O QUE SIGNIFICA O CHORO DE BOLSONARO?

Desde que Jair Messias Bolsonaro “perdeu” as eleições presidenciais de 2022, o Presidente do Brasil não se pronuncia como fazia antes do resultado das eleições.

O homem que possui um capital político de mais de 58 milhões de votos, desde o resultado das eleições de 2022 deixou de liderar publicamente os seus aliados políticos, eleitores e seguidores.

Por que Bolsonaro está calado?

Muitos alegam, que o Presidente do Brasil está silente, porque articula uma grande estratégia para restabelecer a legalidade e a soberania nacional, que foi extirpada com as fraudes nas eleições de 2022.

De outro lado, a esquerda e seus periódicos afirmam, que o Presidente do Brasil está abatido, e, com medo de ser preso após o fim de seu mandato.

Desde a divulgação do resultado das eleições de 2022, os eleitores de Bolsonaro estão nas ruas pedindo que seja acionado o artigo 142 da Constituição Federal, para o restabelecimento da correta aplicação da lei e da manutenção da ordem pública.

Essas manifestações legítimas e constitucionais que crescem em todo o país, desde o começo estão sendo tratadas como atos golpistas e antidemocráticos pela esquerda, pelos tribunais superiores e pela imprensa.

Por isso, eleitores, deputados e senadores aliados de Bolsonaro estão sendo censurados por suas falas nas redes sociais.

Diante dos fatos mencionados fica a pergunta: o silêncio de Bolsonaro é algo bom para ele e para seus aliados políticos?

Na nossa opinião, se o silencio de Bolsonaro não é proposital para a execução de medidas constitucionais, que irão restabelecer a constitucionalidade e a legalidade no país, este silêncio será um caminho certo para o enforcamento político de Bolsonaro.

O atual Presidente da República sabe muito bem, que se nada for feito por ele ainda no exercício do seu mandato, a sua prisão é quase certa a partir de 2023. A afirmação encontra respaldo na atuação militante dos ministros dos tribunais superiores alinhados com a esquerda.

Sem contar, que além de uma possível prisão, Bolsonaro pode ter os seus direitos políticos cassados, em mais uma de tantas manobras jurídicas dos tribunais superiores, o que o impedirá de ser candidato em 2026.

Assim, tanto uma prisão arbitrária como a perda de seus direitos políticos, não permitirão que Bolsonaro atue no meio político liderando a oposição.

A esquerda não dará chance, para que Bolsonaro se torne o maior articulador da oposição a partir de 2023, haja vista, que a esquerda não permitirá a perda do poder presidencial como ocorreu em 2018.

Portanto, se não houver uma estratégia institucional em curso por parte de Bolsonaro, a sua inatividade poderá ser um ato de espera que culminará com a sua degola pessoal e política.

Noutro sentido, o silêncio de Bolsonaro pode ser uma constatação dolorida do que o espera a partir de 2023. Não restam dúvidas, de que Bolsonaro será perseguido politicamente pela esquerda. Mas, Bolsonaro está acostumado com os embates políticos, tanto que estes foram os instrumentos que o levaram à Presidência da República.

Mas, na atual ditadura dos tribunais superiores, os embates políticos foram criminalizados pelos togados, que aos poucos vão perseguindo, oprimindo, calando e prendendo todos aqueles que se pronunciam contra os ideais esquerdistas e seus planos.

Por isso, Bolsonaro deve estar temendo ser usado como o maior exemplo, de que não se pode tentar obstar os planos petistas de poder.

Bolsonaro deve saber neste momento, que a sua sobrevivência pessoal e política está em risco, pois, o aparelhamento dos tribunais superiores já provou que não dará trégua aos seus opositores políticos.

Caso Bolsonaro não tenha “cartas na manga”, a sua morte política poderá ocorrer de forma vigorosa a partir de 31 de dezembro de 2022, pois, o atual presidente se caracterizou por falas fortes e pelo enfrentamento destemido da esquerda. Tal postura sempre norteou os seus aliados políticos; e fez com que Bolsonaro fosse eleito nas eleições presidenciais de 2018.

Assim, se Bolsonaro não se posicionar e falar o mais rápido possível aos seus aliados e eleitores, estes perderão a confiança no mandatário, o que gerará a sua morte política e a incapacidade de influenciar os eleitores.

Deste modo, o choro de Bolsonaro parece ser o resultado de sua indignação com as perseguições sofridas durante seu mandato. Além disso, o pranto parece mostrar a sua impotência para enfrentar o sistema, como ele fazia abertamente no Congresso Nacional. Por fim, o estado emocional de Bolsonaro pode ter relação com a falta de apoio para tomar as decisões necessárias no momento mais crítico de seu governo.

Para concluir, Bolsonaro não tem muitas alternativas, ou ele age contra a esquerda e seu aparelhamento ou assume a sua morte pessoal e política.

Fonte:  https://www.cnnbrasil.com.br/politica/bolsonaro-chora-em-cerimonia-das-forcas-armadas/

O JORNALISMO BRASILEIRO COMPROMETIDO COM O PLANO DE PODER PETISTA.

A imprensa brasileira deveria retratar os fatos ocorridos no Brasil. Além disso, a imprensa deveria investigar todos os fatos por menores que sejam, até que se chegue a uma conclusão final sobre a sua veracidade ou falsidade.

No entanto, há muitos anos, a imprensa brasileira se comprometeu com os governos, políticos e os seus planos de poder.

Assim, a imprensa brasileira sempre agiu como uma espécie de braço militante, daqueles que pagam bem as verbas publicitárias que sustentam vários veículos de imprensa.

Neste momento, as eleições brasileiras estão sob diversos questionamentos do povo que apresentam argumentos críveis. Deste modo, esses questionamentos que envolvem as eleições deveriam ser investigados pelas instituições, mas, principalmente, pela grande imprensa.

No entanto, a imprensa brasileira fecha os olhos propositalmente para fatos de enorme gravidade, com o objetivo de ocultá-los e de impedir que tais fatos alcancem a repercussão nacional.

Não é esse o papel de uma imprensa séria!

Na publicação citada abaixo este cenário fica claro, pois, a imprensa sequer discute e analisa os fatos que envolvem possíveis irregularidades das eleições de 2022, se resumindo em afirmar que as alegações não possuem provas.

Para que a imprensa brasileira pudesse afirmar, que não se tem provas sobre possíveis irregularidades nas eleições de 2022, a mesma imprensa deveria ter acesso amplo ao sistema eleitoral, o que nem as instituições fiscalizadoras tiveram.

Desta forma, a afirmação da imprensa, de que as alegações de irregularidades nas eleições de 2022 não possuem provas, não merecem credibilidade.

Como pode qualquer jornalista afirmar, que não há fraude e que não há provas de fraude no processo eleitoral, sem estar presente na montagem e na fiscalização de todo o processo?

Portanto, o que faz a imprensa é deixar de investigar os assuntos de interesse nacional, além de fazer colocações que nem eles podem comprovar.

Fonte: https://www.estadao.com.br/politica/sem-prova-de-fraude-bolsonaro-e-pl-pedem-para-que-urnas-antigas-sejam-invalidadas/?utm_source=twitter:newsfeed&utm_medium=social-organic&utm_campaign=redes-sociais:112022:e&utm_content=:::&utm_term=

UM PAÍS QUE NÃO É CAPAZ DE RESOLVER OS SEUS PRÓPRIOS PROBLEMAS, NÃO TERÁ O RESPEITO DOS DEMAIS PAÍSES DO MUNDO.

As autoridades brasileiras têm pleno conhecimento da perseguição de pessoas por suas convicções políticas.

Do mesmo modo, as mesmas autoridades têm conhecimento de que a liberdade de expressão dos cidadãos brasileiros foi relativizada ou tolhida em muitos casos, porque essas pessoas pensam de forma diferente ao que prega a esquerda e os seus ministros indicados aos tribunais superiores.

As autoridades brasileiras sabem, que em determinado momento das eleições de 2022, o TSE instituiu a censura prévia e temporária, o que contraria a Constituição Federal em seus termos.

E por fim, as autoridades do Brasil sabem, que os ministros dos tribunais superiores brasileiros passaram a agir politicamente, ao invés de julgar processos, inclusive, com uma ação pontual do Ministro Luís Roberto Barroso, que fez ativismo político no Congresso Nacional contra o projeto do voto impresso aditável.

Pois, bem, os fatos mencionados comprovam o descumprimento da Constituição Federal e das leis vigentes no Brasil.

Cabe frisar, que em nenhum momento as autoridades brasileiras tomaram alguma providência sobre os problemas relatados, que são largamente conhecidos em âmbito nacional.

Todas as autoridades brasileiras eleitas ou não devem cumprir a Constituição Federal e as leis.

No entanto, algumas autoridades brasileiras possuem o dever de agir diante do descumprimento da Constituição Federal e as leis.

É o caso do Ministério Público, sendo esta instituição estadual ou federal. Estas autoridades agir imediatamente ao tomar conhecimento sobre a prática de ilegalidades. Uma vez tomando conhecimento de ilegalidades, esta instituição deve propor as ações penais e civis cabíveis, na defesa do cumprimento das leis e dos direitos coletivos e difusos, ou seja, na defesa da sociedade.

O engraçado, é que estas autoridades têm conhecimento dos atos dos ministros dos tribunais superiores que descumprem a Carta Magma e as leis, mas, nenhuma ação foi tomada em uma conduta típica de prevaricação.

Como as autoridades brasileiras não tomam as providências cabíveis sobre o arbítrio dos ministros dos tribunais superiores, uma Deputada Federal teve que sair do Brasil para fazer uma denúncia em uma das cortes internacionais, sobre os diversos fatos que descumprem direitos internacionais dos seres humanos.

Nós estamos falando da Deputada Carla Zambelli. Ela está neste momento expondo as irregularidades e ilegalidades ocorridas no Brasil à Corte Internacional dos Direitos Humanos. Para o Brasil isso é humilhante e expõe a fraqueza e a omissão das instituições brasileiras.

Não se sabe, se os pleitos da Deputada Federal serão julgados procedentes, o que resolveria em parte os problemas brasileiros.

Mas, o simples fato de o Brasil não conseguir resolver os seus problemas internos por omissão das autoridades brasileiras, é uma péssima imagem que está sendo mostrada aos países sérios do mundo.

É como um cidadão ter um problema familiar, e necessitar que um terceiro o resolva como um mediador ou até mesmo um interventor da vida alheia.

No entanto, mesmo sendo uma vergonha nacional perante a comunidade internacional, não resta alternativa aos brasileiros do que pedir ajuda àqueles que possam resolver os flagrantes problemas brasileiros.

Um país que não resolve os seus próprios problemas e precisa de outros países para tanto, não poder afirmar que possui soberania nacional.

Veja a que ponto chegamos, por causa do plano de poder petista!

A partir de 2018 e nos anos seguintes, os brasileiros externaram nas urnas e nas ruas que não queriam que o PT voltasse a governar o país.

A voz das urnas e das ruas não foram ouvidas em nenhum momento pelas instituições, que ao contrário do que dizia o povo, estas instituições impuseram ao povo o seu escolhido.

As mesmas instituições para impor o seu escolhido tiveram que cercear direitos e garantias fundamentais, ou seja, elas calaram e cercearam os direitos constitucionais do povo, o que é vedado pelo tratado internacional que protege os direitos humanos.

Durante o Governo Bolsonaro, a esquerda e o seu braço de bestialização, a grande imprensa, sempre afirmaram que o Brasil passava vergonha no cenário internacional pela política de relações exteriores adotada por este governo.

O Governo Bolsonaro jamais ultrapassou os seus limites constitucionais, principalmente, com a interferência nos demais poderes da república. Além disso, o Poder Executivo jamais usou os seus poderes para cercear direitos e garantias fundamentais reconhecidos e protegidos internacionalmente.

Do outro lado, os ministros dos tribunais superiores atuam ao arrepio da lei, principalmente, no cerceamento dos direitos constitucionais protegidos internacionalmente.

Será que a Corte Internacional dos Direitos Humanos e os países sérios do mundo vão reconhecer as ilegalidades e punir os infratores, ou será que vão se alinhar a eles em mais um ato ditatorial e de exceção?

Fonte:  https://gazetabrasil.com.br/politica/2022/11/14/zambelli-denuncia-stf-a-comissao-de-direitos-humanos-da-oea/

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