O Silêncio de Ouro: O Verdadeiro Motivo por Trás da Inércia de Trump Diante das Provocações de Lula

Lula defende Maduro, critica operações militares dos EUA e flerta com o eixo anti-Washington. Enquanto isso, o explosivo Donald Trump não dispara um único tuíte contra o Brasil. O que está por trás desse xadrez diplomático?

Por Ricardo Soares

Donald Trump construiu sua carreira política destruindo adversários com poucas palavras. Um comentário atravessado de um líder europeu ou uma tarifa imposta por um vizinho costumam ser respondidos com sanções brutais e fúria nas redes sociais. No entanto, quando o assunto é o Brasil de Luiz Inácio Lula da Silva, o homem mais poderoso do mundo parece ter adotado uma postura atípica: a paciência.

Nesta sexta-feira, em entrevista à emissora India Today, em Nova Délhi, Lula cruzou mais uma linha vermelha da diplomacia americana. O presidente brasileiro defendeu abertamente que Nicolás Maduro — capturado por forças especiais dos EUA e levado a Nova York sob acusações de narcotráfico — deveria ser julgado na Venezuela. Lula chamou a operação americana de “inaceitável” e condenou a “interferência de uma nação sobre outra”.

Essa não é uma declaração isolada. A retórica do governo brasileiro tem frequentemente colidido com os interesses de Washington, seja na defesa de Maduro, nas posições sobre a guerra em Gaza (Palestina) ou no tom brando em relação ao Irã.

A pergunta que ecoa nos corredores de Brasília e nos gabinetes de Relações Internacionais é uma só: Por que Donald Trump ainda não retaliou o Brasil política, diplomática ou militarmente?

A resposta não está na simpatia, mas no pragmatismo frio dos negócios e da geopolítica. Existem três motivos principais que amarram as mãos de Washington:

1. A Guerra dos Minerais Críticos (O Fator China) Na mesma entrevista em que criticou os EUA, Lula deixou escapar a verdadeira moeda de troca: os minerais críticos. O Brasil possui reservas gigantescas dos materiais necessários para a transição energética e a indústria de tecnologia americana. Trump sabe que travar uma guerra diplomática com o Brasil agora é empurrar o país definitivamente para o colo da China. Para os EUA, engolir a retórica de Lula é o preço a se pagar para não perder o acesso a recursos estratégicos.

2. O Cálculo do “Ruído Doméstico” A inteligência americana e os estrategistas de Trump parecem ter feito uma leitura clara: os discursos inflamados de Lula no exterior são, muitas vezes, acenos para sua base política doméstica e para o eixo do “Sul Global”. Nos bastidores, a diplomacia brasileira tenta manter as portas abertas para negócios. Trump, um negociador nato, ignora o que considera “ruído” enquanto o Brasil não tomar medidas econômicas que prejudiquem diretamente as empresas americanas.

3. O Acordo de Extradição e o Crime Organizado Lula revelou que levará a Trump uma proposta de ação conjunta contra o crime organizado, pedindo a extradição de criminosos brasileiros que vivem nos EUA. Para a agenda de segurança nacional de Trump — focada em deportações e controle de fronteiras —, ter o Brasil como parceiro na repressão ao narcotráfico transnacional é estrategicamente útil. Bater de frente com Lula agora implodiria essa cooperação.

O Encontro Marcado

Apesar das farpas públicas, Lula confirmou que pretende visitar Washington em março. O presidente brasileiro prometeu uma conversa “olho no olho, cara a cara”, onde dirão “tudo o que pensam”.

Até lá, o silêncio de Donald Trump não deve ser interpretado como fraqueza ou desatenção. É um silêncio tático. O presidente americano está guardando suas cartas para a mesa de negociações. A retórica anti-imperialista de Lula pode render aplausos em Nova Délhi, mas a verdadeira fatura dessa ousadia diplomática será cobrada, em dólares e concessões, no Salão Oval.

A DESLEALDADE E A FALSIDADE DO GOVERNO LULA COM O GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS.

Ao que tudo indica, a relação entre o governo brasileiro e o governo norte-americano não parece estar muito alinhada, como vem sendo divulgado pela imprensa brasileira.

A esquerda brasileira em muitas oportunidades afirmou, que possuía boas relações com o presidente norte-americano e o seu governo.

Recentemente, o atual ‘Presidente do Brasil” fez uma visita oficial aos Estados Unidos da América (EUA), para demostrar que existe um bom alinhamento entre os governos.

Não é novidade, que o Partido Democrata dos EUA, o mesmo partido do presidente norte-americano, tem um viés político à esquerda.

Mas, ao que parece, o tal alinhamento entre os governos, não estão funcionando muito bem.

Como mostra a publicação de um site da esquerda brasileira citada ao final, o governo brasileiro permitiu o atracamento de embarcações iranianas no porto do Rio de Janeiro.

Um pouco antes, a embaixadora norte-americana Elizabeth Bagley teria solicitado ao governo brasileiro, que não permitisse o atracamento de navios iranianos em seus portos, pois, recentemente, os navios iranianos ao atracarem em outros países facilitavam o comércio ilícito e as atividades terroristas.

O PT durante seus governos (Lula e Dilma) tinham ligações muito próximas com o Irã, e mantinham certa distância do governo norte-americano.

Embora, o presidente brasileiro tenha visitado recentemente o presidente norte-americano, tudo indica que este aceno diplomático e político não foi leal e verdadeiro, pois, em seguida, o governo brasileiro decidiu contrariar as orientações norte-americanas permitindo o atracamento de embarcações iranianas no Brasil.

Tanto o PT quanto Lula, nunca esconderam o seu asco com os EUA e a sua política. Além disso, ambos sempre deram preferência em suas relações aos países da mesma ideologia política. Por fim, tanto o partido como Lula dificilmente age com lealdade em suas relações políticas.

Os fatos narrados mostram, que o Brasil volta a se relacionar preferencialmente com países com ideologia de esquerda, com ditaduras e com países de doutrina islâmica.

Um governo que prega a democracia diariamente, como faz o atual governo brasileiro, jamais poderia se relacionar com países comunistas e extremistas. Neste caso, um governo democrata de verdade daria prioridade em relacionamentos com países sabidamente democráticos, como é o caso dos EUA.

Fonte: https://www.cartacapital.com.br/cartaexpressa/brasil-ignora-pedido-dos-eua-e-autoriza-a-chegada-de-navios-iranianos-ao-rio/

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