As práticas e decisões adotadas pelos tribunais superiores sempre tiveram objetivos muito claros.
Primeiro, os ministros militantes garantiram que o Presidente Bolsonaro não conseguisse governar e implantar as suas pautas, que foram aprovadas pela maioria do povo nas eleições de 2018.
Em seguida, os mesmos ministros cuidaram para Lula fosse solto, em mais uma manobra jurídica que contrariou a Constituição Federal e o bom direito.
Posteriormente, os tribunais superiores garantiram que Lula pudesse ser candidato nas eleições de 2022, ao anularem os processos e condenações contra ele, o tornando “ficha limpa”.
Não bastasse tudo isso, os ministros militantes atuaram politicamente para impedir a aprovação do voto impresso e auditável, mesmo sendo vedado pelas leis vigentes, que ministros atuem politicamente.
Durante as eleições de 2022, o Ministro Alexandre de Moraes Presidente do TSE agiu de forma parcial e militante ao ajudar a candidatura de Lula com suas decisões. Para isso, o ministro perseguiu os apoiadores do então candidato Bolsonaro e seus meios de divulgação, as redes sociais.
O objetivo do ministro presidente do TSE foi sufocar as informações e as propagandas eleitorais vindas das redes sociais, o maior meio de divulgação do candidato Bolsonaro.
Enquanto isso, a campanha de Lula propagava noticiais falsas sobre Bolsonaro; e, até mesmo, em seus programas de rádio veiculava a sua propaganda eleitoral no Nordeste, por mais tempo o que desiquilibrou a eleição naquela região do país.
Com tudo isso, o resultado das eleições de 2022 não poderia ser outro, o preferido dos tribunais superiores “venceu” as eleições.
A divulgação do resultado das eleições de 2022 gerou revolta e indignação na maioria do povo brasileiro, que saíram às ruas em protesto permanecendo até a presente data.
Para quem achava que a atuação dos tribunais militantes cessaria com a eleição de seu preferido e protegido, os ministros do STF e do TSE iniciaram mais uma ofensiva contra as manifestações pacíficas e constitucionais.
Em seguida, novas decisões foram proferidas, primeiro, contra os manifestantes e seus financiadores, em seguida, contra as tentativas do partido de Bolsonaro de contestar legalmente os resultados das eleições.
Todo o tipo de artimanha jurídica sem amparo ilegal foram aplicadas contra os manifestantes, desde a censura de suas redes sociais, multas impagáveis e até mesmo prisões arbitrárias.
É a atuação dos ministros militantes, na manutenção do pensamento único e da ideologia política única, ou seja, a ideologia da esquerda.
O objetivo da esquerda e de seus tribunais superiores sempre foi exterminar com a ideologia política de direita, pois, os políticos de esquerda estabeleceram a partir de 1985, que o Brasil teria apenas um pensamento e uma ideologia política, a ideologia de esquerda.
Neste momento, os apoiadores de Bolsonaro aguardam o posicionamento de seu líder, sobre o que eles devem fazer ou se ele mesmo fará algo.
Cabe salientar, que Bolsonaro afirmou durante a campanha eleitoral de 2018 que governaria o Brasil com o artigo 142 da Constituição Federal “em baixo do braço”. Além disso, durante todo o seu governo fez questão de alimentar os seus eleitores, sobre uma possível ação dele e das Forças Armadas contra as ilegalidades dos tribunais superiores. Por fim, os brasileiros alimentados com essa esperança sustentaram o governo de Bolsonaro indo para as ruas sempre que o presidente pedia o apoio popular.
Não há dúvidas de que este apoio do povo, não permitiu que Bolsonaro fosse afastado do cargo em um processo de impeachment.
Mesmo com todo esse apoio até este momento, o Presidente Bolsonaro nada fala aos seus apoiadores sobre os próximos passos.
Enquanto isso, os seus apoiadores estão nas ruas há 57 dias, em uma união de brasileiros de bem que o país há muito tempo não tem presenciado.
Mas, o aparelhamento petista nos tribunais superiores avança sem dó nem piedade contrariando a Constituição Federal e as leis vigentes. Agora, os ministros militantes querem criminalizar o direito de manifestação garantida na Constituição Federal, apenas, porque não concordam com seus pleitos.
As pessoas que pensam diferente dos ideais petistas e propagam as suas ideias nas redes sociais, neste momento continuam sendo perseguidas pelos tribunais superiores de esquerda.
Por isso, os contrários continuam sendo censurados e presos, sob o argumento de que não se pode discordar do resultado das eleições de 2022 e do processo eleitoral.
As mesmas perseguições dos tribunais superiores estão sendo violentamente e inconstitucionalmente empregadas, contra aqueles que estão nas ruas pedindo a única solução que eles acreditam, ou seja, o emprego das Forças Armadas como disciplina o artigo 142 da CF e a Lei Complementar 97/99.
Como pode perseguirem pessoas por pedirem a execução de um dispositivo constitucional e legal? Não foram estas pessoas que fizeram os dispositivos constitucionais e legais, elas apenas estão pedindo o seu cumprimento!
Neste momento, somente o povo está no campo de batalha para defender o país, sob os ataques inconstitucionais e tiranos dos tribunais superiores, na esperança de que o seu líder venha a recobrar a coragem dos tempos de Deputado Federal; e que as Forças Armadas provem que também não foram cooptadas pela esquerda durante seus governos.
