A PROVA DA MILITÂNCIA POLÍTICA DE ESQUERDA DOS MINISTROS DO STF

Todos os brasileiros sabem, que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) indicados pelos governos petistas, não estão na suprema corte para promover a justiça nos processos sob sua apreciação.

A indicação destes ministros pelos presidentes petistas foi feita, sob a promessa de defesa das causas identitárias da esquerda e da implantação do comunismo no Brasil.

Caso os brasileiros não se lembrem, até as nomeações de ministros petistas, os ministros do STF sequer eram conhecidos pelos brasileiros, pois, eles jamais apareciam publicamente.

É assim, que os ministros das cortes superiores se comportam nos demais países sérios do mundo.

Mas, aqui no Brasil, de uma hora para a outra, os ministros do STF passaram a dar entrevistas e a emitir opiniões em qualquer assunto, principalmente, em pautas políticas.

Até este momento, os brasileiros não entendiam os motivos que levou a essa mudança.

Com o passar dos anos, e, com as decisões e Acórdãos dos ministros do STF, os brasileiros começaram a reparar que alguma coisa havia mudado na tradição do STF.

A coisa é muito simples, é só ler a Constituição Federal do Brasil, senão vejamos:

Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:

VII – o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

Ora, se o Presidente da República deve cumprir todas as decisões judiciais, o STF por meio de seus ministros sempre imporá ao Presidente da República o cumprimento obrigatório de suas decisões.

Agora imaginemos uma coisa, se o PT indicou a maioria dos ministros do STF, qualquer ação ajuizada pelo PT ou por seus políticos terá a procedência dos seus pedidos.

Você poderá me dizer, que os ministros indicados pelo PT jamais fariam isso, porque respeitam seus cargos e possuem comprometimento com a justiça.

Acreditar nisso, é assumir uma inocência de uma criança menor de 12 anos.

Deste que os ministros indicados pelo PT formaram a maioria no STF, os brasileiros assistem ao jogo corrupto e antirrepublicano, onde os políticos petistas ao perderem a disputa política, se socorrem aos seus ministros indicados para ganhar a disputa perdida via decisão judicial.

É assim, que várias pautas da esquerda que não são aprovadas pelo legislativo passam a se tornarem obrigatórias aos brasileiros, por decisões militantes dos ministros petistas do STF.

Quer alguns exemplos do passado e do presente?

No passado os brasileiros viram, que o STF tornou constitucional o cumprimento provisório da pena, após o não provimento em segunda instância do recurso de apelação do réu.

Vários brasileiros foram levados a cadeia por conta desta decisão do STF. Mas, este entendimento mudou a partir do momento em que o atual Presidente da República (Lula) se encontrava preso por corrupção pela ação da Operação Lava a Jato.

Não restam dúvidas de que esta decisão foi muito mais política do que jurídica.

Esta decisão do STF permitiu a liberdade de Lula, que mais a frente teria outro presente judicial militante do STF, no momento em que, outro ministro militante Luiz Edson Fachin anulou todos os processos de Lula, o que possibilitou a sua candidatura em 2022.

Além disso, no atual momento, o Governo Lula tenta a todo o custo censurar as redes sociais, uma medida para controlar o que é publicado no Brasil.

Como o projeto de lei, que tinha o objetivo de censurar as redes sociais, não foi aprovado pelo Congresso Nacional, os ministros do STF colocaram em pauta um processo antigo quem tem o mesmo objetivo, por questionar a constitucionalidade do Marco Civil da Internet.

Deste modo, os ministros do STF imporiam aos brasileiros a censura das redes sociais por meio de decisão judicial, sem o amparo de uma lei formal aprovada pelo Congresso Nacional.

Além dos dois exemplos poderíamos citar vários outros, mas, a citação é desnecessária diante do conhecimento público das demais ações militantes dos ministros do STF.

No atual momento, as declarações do Ministros Luiz Roberto Barroso proferidas em um evento da União Nacional dos Estudantes (UNE) é a prova que faltava para caracterizar a militância de esquerda dos ministros do STF.

No evento, ele disse que militou no movimento estudantil contra o regime militar (1964 a 1985). Com essa declaração, o ministro provou pela lógica de suas palavras, que ele sempre foi de esquerda; o que não deve ter mudado atualmente.

Além de se declarar de esquerda, o ministro fez um discurso político, primeiro, ao dizer que foi ele que conseguiu recursos para viabilizar a implantação do piso salarial dos enfermeiros.

Mas, a pérola das declarações do ministro no evento da UNE não demorou a aparecer, em uma afronta entre muitas outras feitas à oposição da esquerda, o ministro disse que a sua atuação judicial derrotou o regime militar e o bolsonarismo.

Estas palavras comprovaram a atuação militante e lobista do ministro junto ao Congresso Nacional, contra o projeto do voto impresso, bem como, em uma declaração feita nos Estados Unidos da América, o famoso “perdeu mané”.

As declarações do ministro Barroso desnudaram o que os ministros do STF tentam esconder, embora todos os brasileiros já encontraram, ou seja, o ativismo judicial de esquerda dos ministros do STF.

Ao fazer as declarações mencionadas, o ministro Barroso transgrediu as seguintes leis, senão vejamos:

Lei Complementar, n.º 35/1979

Art. 26 – O magistrado vitalício somente perderá o cargo (vetado):

c) exercício de atividade político-partidária.

Lei 1.079/1950.

Art. 39. São crimes de responsabilidade dos Ministros do Supremo Tribunal Federal:

3 – exercer atividade político-partidária;

Conforme os artigos citados, as declarações do ministro Barroso são ilegais e criminosas, agora você vai me perguntar: se é ilegal e configura crime, por que o ministro não é processado e sofre as sanções legais?

A resposta é muito simples, as pessoas que ocupam cargos que possuem a responsabilidade e a competência por aplicar a lei e responsabilizar os infratores estão se omitindo, e, também, eles fazem parte do mesmo grupo de interesse do ministro Barroso.

Isso quer dizer, que o estado brasileiro, as instituições e o estado democrático de direito faliram, pelo aparelhamento feito pelo Partido dos Trabalhadores e seus políticos.

Em um país no qual a lei não é respeitada e aplicada, não existe democracia, mas, um estado totalitário que por enquanto está disfarçado, mas, que em breve mostrará a sua verdadeira face.

Fonte: https://www.poder360.com.br/congresso/pt-teve-mais-aliados-do-que-imaginamos-diz-marinho-sobre-barroso/

UM PAÍS QUE NÃO É CAPAZ DE RESOLVER OS SEUS PRÓPRIOS PROBLEMAS, NÃO TERÁ O RESPEITO DOS DEMAIS PAÍSES DO MUNDO.

As autoridades brasileiras têm pleno conhecimento da perseguição de pessoas por suas convicções políticas.

Do mesmo modo, as mesmas autoridades têm conhecimento de que a liberdade de expressão dos cidadãos brasileiros foi relativizada ou tolhida em muitos casos, porque essas pessoas pensam de forma diferente ao que prega a esquerda e os seus ministros indicados aos tribunais superiores.

As autoridades brasileiras sabem, que em determinado momento das eleições de 2022, o TSE instituiu a censura prévia e temporária, o que contraria a Constituição Federal em seus termos.

E por fim, as autoridades do Brasil sabem, que os ministros dos tribunais superiores brasileiros passaram a agir politicamente, ao invés de julgar processos, inclusive, com uma ação pontual do Ministro Luís Roberto Barroso, que fez ativismo político no Congresso Nacional contra o projeto do voto impresso aditável.

Pois, bem, os fatos mencionados comprovam o descumprimento da Constituição Federal e das leis vigentes no Brasil.

Cabe frisar, que em nenhum momento as autoridades brasileiras tomaram alguma providência sobre os problemas relatados, que são largamente conhecidos em âmbito nacional.

Todas as autoridades brasileiras eleitas ou não devem cumprir a Constituição Federal e as leis.

No entanto, algumas autoridades brasileiras possuem o dever de agir diante do descumprimento da Constituição Federal e as leis.

É o caso do Ministério Público, sendo esta instituição estadual ou federal. Estas autoridades agir imediatamente ao tomar conhecimento sobre a prática de ilegalidades. Uma vez tomando conhecimento de ilegalidades, esta instituição deve propor as ações penais e civis cabíveis, na defesa do cumprimento das leis e dos direitos coletivos e difusos, ou seja, na defesa da sociedade.

O engraçado, é que estas autoridades têm conhecimento dos atos dos ministros dos tribunais superiores que descumprem a Carta Magma e as leis, mas, nenhuma ação foi tomada em uma conduta típica de prevaricação.

Como as autoridades brasileiras não tomam as providências cabíveis sobre o arbítrio dos ministros dos tribunais superiores, uma Deputada Federal teve que sair do Brasil para fazer uma denúncia em uma das cortes internacionais, sobre os diversos fatos que descumprem direitos internacionais dos seres humanos.

Nós estamos falando da Deputada Carla Zambelli. Ela está neste momento expondo as irregularidades e ilegalidades ocorridas no Brasil à Corte Internacional dos Direitos Humanos. Para o Brasil isso é humilhante e expõe a fraqueza e a omissão das instituições brasileiras.

Não se sabe, se os pleitos da Deputada Federal serão julgados procedentes, o que resolveria em parte os problemas brasileiros.

Mas, o simples fato de o Brasil não conseguir resolver os seus problemas internos por omissão das autoridades brasileiras, é uma péssima imagem que está sendo mostrada aos países sérios do mundo.

É como um cidadão ter um problema familiar, e necessitar que um terceiro o resolva como um mediador ou até mesmo um interventor da vida alheia.

No entanto, mesmo sendo uma vergonha nacional perante a comunidade internacional, não resta alternativa aos brasileiros do que pedir ajuda àqueles que possam resolver os flagrantes problemas brasileiros.

Um país que não resolve os seus próprios problemas e precisa de outros países para tanto, não poder afirmar que possui soberania nacional.

Veja a que ponto chegamos, por causa do plano de poder petista!

A partir de 2018 e nos anos seguintes, os brasileiros externaram nas urnas e nas ruas que não queriam que o PT voltasse a governar o país.

A voz das urnas e das ruas não foram ouvidas em nenhum momento pelas instituições, que ao contrário do que dizia o povo, estas instituições impuseram ao povo o seu escolhido.

As mesmas instituições para impor o seu escolhido tiveram que cercear direitos e garantias fundamentais, ou seja, elas calaram e cercearam os direitos constitucionais do povo, o que é vedado pelo tratado internacional que protege os direitos humanos.

Durante o Governo Bolsonaro, a esquerda e o seu braço de bestialização, a grande imprensa, sempre afirmaram que o Brasil passava vergonha no cenário internacional pela política de relações exteriores adotada por este governo.

O Governo Bolsonaro jamais ultrapassou os seus limites constitucionais, principalmente, com a interferência nos demais poderes da república. Além disso, o Poder Executivo jamais usou os seus poderes para cercear direitos e garantias fundamentais reconhecidos e protegidos internacionalmente.

Do outro lado, os ministros dos tribunais superiores atuam ao arrepio da lei, principalmente, no cerceamento dos direitos constitucionais protegidos internacionalmente.

Será que a Corte Internacional dos Direitos Humanos e os países sérios do mundo vão reconhecer as ilegalidades e punir os infratores, ou será que vão se alinhar a eles em mais um ato ditatorial e de exceção?

Fonte:  https://gazetabrasil.com.br/politica/2022/11/14/zambelli-denuncia-stf-a-comissao-de-direitos-humanos-da-oea/

Com tecnologia WordPress.com.

Acima ↑