O barril a US$ 100 e a bomba-relógio do diesel: O Brasil está a um passo de parar novamente?

Enquanto o conflito no Oriente Médio joga o preço do petróleo nas alturas, a defasagem da Petrobras mascara uma crise iminente. Se o diesel subir, o frete não fecha, e o fantasma do desabastecimento volta a assombrar as prateleiras.

Por Ricardo Soares

A matemática é fria, implacável e, neste momento, assustadora. Com a escalada das tensões no Oriente Médio envolvendo o Irã, o barril de petróleo flerta perigosamente com a marca dos US$ 100. Nos Estados Unidos, o reflexo nas bombas foi imediato. No Brasil, no entanto, vivemos uma perigosa calmaria antes da tempestade.

Como aponta recente análise do mercado, a estrutura concentrada na Petrobras cria um “delay” — um atraso entre o choque internacional e o repasse ao consumidor. A presidente da estatal, Magda Chambriard, já sinalizou que respostas rápidas serão necessárias se a volatilidade continuar. Mas o que acontece quando esse repasse inevitável chegar às bombas de diesel?

A resposta ecoa nas estradas do país. Nos últimos anos, aprendemos da pior forma que o Brasil respira através dos escapamentos dos caminhões. O transporte rodoviário de cargas não é apenas um setor da economia; é a artéria principal que liga a colheita ao prato, a fábrica à prateleira.

Atualmente, a margem de lucro dos caminhoneiros já opera no limite da sobrevivência. O valor do frete mal cobre os custos de manutenção, pedágios e alimentação. Se o preço do diesel sofrer o reajuste projetado pelo mercado internacional — mesmo que a Petrobras tente absorver parte do choque em ano eleitoral —, a conta simplesmente deixará de fechar. E quando o motorista paga para trabalhar, a chave na ignição é desligada.

O fantasma de uma nova paralisação dos caminhoneiros não é mero alarmismo; é uma projeção lógica de causa e efeito. Se os motores pararem, o efeito dominó será devastador. Em questão de dias, a logística de alimentos perecíveis entra em colapso. Medicamentos retidos, postos sem combustível e, o mais cruel de todos os impostos invisíveis: a explosão inflacionária nos supermercados.

Para a família brasileira, especialmente a de baixa renda, o preço do petróleo em Dubai ou no Estreito de Ormuz parece um problema distante, até o momento em que o quilo do arroz dobra de preço na mercearia da esquina.

A política de preços da Petrobras está em uma encruzilhada. Segurar o preço artificialmente gera rombos bilionários aos cofres públicos — um filme que já vimos e cujo final não é feliz. Repassar o custo integralmente é acender o pavio de uma greve nacional.

O governo precisa de uma estratégia de contingência que vá além de discursos apaziguadores. É preciso olhar para a tabela de fretes e para a carga tributária sobre os combustíveis antes que os caminhoneiros deem o ultimato. Porque, quando a prateleira esvazia, nenhuma justificativa econômica enche a barriga da população. O sinal vermelho está aceso. Resta saber quem vai pisar no freio primeiro.

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O Risco Haddad: Por Que o PT Insiste no Pior Prefeito da História Recente para Governar São Paulo?

Sem qualificação prática na economia e com uma gestão desastrosa na Fazenda, a provável candidatura de Fernando Haddad ao Palácio dos Bandeirantes é um desafio à memória do eleitor paulista.

Por Ricardo Soares

A máquina petista já ligou os motores para 2026 e o alvo principal tem nome e endereço: o Palácio dos Bandeirantes. Conforme revelado pela jornalista Clarissa Oliveira, da CNN Brasil, integrantes do PT em São Paulo já dão como certa a candidatura do atual Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao governo do Estado. O assunto, inclusive, foi pauta de reuniões a portas fechadas entre Haddad e o presidente Lula antes mesmo do Carnaval.

A estratégia política faz sentido para o xadrez do Planalto, que precisa de um palanque forte no maior colégio eleitoral do país. Mas, para o eleitor paulista, a pergunta que fica é: com base em qual currículo Fernando Haddad pede, mais uma vez, o voto de confiança de São Paulo?

Se analisarmos os fatos frios e os dados históricos, a resposta é alarmante.

O Fantasma da Prefeitura: A Pior Avaliação desde Pitta A memória política no Brasil costuma ser curta, mas os números não mentem. Quando foi prefeito da capital paulista, Fernando Haddad encerrou seu mandato com uma marca indigesta. Segundo o Datafolha (julho de 2016), sua gestão foi reprovada por 48% dos paulistanos, consolidando-se como a pior avaliação de um prefeito em fim de mandato desde Celso Pitta.

A rejeição nas urnas foi a consequência natural: ele perdeu a reeleição no primeiro turno para João Doria. Como entregar o comando de um Estado que é a locomotiva econômica do país a um gestor que foi massivamente rejeitado ao administrar a capital?

O Salto no Escuro: Um Ministro da Economia Sem Bagagem Prática.

Apesar do fracasso municipal e da derrota na eleição presidencial de 2018, Haddad foi recompensado em 2023 com o cargo mais importante da Esplanada: o Ministério da Fazenda.

Embora possua mestrado em Economia, a nomeação foi recebida com enorme ceticismo pelo mercado e pelo setor produtivo. O motivo? Haddad assumiu a economia do Brasil sem nunca ter liderado um grande trabalho econômico, seja no setor público (onde foi Ministro da Educação) ou na iniciativa privada. Faltava-lhe a “casca”, a experiência prática de quem entende como a máquina de geração de empregos e controle de gastos realmente funciona na ponta da linha.

O Boletim de Notas da Fazenda: Reprovação Lógica.

O resultado dessa aposta arriscada de Lula está refletido nas pesquisas mais recentes. O trabalho de Fernando Haddad à frente da economia não consegue sequer atingir a nota “na média”.

Os dados são contundentes:

  • Em dezembro de 2024, o Datafolha revelou que a gestão de Haddad na economia era considerada ruim ou péssima por 34% dos brasileiros, enquanto apenas 27% a aprovavam.
  • O cenário é ainda mais devastador entre aqueles que movem a economia. Pesquisa Genial/Quaest (março de 2025) mostrou que o trabalho de Haddad é visto como negativo por impressionantes 58% do mercado financeiro e de analistas econômicos.

A Desclassificação para os Bandeirantes.

Um político que coleciona o título de um dos piores prefeitos da história de São Paulo, que assumiu a economia nacional sem a qualificação prática exigida para o cargo e que, no exercício da função, amarga altos índices de rejeição popular e mercadológica, não possui as credenciais mínimas para governar o Estado mais rico e complexo da federação.

A insistência do PT no nome de Fernando Haddad não é um projeto de gestão para São Paulo; é um projeto de poder para o Planalto, custe o que custar. Resta saber se o eleitor paulista estará disposto a pagar essa conta novamente.

👉 E você, eleitor paulista: entregaria a chave do Estado nas mãos do atual Ministro da Fazenda? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe este artigo para ampliarmos o debate. Hoje, na nossa live diária, faremos uma análise jurídica e política completa sobre os impactos dessa possível candidatura!

A Ilusão da Prosperidade: Por que o “Voo de Galinha” do Governo Lula Pode Custar o Futuro do Brasil?

Enquanto o governo celebra números inflados por gastos públicos e benefícios eleitoreiros, a The Economist e o mercado financeiro soam o alarme: o Brasil está preso em uma armadilha de baixo crescimento e privilégios que sufocam quem produz.

Por Ricardo Soares | Análise Econômica

O Brasil vive hoje uma perigosa dissociação entre a narrativa oficial e a realidade dos números. De um lado, o governo Lula alardeia o aumento do PIB e a expansão recorde de benefícios sociais como prova de sucesso. Do outro, analistas globais, como a respeitada revista britânica The Economist, e investidores atentos enxergam as rachaduras na fundação.

A recente análise da The Economist, repercutida pelo Estadão, joga um balde de água fria na euforia governista: a economia brasileira não está decolando; ela está sendo asfixiada. E o aumento desmedido de gastos sociais, longe de ser a solução, pode ser o combustível para o próximo incêndio inflacionário.

O Diagnóstico da Estagnação: O País dos “Interesses Arraigados”

A The Economist aponta que o Brasil sofre de uma doença crônica: o domínio de grupos de interesse (lobbies, corporações, elite do funcionalismo e setores protegidos) que capturam o orçamento público.

Em vez de investir em infraestrutura, tecnologia ou educação — motores reais de produtividade —, o Estado brasileiro drena recursos para sustentar privilégios e ineficiências. O resultado é um país que precisa manter taxas de juros estratosféricas (atualmente entre as maiores do mundo real) apenas para impedir que a inflação devore a moeda.

A Armadilha do Populismo Fiscal: O Preço do Voto

Aqui entra o fator crítico que a matéria internacional toca e que nós, analistas locais, detalhamos: a estratégia do governo Lula de turbinar benefícios sociais (Bolsa Família, aumentos reais do salário mínimo, isenções) visando, claramente, a manutenção de popularidade e resultados eleitorais.

Embora socialmente defensável no curto prazo, essa política tem um efeito colateral devastador quando não acompanhada de corte de gastos:

  1. Aumento da Dívida Pública: O governo gasta mais do que arrecada, forçando o aumento da dívida.
  2. Juros Altos por Mais Tempo: O Banco Central é obrigado a manter a Selic alta para conter o consumo artificialmente anabolizado pelo governo.
  3. Sufocamento do Setor Produtivo: Com juros altos, o empresário não investe, não amplia a fábrica e não contrata formalmente. O crédito fica caro para quem quer produzir.

O Veredito: Resultados “Promissores” ou “Preocupantes”?

Respondendo diretamente à questão: Não é possível afirmar que os resultados futuros são promissores. Pelo contrário, as agências de risco e consultorias econômicas já revisam para baixo as expectativas de crescimento para 2025 e 2026.

O que vemos hoje é um “crescimento artificial”, dopado por dinheiro público injetado na veia do consumo. Quando esse dinheiro acabar (ou quando a dívida ficar impagável), a ressaca virá na forma de:

  • Inflação persistente (especialmente em alimentos e serviços);
  • Dólar alto (pela desconfiança fiscal);
  • Estagnação da renda real (o salário aumenta, mas compra menos).

Conclusão: O Brasil Precisa de Reformas, Não de Maquiagem

A The Economist acertou no alvo: o Brasil precisa enfrentar seus “interesses arraigados”. Precisa de coragem para cortar gastos ineficientes, reformar o Estado e liberar o empreendedorismo.

Infelizmente, a aposta atual é o oposto: expandir o Estado, aumentar o gasto e torcer para que o crescimento venha por milagre. A história econômica, porém, não perdoa. A conta da festa eleitoral sempre chega, e quem paga, invariavelmente, é a classe média e os mais pobres, via inflação e desemprego futuro.

O Brasil não está decolando. Está apenas gastando o combustível da reserva para taxiar na pista.

O PT E A GRANDE MENTIRA SOBRE A QUEDA NO PREÇO DA CARNE

O atual Presidente do Brasil prometeu durante a sua campanha eleitoral, que os brasileiros voltariam a “tomar cervejinha e a comer picanha” como teria ocorrido em seus governos passados.

A promessa eleitoral do atual presidente, nada mais é do que mais episódio de estelionato eleitoral, o qual é muito praticado, mas, nunca será punido.

Nos governos Lula e Dilma (2002 a 2016), os brasileiros jamais tiveram essa fartura de carne, que mais uma vez está sendo prometida pelo atual presidente brasileiro.

Agora, como já é costume, o atual governo brasileiro e seus políticos enganam os seus eleitores e tentam enganar os demais brasileiros.

Recentemente, a China suspendeu a exportação de carne que comprava do Brasil, pelo aparecimento no estado do Pará da doença conhecida como “vaca louca”.

Não é preciso dizer, que o volume de carne exportada para China é muito grande, dado o seu número de habitantes.

Com isso, a carne que deveria ter sido exportada para a China está sobrando nos frigoríficos, e, não pode se perder estragando nos estoques, pois, os produtores tiveram custos para a sua produção.

Deste modo, a única alternativa dos produtores de carne, é injetar a carne no mercado brasileiro com a redução do seu valor ou até mesmo com a venda a preço de custo.

Assim, é evidente que a carne à venda no mercado brasileiro tenha uma redução de preço na ponta da linha, ou seja, para os consumidores.

Mas, os políticos de esquerda que fazem parte do governo federal, em suas redes sociais propagam que a promessa de campanha do atual governo está sendo cumprida, porque a carne está sendo vendida ao consumidor com valor mais baixo que o normal.

A conduta dos políticos do governo, é mais uma mentira contada ao povo pelos mesmos que estão habituados a enganar a nação.

Se a carne agora está com o seu valor reduzido, é porque está sobrando nos estoques, e, não pode ser perdida.

Teoria muito conhecida na economia como oferta e demanda.

Havendo muita oferta, qualquer produto tem o seu preço reduzido para atrair a demanda.

Mas não se iluda, o prejuízo que os produtores estão suportando agora, por terem que vender a sua produção com preço baixo, em futuro bem próximo essa realidade mudará.

Assim que a exportação de carne for restabelecida com o exterior, os produtores deverão vender o seu produto com valor mais alto no mercado interno, com objetivo de compensar as perdas que tiveram neste momento de crise.

Portanto, os políticos de esquerda não explicam a façanha e nem as suas futuras consequências, eles apenas se limitam a enganar o povo visando proveitos eleitorais.

Fonte: https://www.canalrural.com.br/noticias/pecuaria/reducao-no-preco-de-carnes-pode-ser-efeito-da-suspensao-de-exportacoes-a-china-diz-ibge/

FAZ O “L” QUE TUDO VAI MELHORAR!

Parte do setor financeiro que apoiou, e, até mesmo financiou a eleição de Luís Inácio Lula da Silva, já começa a ver, que as promessas do petista não irão corresponder com os atos futuramente praticados.

Será que parte do setor financeiro foi enganado ou é inocente?

Em diversos vídeos gravados, e, muito conhecidos dos brasileiros, Lula já demostrou que para se eleger se faz necessário mentir, e depois de eleito se afastar das promessas.

Alguém acredita que Lula fará um bom governo, principalmente, no plano econômico?

Parece que os economistas se esqueceram da recessão do governo Dilma. É bom lembrar, que embora Dilma Roussef fosse a presidente de direito, era Lula quem dava as cartas nos bastidores do poder.

A diferença do governo Lula para governo Dilma é muito simples.

Nos governos de Lula, o mundo vivia um momento excepcional de crescimento da economia, o que ocorria também na economia brasileira impulsionada pela valorização das comodities.

Por isso, o mandatário gastou à vontade com os projetos sociais e demais despesas que deveriam ter sido melhor dimensionadas. Mas, naquele momento de fartura econômica, o mandatário não se preocupou com os gastos públicos.

Essa prática do governo Lula prejudicou e muito a sua sucessora Dilma Roussef, que durante o seu governo teve que “pedalar” nos gastos públicos, para cobrir os gastos gerados pela irresponsabilidade de Lula.  

Não é preciso lembrar, que a irresponsabilidade fiscal de Lula e de Dilma gerou mais de 15 milhões de desempregados. O que fez com que a economia brasileira entrasse em uma profunda recessão, que resultou em lastimáveis prejuízos à nação.

Agora em 2022, o recém “eleito” faz a mesma coisa. Primeiro, ele mentiu aos seus apoiadores durante a campanha eleitoral, principalmente, aos integrantes do setor financeiro ao sinalizar uma postura econômica que os agradava.

Assim, muitos do mercado financeiro votaram e pediram votos à Lula. Mas, já no governo de transição, Lula fez questão de sinalizar, que as promessas feitas ao mercado financeiro não seriam cumpridas, a partir do momento que fez a  proposta da PEC da transição.

A postura de Lula de enganar o mercado financeiro não é novidade, principalmente, pra quem viveu os governos anteriores do petista.

O PT que se considera o “pai dos pobres” vai fazer o impossível, para cumprir a sua principal promessa de campanha, o assistencialismo.

José Dirceu, principal dirigente petista já havia dito, que os benefícios sociais rendiam ao PT cerca de 40 milhões de votos.

Deste modo, a estratégia petista é muito clara. Para o partido e seus políticos, o que vale é o “cabresto eleitoral”, que nada mais é, do que comprar as pessoas com benefícios sociais, que muitas vezes, os mais ociosos usam para nunca mais ter que trabalhar.

Portanto, se o objetivo do PT é ter os votos dos mais pobres, que são a maioria da população brasileira, o mercado financeiro ficará em segundo plano na política econômica brasileira.

O problema, é que o mercado financeiro não é apenas destinado aos que especulam nas Bolsas de Valores. Neste mercado, todas as empresas de diversos setores da sociedade estão presentes. Deste modo, se as empresas não crescem em valor de mercado, elas diminuem a sua produção o que vai resultar na diminuição dos postos de trabalho.

Se as vagas de emprego diminuem, os brasileiros ficarão sem emprego, seja ele formal direto ou indireto, e até mesmo na informalidade.

Não tendo emprego, os brasileiros terão que se socorrer aos benefícios sociais petistas. Tal pratica tem feito com que vários brasileiros idolatrem os governos petistas, sob o argumento raso, de que o PT não permite que eles morram de fome nos momentos mais críticos.

Mas, o que não é dito aos brasileiros, é que sem emprego eles se tornarão dependentes dos benefícios sociais, o que os impedirá retomar a sua independência social e financeira.  

Mais, e os empresários?

Uma vez que os empresários não encontram no governo, uma politica que os faça crescer em valor de mercado, eles deixarão de investir no mercado brasileiro, e, muitos deles, não vão manter as suas atividades no Brasil.

Portanto, as mentiras de Lula para seus aliados do setor financeiro, não são por acaso.

Para fechar o raciocínio, me lembro da uma das falas do filme: “A queda. As últimas horas de Hitler”. Em determinado momento do filme, o General encarregado de proteger Berlim do ataque russo diz ao mais importante ministro de Hitler: “senhor os russos estão cada vez mais perto de Berlim. Por isso, os civis devem ser evacuados imediatamente”. Sem se importar com a gravidade do quadro, já que estava dentro de um Bunker, o ministro diz: “não sinto nenhuma compaixão. O povo alemão escolheu o seu destino. Eles nos deram o mandato. Agora, as suas gargantas serão cortadas”

Eu acredito que todos entenderam o exemplo, e, já começam a perceber, os problemas pelos quais o Brasil vai passar nos próximos quatro anos.

Fonte:  https://www.estadao.com.br/economia/cotacao-dolar-bolsas-de-valores-25-11-2022/

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