A Conta do “Companheirismo” Ideológico: O Brasil Deve Pagar a Fatura do Petróleo Cubano?

Caro leitor, pare por um minuto e preste muita atenção no que está acontecendo nos bastidores do nosso país.

Nesta semana, o Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ), junto com outras organizações de esquerda, convocou um ato público com uma exigência no mínimo curiosa: eles querem que o governo Lula e a Petrobras enviem o equivalente a uma semana de produção de petróleo brasileiro para “socorrer” Cuba.

O argumento? A ilha caribenha está sofrendo com a falta de petróleo venezuelano e com o bloqueio americano, o que impacta hospitais, escolas e serviços básicos. A narrativa apela para a solidariedade. Mas a pergunta que realmente importa e que ninguém está fazendo em voz alta é: quem vai pagar essa conta?

Como jornalista, meu dever é olhar além do discurso emocional e focar nos fatos frios e duros. E a história recente do Brasil nos dá um aviso claro como um farol na neblina sobre o que acontece quando misturamos o suor do trabalhador brasileiro com a “solidariedade ideológica”.

O Fantasma dos Bilhões Perdidos

Não precisamos voltar muito no tempo. Durante os governos anteriores do PT, o Brasil abriu os cofres do BNDES para financiar obras faraônicas em países governados por aliados políticos. A justificativa era sempre a mesma: “ajudar os países parceiros” e “gerar empregos para empresas brasileiras”.

Mas qual foi o resultado real para o seu bolso?

  • Cuba: O Brasil financiou o Porto de Mariel. Hoje, a ditadura cubana é uma das maiores devedoras do nosso país.
  • Venezuela: Dinheiro jorrou para obras como o metrô de Caracas.
  • África (Angola e Moçambique): Bilhões foram destinados para infraestrutura, desde aeroportos até a reforma de prédios governamentais em Luanda.

O saldo dessa “diplomacia do companheirismo”? Segundo dados recentes, apenas Venezuela e Cuba ainda devem mais de US$ 529 milhões (cerca de R$ 2,6 bilhões) aos cofres públicos brasileiros em parcelas atrasadas. O próprio BNDES, em anos anteriores, já teve que admitir que esses empréstimos foram um erro estratégico, esbarrando na falta de garantias reais e no calote.

A Petrobras é uma Empresa ou uma ONG Ideológica?

A Petrobras não é uma instituição de caridade. É uma empresa de capital aberto, que tem o dever fiduciário com seus acionistas — sendo o Estado brasileiro o maior deles. Quando sindicalistas exigem que a estatal doe uma semana de sua produção (o que equivale a milhões de barris e bilhões de reais), eles estão, na prática, pedindo para tirar dinheiro de investimentos no Brasil, da geração de empregos aqui dentro, para sustentar um regime falido no exterior.

A situação do povo cubano é trágica? Sem dúvida. Mas a responsabilidade de gerir a economia da ilha é do governo cubano, não do pagador de impostos brasileiro. O Brasil já tem seus próprios hospitais precisando de socorro, suas próprias escolas precisando de infraestrutura e milhões de cidadãos lutando para pagar a conta de luz e o combustível.

O Veredito

Ajudar países em situação de calamidade humanitária é uma coisa. Usar o patrimônio nacional para fazer política externa baseada em alinhamento ideológico, ignorando o histórico de calotes que já sofremos, é outra completamente diferente.

Se o governo ceder a essa pressão sindical, estará enviando uma mensagem clara: o dinheiro do brasileiro continua servindo como moeda de troca para sustentar aliados políticos internacionais, mesmo quando a nossa própria casa precisa de reformas.

Agora, eu quero ouvir a sua voz.

Você acha justo que o petróleo brasileiro, extraído com o dinheiro dos nossos impostos, seja enviado para Cuba enquanto pagamos um dos combustíveis mais caros do mundo?

👉 Deixe sua opinião nos comentários abaixo e compartilhe este artigo. A discussão pública é a nossa maior arma contra o desperdício do nosso dinheiro.

O FUTURO DOS ARGENTINOS DECIDIDO EM UMA ÚNICA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

O mundo tem conhecimento dos males que a esquerda argentina tem causado ao país.

A Argentina, que no passado era a maior economia da América do Sul, há vinte anos passa por sérios problemas econômicos e sociais.

A inexistência de crescimento somado ao caos social que leva a miséria o povo argentino, é o retrato dos governos peronistas naquele país.

 A Argentina era considerada a Europa da América do Sul, mas, agora, o país é comparado aos países de extrema miséria na África.

É neste cenário, que o país irá às urnas eleger o novo Presidente da República, com a esperança de dias melhores e de recobrar as glórias e as pompas do passado.

Para o espanto do mundo, os argentinos levaram ao segundo turno do pleito de 2023, o seu atual Ministro da Economia, Sergio Massa, um dos responsáveis pela miséria do povo argentino durante o Governo peronista de Alberto Fernandes.

Então fica a pergunta: como os argentinos possuem apreço e confiança em um de seus algozes, ao ponto de o eleger Presidente da República?

Realmente não dá para entender!

Na lógica e na coerência existente em cada ser humano, os argentinos não deveriam confiar no autor de sua desgraça.

Mas, aparentemente, os argentinos vão dar a vitória ao candidato do governo Alberto Fernandes, mesmo com o seu adversário Javier Milei estando em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto.

Vocês duvidam?

Algumas pessoas acreditam, que Javier Milei irá ganhar as eleições argentinas, no próximo dia 19 de novembro de 2023.

Não devemos nos enganar, pois, em eleições na América do Sul, o assistencialismo (ou compra oficial de votos) é usado pela esquerda no continente americano. Esta ferramenta conquista aqueles que abriram mão do trabalho em troca de migalhas governamentais, que apenas garantem alimentos aos assistidos, sem nenhuma possibilidade de crescimento pessoal.

Portanto, os argentinos vão se decidir pelo assistencialismo, ao invés de optar pelo trabalho e pelo crescimento.

 Os brasileiros conhecem bem essa realidade, e, ela não é por acaso, ao contrário, o assistencialismo foi muito bem pensado pela esquerda latina para destruir a América do Sul e o seu povo.

Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2023/11/17/o-mapa-da-eleicao-argentina-chegara-na-urna-dividida-entre-sergio-massa-e-javier-milei

 A FORMAÇÃO DE UMA NOVA “UNIÃO SÓVIÉTICA” NA AMÉRICA DO SUL ESTÁ A CAMINHO.

O Partido dos Trabalhadores idealizou e estava executando durante os seus governos, a criação de um continente comunista com os países da América do Sul.

Se não fosse os escândalos de corrupção que resultaram na Operação Lava a Jato e no impeachment de Dilma Roussef em 2016, o Brasil já estaria sob um regime comunista.

No entanto, as operações policiais, as ações criminais e a ação do povo nas ruas evitaram que isso ocorresse.

Com a volta de Lula à Presidência da República em 2023, a esquerda vai aproveitar que a grande maioria dos países da América do Sul estão sob governos de esquerda, para acelerar este processo nos próximos quatro anos.

Tudo será feito de forma muito sorrateira. Deste modo, o futuro Governo lula tomará decisões para implantar o comunismo no Brasil e na América do Sul. Mas, tais decisões terão uma roupagem para enganar o povo, sob o argumento de que se quer defender a democracia, as instituições e o Estado Democrático de Direito.

Bom, os brasileiros já tiveram uma amostra nos últimos quatros anos do Governo Bolsonaro, pois, os braços da esquerda nos tribunais superiores mostraram, o que será o Brasil se for implantada a tão sonhada ditadura da esquerda idealizada pelo PT.

Fonte:  https://gazetabrasil.com.br/politica/2022/11/14/em-carta-esquerda-defende-nova-unasul-e-discussao-sobre-moeda-unica/

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