Há muito tempo os brasileiros questionam o resultado das pesquisas eleitorais.
Em 1985, Fernando Henrique Cardoso e Jânio Quadros disputavam a eleição para a Prefeitura de São Paulo.
Naquele momento, o Brasil tinha iniciado a Nova República com a tal reabertura política.
A campanha de FHC naquele momento contava com muita verba eleitoral. A riqueza dos recursos eleitorais de FHC que não se sabia ao certo de onde vinha, já estava sendo denunciada desde a eleição de 1982, quando Franco Montoro foi candidato ao Governo do Estado de São Paulo, pelo mesmo partido em que FHC era candidato em 1985, o PMDB.
O candidato Jânio Quadros tinha um apoio visto nas ruas e nos comícios, enquanto FHC não tinha a mesma desenvoltura junto ao povo da cidade de São Paulo.
Mas, os institutos de pesquisas, principalmente, o IBOPE que hoje chama-se IPEC, afirmavam que FHC tinha a preferência disparada das intenções de voto naquele pleito.
Durante toda a campanha eleitoral, Jânio Quadros atacou os institutos de pesquisas dizendo, que os números apresentados eram “falsos, mentirosos e desonestos”.
Inclusive, o dono do IBOPE afirmou que nem processaria judicialmente Jânio Quadros, pois, o considerava um louco.
Qualquer comparação com as críticas apresentadas por Bolsonaro em relação às pesquisas eleitorais atuais, não é mera coincidência.
Por fim, o resultado das urnas em 1985 foi apresentado na apuração, e Jânio Quadros foi declarado vencedor e se tornou Prefeito da cidade de São Paulo.
Veja, que os questionamentos sobre a confiabilidade e a lisura das pesquisas eleitorais não nasceram no Governo Bolsonaro.
Cabe lembrar aos brasileiros, que as pesquisas eleitorais são contratadas por partidos políticos e por grandes grupos que indiretamente governam o país, pois, este trabalho não é nada barato.
Ao contratar este serviço, o contratante é quem escolhe como e de que forma o trabalho será realizado.
E ainda, essas pesquisas não apontam em quais os locais foram feitas as consultas populares, sem limitando a dizer as cidades onde supostamente o levantamento foi realizado.
Por exemplo, não há como confirmar se as pessoas foram realmente consultadas e qual foi a sua resposta à pesquisa.
Portanto, as pesquisas não podem ser conferidas e auditadas.
As pesquisas eleitorais sempre tiveram o objetivo de manipular a opinião pública em favor de um determinado candidato, principalmente, os candidatos preferidos da imprensa e dos grandes grupos dominantes.
Infelizmente, muitos brasileiros se deixam levar pelo resultado das pesquisas eleitorais, o que muitas vezes define o voto do eleitor, em favor daquele que falsamente está sendo declarado como o líder nas pesquisas.
Os brasileiros ao se permitir ser manipulados pela vontade desses grupos, não exerce a sua vontade, mas, a vontade e o interesse destes grupos dominantes.
Os brasileiros precisam saber, que a partir de 1985 os grupos dominantes passaram a ser formados por políticos de esquerda, banqueiros e pela imprensa brasileira, pois, com o surgimento da Nova República era necessária a criação de novos grupos que “dariam as cartas no Brasil.
Diante do exposto até este momento, a conclusão que temos é muito clara e objetiva, os institutos de pesquisa são um dos braços desses grupos dominantes, que querem manipular a vontade do povo nas eleições definindo indiretamente os rumos que o Brasil deve tomar.
Por isso, como descreve a matéria citada abaixo, que a decisão judicial do TSE pelas mãos do Ministro Alexandre de Moraes é mais um ato dos grupos dominantes. A decisão da suprema corte eleitoral suspendeu a investigação que recentemente foi aberta.
Cabe lembrar, que a investigação iniciada não impediria que novas pesquisas eleitorais fossem realizadas, portanto, pelo menos inicialmente, não haveria prejuízo ao sistema de manipulação do voto dos eleitores brasileiros.
A investigação aberta pela PF e pelo CADE, não teria a mesma força das diversas decisões monocráticas dos ministros do STF e do TSE, que censuraram os cidadãos brasileiros e impediram atos do governo Bolsonaro de se realizarem, em um claro ativismo judicial em desacordo com a Constituição Federal e a legislação vigente.
A decisão do TSE é parcial e militante. Ela pretende evitar o que seria descoberto ao final da investigação, ou seja, que os institutos de pesquisa manipulam o livre convencimento do voto e o resultado das eleições em proveito de um candidato, que no momento é o candidato dos grupos dominantes, Luiz Inácio Lula da Silva.
Não tenham dúvidas, que durante os governos do PT, a manipulação da mente do nosso povo foi aperfeiçoada em diversos seguimentos, seja pela grande mídia que publica os assuntos que interessa aos grupos dominantes, seja pelos agentes espalhados nas instituições e nod poderes em cargos estratégicos para manter a esquerda indiretamente no poder.
Se um dia, o povo tiver conhecimento das artimanhas utilizadas pelos políticos de esquerda que fraudaram a vontade popular e a nação, o Brasil vai pegar fogo, pois, os fatos farão com que os brasileiros se revoltem com uma fúria incontrolável.
Portanto, os brasileiros devem se informar por seus próprios grupos, tendo em vista, que com o advento da internet e das redes sociais, as informações são publicadas e circulam sem a manipulação dos grupos dominantes.
Fonte: https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/10/13/moraes-torna-sem-efeito-inquerito-para-investigar-institutos-de-pesquisa.ghtml
