A CORAGEM PARA ENFRENTAR A DITADURA DO STF

Segundo a matéria citada ao final, o Telegram parece ser a primeira das bigs techs, a não cumprir as decisões incomstitucionais do ministro Alexandre de Moraes.

Porém, a coragem do Telegram em combater os atos ditatoriais dos tribunais superiores se apresentou tardiamente, pois, se este ato nobre tivesse ocorrido antes e durante o pleito eleitoral, o Brasil não estaria sob um governo de esquerada.

Não precisa mencionar, que as decisões incomstitucionais de Alexandre de Moraes, contra os grupos de direita na plataforma do Telegram afetou a candidatura de Jair Bolsonaro, que se utilizava do Telegram para propaganda eleitoral de sua candidatura, já que não tinha o mesmo espaço na grande mídia dado ao outro candidato.

Portanto, as inconstitucionalidades sobre o Telegram já estão sendo praticadas há muito tempo pelo ministro Alexandre de Moraes, mas, a coragem tardia da plataforma em combater o desrespeito aos direitos humanos beira a covardia, pois, a sua omissão prejudicou o pleito eleitoral.

Fonte: https://revistaoeste.com/brasil/telegram-critica-moraes-e-nao-cumpre-bloqueio-contra-nikolas-ferreira/

A OPRESSÃO DOS OPOSITORES POLÍTICOS NO BRASIL FAZ PARTE DO PLANO DA IMPLATAÇÃO DA DITADURA NO BRASIL.

As práticas e decisões adotadas pelos tribunais superiores sempre tiveram objetivos muito claros.

Primeiro, os ministros militantes garantiram que o Presidente Bolsonaro não conseguisse governar e implantar as suas pautas, que foram aprovadas pela maioria do povo nas eleições de 2018.

Em seguida, os mesmos ministros cuidaram para Lula fosse solto, em mais uma manobra jurídica que contrariou a Constituição Federal e o bom direito.

Posteriormente, os tribunais superiores garantiram que Lula pudesse ser candidato nas eleições de 2022, ao anularem os processos e condenações contra ele, o tornando “ficha limpa”.

Não bastasse tudo isso, os ministros militantes atuaram politicamente para impedir a aprovação do voto impresso e auditável, mesmo sendo vedado pelas leis vigentes, que ministros atuem politicamente.

Durante as eleições de 2022, o Ministro Alexandre de Moraes Presidente do TSE agiu de forma parcial e militante ao ajudar a candidatura de Lula com suas decisões. Para isso, o ministro perseguiu os apoiadores do então candidato Bolsonaro e seus meios de divulgação, as redes sociais.

O objetivo do ministro presidente do TSE foi sufocar as informações e as propagandas eleitorais vindas das redes sociais, o maior meio de divulgação do candidato Bolsonaro.

Enquanto isso, a campanha de Lula propagava noticiais falsas sobre Bolsonaro; e, até mesmo, em seus programas de rádio veiculava a sua propaganda eleitoral no Nordeste, por mais tempo o que desiquilibrou a eleição naquela região do país.

Com tudo isso, o resultado das eleições de 2022 não poderia ser outro, o preferido dos tribunais superiores “venceu” as eleições.

A divulgação do resultado das eleições de 2022 gerou revolta e indignação na maioria do povo brasileiro, que saíram às ruas em protesto permanecendo até a presente data.

Para quem achava que a atuação dos tribunais militantes cessaria com a eleição de seu preferido e protegido, os ministros do STF e do TSE iniciaram mais uma ofensiva contra as manifestações pacíficas e constitucionais.

Em seguida, novas decisões foram proferidas, primeiro, contra os manifestantes e seus financiadores, em seguida, contra as tentativas do partido de Bolsonaro de contestar legalmente os resultados das eleições.

Todo o tipo de artimanha jurídica sem amparo ilegal foram aplicadas contra os manifestantes, desde a censura de suas redes sociais, multas impagáveis e até mesmo prisões arbitrárias.

É a atuação dos ministros militantes, na manutenção do pensamento único e da ideologia política única, ou seja, a ideologia da esquerda.

O objetivo da esquerda e de seus tribunais superiores sempre foi exterminar com a ideologia política de direita, pois, os políticos de esquerda estabeleceram a partir de 1985, que o Brasil teria apenas um pensamento e uma ideologia política, a ideologia de esquerda.

Neste momento, os apoiadores de Bolsonaro aguardam o posicionamento de seu líder, sobre o que eles devem fazer ou se ele mesmo fará algo.

Cabe salientar, que Bolsonaro afirmou durante a campanha eleitoral de 2018 que governaria o Brasil com o artigo 142 da Constituição Federal “em baixo do braço”. Além disso, durante todo o seu governo fez questão de alimentar os seus eleitores, sobre uma possível ação dele e das Forças Armadas contra as ilegalidades dos tribunais superiores. Por fim, os brasileiros alimentados com essa esperança sustentaram o governo de Bolsonaro indo para as ruas sempre que o presidente pedia o apoio popular.

Não há dúvidas de que este apoio do povo, não permitiu que Bolsonaro fosse afastado do cargo em um processo de impeachment.

Mesmo com todo esse apoio até este momento, o Presidente Bolsonaro nada fala aos seus apoiadores sobre os próximos passos.

Enquanto isso, os seus apoiadores estão nas ruas há 57 dias, em uma união de brasileiros de bem que o país há muito tempo não tem presenciado.

Mas, o aparelhamento petista nos tribunais superiores avança sem dó nem piedade contrariando a Constituição Federal e as leis vigentes. Agora, os ministros militantes querem criminalizar o direito de manifestação garantida na Constituição Federal, apenas, porque não concordam com seus pleitos.

As pessoas que pensam diferente dos ideais petistas e propagam as suas ideias nas redes sociais, neste momento continuam sendo perseguidas pelos tribunais superiores de esquerda.

Por isso, os contrários continuam sendo censurados e presos, sob o argumento de que não se pode discordar do resultado das eleições de 2022 e do processo eleitoral.

As mesmas perseguições dos tribunais superiores estão sendo violentamente e inconstitucionalmente empregadas, contra aqueles que estão nas ruas pedindo a única solução que eles acreditam, ou seja, o emprego das Forças Armadas como disciplina o artigo 142 da CF e a Lei Complementar 97/99.

Como pode perseguirem pessoas por pedirem a execução de um dispositivo constitucional e legal? Não foram estas pessoas que fizeram os dispositivos constitucionais e legais, elas apenas estão pedindo o seu cumprimento!

Neste momento, somente o povo está no campo de batalha para defender o país, sob os ataques inconstitucionais e tiranos dos tribunais superiores, na esperança de que o seu líder venha a recobrar a coragem dos tempos de Deputado Federal; e que as Forças Armadas provem que também não foram cooptadas pela esquerda durante seus governos.

A DITADURA DOS TRIBUNAIS SUPERIORES NÃO RECUA; E NÃO HÁ NINGUÉM PARA DEFENDER O POVO E O BRASIL.

A Deputada Carla Zambelli, é mais uma de tantos outros brasileiros que estão sendo cassados, por requerer o que está na Constituição Federal e por questionar o resultado das eleições de 2022.

A polícia política do STF e do TSE cassou as redes sociais da Deputada Federal, por se pronunciar favoravelmente sobre a possibilidade do acionamento do artigo 142 da Constituição Federal. Além disso, a mesma parlamentar se manifestou sobre possíveis irregularidades nas eleições de 2022. Cabe lembrar, que se manifestar livremente deveria ser um direito dos brasileiros, e, principalmente, de um congressista eleito pelo povo.

Agora, o Ministro Alexandre de Moraes insiste em seus atos ditatoriais ao arrepio da lei, como a manutenção da censura nas redes sociais da Deputada Carla Zambelli, sob o fundamento ilegal, de que a deputada continua a pedir o artigo 142 da CF e de questionar o resultado das eleições de 2022.

Cabe abrir um parêntese neste momento, para mencionar que a Deputada Bia Kicis também teve as suas redes sociais censuradas pelo mesmo ministro do STF e do TSE, sob os mesmos argumentos.

As inconstitucionalidades e as ilegalidades praticadas pelo Ministro Alexandre de Moraes saltam aos olhos e são repudiadas por qualquer aluno que cursa o segundo ano do curso de direito.

Entretanto, nenhum integrante do Ministério Público Federal, principalmente, do Procurador Geral da República se manifesta sobre as ilegalidades do ministro.

Cabe lembrar, que o Ministério Público seja ele dos estados ou da união, não podem se esquivar e se omitir diante do descumprimento da Constituição e das leis vigentes.

A omissão dos integrantes do Ministério Público sobre a ocorrência de ilegalidades, é tipificado como crime descrito no artigo 319 do Código Penal, ou seja, a prevaricação do servidor público diante de uma ilegalidade.

O quadro atual no Brasil é algo jamais imaginado ou visto pelos brasileiros. E até o momento, não há nenhum movimento daqueles que têm o dever de defender a aplicação da lei e manter a ordem no Brasil.

Se nada for feito pelas instituições brasileiras, não restará outro caminho ao povo a não ser se rebelar contra a ditadura que se encontra implantada no país.

Fonte:  https://cultura.uol.com.br/noticias/54174_moraes-mantem-bloqueio-de-perfis-de-carla-zambelli.html

O POVO NAS RUAS À ESPERA DE QUE OS SEUS REPRESENTANTES OS REPRESENTEM

Após a eleição de Luís Início Lula da Silva, os brasileiros saíram às ruas para protestar.

Os protestos trazem tudo aquilo que foi visto pelos brasileiros durante o Governo Bolsonaro.

Mas, o que os brasileiros viram neste período?

Já no dia da vitória de Bolsonaro nas eleições de 2018, os brasileiros viram as organizações Globo “torcerem o nariz”, no momento em que Willian Bonner com desprezo teve anunciar a vitória do candidato Jair Messias Bolsonaro.

Neste momento, já ficou claro que a eleição de Bolsonaro não agradava o grupo de comunicação mais poderoso do Brasil, que há muitos anos tinha o monopólio da manipulação do povo brasileiro.

No momento da posse de Bolsonaro, os brasileiros viram a Ministra Carmem Lúcia entregando uma Constituição Federal ao Presidente recém empossado, como se ele não conhecesse a Carta Magna e já tivesse feito algo para descumpri-la.

Mas, quem viria a descumprir vergonhosamente a Constituição Federal seriam os próprios tribunais superiores.

Em seguida, os brasileiros viram o Ministro Alexandre de Moraes impedir o Presidente Bolsonaro de nomear o Delegado Geral da Polícia Federal, mesmo havendo previsão legal nesse sentido, com uma argumentação jurídica sem cabimento jurídico.

Posteriormente, os brasileiros viram o Ministro Celso de Mello proferir um despacho, em que determinava que um General do Governo Bolsonaro fosse depor em uma investigação, sob pena de ser conduzido “debaixo de vara”, ou seja, conduzido pela Polícia Federal.

Tal medida do togado tinha o objetivo de mostrar a força do Supremo Tribunal Federal (STF), que na mente do ministro é superior aos demais poderes e instituições.

Além disso, o povo brasileiro viu posteriormente, que o Ministro Celso de Mello cogitou publicamente fazer uma busca e apreensão na Presidência da República, para apreender o celular do Presidente Bolsonaro para servir como prova, na investigação iniciada pelas denúncias infundadas e políticas do Ministro da Justiça Sergio Moro.

Posteriormente, os brasileiros viram algumas decisões do STF revogar vários decretos presidenciais, a pedido de partidos e políticos de esquerda, sob o argumento pífio de que se tratavam de decretos inconstitucionais.

Essa prática ficou muito conhecida durante o Governo Bolsonaro. Os partidos e políticos de esquerda ao perderem na política, seja em votações ou por meio da edição de decretos, a primeira medida era levar a questão ao STF, uma vez que a esquerda foi quem indicou a maioria dos ministros dos tribunais superiores.

Um belo jogo de cartas marcadas!

Os fatos narrados até o presente momento são insignificantes, se considerarmos que o STF em uma decisão do seu pleno decidiu, que os condenados em segunda instância deviam iniciar o cumprimento de suas penas.

Posteriormente, assim que Lula foi condenado em segunda instância, os ministros do STF devidamente provocados pelos advogados de Lula mudaram este entendimento já pacificado pela própria corte.

Cabe destacar, que muitos brasileiros tiveram que se recolher á prisão, por conta da decisão do STF que entendeu ser cabível o início do cumprimento da pena após a decisão da segunda instância. Com o novo entendimento do STF tomado para beneficiar Lula, os brasileiros que se encontravam presos pela decisão anterior do STF acabaram cumprindo pena antecipadamente, o que caberia uma indenização do estado.

Além disso, o mesmo STF já havia decidido por sua maioria, que o então Juiz Sergio Moro era competente para julgar Lula nos processos da Operação Lava a Jato.

No entanto, em uma decisão inicialmente monocrática do Ministro Luís Edson Fachin, o entendimento de que o Juiz Sergio Moro era competente para julgar Lula foi derrubado, sob alegação de que a decisão anterior da maioria STF não tinha sido acertada em relação ao caso.

Como podemos comprovar, as decisões dos ministros do STF não possuem segurança jurídica, ou seja, elas podem mudar dependendo de quem está sendo julgado.

Veja quantos fatos nós já narramos até este momento. Mas, não acabou a série de motivos que estão levando os brasileiros às ruas neste momento.

Na sequência dos nossos relatos, em determinado momento no Brasil volta a surgir a discussão sobre o voto impresso e auditável.

Cabe recordar, que o voto impresso e auditável já havia sido objeto de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pelo então Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro, que posteriormente foi aprovada pelo Congresso Nacional sendo promulgada para ter vigência nas próximas eleições.

Adivinhe quem declarou a PEC como sendo inconstitucional, acabando com a possibilidade de utilização nas próximas eleições? Sim, o Supremo Tribunal Federal.

Por que será que os togados nomeados em sua grande maioria pelo PT, não querem a possiblidade de auditoria e recontagem dos votos?

Como estávamos falando, a questão do voto impresso e auditável voltou a ser discutido em 2021 em todo o Brasil. Mais uma vez, o Projeto de Emenda à Constituição (PEC) sobre o voto impresso foi levado ao Congresso Nacional sob a pressão da opinião pública.

Pasmem os senhores, antes mesmo que o Congresso Nacional votasse a PEC, os brasileiros viram o ativismo judicial explícito dos Ministros do STF e do TSE contra o projeto, que visava apenas a possibilidade conferência do voto e a recontagem posterior ao resultado divulgado.

A cena mais comentada em todo o país foi a visita do Ministro Luiz Roberto Barroso no Congresso Nacional fazendo lobby contra o projeto.

Ora, os ministros dos tribunais superiores não deveriam apenas julgar processos em seus gabinetes?

Sim, principalmente, porque a Lei da Magistratura veda a atividade política de juízes que se encontram investidos no cargo de Juiz de direito.

Mas, os brasileiros viram e não se esquecem da frase do Ministro Luiz Roberto Barroso: “eleição não ganha se toma. Está saindo o áudio?”

Aos brasileiros ficou claro que os ministros do STF e do TSE não eram favoráveis a transparência das eleições.

A partir deste momento, nós iremos pular uma série de outros fatos praticados pelas cortes superiores brasileiras, que estão motivando os brasileiros a irem às ruas em busca de uma solução.

Mas, não se esqueça que iremos pular estes acontecimentos conhecidos pelos brasileiros, somente porque seria impossível coloca-los todos neste artigo.

Continuando, o fato mais grave praticado pelas cortes superiores brasileiras ocorreu nas eleições presidenciais de 2022.

A Constituição Federal veda a censura em qualquer de suas formas, haja vista, que o texto constitucional foi elaborado logo após o fim do regime militar, que se viu obrigado a censurar a sociedade, pois, o país naquele momento se encontrava em uma guerra contra grupos terroristas do comunismo internacional.

Por isso, os políticos que integraram a Assembleia Nacional Constituinte tomaram todos os cuidados para assegurar que a censura não voltasse a ocorrer no Brasil.

Mal sabiam os constituintes, que a censura voltaria a ocorrer no Brasil pelas mãos dos críticos do regime militar, que tanto criticavam a censura ocorrida naquele tempo.

Pois é, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em mais uma de suas decisões para favorecer a candidatura de Lula decidiu acabar com o princípio da anualidade, ao mudar as regras da eleição no meio do pleito, o que é vedado pela Constituição Federal, que determina que as regras para as eleições somente podem ser estipuladas um ano antes da eleição.

Não entendeu? Eu vou explicar.

O TSE aprovou uma resolução no meio do pleito eleitoral de 2022, para ter o poder de retirar conteúdos das redes sociais considerados como fake news. Tal medida ocorria, sem que houvesse a provocação do prejudicado pelas tais fake news, e, sem a manifestação do Ministério Público Eleitoral.

Primeiro, a tal resolução mudava as regras das eleições sem respeitar o princípio da anualidade.

Segundo, com a vigência da resolução do TSE, o tribunal passaria a atuar de ofício, o que vedado pela Constituição Federal, pois, segundo o texto constitucional o Poder Judiciário deve ser provocado pelas partes através de petição.

Terceiro, a atuação de ofício do TSE não precisaria da manifestação favorável do MPE, o que é essencial, pois, o MPE é o fiscal da lei e atua na defesa dos direitos difusos e coletivos.

Então, nós estamos diante do flagrante descumprimento da Constituição Federal, que está sendo praticado pela mais alta corte em matéria eleitoral.

É importante destacar, que a nenhum brasileiro é dado desconhecer as leis vigentes e descumpri-las; o que dirá aos ministros dos tribunais superiores.

Não bastasse os fatos narrados anteriormente, a mesma resolução do TSE para as eleições 2022 passou a instituir a censura prévia e temporária, ao se auto permitir retirar os conteúdos das redes sociais sob o argumento de que são fake news.

Cabe ressaltar aos brasileiros, que fake news não é considerado crime no Brasil, pois, nenhuma lei penal descreve tal conduta como típica, punível e culpável.

Um ponto crucial a ser citado, e que comprova a atuação militante e inconstitucional do TSE, é que todos os conteúdos retirados das redes sociais a partir da vigência da resolução, não atingiram nenhuma página e canal de esquerda.

Será que a esquerda não promoveu as tais fake news?

Sim, há muito tempo a esquerda e a imprensa sempre produziram fake news, mas, como todos nós sabemos, a censura antes velada e agora institucional somente oprimia os canais e páginas de informação da direita.

Por todo o exposto até este momento, nós podemos afirmar sem medo, que o tribunal eleitoral descumpriu a constituição atacando as suas cláusulas pétreas, para parcialmente atuar em benefício do candidato Lula e para prejudicar o candidato Bolsonaro.

Bom, até este momento, nós apenas elencamos fatos irrefutáveis das diversas ações dos tribunais superiores contra o Presidente da República eleito pelo povo, ou seja, as ações mencionadas não atingiram o Bolsonaro, mas, a vontade do povo que o elegeu democraticamente para governar o Brasil.

E aos brasileiros ficou claro, que o Presidente Bolsonaro foi boicotado em seu governo pelos tribunais superiores.

Os mesmos brasileiros constaram que a democracia brasileira é uma fantasia da esquerda, tendo em vista, que a partir do momento em que o povo passou a destoar da ideologia de esquerda pelas redes sociais, os mecanismos de opressão começaram a atuar restringindo os direitos constitucionais.

Agora, o povo está nas ruas, enquanto os políticos, partidos, poderes da república, instituições e a grande imprensa se comportam como se nada estivesse ocorrendo no Brasil.

Este é mais um sinal de que o povo está correto e que deve continuar nas ruas, pois, todo o poder emana do povo que será exercido por meio de seus representantes eleitos.

Se não há o pronunciamento daqueles que devem representar o povo, as manifestações são legítimas, pois, o povo deve assumir a sua própria representação.

O DIREITO DE MANIFESTAÇÃO DO POVO BRASILEIRO – A GARANTIA DO ESTADO DO DIREITO DE MANIFESTAÇÃO – A ATUAÇÃO DE GRUPOS TERRORISTAS CONTRA O DIREITO DE MANIFESTAÇÃO.

Com vitória questionável de Luís Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022, os brasileiros de bem tomaram as ruas do Brasil para protestar.

Em suma, os brasileiros de bem estão nas ruas para questionar o resultado das eleições; e o fato de ter que aturar a partir de 2023, um Presidente da República que foi condenado por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e etc.

Por conta das pautas reivindicadas, os manifestantes estão sendo marginalizados pelos poderes da república, pois, para eles os motivos das manifestações não são legítimos, e são considerados até como antidemocráticos.

Como pode os pleitos do povo serem considerados como ilegítimos e antidemocráticos?

Milhões de brasileiros estão nas ruas, sem que a grande imprensa faça a devida cobertura jornalística dos movimentos. A ausência de cobertura pela imprensa é algo inaceitável, haja vista, que cabe a imprensa noticiar os fatos que ocorrem no Brasil, e, não o que interessa a ela.

Este tipo de atuação da imprensa comprova a sua tão conhecida parcialidade!

Cabe mencionar, que a vontade do povo é soberana. Deste modo, as autoridades constituídas devem ouvir os pelitos do povo que estão vindo das ruas. Afinal, os manifestantes não deixam de ser o povo, que paga seus impostos custeando o país.

Até o momento, nenhuma autoridade se dignou a ouvir o povo que está nas ruas. Ao contrário disso, algumas autoridades estão chamando os manifestantes de criminosos, como se esses manifestantes não fossem cidadãos que custeiam o estado brasileiros.

Não faz muito tempo, que os políticos, principalmente, os políticos de esquerda sempre afirmaram que se deve ouvir a voz que vem das ruas.

Não bastasse os fatos mencionados até este momento, alguns movimentos conhecidamente terroristas voltaram a aparecer no Brasil desde que as manifestações se iniciaram.

Estes movimentos ligados a esquerda conhecidos como Antifas e MST, neste momento começam a aparecer no meio das manifestações. Inicialmente, a presença desses grupos tem assumido um caráter intimidatório.

Mas, já foi registrado nas redes sociais, que esses grupos já teriam sido convocados para debelar as manifestações com emprego de força própria.

Mas, esses grupos podem exercer este papel?

O direito de manifestação está descrito na Constituição Federal, sem ressalvas, e deveria ser respeitado por todos.

No entanto, os tribunais superiores estão há muito tempo desconsiderando e desrespeitando os direitos e garantias fundamentais descritos na Constituição Federal.

Em seus julgados, os tribunais superiores estão relativizando os direitos e garantias fundamentais, entre eles, o direito de manifestação e da liberdade de expressão, em um claro movimento de ativismo em prol do plano de poder do Partido dos Trabalhadores.

Assim, a liberdade de expressão e o direito de manifestação não pode ser diminuído ou tolhido pelo estado brasileiro, muito menos, com o emprego de tropas terroristas sob o comando indireto de partidos políticos de esquerda.

Portanto, o estado brasileiro deve garantir o direito de manifestação e de expressão aos brasileiros. Noutro sentido, o mesmo estado brasileiro deve combater os grupos terroristas que visam acabar com as manifestações, sem ter a legitimidade do estado e da lei para isso.

Se o estado brasileiro se manter inerte e omisso, e não assegurar o direito constitucional dos manifestantes, o estado brasileiro dá claros sinais que passou a ser um estado ditatorial que segue as premissas dos partidos políticos de esquerda.

A vontade do povo é soberana e deve estar representada pelos seus representantes eleitos, conforme o que dispõe o Parágrafo único do artigo 1º da Constituição Federal.

O BRASIL NÃO VIVE UMA DEMOCRACIA – A VONTADE DA MAIORIA DO POVO NÃO ESTÁ SENDO RESPEITADA – A MINORIA ESTÁ IMPLANTADO UMA DITADURA

Não vou falar da apuração da eleição ocorrida em 30 de outubro de 2022.

Neste artigo eu irei falar um pouco da democracia brasileira.

Que democracia é essa que não atende a vontade da maioria do povo brasileiro?

Em 2018, os brasileiros elegeram Jair Messias Bolsonaro em um claro sinal de repúdio ao Partido dos Trabalhadores e a Luiz Inácio Lula da Silva.

Será que os brasileiros esqueceram a corrupção dos governos petistas ou mudaram radicalmente de entendimento sobre a irregularidades?

Não, a maioria dos brasileiros não querem o PT e o Lula governando o país!

Mas, tanto o PT quanto Lula contam com bons aliados, os ministros dos tribunais superiores.

Tais ministros foram indicados não para proferir decisões e Acórdãos de acordo com a Constituição Federal e com as leis vigentes, mas, para agirem em favor daqueles que os indicaram, ou seja, o Partido dos Trabalhadores e seus políticos.

Esses agentes garantiram a soltura de Lula que se encontrava preso por condenações penais da Operação Lava a Jato, para que ele pudesse fazer as suas articulações políticas.

Posteriormente, os agentes militantes arquitetaram uma decisão jurídica fora da normalidade legal para soltar Lula.

Na sequência dos atos judiciais militantes, os agentes militantes se encarregaram de destruir juridicamente a Operação Lava a Jato, por meio de decisões parciais e militantes do Supremo Tribunal Federal.

Por fim, os mesmos agentes em uma arquitetura completa para beneficiar Lula, por meio de uma decisão sem cabimento e sem fundamentação jurídica idônea decidiram anular todos os processos que impediam Lula de ser candidato.

Esses foram todos os atos militantes do plano para ajudar Lula a voltar ao poder, sem os requisitos que a lei exige.

Os agentes dos tribunais superiores não pararam por aí. Na sequência de seus atos militantes, os mesmos agentes se assumiram a missão de destruir o Governo Bolsonaro, e, uma boa parte daqueles que o apoiavam.

Para isso, os agentes militantes se encarregaram de diminuir os direitos constitucionais dos cidadãos que apoiavam o Governo Bolsonaro. Esses apoiadores tiveram o seu direito de livre expressão reduzido, e, em muitos casos suprimido, sem contar os vários casos de prisão por crime de opinião.

Por fim, os agentes militantes durante as eleições de 2022 não hesitaram em instituir a censura temporária durante o pleito, com o claro objetivo de diminuir as manifestações em apoio ao candidato Bolsonaro.

Cabe lembrar, que a censura não é permitida pelo texto constitucional!

Para cometerem as inconstitucionalidades citadas, os agentes militantes que ocupam os tribunais superiores, sempre usam o argumento canalha de que estão protegendo a Constituição Federal, o estado democrático de direito e a democracia.

Mas, como é possível acreditar, que esses agentes da esquerda travestidos de ministros podem estar defendendo o país, a democracia, o estado democrático de direito e as instituições, sendo que para isso, eles estão a todo tempo descumprindo a Constituição Federal e as leis em suas decisões judiciais?

Pois é, na verdade eles estão defendendo os interesses dos políticos de esquerda, sem temer as consequências.

As irregularidades dos agentes militantes chamados erradamente de ministros, não poderiam estar acontecendo e passar impugnes, afinal, segundo o texto constitucional o estado brasileiro é composto de um sistema de pesos e contrapesos.

Nesse sistema deve haver um perfeito equilíbrio entre os poderes, para que irregularidades como as que mencionamos jamais pudessem estar acontecendo.

Se o Brasil fosse um país sério, esses agentes militantes seriam destituídos de seus cargos, pois, a nação e os seus interesses estão acima de qualquer vontade pessoal e política de qualquer cidadão.

Entretanto, o Brasil permite que esses agentes atuem livremente sem medo de sofrer a punição devida.

A nenhum cidadão é dado o direito de ousar descumprir a constituição e a praticar ilegalidades!

Qualquer brasileiro que cometesse um por cento das irregularidades e as ilegalidades praticadas pelos agentes militantes dos tribunais superiores, não escaparia do devido processo legal e da responsabilização pelos seus atos.

O maior culpado pela não punição dos agentes militantes é o Procurador Geral da República (PGR), que tem o dever de denunciar qualquer ocupante de cargos dos Poderes da República que venha a descumprir a Constituição Federal e as leis.

No entanto, a omissão e a prevaricação do PGR, que também são crimes previstos na legislação penal, não serão denunciadas.

Cabe lembrar, que a responsabilidade de julgar os ministros dos tribunais superiores e o PGR compete ao Senado Federal.

Mas, o Senado Federal é um órgão político. Além disso, os senadores que deveriam julgar os integrantes dos tribunais superiores e o PGR, também podem ser denunciados e julgados pelas mesmas pessoas, conforme dispõe a Constituição Federal.

Entendeu agora, por que não há responsabilização dos ministros militantes e do PGR?

Bom, se os integrantes dos tribunais superiores não serão julgados pelos Senadores da República, por medo de que os mesmos ministros julguem os senadores em uma espécie de revanche institucional, o Brasil não possuir instrumentos para que os ministros militantes sejam responsabilizados.

Então a república está indefesa?

Não. Se os poderes e as instituições não estão funcionando para aplicar as leis e punir os responsáveis pelo cometimento de crimes contra a nação, uma ação institucional deve ser tomada.

Afinal, o país não pode sucumbir por conta de atos inconstitucionais e ilegais praticados por pessoas que ocupam altos cargos na república.

A pátria e a nação brasileira estão acima de qualquer interesse pessoal e político

Portanto, diante de atos contrários a ordem jurídica que estão sendo praticados por elementos do alto escalão da república, a nação precisa se defender com as armas constitucionais que possui.

A primeira arma, é a manifestação da maioria do povo para que a sua voz seja recebida pelos governantes, afinal, todo o poder emana do povo.

Em seguida, os poderes devem entrar em ação aplicando as medidas legais para defender a pátria, os poderes constitucionais e a garantia da lei e da ordem.

O Presidente da República tem competência constitucional para determinar as medidas necessárias, que se encontram descritas na Constituição Federal e na Lei Complementar 97/1999, senão vejamos:

Constituição Federal:

Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

Lei Complementar 97/99:

Art. 15. O emprego das Forças Armadas na defesa da Pátria e na garantia dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, e na participação em operações de paz, é de responsabilidade do Presidente da República, que determinará ao Ministro de Estado da Defesa a ativação de órgãos operacionais, observada a seguinte forma de subordinação:

  § 1o Compete ao Presidente da República a decisão do emprego das Forças Armadas, por iniciativa própria ou em atendimento a pedido manifestado por quaisquer dos poderes constitucionais, por intermédio dos Presidentes do Supremo Tribunal Federal, do Senado Federal ou da Câmara dos Deputados.

Veja, que o artigo constitucional e os artigos da lei são claros e objetivos; e não comportam interpretação diversa.

Portanto, o Presidente da República diante da atuação inconstitucional e ilegal dos agentes militantes dos tribunais superiores, não deve se esquivar de sua responsabilidade para devolver a ordem constitucional ao estado brasileiro.

Em outras palavras, o povo deve ser atendido fielmente em seus pleitos. A voz do povo deve ser dirigida aos seus representantes eleitos, e, não a meros indicados políticos. Os eleitos devem adotar todas as medidas necessárias, sem temor, com o objetivo de defender o país, os brasileiros, a Constituição Federal e o estado democrático de direito.

A COMPRA DE VOTOS É UMA PRÁTICA MUITO UTILIZADA NO BRASIL. MAS DE ONDE VEM O DINHEIRO?

A reportagem citada no final deste artigo demonstra, que em muitas regiões brasileiras a compra de votos é um mal que prejudica a liberdade de voto dos brasileiros.

Segundo a reportagem, a Polícia Federal apreendeu um milhão e quatrocentos mil reais destinados à compra de votos.

Cabe salientar, que isso foi o resultado de uma apreensão!

Agora imagine, neste momento no Brasil milhões e milhões estão sendo utilizados para a compra de votos.

Mas, de onde vem esse dinheiro?

Certamente, os valores utilizados para a compra de votos vêm do fundo partidário, da corrupção e do narcotráfico.

Considerando esse contexto, a compra de votos é financiada pelos próprios brasileiros com o pagamento de impostos. Além disso, os rendimentos do crime estão financiando a mesma prática, com o objetivo de colocar no poder os seus candidatos.

A democracia brasileira sempre foi financiada por irregularidades e ilegalidades.

Fonte: https://www.poder360.com.br/eleicoes/prf-apreende-r-14-milhao-por-suspeita-de-compra-de-votos/

A REPÚBLICA QUE PREGA A TRANSPARÊNCIA, É A MESMA QUE AGE PARA BARRAR INVESTIGAÇÕES.

Há muito tempo os brasileiros questionam o resultado das pesquisas eleitorais.

Em 1985, Fernando Henrique Cardoso e Jânio Quadros disputavam a eleição para a Prefeitura de São Paulo.

Naquele momento, o Brasil tinha iniciado a Nova República com a tal reabertura política.

A campanha de FHC naquele momento contava com muita verba eleitoral. A riqueza dos recursos eleitorais de FHC que não se sabia ao certo de onde vinha, já estava sendo denunciada desde a eleição de 1982, quando Franco Montoro foi candidato ao Governo do Estado de São Paulo, pelo mesmo partido em que FHC era candidato em 1985, o PMDB.

O candidato Jânio Quadros tinha um apoio visto nas ruas e nos comícios, enquanto FHC não tinha a mesma desenvoltura junto ao povo da cidade de São Paulo.

Mas, os institutos de pesquisas, principalmente, o IBOPE que hoje chama-se IPEC, afirmavam que FHC tinha a preferência disparada das intenções de voto naquele pleito.

Durante toda a campanha eleitoral, Jânio Quadros atacou os institutos de pesquisas dizendo, que os números apresentados eram “falsos, mentirosos e desonestos”.

Inclusive, o dono do IBOPE afirmou que nem processaria judicialmente Jânio Quadros, pois, o considerava um louco.

Qualquer comparação com as críticas apresentadas por Bolsonaro em relação às pesquisas eleitorais atuais, não é mera coincidência.

Por fim, o resultado das urnas em 1985 foi apresentado na apuração, e Jânio Quadros foi declarado vencedor e se tornou Prefeito da cidade de São Paulo.

Veja, que os questionamentos sobre a confiabilidade e a lisura das pesquisas eleitorais não nasceram no Governo Bolsonaro.

Cabe lembrar aos brasileiros, que as pesquisas eleitorais são contratadas por partidos políticos e por grandes grupos que indiretamente governam o país, pois, este trabalho não é nada barato.

Ao contratar este serviço, o contratante é quem escolhe como e de que forma o trabalho será realizado.

E ainda, essas pesquisas não apontam em quais os locais foram feitas as consultas populares, sem limitando a dizer as cidades onde supostamente o levantamento foi realizado.

Por exemplo, não há como confirmar se as pessoas foram realmente consultadas e qual foi a sua resposta à pesquisa.

Portanto, as pesquisas não podem ser conferidas e auditadas.

As pesquisas eleitorais sempre tiveram o objetivo de manipular a opinião pública em favor de um determinado candidato, principalmente, os candidatos preferidos da imprensa e dos grandes grupos dominantes.

Infelizmente, muitos brasileiros se deixam levar pelo resultado das pesquisas eleitorais, o que muitas vezes define o voto do eleitor, em favor daquele que falsamente está sendo declarado como o líder nas pesquisas.

Os brasileiros ao se permitir ser manipulados pela vontade desses grupos, não exerce a sua vontade, mas, a vontade e o interesse destes grupos dominantes.

Os brasileiros precisam saber, que a partir de 1985 os grupos dominantes passaram a ser formados por políticos de esquerda, banqueiros e pela imprensa brasileira, pois, com o surgimento da Nova República era necessária a criação de novos grupos que “dariam as cartas no Brasil.

Diante do exposto até este momento, a conclusão que temos é muito clara e objetiva, os institutos de pesquisa são um dos braços desses grupos dominantes, que querem manipular a vontade do povo nas eleições definindo indiretamente os rumos que o Brasil deve tomar.

Por isso, como descreve a matéria citada abaixo, que a decisão judicial do TSE pelas mãos do Ministro Alexandre de Moraes é mais um ato dos grupos dominantes. A decisão da suprema corte eleitoral suspendeu a investigação que recentemente foi aberta.

Cabe lembrar, que a investigação iniciada não impediria que novas pesquisas eleitorais fossem realizadas, portanto, pelo menos inicialmente, não haveria prejuízo ao sistema de manipulação do voto dos eleitores brasileiros.

A investigação aberta pela PF e pelo CADE, não teria a mesma força das diversas decisões monocráticas dos ministros do STF e do TSE, que censuraram os cidadãos brasileiros e impediram atos do governo Bolsonaro de se realizarem, em um claro ativismo judicial em desacordo com a Constituição Federal e a legislação vigente.

A decisão do TSE é parcial e militante. Ela pretende evitar o que seria descoberto ao final da investigação, ou seja, que os institutos de pesquisa manipulam o livre convencimento do voto e o resultado das eleições em proveito de um candidato, que no momento é o candidato dos grupos dominantes, Luiz Inácio Lula da Silva.

Não tenham dúvidas, que durante os governos do PT, a manipulação da mente do nosso povo foi aperfeiçoada em diversos seguimentos, seja pela grande mídia que publica os assuntos que interessa aos grupos dominantes, seja pelos agentes espalhados nas instituições e nod poderes em cargos estratégicos para manter a esquerda indiretamente no poder.

Se um dia, o povo tiver conhecimento das artimanhas utilizadas pelos políticos de esquerda que fraudaram a vontade popular e a nação, o Brasil vai pegar fogo, pois, os fatos farão com que os brasileiros se revoltem com uma fúria incontrolável.

Portanto, os brasileiros devem se informar por seus próprios grupos, tendo em vista, que com o advento da internet e das redes sociais, as informações são publicadas e circulam sem a manipulação dos grupos dominantes.

Fonte:  https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/10/13/moraes-torna-sem-efeito-inquerito-para-investigar-institutos-de-pesquisa.ghtml

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO QUER O RESULTADO DA AUDITORIA SOBRE AS ELEIÇÕES 2022 FEITA PELAS FORÇAS ARMADAS

É bom lembrar que o TCU é formado por pessoas indicadas por políticos.
Agora a pergunta que deve ser feita é a seguinte:
Por que eles querem o resultado da auditoria feitas pelas Forças Armadas se eles confiam no processo eletrônico de votação?

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