiores.

Como o Brasil se encontra dominado pelos parciais e os ilegais, o Coronel será cassado como todos aqueles que se opõem ao que está acontecendo no Brasil nos últimos quatro anos.

Parece, que as palavras do Coronel não sensibilizam sequer aos seus companheiros de caserna, que já preparam a sua perseguição e linchamento institucional.

Sinais dos tempos, os defensores da pátria e os garantidores dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, neste momento optaram por defender a política.

Fonte: https://www.cartacapital.com.br/politica/exercito-investiga-coronel-que-defendeu-golpe-de-estado-e-ameacou-flavio-dino/

O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ESTÁ APARELHADO?

Nos últimos dias, a página oficial do Ministério Público Federal (MPF) no Twitter está fazendo questão de publicar as suas ações contra os tais atos antidemocráticos.

As publicações ocorrem quase que de hora em hora.

Não se viu nos últimos anos, a pagina do MPF no Twitter ter tanto interesse em publicar as suas ações.

As postagens do MPF parecem estar alinhadas às pautas da esquerda, que quer a todo o custo criminalizar a direita brasileira, bem como, o cerceamento de suas opiniões políticas.

Vamos ficar de olho, pois, ao que parece o fiscal da lei (MPF) para ter sido contaminado para se tornar o fiscal dos interesses políticos da esquerda e do PT.

Veja a postagem abaixo e tire as suas próprias conclusões!

Fonte: https://twitter.com/MPF_PGR/status/1614603632682442752

OS INQUÉRITOS DE OPRESSÃO AOS OPOSITORES POLÍTICOS E UM INSTRUMENTO DE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA A SERVIÇO DA ESQUERDA

A cada dia fica mais claro porque os “inquéritos do fim do mundo” não foram encerrados até a presente data.

Desde o começo, os inquéritos foram criados para desmobilizar a direita que vinha crescendo absurdamente no Brasil após a eleição de Bolsonaro.

Com a instauração dos inquéritos no STF, a esquerda conseguiu mais uma vez a manobra jurídica perfeita para oprimir os seus opositores políticos.

A prova disso, é que a esquerda sempre fez pedidos nos tais inquéritos visando a perseguição e a opressão de seus opositores políticos. E o relator, o ministro Alexandre de Moraes, sempre atendeu os pleitos da esquerda. Enquanto isso, os investigados (a direita) sequer conseguem  ter acesso aos inquéritos ilegais e inconstitucionais, quanto mais fazer pedidos e serem atendidos.

Como podemos observar neste momento (veja a publicação ao final), a esquerda faz mais um pedido nos mesmos inquéritos para restringir o porte de armas em Brasília-DF, e, como sempre é atendida prontamente por Alexandre de Moraes.

Agora fica muito claro porque os inquéritos não foram arquivados por Alexandre de Moraes, embora já durem mais de três anos. Estes inquéritos foram pensados pela esquerda e por seus ministros militantes, para oprimir o movimento de direita, o que de fato está acontecendo dia após dia.

Portanto, os inquéritos ilegais e inconstitucionais se tornaram instrumentos perfeitos para a opressão dos contrários ao sistema de poder que a esquerda montou no Brasil, principalmente, nos tribunais superiores.

Fonte: https://www.otempo.com.br/politica/governo/moraes-atende-equipe-de-lula-e-proibe-porte-de-arma-em-brasilia-ate-2-de-janeiro-1.2788646

A OPRESSÃO DOS OPOSITORES POLÍTICOS NO BRASIL FAZ PARTE DO PLANO DA IMPLATAÇÃO DA DITADURA NO BRASIL.

As práticas e decisões adotadas pelos tribunais superiores sempre tiveram objetivos muito claros.

Primeiro, os ministros militantes garantiram que o Presidente Bolsonaro não conseguisse governar e implantar as suas pautas, que foram aprovadas pela maioria do povo nas eleições de 2018.

Em seguida, os mesmos ministros cuidaram para Lula fosse solto, em mais uma manobra jurídica que contrariou a Constituição Federal e o bom direito.

Posteriormente, os tribunais superiores garantiram que Lula pudesse ser candidato nas eleições de 2022, ao anularem os processos e condenações contra ele, o tornando “ficha limpa”.

Não bastasse tudo isso, os ministros militantes atuaram politicamente para impedir a aprovação do voto impresso e auditável, mesmo sendo vedado pelas leis vigentes, que ministros atuem politicamente.

Durante as eleições de 2022, o Ministro Alexandre de Moraes Presidente do TSE agiu de forma parcial e militante ao ajudar a candidatura de Lula com suas decisões. Para isso, o ministro perseguiu os apoiadores do então candidato Bolsonaro e seus meios de divulgação, as redes sociais.

O objetivo do ministro presidente do TSE foi sufocar as informações e as propagandas eleitorais vindas das redes sociais, o maior meio de divulgação do candidato Bolsonaro.

Enquanto isso, a campanha de Lula propagava noticiais falsas sobre Bolsonaro; e, até mesmo, em seus programas de rádio veiculava a sua propaganda eleitoral no Nordeste, por mais tempo o que desiquilibrou a eleição naquela região do país.

Com tudo isso, o resultado das eleições de 2022 não poderia ser outro, o preferido dos tribunais superiores “venceu” as eleições.

A divulgação do resultado das eleições de 2022 gerou revolta e indignação na maioria do povo brasileiro, que saíram às ruas em protesto permanecendo até a presente data.

Para quem achava que a atuação dos tribunais militantes cessaria com a eleição de seu preferido e protegido, os ministros do STF e do TSE iniciaram mais uma ofensiva contra as manifestações pacíficas e constitucionais.

Em seguida, novas decisões foram proferidas, primeiro, contra os manifestantes e seus financiadores, em seguida, contra as tentativas do partido de Bolsonaro de contestar legalmente os resultados das eleições.

Todo o tipo de artimanha jurídica sem amparo ilegal foram aplicadas contra os manifestantes, desde a censura de suas redes sociais, multas impagáveis e até mesmo prisões arbitrárias.

É a atuação dos ministros militantes, na manutenção do pensamento único e da ideologia política única, ou seja, a ideologia da esquerda.

O objetivo da esquerda e de seus tribunais superiores sempre foi exterminar com a ideologia política de direita, pois, os políticos de esquerda estabeleceram a partir de 1985, que o Brasil teria apenas um pensamento e uma ideologia política, a ideologia de esquerda.

Neste momento, os apoiadores de Bolsonaro aguardam o posicionamento de seu líder, sobre o que eles devem fazer ou se ele mesmo fará algo.

Cabe salientar, que Bolsonaro afirmou durante a campanha eleitoral de 2018 que governaria o Brasil com o artigo 142 da Constituição Federal “em baixo do braço”. Além disso, durante todo o seu governo fez questão de alimentar os seus eleitores, sobre uma possível ação dele e das Forças Armadas contra as ilegalidades dos tribunais superiores. Por fim, os brasileiros alimentados com essa esperança sustentaram o governo de Bolsonaro indo para as ruas sempre que o presidente pedia o apoio popular.

Não há dúvidas de que este apoio do povo, não permitiu que Bolsonaro fosse afastado do cargo em um processo de impeachment.

Mesmo com todo esse apoio até este momento, o Presidente Bolsonaro nada fala aos seus apoiadores sobre os próximos passos.

Enquanto isso, os seus apoiadores estão nas ruas há 57 dias, em uma união de brasileiros de bem que o país há muito tempo não tem presenciado.

Mas, o aparelhamento petista nos tribunais superiores avança sem dó nem piedade contrariando a Constituição Federal e as leis vigentes. Agora, os ministros militantes querem criminalizar o direito de manifestação garantida na Constituição Federal, apenas, porque não concordam com seus pleitos.

As pessoas que pensam diferente dos ideais petistas e propagam as suas ideias nas redes sociais, neste momento continuam sendo perseguidas pelos tribunais superiores de esquerda.

Por isso, os contrários continuam sendo censurados e presos, sob o argumento de que não se pode discordar do resultado das eleições de 2022 e do processo eleitoral.

As mesmas perseguições dos tribunais superiores estão sendo violentamente e inconstitucionalmente empregadas, contra aqueles que estão nas ruas pedindo a única solução que eles acreditam, ou seja, o emprego das Forças Armadas como disciplina o artigo 142 da CF e a Lei Complementar 97/99.

Como pode perseguirem pessoas por pedirem a execução de um dispositivo constitucional e legal? Não foram estas pessoas que fizeram os dispositivos constitucionais e legais, elas apenas estão pedindo o seu cumprimento!

Neste momento, somente o povo está no campo de batalha para defender o país, sob os ataques inconstitucionais e tiranos dos tribunais superiores, na esperança de que o seu líder venha a recobrar a coragem dos tempos de Deputado Federal; e que as Forças Armadas provem que também não foram cooptadas pela esquerda durante seus governos.

OS TRIBUNAIS SUPERIORES E SUAS INCOERÊNCIAS POLÍTICAS

Que fique claro aos brasileiros, os tribunais superiores deveriam se tornarem partidos políticos de esquerda.

A publicação citada ao final mostra, que o ativismo judicial partidário será uma marca no futuro governo petista.

Quem não se lembra, que Bolsonaro tentou indicar Ramagem para ser Delegado Geral da Policia Federal.

O tribunal militante (STF) impediu que a indicação fosse consumada, sob o argumento de que havia vínculo de amizade entre Bolsonaro e o indicado.

Fica a pergunta: alguém indicaria um inimigo para um cargo de confiança?

Mas, como vocês podem ver agora, o PT está indicando todos os seu amigos e aliados para o seu novo governo, principalmente, Aloísio Mercadante que sempre foi um velho amigo e aliado de Lula.

No entanto, os tribunais militantes que impediram Bolsonaro de nomear seu amigo para um cargo de confiança, não fizeram o mesmo em relação à  indicação de Aloísio Mercadante para a presidência do BNDES.

Em outra palavras, os tribunais militantes brasileiros inventaram um novo símbolo para a justica, que nada tem a ver com a balança e a venda nos olhos.

Leia a matéria:

O QUE SIGNIFICA O CHORO DE BOLSONARO?

Desde que Jair Messias Bolsonaro “perdeu” as eleições presidenciais de 2022, o Presidente do Brasil não se pronuncia como fazia antes do resultado das eleições.

O homem que possui um capital político de mais de 58 milhões de votos, desde o resultado das eleições de 2022 deixou de liderar publicamente os seus aliados políticos, eleitores e seguidores.

Por que Bolsonaro está calado?

Muitos alegam, que o Presidente do Brasil está silente, porque articula uma grande estratégia para restabelecer a legalidade e a soberania nacional, que foi extirpada com as fraudes nas eleições de 2022.

De outro lado, a esquerda e seus periódicos afirmam, que o Presidente do Brasil está abatido, e, com medo de ser preso após o fim de seu mandato.

Desde a divulgação do resultado das eleições de 2022, os eleitores de Bolsonaro estão nas ruas pedindo que seja acionado o artigo 142 da Constituição Federal, para o restabelecimento da correta aplicação da lei e da manutenção da ordem pública.

Essas manifestações legítimas e constitucionais que crescem em todo o país, desde o começo estão sendo tratadas como atos golpistas e antidemocráticos pela esquerda, pelos tribunais superiores e pela imprensa.

Por isso, eleitores, deputados e senadores aliados de Bolsonaro estão sendo censurados por suas falas nas redes sociais.

Diante dos fatos mencionados fica a pergunta: o silêncio de Bolsonaro é algo bom para ele e para seus aliados políticos?

Na nossa opinião, se o silencio de Bolsonaro não é proposital para a execução de medidas constitucionais, que irão restabelecer a constitucionalidade e a legalidade no país, este silêncio será um caminho certo para o enforcamento político de Bolsonaro.

O atual Presidente da República sabe muito bem, que se nada for feito por ele ainda no exercício do seu mandato, a sua prisão é quase certa a partir de 2023. A afirmação encontra respaldo na atuação militante dos ministros dos tribunais superiores alinhados com a esquerda.

Sem contar, que além de uma possível prisão, Bolsonaro pode ter os seus direitos políticos cassados, em mais uma de tantas manobras jurídicas dos tribunais superiores, o que o impedirá de ser candidato em 2026.

Assim, tanto uma prisão arbitrária como a perda de seus direitos políticos, não permitirão que Bolsonaro atue no meio político liderando a oposição.

A esquerda não dará chance, para que Bolsonaro se torne o maior articulador da oposição a partir de 2023, haja vista, que a esquerda não permitirá a perda do poder presidencial como ocorreu em 2018.

Portanto, se não houver uma estratégia institucional em curso por parte de Bolsonaro, a sua inatividade poderá ser um ato de espera que culminará com a sua degola pessoal e política.

Noutro sentido, o silêncio de Bolsonaro pode ser uma constatação dolorida do que o espera a partir de 2023. Não restam dúvidas, de que Bolsonaro será perseguido politicamente pela esquerda. Mas, Bolsonaro está acostumado com os embates políticos, tanto que estes foram os instrumentos que o levaram à Presidência da República.

Mas, na atual ditadura dos tribunais superiores, os embates políticos foram criminalizados pelos togados, que aos poucos vão perseguindo, oprimindo, calando e prendendo todos aqueles que se pronunciam contra os ideais esquerdistas e seus planos.

Por isso, Bolsonaro deve estar temendo ser usado como o maior exemplo, de que não se pode tentar obstar os planos petistas de poder.

Bolsonaro deve saber neste momento, que a sua sobrevivência pessoal e política está em risco, pois, o aparelhamento dos tribunais superiores já provou que não dará trégua aos seus opositores políticos.

Caso Bolsonaro não tenha “cartas na manga”, a sua morte política poderá ocorrer de forma vigorosa a partir de 31 de dezembro de 2022, pois, o atual presidente se caracterizou por falas fortes e pelo enfrentamento destemido da esquerda. Tal postura sempre norteou os seus aliados políticos; e fez com que Bolsonaro fosse eleito nas eleições presidenciais de 2018.

Assim, se Bolsonaro não se posicionar e falar o mais rápido possível aos seus aliados e eleitores, estes perderão a confiança no mandatário, o que gerará a sua morte política e a incapacidade de influenciar os eleitores.

Deste modo, o choro de Bolsonaro parece ser o resultado de sua indignação com as perseguições sofridas durante seu mandato. Além disso, o pranto parece mostrar a sua impotência para enfrentar o sistema, como ele fazia abertamente no Congresso Nacional. Por fim, o estado emocional de Bolsonaro pode ter relação com a falta de apoio para tomar as decisões necessárias no momento mais crítico de seu governo.

Para concluir, Bolsonaro não tem muitas alternativas, ou ele age contra a esquerda e seu aparelhamento ou assume a sua morte pessoal e política.

Fonte:  https://www.cnnbrasil.com.br/politica/bolsonaro-chora-em-cerimonia-das-forcas-armadas/

O POVO NAS RUAS À ESPERA DE QUE OS SEUS REPRESENTANTES OS REPRESENTEM

Após a eleição de Luís Início Lula da Silva, os brasileiros saíram às ruas para protestar.

Os protestos trazem tudo aquilo que foi visto pelos brasileiros durante o Governo Bolsonaro.

Mas, o que os brasileiros viram neste período?

Já no dia da vitória de Bolsonaro nas eleições de 2018, os brasileiros viram as organizações Globo “torcerem o nariz”, no momento em que Willian Bonner com desprezo teve anunciar a vitória do candidato Jair Messias Bolsonaro.

Neste momento, já ficou claro que a eleição de Bolsonaro não agradava o grupo de comunicação mais poderoso do Brasil, que há muitos anos tinha o monopólio da manipulação do povo brasileiro.

No momento da posse de Bolsonaro, os brasileiros viram a Ministra Carmem Lúcia entregando uma Constituição Federal ao Presidente recém empossado, como se ele não conhecesse a Carta Magna e já tivesse feito algo para descumpri-la.

Mas, quem viria a descumprir vergonhosamente a Constituição Federal seriam os próprios tribunais superiores.

Em seguida, os brasileiros viram o Ministro Alexandre de Moraes impedir o Presidente Bolsonaro de nomear o Delegado Geral da Polícia Federal, mesmo havendo previsão legal nesse sentido, com uma argumentação jurídica sem cabimento jurídico.

Posteriormente, os brasileiros viram o Ministro Celso de Mello proferir um despacho, em que determinava que um General do Governo Bolsonaro fosse depor em uma investigação, sob pena de ser conduzido “debaixo de vara”, ou seja, conduzido pela Polícia Federal.

Tal medida do togado tinha o objetivo de mostrar a força do Supremo Tribunal Federal (STF), que na mente do ministro é superior aos demais poderes e instituições.

Além disso, o povo brasileiro viu posteriormente, que o Ministro Celso de Mello cogitou publicamente fazer uma busca e apreensão na Presidência da República, para apreender o celular do Presidente Bolsonaro para servir como prova, na investigação iniciada pelas denúncias infundadas e políticas do Ministro da Justiça Sergio Moro.

Posteriormente, os brasileiros viram algumas decisões do STF revogar vários decretos presidenciais, a pedido de partidos e políticos de esquerda, sob o argumento pífio de que se tratavam de decretos inconstitucionais.

Essa prática ficou muito conhecida durante o Governo Bolsonaro. Os partidos e políticos de esquerda ao perderem na política, seja em votações ou por meio da edição de decretos, a primeira medida era levar a questão ao STF, uma vez que a esquerda foi quem indicou a maioria dos ministros dos tribunais superiores.

Um belo jogo de cartas marcadas!

Os fatos narrados até o presente momento são insignificantes, se considerarmos que o STF em uma decisão do seu pleno decidiu, que os condenados em segunda instância deviam iniciar o cumprimento de suas penas.

Posteriormente, assim que Lula foi condenado em segunda instância, os ministros do STF devidamente provocados pelos advogados de Lula mudaram este entendimento já pacificado pela própria corte.

Cabe destacar, que muitos brasileiros tiveram que se recolher á prisão, por conta da decisão do STF que entendeu ser cabível o início do cumprimento da pena após a decisão da segunda instância. Com o novo entendimento do STF tomado para beneficiar Lula, os brasileiros que se encontravam presos pela decisão anterior do STF acabaram cumprindo pena antecipadamente, o que caberia uma indenização do estado.

Além disso, o mesmo STF já havia decidido por sua maioria, que o então Juiz Sergio Moro era competente para julgar Lula nos processos da Operação Lava a Jato.

No entanto, em uma decisão inicialmente monocrática do Ministro Luís Edson Fachin, o entendimento de que o Juiz Sergio Moro era competente para julgar Lula foi derrubado, sob alegação de que a decisão anterior da maioria STF não tinha sido acertada em relação ao caso.

Como podemos comprovar, as decisões dos ministros do STF não possuem segurança jurídica, ou seja, elas podem mudar dependendo de quem está sendo julgado.

Veja quantos fatos nós já narramos até este momento. Mas, não acabou a série de motivos que estão levando os brasileiros às ruas neste momento.

Na sequência dos nossos relatos, em determinado momento no Brasil volta a surgir a discussão sobre o voto impresso e auditável.

Cabe recordar, que o voto impresso e auditável já havia sido objeto de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pelo então Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro, que posteriormente foi aprovada pelo Congresso Nacional sendo promulgada para ter vigência nas próximas eleições.

Adivinhe quem declarou a PEC como sendo inconstitucional, acabando com a possibilidade de utilização nas próximas eleições? Sim, o Supremo Tribunal Federal.

Por que será que os togados nomeados em sua grande maioria pelo PT, não querem a possiblidade de auditoria e recontagem dos votos?

Como estávamos falando, a questão do voto impresso e auditável voltou a ser discutido em 2021 em todo o Brasil. Mais uma vez, o Projeto de Emenda à Constituição (PEC) sobre o voto impresso foi levado ao Congresso Nacional sob a pressão da opinião pública.

Pasmem os senhores, antes mesmo que o Congresso Nacional votasse a PEC, os brasileiros viram o ativismo judicial explícito dos Ministros do STF e do TSE contra o projeto, que visava apenas a possibilidade conferência do voto e a recontagem posterior ao resultado divulgado.

A cena mais comentada em todo o país foi a visita do Ministro Luiz Roberto Barroso no Congresso Nacional fazendo lobby contra o projeto.

Ora, os ministros dos tribunais superiores não deveriam apenas julgar processos em seus gabinetes?

Sim, principalmente, porque a Lei da Magistratura veda a atividade política de juízes que se encontram investidos no cargo de Juiz de direito.

Mas, os brasileiros viram e não se esquecem da frase do Ministro Luiz Roberto Barroso: “eleição não ganha se toma. Está saindo o áudio?”

Aos brasileiros ficou claro que os ministros do STF e do TSE não eram favoráveis a transparência das eleições.

A partir deste momento, nós iremos pular uma série de outros fatos praticados pelas cortes superiores brasileiras, que estão motivando os brasileiros a irem às ruas em busca de uma solução.

Mas, não se esqueça que iremos pular estes acontecimentos conhecidos pelos brasileiros, somente porque seria impossível coloca-los todos neste artigo.

Continuando, o fato mais grave praticado pelas cortes superiores brasileiras ocorreu nas eleições presidenciais de 2022.

A Constituição Federal veda a censura em qualquer de suas formas, haja vista, que o texto constitucional foi elaborado logo após o fim do regime militar, que se viu obrigado a censurar a sociedade, pois, o país naquele momento se encontrava em uma guerra contra grupos terroristas do comunismo internacional.

Por isso, os políticos que integraram a Assembleia Nacional Constituinte tomaram todos os cuidados para assegurar que a censura não voltasse a ocorrer no Brasil.

Mal sabiam os constituintes, que a censura voltaria a ocorrer no Brasil pelas mãos dos críticos do regime militar, que tanto criticavam a censura ocorrida naquele tempo.

Pois é, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em mais uma de suas decisões para favorecer a candidatura de Lula decidiu acabar com o princípio da anualidade, ao mudar as regras da eleição no meio do pleito, o que é vedado pela Constituição Federal, que determina que as regras para as eleições somente podem ser estipuladas um ano antes da eleição.

Não entendeu? Eu vou explicar.

O TSE aprovou uma resolução no meio do pleito eleitoral de 2022, para ter o poder de retirar conteúdos das redes sociais considerados como fake news. Tal medida ocorria, sem que houvesse a provocação do prejudicado pelas tais fake news, e, sem a manifestação do Ministério Público Eleitoral.

Primeiro, a tal resolução mudava as regras das eleições sem respeitar o princípio da anualidade.

Segundo, com a vigência da resolução do TSE, o tribunal passaria a atuar de ofício, o que vedado pela Constituição Federal, pois, segundo o texto constitucional o Poder Judiciário deve ser provocado pelas partes através de petição.

Terceiro, a atuação de ofício do TSE não precisaria da manifestação favorável do MPE, o que é essencial, pois, o MPE é o fiscal da lei e atua na defesa dos direitos difusos e coletivos.

Então, nós estamos diante do flagrante descumprimento da Constituição Federal, que está sendo praticado pela mais alta corte em matéria eleitoral.

É importante destacar, que a nenhum brasileiro é dado desconhecer as leis vigentes e descumpri-las; o que dirá aos ministros dos tribunais superiores.

Não bastasse os fatos narrados anteriormente, a mesma resolução do TSE para as eleições 2022 passou a instituir a censura prévia e temporária, ao se auto permitir retirar os conteúdos das redes sociais sob o argumento de que são fake news.

Cabe ressaltar aos brasileiros, que fake news não é considerado crime no Brasil, pois, nenhuma lei penal descreve tal conduta como típica, punível e culpável.

Um ponto crucial a ser citado, e que comprova a atuação militante e inconstitucional do TSE, é que todos os conteúdos retirados das redes sociais a partir da vigência da resolução, não atingiram nenhuma página e canal de esquerda.

Será que a esquerda não promoveu as tais fake news?

Sim, há muito tempo a esquerda e a imprensa sempre produziram fake news, mas, como todos nós sabemos, a censura antes velada e agora institucional somente oprimia os canais e páginas de informação da direita.

Por todo o exposto até este momento, nós podemos afirmar sem medo, que o tribunal eleitoral descumpriu a constituição atacando as suas cláusulas pétreas, para parcialmente atuar em benefício do candidato Lula e para prejudicar o candidato Bolsonaro.

Bom, até este momento, nós apenas elencamos fatos irrefutáveis das diversas ações dos tribunais superiores contra o Presidente da República eleito pelo povo, ou seja, as ações mencionadas não atingiram o Bolsonaro, mas, a vontade do povo que o elegeu democraticamente para governar o Brasil.

E aos brasileiros ficou claro, que o Presidente Bolsonaro foi boicotado em seu governo pelos tribunais superiores.

Os mesmos brasileiros constaram que a democracia brasileira é uma fantasia da esquerda, tendo em vista, que a partir do momento em que o povo passou a destoar da ideologia de esquerda pelas redes sociais, os mecanismos de opressão começaram a atuar restringindo os direitos constitucionais.

Agora, o povo está nas ruas, enquanto os políticos, partidos, poderes da república, instituições e a grande imprensa se comportam como se nada estivesse ocorrendo no Brasil.

Este é mais um sinal de que o povo está correto e que deve continuar nas ruas, pois, todo o poder emana do povo que será exercido por meio de seus representantes eleitos.

Se não há o pronunciamento daqueles que devem representar o povo, as manifestações são legítimas, pois, o povo deve assumir a sua própria representação.

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