Em Sinop, um município do estado do Mato Grosso, duas pessoas atiraram contra frequentadores de um bar. Infelizmente, a conduta dos atiradores causou a morte de sete pessoas que se encontravam no local.
Segundo a publicação citada ao final, os fatos teriam ocorrido porque os atiradores teriam perdido uma partida de sinuca.
Os fatos são lamentáveis, mas, a imprensa brasileira já explora o ocorrido de forma política.
A imprensa faz questão de linkar os fatos ao ex-presidente Bolsonaro, pois, segundo ela, os fatos somente ocorreram porque os cidadãos tiveram acesso à arma de fogo no governo Bolsonaro.
Veja, que a narrativa apresentada pela imprensa poderia ser utilizada em sentido inverso, pois, seria a mesma coisa afirmar, que existe a alto índice de criminalidade no Brasil, porque os bandidos apoiam Lula, o atual presidente do país.
O ato dos atiradores que ceifou sete vidas humanas é algo que acontece diariamente no Brasil, principalmente, nas muitas ações dos bandidos. Mas, os atos dos bandidos não ganham destaque na grande mídia.
Somente este acontecimento está ocupando espaço na grande mídia, não porque a imprensa se preocupa com as vítimas, mas, porque a grande mídia apoia a pauta do governo Lula, que consiste em desarmar somente o cidadão.
É público, que o atual governo não quer os cidadãos armados, por entender que as armas nas mãos de pessoas de bem aumentam a criminalidade.
No Brasil, os bandidos possuem livre acesso às armas de fogo, e, as portam de forma não velada.
Essa é uma realidade assegurada pela omissão do estado brasileiro no combate à criminalidade.
Portanto, os bandidos possuem porte de armas explícito, através da concessão indireta do estado brasileiro por sua omissão no combate à criminalidade.
Enquanto isso, os cidadãos de bem não podem portar armas para se defender dos bandidos; e, se caso seja concedido o porte de armas ao cidadão, o que é muito raro, este cidadão não poderá portar armas de forma explícita como os bandidos.
A conclusão é bem simples, os bandidos possuem direitos que o estado e a lei não concedem oficialmente aos cidadãos.
