O Fim da Lua de Mel: Quando o “Guardião da Democracia” Começa a Morder a Própria Base

Caro leitor, se você acompanha a política brasileira de olhos abertos, sabe que a hipocrisia é a moeda de troca mais comum em Brasília. Mas o que estamos presenciando agora atinge um novo nível de cinismo.

Durante anos, a esquerda brasileira aplaudiu de pé cada canetada do Supremo Tribunal Federal (STF). Enquanto a Corte Suprema mirava seus inquéritos, censuras e prisões preventivas exclusivamente contra a direita e os apoiadores de Jair Bolsonaro, o STF era exaltado como o grande “salvador da democracia”. Para a esquerda, não importava se o devido processo legal estava sendo atropelado; se o alvo era o inimigo político, a arbitrariedade era celebrada como justiça.

Mas o jogo virou. E agora, o choro mudou de lado.

A Declaração Reveladora de Boulos

Nesta semana, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL-SP), soltou uma frase que resume perfeitamente essa mudança de ventos. Em entrevista, ele afirmou que o STF foi importante para “preservar a democracia”, mas fez questão de dar um aviso claro: a Corte não está “acima do bem e do mal”.

Por que essa súbita preocupação com os limites do Supremo? A resposta não está na defesa da Constituição, mas sim no bolso e nos interesses de quem agora está no poder.

O Escândalo do Banco Master e a Água Batendo no Pescoço

A esquerda começou a criticar o STF não por uma crise de consciência democrática, mas porque a lama de escândalos financeiros começou a respingar em intocáveis. O caso do Banco Master escancarou relações perigosas entre ministros da Corte e o mercado financeiro.

Estamos falando de suspeitas gravíssimas envolvendo decisões judiciais e contratos milionários de escritórios de advocacia ligados a familiares de ministros, como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Quando o STF perseguia tias do WhatsApp, a esquerda aplaudia. Agora que a Polícia Federal e a imprensa começam a investigar as relações umbilicais entre a Corte e banqueiros, o STF subitamente deixou de ser “acima do bem e do mal”.

O Inquérito das Fake News Faz uma Nova Vítima (E Não é da Direita)

Para piorar o desespero da base governista, o monstro autoritário que eles ajudaram a alimentar começou a devorar os seus. O ministro Alexandre de Moraes, o mesmo que a esquerda idolatrava, acaba de incluir o presidente da Unafisco (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal), Kléber Cabral, no famigerado inquérito das “fake news”.

O crime do auditor? Ter ousado criticar uma operação policial que investigava o vazamento de dados sigilosos dos próprios ministros do Supremo.

A mensagem de Moraes foi clara: ninguém pode criticar o STF ou suas investigações, nem mesmo os auditores fiscais da República. A esquerda, que antes vibrava com a censura alheia, agora assiste em silêncio constrangedor enquanto o mesmo chicote estala nas costas de quem não veste a camisa verde e amarela.

A Verdade Nua e Crua

O que Boulos e a esquerda estão descobrindo da pior maneira possível é uma lição antiga da história política: quando você aplaude a criação de um poder absoluto para esmagar seus inimigos, é apenas uma questão de tempo até que esse mesmo poder se volte contra você.

O STF não mudou. A arbitrariedade sempre esteve lá. O que mudou foi o alvo. E agora, a esquerda brasileira chora as consequências do monstro que ajudou a criar.

👉 Você acha que a esquerda tem moral para criticar o STF agora? Ou eles estão apenas provando do próprio veneno? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe este artigo para expor a hipocrisia do cenário político atual.

OS GRUPOS TERRORISTAS DO PT SÃO PERMITIDOS PELAS TAIS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS DO BRASIL

Não é de hoje, que os brasileiros presenciam as manifestações e as ocupações ilegais do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).

Ao longo dos governos petistas, o MST ganhou adeptos e incentivos não oficiais dos governos do PT, o que respaldou a sua estruturação e o rápido crescimento em todo o país.

Mas, o ponto crucial a ser apresentado é a forma de agir do MST, e a sua utilização pelo PT como tropa de ocupação e de manifestação.

Em todas as manifestações conclamadas pelo PT o MST é presença confirmada, juntamente com os movimentos das centrais sindicais.

Ao exercer a sua função de tropa de ocupação, o MST invade terras  tendo proprietários ou não, sob o argumento de que as terras no Brasil devem possuir função social; e caso não tenha função social, as terras consideradas improdutivas pelo MST devem ser invadidas e espoliadas.

Veja que neste contexto, o MST avoca para si a legitimidade de desapropriar terras, sem ter o amparo da lei e de uma decisão ou sentença judicial.

A conduta do MST além de ilegal também pode ser considerada como oportunista e terrorista.

Durante aos anos, várias publicações na grande mídia e nas redes sociais mostram o que é o MST.

Nestas publicações, os brasileiros viram que o MST possui envolvimento com o crime organizado, com a violência no campo, e, com a proteção de pessoas em seus acampamentos que se encontram sendo procuradas pela justiça.

Além das ilegalidades mencionadas acima, o que deve ser observado é a criminalização dos atos de invasão de terras, que se trata do “carro chefe” do movimento.

As invasões do MST são tipificadas como crime no Código Penal, senão vejamos:

Exercício arbitrário das próprias razões

Art. 345 – Fazer justiça pelas próprias mãos, para satisfazer pretensão, embora legítima, salvo quando a lei o permite:

Pena – detenção, de quinze dias a um mês, ou multa, além da pena correspondente à violência.

Parágrafo único – Se não há emprego de violência, somente se procede mediante queixa.

Segundo o texto legal, os integrantes do MST deveriam ser investigados, processados e condenados.

Cabe ressaltar, que os integrantes do MST poderiam estar sujeitos à prática do crime de organização criminosa. Mas, conforme o texto da lei 12.850/2013, o crime de organização criminosa somente poderá ser imputado, caso o transgressor cometa crimes com pena máxima superior a quatro anos de reclusão.

Como o crime de exercício arbitrário das próprias razões prevê a sanção máxima de um mês de detenção ao infrator, o MST não pode ser atingido pela Lei 12.850/2013.

Se não fosse este detalhe jurídico, as ações do MST poderiam ser extintas, pois, além da responsabilização de seus integrantes pela prática da invasão, também seriam responsabilizados por criar, participar e até mesmo fomentar organização criminosa.

Como não há ferramentas legais para impedir as ações do MST, o movimento segue crescendo e atuando com vigor, principalmente, com a volta do PT ao poder.

Um acontecimento recente mostra, que o movimento tem amparo velado dos governantes de esquerda, tendo em vista, que no dia 06 de fevereiro de 2023, mais de duzentas pessoas que integram o MST invadiram a Prefeitura Municipal de Santa Cruz de Cabrália, no estado da Bahia.

Segundo informações, os manifestantes ocupam as dependências da prefeitura para reivindicar o atendimento de suas pautas de assentamento.

Segundo o que podemos constatar, o MST pode invadir propriedades cometendo crimes; e até mesmo invadir um prédio publico prejudicando os trabalhos da administração pública, sem ser considerado um criminoso, terrorista ou até mesmo praticante de atos antidemocráticos e atentatórios ao estado democrático de direito.

Agora imaginem, o que aconteceria com o país, se o brasileiro passasse a acreditar que tem o direito de descumprir a lei por motivações políticas passando a fazer o que bem entende?

Isso é exatamente o que faz o MST, pois, a Constituição Federal garante o direito à propriedade de terras. O texto constitucional também afirma, que a propriedade deve possuir função social.

Mas, em nenhum momento, a carta magma descreve ou afirma, que é legal a invasão ou a desapropriação da propriedade privada, sem que haja uma sentença judicial transitado em julgado.

Caros leitores, após os argumentos descritos neste artigo, nós podemos concluir tranquilamente o que segue:

a) a inconstitucionalidade e a ilegalidade do Movimento dos Trabalhadores sem Terra;

b) a omissão das instituições em promover o devido processo legal para a responsabilização dos integrantes do MST pelos crimes praticados;

c) a aplicação da lei de forma desigual a determinados grupos da sociedade, o que fere de morte a Constituição Federal.

Para concluir, a política de esquerda contaminou as instituições fazendo com que elas deixem de cumprir as leis, mas cumprindo a risca os ideais e as pautas políticas da esquerda.

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