BRASIL, UM PAÍS DOMINADO PELA ESQUERDA

Todos os brasileiros sabem, que durante anos todos os seguimentos da sociedade afirmavam, que o Brasil possuía liberdade de expressão e de imprensa.

No entanto, desde que a esquerda perdeu as eleições presidenciais em 2018, as liberdades constitucionais foram relativizadas por iniciativa dos políticos de esquerda, em conjunto com atos de ofício dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Tal procedimento está estampado nos inquéritos abertos de forma inconstitucional pelo STF, que investigam apenas a direita brasileira sobre a ocorrência de fake news, atos antidemocráticos e supostos ataques ao sistema eleitoral.

Nos tais inquéritos, não há nenhum militante ou político de esquerda que tenha sido investigado ou preso, como acontece com aqueles que militam na direita brasileira.

Este fato além de estranho, ele também comprova a atuação do estado brasileira contra a existência da ideologia política de direita.

Nesse passo, a atuação de ofício dos ministros do STF, muitas vezes provocadas de forma combinadas com os políticos de esquerda, não deixam dúvidas aos brasileiros, de que o problema não são as fakes news, os atos antidemocráticos e os ataques ao sistema eleitoral.

A verdade, é que os objetivos tanto do STF quanto dos políticos de esquerda, é a extinção das ideias, da ideologia de direita e da aceitação dos brasileiros sobre o novo posicionamento político.

Assim, os atos do STF não são direcionados para defender a democracia, o estado democrático de direito e as instituições, mas, o cerceamento da liberdade de expressão, de manifestação, do debate de ideias, de liberdade de imprensa e da livre comunicação social.

Neste momento, por exemplo, os apoiadores e os simpatizantes da esquerda brasileira que infelizmente ocupam cargos e funções estratégicas no estado brasileiro, se encontram imbuídos em cassar a concessão da Rádio e TV Jovem Pan.

Isso está acontecendo, porque o Grupo Jovem Pan trouxe aos seus ouvintes e telespectadores, uma opinião diversa dos veículos de comunicação que sempre fizeram as suas publicações conforme os interesses da esquerda brasileira.

Se o Grupo Jovem Pan não possuísse uma grande audiência no Brasil capaz de influenciar e de formar a opinião pública, certamente, agora não estaria sofrendo a perseguição estatal praticada pela esquerda brasileira, que se utiliza de seus agentes espalhados pelos poderes e pelas instituições da república.

Ao que parece, o Grupo Jovem Pan pagará um preço alto por não estar alinhado aos interesses da esquerda brasileira, o que resultará na cassação de suas outorgas de radiodifusão.

A publicação citada ao final traz, uma série de acusações feitas pelo Ministério Público Federal (MPF) ao Grupo Jovem Pan, sendo um enorme absurdo que demonstra o estado ditatorial que o Brasil está vivendo desde 2020.

Entre as acusações o MPF afirma, que o Grupo Jovem Pan teria praticado desinformação, a incitação de violência na sociedade brasileira, atos antidemocráticos e a promoção de desordem social.

Todos os brasileiros sabem, que a imprensa brasileira sempre foi responsável por publicar milhares de matérias jornalísticas ao longo dos anos, que foram responsáveis por provocar crises políticas, institucionais e sociais.

Mas, nenhum órgão de imprensa que tenha praticado estes atos foi ameaçado de ter as suas outorgas cassadas.

Ao contrário das acusações políticas do MPF, o Grupo Jovem Pan apenas abriu espaço em sua programação para os brasileiros que pensam diferente dos dogmas implantados pela esquerda brasileira durante décadas.

Além disso, o Grupo Jovem Pan colocou em discussão os temas que os brasileiros sempre tiveram vontade de abordar, mas, que jamais tiveram espaço nos demais órgãos de imprensa.

O posicionamento do MPF, que visa cassar as outorgas do Grupo Jovem Pan, é uma retaliação política a serviço da esquerda brasileira que hoje voltou ao poder no Brasil.

Portanto, as acusações do MPF além de infundadas e políticas, não passam de atos de um estado aparelhado, que usa procuradores da república (o que é um absurdo institucional!) como agentes políticos de um estado policialesco idealizado pelo PT durantes os seus governos anteriores.

Em um futuro bem próximo o Brasil voltará aos anos 80, onde os brasileiros apenas assistiam às notícias e as informações filtradas pela imprensa comprada e negociada, pelos governos que pagam altos valores de verbas publicitárias, que sustentam a imprensa brasileira.

Deste modo, não haverá mais a pluralidade de ideias, o debate sobre diversos assuntos, o que foi adquirido pelos brasileiros com o advento das redes sociais.

Portanto, a única voz de oposição que possui grande alcance nacional está sendo calada pelo aparelhamento estatal de esquerda. Assim, é questão de tempo para que todos os que pensem diferente também o sejam.

Fonte: https://oantagonista.uol.com.br/brasil/mpf-pede-o-cancelamento-de-outorgas-da-jovem-pan/

A CORAGEM PARA ENFRENTAR A DITADURA DO STF

Segundo a matéria citada ao final, o Telegram parece ser a primeira das bigs techs, a não cumprir as decisões incomstitucionais do ministro Alexandre de Moraes.

Porém, a coragem do Telegram em combater os atos ditatoriais dos tribunais superiores se apresentou tardiamente, pois, se este ato nobre tivesse ocorrido antes e durante o pleito eleitoral, o Brasil não estaria sob um governo de esquerada.

Não precisa mencionar, que as decisões incomstitucionais de Alexandre de Moraes, contra os grupos de direita na plataforma do Telegram afetou a candidatura de Jair Bolsonaro, que se utilizava do Telegram para propaganda eleitoral de sua candidatura, já que não tinha o mesmo espaço na grande mídia dado ao outro candidato.

Portanto, as inconstitucionalidades sobre o Telegram já estão sendo praticadas há muito tempo pelo ministro Alexandre de Moraes, mas, a coragem tardia da plataforma em combater o desrespeito aos direitos humanos beira a covardia, pois, a sua omissão prejudicou o pleito eleitoral.

Fonte: https://revistaoeste.com/brasil/telegram-critica-moraes-e-nao-cumpre-bloqueio-contra-nikolas-ferreira/

A GRANDE IMPRENSA NÃO SE PREOCUPA E NEM DEFENDE OS BRASILEIROS, ELA APENAS DEFENDE OS SEUS INTERESSES.

A internet e as redes sociais libertaram os brasileiros da masmorra do monopólio da informação.

Todos os brasileiros sabem, que a informação no Brasil sempre foi controlada pelos grandes veículos da imprensa.

Nesse período, se a imprensa fazia uma afirmação os brasileiros essa informação não podia ser contestada por falta de recursos como as redes sociais que não existiam naquele momento.

Assim, a informação vinda da imprensa era considerada uma verdade.

Dessa forma, os grandes veículos de imprensa controlavam o povo através do alcance de suas publicações.

Com o advento da internet e das redes sociais, os grandes veículos de imprensa passaram a ter as suas informações e as afirmações questionadas.

A partir deste momento, a imprensa em geral passou a perder a pouca credibilidade que possuía, pois, os brasileiros perceberam que nem tudo que era publicado por ela correspondia com a realidade.

Por isso, a atuação dos brasileiros nas redes sociais passou a ser um problema para os grandes veículos de imprensa.

Antes do crescimento das redes sociais, a imprensa era considerada como um “quarto poder”, já que o Brasil possui três poderes constituídos: Poder Executivo, Legislativo e Judiciário.

A atuação dos brasileiros nas redes sociais fez com que a grande mídia perdesse essa condição de “quarto poder”. Isso desmontou a sistema de informação, que manipulavam os brasileiros de acordo com os interesses dos grupos dominantes, que se apoiavam no poder de influência da imprensa.

A perda do poder dos grandes veículos de imprensa resultou em grande prejuízo financeiro aos cárteis da imprensa.

Isso fica demostrado na redução das publicações dos jornais e revistas. Além disso, a imprensa teve que reduzir os seus gastos por falta de receita. Tal acontecimento fez com que ocorressem demissões em massa de jornalistas.

Por isso, a grande imprensa vê as redes sociais e a liberdade de informação como seu inimigo público número 1.

Se a imprensa tivesse poder sobre os políticos, as redes sociais estariam com os seus dias contados!

Por conta dos fatos narrados acima, a grande imprensa não se importa ou protesta contra a censura velada que é aplicada ferozmente sobre as redes sociais, principalmente, aos que atuam fazendo críticas aos políticos e as instituições que foram aparelhadas pelo PT.

Mas, a grande imprensa não quer ser censurada, como demostra o link da matéria citada no final deste artigo.

A liberdade de expressão e de imprensa deveria geral e irrestrita, mas, para as redes sociais esses direitos foram relativizados de acordo com o interesse de determinados grupos protegidos pela imprensa.

Por exemplo, o grupo Folha/UOL teve a sua matéria retirada de circulação por decisão judicial ao ser considerada como “fake news”. Rapidamente, este grupo de pouca credibilidade passou a se vitimizar alegando o cerceamento da liberdade de imprensa.

Neste contexto, este grupo de comunicação mostra a sua parcialidade na defesa dos direitos constitucionais da liberdade de expressão e de imprensa.

Este grupo jamais se importou e protestou contra a censura do STF e do TSE aos canais do Youtube, sites e blogs. Isso demostra, que a grande imprensa não se importa com a liberdade de expressão e de imprensa, mas, somente com os seus interesses e a proteção aos cartéis a qual ele pertence.

Todos os argumentos apresentados até este momento têm o objetivo de mostrar aos brasileiros, que a grande imprensa jamais foi imparcial. Do mesmo modo, a imprensa brasileira jamais defendeu os interesses do povo e nem prestou um serviço à comunidade.

A grande mídia somente se defende e defende apenas os seus interesses sem se importar com a cassação dos direitos alheios.  

Fonte: https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2022/09/23/desembargador-demetrius-gomes-cavalcanti.htm

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