Na manha de hoje, durante a posse do arrogante Aloizio Mercadante no BNDES, o atual mandatário do país disse, que o BNDES foi difamado por Bolsonaro durante o seu governo; e que Cuba e Venezuela irão pagar o que devem ao BNDES durante o governo Lula.
Primeiro, os contratos de financiamento com estes países jamais deveriam ter sido elaborados, tendo em vista, que o BNDES deve financiar o desenvolvimento do Brasil e não de outros países.
Os contratos com estes países lesaram o Brasil, mas, principalmente, o povo brasileiro que deixou de receber serviços públicos de qualidade, porque o dinheiro dos impostos que formam os recursos do banco não foi aplicado no Brasil.
Todos sabem, que tanto Cuba quanto Venezuela não conseguem pagar sequer as suas dívidas internas, portanto, as dividas externas serão pagas apenas no último caso.
Portanto, as afirmações do atual mandatário do Brasil é uma de tantas outras fake news que vão passar impunes, porque a esquerda pode contar mentiras para enganar o povo, sem ser incomodada pela ações policialescas do STF.
Todos institutos de pesquisas, mesmo os comprados e negociados pela esquerda, neste momento começam a ser obrigados a dizer, que o candidato Bolsonaro começa a subir na intenção de votos, já sinalizando o empate técnico no segundo turno das eleições 2022.
Os institutos de pesquisa, que não fazem parte do quartel composto pelos mais famosos pesquisadores de opinião pública do Brasil, em suas pesquisas sinalizam que o candidato Bolsonaro já se encontra liderando a vontade do eleitorado.
Uma vez sendo consumado este cenário, o candidato Bolsonaro ganhará no segundo turno das eleições presidenciais de 2022, o que é um fato inédito no Brasil, pois, nas últimas eleições presidenciais, o candidato que termina o primeiro turno na liderança acaba vencendo no segundo turno.
Esta possibilidade está alvoroçando a esquerda fazendo com que os seus braços políticos, e, principalmente, os seus agentes indicados aos tribunais superiores comecem a agir para evitar a qualquer custo que o candidato Bolsonaro vença.
Além disso, com a subida do candidato Bolsonaro, a ofensiva do Partido dos Trabalhadores começa a usar o aparelhamento dos tribunais superiores, que o partido promoveu em seus governos (2002 a 2016).
Com isso, o PT visa barrar a qualquer custo a subida de candidato Bolsonaro nas pesquisas eleitorais.
Os ministros do TSE sabem muito bem, que o candidato Bolsonaro sempre apostou na comunicação e na interação com seus eleitores nas redes sociais, que o ajudaram a se eleger nas eleições em 2018.
Cabe ressaltar, que as redes sociais do candidato Bolsonaro são a segunda maior em interação no mundo.
Por isso, os ministros do TSE atendendo a diversos requerimentos do partido político (PT) que os colocou nos tribunais superiores, neste momento começam a proferir decisões para censurar as redes sociais que apoiam o candidato Bolsonaro.
Tais medidas, além de alterar as regras do processo eleitoral na última hora, elas acabam desequilibrando as eleições, com um claro movimento para beneficiar indevidamente o candidato do PT.
Todas as condutas descritas até este momento têm um único objetivo, que o candidato Bolsonaro não seja reeleito.
Assim, a vontade do povo está sendo manipulada. Na escolha e no momento do voto, a vontade do povo deve ser genuína, sem interferência ou coações, principalmente, se tais acontecimentos venham de militantes políticos que ocupam cargos estratégicos no TSE.
Na reta final das eleições de 2022, o PT tenta a todo o custo criar fatos sabidamente falsos, para barrar o crescimento de Bolsonaro nas pesquisas. A mais recente fake news da campanha de Lula, é que Bolsonaro vai diminuir o salário mínimo adotando outro índice de correção que não seria mais índice da inflação.
Ao final deste texto estamos colocando as publicações da grande mídia, que demostram a fábrica de fake news da grande mídia que apoia o PT e o seu candidato à Presidência da República.
Uma coisa é certa, as fake news criadas pela esquerda jamais serão alvo das ações violentas, inconstitucionais, ditatoriais e de censura do tribunal que é o responsável por regulamentar e fiscalizar as eleições, o TSE.
Uma grande parte do povo brasileiro deve ter visto, que a campanha eleitoral do candidato Lula está divulgando que Bolsonaro é pedòfilo.
A afirmação está amparada em uma fala de Bolsonaro, que teria dito que “havia pintado um clima” entre ele e algumas mulheres venezuelanas, que seriam menores de idade, sem, no entanto, estar comprovado a menoridade.
O Partido dos Trabalhadores que pretende voltar a governar o Brasil, ao publicar tamanha mentira com viés de canalhice política causa um enorme prejuízo à lisura das eleições, mas, principalmente, à imagem de Bolsonaro.
Essas publicações com a mentira já alcançou todo o Brasil através das redes sociais, além das propagandas no rádio e na televisão.
O PL partido político de Bolsonaro, o mais rápido possível ingressou com uma ação no TSE visando que fosse reconhecido, que as afirmações são falsas e publicadas fora de contexto.
Em decisão, o Ministro Alexandre de Moraes decidiu que as afirmações da campanha do PT são inverídicas e fora de contexto, e determinou que sejam retiradas de todos os meios de divulgação.
Agora fica a pergunta, será que isso é o bastante para recompor a imagem do candidato Bolsonaro e punir o PT?
É claro que não, o desgaste à imagem do candidato Bolsonaro e os prejuízos eleitorais já foram consumados, pois, alguns brasileiros acreditam piamente no que é publicado pela esquerda, e, pelo seu maior braço de divulgação de mentiras, que é a grande mídia.
Este tipo de prática pode mudar o resultado das eleições, mesmo sendo baseada em mentiras como foi o caso.
Assim, o resultado das eleições pode ser mudado com a enganação do povo brasileiro, o que é muito grave, pois, os eleitores jamais podem decidir o seu voto com base em mentiras.
Se o povo brasileiro não “tomar vergonha na cara”, em 2023 nós estaremos sendo comandados por este tipo de gente, que mente e ataca os seus adversários sem nenhum escrúpulo visando única e exclusivamente a volta ao poder a qualquer custo.