A internet e as redes sociais libertaram os brasileiros da masmorra do monopólio da informação.
Todos os brasileiros sabem, que a informação no Brasil sempre foi controlada pelos grandes veículos da imprensa.
Nesse período, se a imprensa fazia uma afirmação os brasileiros essa informação não podia ser contestada por falta de recursos como as redes sociais que não existiam naquele momento.
Assim, a informação vinda da imprensa era considerada uma verdade.
Dessa forma, os grandes veículos de imprensa controlavam o povo através do alcance de suas publicações.
Com o advento da internet e das redes sociais, os grandes veículos de imprensa passaram a ter as suas informações e as afirmações questionadas.
A partir deste momento, a imprensa em geral passou a perder a pouca credibilidade que possuía, pois, os brasileiros perceberam que nem tudo que era publicado por ela correspondia com a realidade.
Por isso, a atuação dos brasileiros nas redes sociais passou a ser um problema para os grandes veículos de imprensa.
Antes do crescimento das redes sociais, a imprensa era considerada como um “quarto poder”, já que o Brasil possui três poderes constituídos: Poder Executivo, Legislativo e Judiciário.
A atuação dos brasileiros nas redes sociais fez com que a grande mídia perdesse essa condição de “quarto poder”. Isso desmontou a sistema de informação, que manipulavam os brasileiros de acordo com os interesses dos grupos dominantes, que se apoiavam no poder de influência da imprensa.
A perda do poder dos grandes veículos de imprensa resultou em grande prejuízo financeiro aos cárteis da imprensa.
Isso fica demostrado na redução das publicações dos jornais e revistas. Além disso, a imprensa teve que reduzir os seus gastos por falta de receita. Tal acontecimento fez com que ocorressem demissões em massa de jornalistas.
Por isso, a grande imprensa vê as redes sociais e a liberdade de informação como seu inimigo público número 1.
Se a imprensa tivesse poder sobre os políticos, as redes sociais estariam com os seus dias contados!
Por conta dos fatos narrados acima, a grande imprensa não se importa ou protesta contra a censura velada que é aplicada ferozmente sobre as redes sociais, principalmente, aos que atuam fazendo críticas aos políticos e as instituições que foram aparelhadas pelo PT.
Mas, a grande imprensa não quer ser censurada, como demostra o link da matéria citada no final deste artigo.
A liberdade de expressão e de imprensa deveria geral e irrestrita, mas, para as redes sociais esses direitos foram relativizados de acordo com o interesse de determinados grupos protegidos pela imprensa.
Por exemplo, o grupo Folha/UOL teve a sua matéria retirada de circulação por decisão judicial ao ser considerada como “fake news”. Rapidamente, este grupo de pouca credibilidade passou a se vitimizar alegando o cerceamento da liberdade de imprensa.
Neste contexto, este grupo de comunicação mostra a sua parcialidade na defesa dos direitos constitucionais da liberdade de expressão e de imprensa.
Este grupo jamais se importou e protestou contra a censura do STF e do TSE aos canais do Youtube, sites e blogs. Isso demostra, que a grande imprensa não se importa com a liberdade de expressão e de imprensa, mas, somente com os seus interesses e a proteção aos cartéis a qual ele pertence.
Todos os argumentos apresentados até este momento têm o objetivo de mostrar aos brasileiros, que a grande imprensa jamais foi imparcial. Do mesmo modo, a imprensa brasileira jamais defendeu os interesses do povo e nem prestou um serviço à comunidade.
A grande mídia somente se defende e defende apenas os seus interesses sem se importar com a cassação dos direitos alheios.
Fonte: https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2022/09/23/desembargador-demetrius-gomes-cavalcanti.htm
