O QUE SIGNIFICA O CHORO DE BOLSONARO?

Desde que Jair Messias Bolsonaro “perdeu” as eleições presidenciais de 2022, o Presidente do Brasil não se pronuncia como fazia antes do resultado das eleições.

O homem que possui um capital político de mais de 58 milhões de votos, desde o resultado das eleições de 2022 deixou de liderar publicamente os seus aliados políticos, eleitores e seguidores.

Por que Bolsonaro está calado?

Muitos alegam, que o Presidente do Brasil está silente, porque articula uma grande estratégia para restabelecer a legalidade e a soberania nacional, que foi extirpada com as fraudes nas eleições de 2022.

De outro lado, a esquerda e seus periódicos afirmam, que o Presidente do Brasil está abatido, e, com medo de ser preso após o fim de seu mandato.

Desde a divulgação do resultado das eleições de 2022, os eleitores de Bolsonaro estão nas ruas pedindo que seja acionado o artigo 142 da Constituição Federal, para o restabelecimento da correta aplicação da lei e da manutenção da ordem pública.

Essas manifestações legítimas e constitucionais que crescem em todo o país, desde o começo estão sendo tratadas como atos golpistas e antidemocráticos pela esquerda, pelos tribunais superiores e pela imprensa.

Por isso, eleitores, deputados e senadores aliados de Bolsonaro estão sendo censurados por suas falas nas redes sociais.

Diante dos fatos mencionados fica a pergunta: o silêncio de Bolsonaro é algo bom para ele e para seus aliados políticos?

Na nossa opinião, se o silencio de Bolsonaro não é proposital para a execução de medidas constitucionais, que irão restabelecer a constitucionalidade e a legalidade no país, este silêncio será um caminho certo para o enforcamento político de Bolsonaro.

O atual Presidente da República sabe muito bem, que se nada for feito por ele ainda no exercício do seu mandato, a sua prisão é quase certa a partir de 2023. A afirmação encontra respaldo na atuação militante dos ministros dos tribunais superiores alinhados com a esquerda.

Sem contar, que além de uma possível prisão, Bolsonaro pode ter os seus direitos políticos cassados, em mais uma de tantas manobras jurídicas dos tribunais superiores, o que o impedirá de ser candidato em 2026.

Assim, tanto uma prisão arbitrária como a perda de seus direitos políticos, não permitirão que Bolsonaro atue no meio político liderando a oposição.

A esquerda não dará chance, para que Bolsonaro se torne o maior articulador da oposição a partir de 2023, haja vista, que a esquerda não permitirá a perda do poder presidencial como ocorreu em 2018.

Portanto, se não houver uma estratégia institucional em curso por parte de Bolsonaro, a sua inatividade poderá ser um ato de espera que culminará com a sua degola pessoal e política.

Noutro sentido, o silêncio de Bolsonaro pode ser uma constatação dolorida do que o espera a partir de 2023. Não restam dúvidas, de que Bolsonaro será perseguido politicamente pela esquerda. Mas, Bolsonaro está acostumado com os embates políticos, tanto que estes foram os instrumentos que o levaram à Presidência da República.

Mas, na atual ditadura dos tribunais superiores, os embates políticos foram criminalizados pelos togados, que aos poucos vão perseguindo, oprimindo, calando e prendendo todos aqueles que se pronunciam contra os ideais esquerdistas e seus planos.

Por isso, Bolsonaro deve estar temendo ser usado como o maior exemplo, de que não se pode tentar obstar os planos petistas de poder.

Bolsonaro deve saber neste momento, que a sua sobrevivência pessoal e política está em risco, pois, o aparelhamento dos tribunais superiores já provou que não dará trégua aos seus opositores políticos.

Caso Bolsonaro não tenha “cartas na manga”, a sua morte política poderá ocorrer de forma vigorosa a partir de 31 de dezembro de 2022, pois, o atual presidente se caracterizou por falas fortes e pelo enfrentamento destemido da esquerda. Tal postura sempre norteou os seus aliados políticos; e fez com que Bolsonaro fosse eleito nas eleições presidenciais de 2018.

Assim, se Bolsonaro não se posicionar e falar o mais rápido possível aos seus aliados e eleitores, estes perderão a confiança no mandatário, o que gerará a sua morte política e a incapacidade de influenciar os eleitores.

Deste modo, o choro de Bolsonaro parece ser o resultado de sua indignação com as perseguições sofridas durante seu mandato. Além disso, o pranto parece mostrar a sua impotência para enfrentar o sistema, como ele fazia abertamente no Congresso Nacional. Por fim, o estado emocional de Bolsonaro pode ter relação com a falta de apoio para tomar as decisões necessárias no momento mais crítico de seu governo.

Para concluir, Bolsonaro não tem muitas alternativas, ou ele age contra a esquerda e seu aparelhamento ou assume a sua morte pessoal e política.

Fonte:  https://www.cnnbrasil.com.br/politica/bolsonaro-chora-em-cerimonia-das-forcas-armadas/

O JORNALISMO BRASILEIRO COMPROMETIDO COM O PLANO DE PODER PETISTA.

A imprensa brasileira deveria retratar os fatos ocorridos no Brasil. Além disso, a imprensa deveria investigar todos os fatos por menores que sejam, até que se chegue a uma conclusão final sobre a sua veracidade ou falsidade.

No entanto, há muitos anos, a imprensa brasileira se comprometeu com os governos, políticos e os seus planos de poder.

Assim, a imprensa brasileira sempre agiu como uma espécie de braço militante, daqueles que pagam bem as verbas publicitárias que sustentam vários veículos de imprensa.

Neste momento, as eleições brasileiras estão sob diversos questionamentos do povo que apresentam argumentos críveis. Deste modo, esses questionamentos que envolvem as eleições deveriam ser investigados pelas instituições, mas, principalmente, pela grande imprensa.

No entanto, a imprensa brasileira fecha os olhos propositalmente para fatos de enorme gravidade, com o objetivo de ocultá-los e de impedir que tais fatos alcancem a repercussão nacional.

Não é esse o papel de uma imprensa séria!

Na publicação citada abaixo este cenário fica claro, pois, a imprensa sequer discute e analisa os fatos que envolvem possíveis irregularidades das eleições de 2022, se resumindo em afirmar que as alegações não possuem provas.

Para que a imprensa brasileira pudesse afirmar, que não se tem provas sobre possíveis irregularidades nas eleições de 2022, a mesma imprensa deveria ter acesso amplo ao sistema eleitoral, o que nem as instituições fiscalizadoras tiveram.

Desta forma, a afirmação da imprensa, de que as alegações de irregularidades nas eleições de 2022 não possuem provas, não merecem credibilidade.

Como pode qualquer jornalista afirmar, que não há fraude e que não há provas de fraude no processo eleitoral, sem estar presente na montagem e na fiscalização de todo o processo?

Portanto, o que faz a imprensa é deixar de investigar os assuntos de interesse nacional, além de fazer colocações que nem eles podem comprovar.

Fonte: https://www.estadao.com.br/politica/sem-prova-de-fraude-bolsonaro-e-pl-pedem-para-que-urnas-antigas-sejam-invalidadas/?utm_source=twitter:newsfeed&utm_medium=social-organic&utm_campaign=redes-sociais:112022:e&utm_content=:::&utm_term=

O POVO NAS RUAS À ESPERA DE QUE OS SEUS REPRESENTANTES OS REPRESENTEM

Após a eleição de Luís Início Lula da Silva, os brasileiros saíram às ruas para protestar.

Os protestos trazem tudo aquilo que foi visto pelos brasileiros durante o Governo Bolsonaro.

Mas, o que os brasileiros viram neste período?

Já no dia da vitória de Bolsonaro nas eleições de 2018, os brasileiros viram as organizações Globo “torcerem o nariz”, no momento em que Willian Bonner com desprezo teve anunciar a vitória do candidato Jair Messias Bolsonaro.

Neste momento, já ficou claro que a eleição de Bolsonaro não agradava o grupo de comunicação mais poderoso do Brasil, que há muitos anos tinha o monopólio da manipulação do povo brasileiro.

No momento da posse de Bolsonaro, os brasileiros viram a Ministra Carmem Lúcia entregando uma Constituição Federal ao Presidente recém empossado, como se ele não conhecesse a Carta Magna e já tivesse feito algo para descumpri-la.

Mas, quem viria a descumprir vergonhosamente a Constituição Federal seriam os próprios tribunais superiores.

Em seguida, os brasileiros viram o Ministro Alexandre de Moraes impedir o Presidente Bolsonaro de nomear o Delegado Geral da Polícia Federal, mesmo havendo previsão legal nesse sentido, com uma argumentação jurídica sem cabimento jurídico.

Posteriormente, os brasileiros viram o Ministro Celso de Mello proferir um despacho, em que determinava que um General do Governo Bolsonaro fosse depor em uma investigação, sob pena de ser conduzido “debaixo de vara”, ou seja, conduzido pela Polícia Federal.

Tal medida do togado tinha o objetivo de mostrar a força do Supremo Tribunal Federal (STF), que na mente do ministro é superior aos demais poderes e instituições.

Além disso, o povo brasileiro viu posteriormente, que o Ministro Celso de Mello cogitou publicamente fazer uma busca e apreensão na Presidência da República, para apreender o celular do Presidente Bolsonaro para servir como prova, na investigação iniciada pelas denúncias infundadas e políticas do Ministro da Justiça Sergio Moro.

Posteriormente, os brasileiros viram algumas decisões do STF revogar vários decretos presidenciais, a pedido de partidos e políticos de esquerda, sob o argumento pífio de que se tratavam de decretos inconstitucionais.

Essa prática ficou muito conhecida durante o Governo Bolsonaro. Os partidos e políticos de esquerda ao perderem na política, seja em votações ou por meio da edição de decretos, a primeira medida era levar a questão ao STF, uma vez que a esquerda foi quem indicou a maioria dos ministros dos tribunais superiores.

Um belo jogo de cartas marcadas!

Os fatos narrados até o presente momento são insignificantes, se considerarmos que o STF em uma decisão do seu pleno decidiu, que os condenados em segunda instância deviam iniciar o cumprimento de suas penas.

Posteriormente, assim que Lula foi condenado em segunda instância, os ministros do STF devidamente provocados pelos advogados de Lula mudaram este entendimento já pacificado pela própria corte.

Cabe destacar, que muitos brasileiros tiveram que se recolher á prisão, por conta da decisão do STF que entendeu ser cabível o início do cumprimento da pena após a decisão da segunda instância. Com o novo entendimento do STF tomado para beneficiar Lula, os brasileiros que se encontravam presos pela decisão anterior do STF acabaram cumprindo pena antecipadamente, o que caberia uma indenização do estado.

Além disso, o mesmo STF já havia decidido por sua maioria, que o então Juiz Sergio Moro era competente para julgar Lula nos processos da Operação Lava a Jato.

No entanto, em uma decisão inicialmente monocrática do Ministro Luís Edson Fachin, o entendimento de que o Juiz Sergio Moro era competente para julgar Lula foi derrubado, sob alegação de que a decisão anterior da maioria STF não tinha sido acertada em relação ao caso.

Como podemos comprovar, as decisões dos ministros do STF não possuem segurança jurídica, ou seja, elas podem mudar dependendo de quem está sendo julgado.

Veja quantos fatos nós já narramos até este momento. Mas, não acabou a série de motivos que estão levando os brasileiros às ruas neste momento.

Na sequência dos nossos relatos, em determinado momento no Brasil volta a surgir a discussão sobre o voto impresso e auditável.

Cabe recordar, que o voto impresso e auditável já havia sido objeto de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pelo então Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro, que posteriormente foi aprovada pelo Congresso Nacional sendo promulgada para ter vigência nas próximas eleições.

Adivinhe quem declarou a PEC como sendo inconstitucional, acabando com a possibilidade de utilização nas próximas eleições? Sim, o Supremo Tribunal Federal.

Por que será que os togados nomeados em sua grande maioria pelo PT, não querem a possiblidade de auditoria e recontagem dos votos?

Como estávamos falando, a questão do voto impresso e auditável voltou a ser discutido em 2021 em todo o Brasil. Mais uma vez, o Projeto de Emenda à Constituição (PEC) sobre o voto impresso foi levado ao Congresso Nacional sob a pressão da opinião pública.

Pasmem os senhores, antes mesmo que o Congresso Nacional votasse a PEC, os brasileiros viram o ativismo judicial explícito dos Ministros do STF e do TSE contra o projeto, que visava apenas a possibilidade conferência do voto e a recontagem posterior ao resultado divulgado.

A cena mais comentada em todo o país foi a visita do Ministro Luiz Roberto Barroso no Congresso Nacional fazendo lobby contra o projeto.

Ora, os ministros dos tribunais superiores não deveriam apenas julgar processos em seus gabinetes?

Sim, principalmente, porque a Lei da Magistratura veda a atividade política de juízes que se encontram investidos no cargo de Juiz de direito.

Mas, os brasileiros viram e não se esquecem da frase do Ministro Luiz Roberto Barroso: “eleição não ganha se toma. Está saindo o áudio?”

Aos brasileiros ficou claro que os ministros do STF e do TSE não eram favoráveis a transparência das eleições.

A partir deste momento, nós iremos pular uma série de outros fatos praticados pelas cortes superiores brasileiras, que estão motivando os brasileiros a irem às ruas em busca de uma solução.

Mas, não se esqueça que iremos pular estes acontecimentos conhecidos pelos brasileiros, somente porque seria impossível coloca-los todos neste artigo.

Continuando, o fato mais grave praticado pelas cortes superiores brasileiras ocorreu nas eleições presidenciais de 2022.

A Constituição Federal veda a censura em qualquer de suas formas, haja vista, que o texto constitucional foi elaborado logo após o fim do regime militar, que se viu obrigado a censurar a sociedade, pois, o país naquele momento se encontrava em uma guerra contra grupos terroristas do comunismo internacional.

Por isso, os políticos que integraram a Assembleia Nacional Constituinte tomaram todos os cuidados para assegurar que a censura não voltasse a ocorrer no Brasil.

Mal sabiam os constituintes, que a censura voltaria a ocorrer no Brasil pelas mãos dos críticos do regime militar, que tanto criticavam a censura ocorrida naquele tempo.

Pois é, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em mais uma de suas decisões para favorecer a candidatura de Lula decidiu acabar com o princípio da anualidade, ao mudar as regras da eleição no meio do pleito, o que é vedado pela Constituição Federal, que determina que as regras para as eleições somente podem ser estipuladas um ano antes da eleição.

Não entendeu? Eu vou explicar.

O TSE aprovou uma resolução no meio do pleito eleitoral de 2022, para ter o poder de retirar conteúdos das redes sociais considerados como fake news. Tal medida ocorria, sem que houvesse a provocação do prejudicado pelas tais fake news, e, sem a manifestação do Ministério Público Eleitoral.

Primeiro, a tal resolução mudava as regras das eleições sem respeitar o princípio da anualidade.

Segundo, com a vigência da resolução do TSE, o tribunal passaria a atuar de ofício, o que vedado pela Constituição Federal, pois, segundo o texto constitucional o Poder Judiciário deve ser provocado pelas partes através de petição.

Terceiro, a atuação de ofício do TSE não precisaria da manifestação favorável do MPE, o que é essencial, pois, o MPE é o fiscal da lei e atua na defesa dos direitos difusos e coletivos.

Então, nós estamos diante do flagrante descumprimento da Constituição Federal, que está sendo praticado pela mais alta corte em matéria eleitoral.

É importante destacar, que a nenhum brasileiro é dado desconhecer as leis vigentes e descumpri-las; o que dirá aos ministros dos tribunais superiores.

Não bastasse os fatos narrados anteriormente, a mesma resolução do TSE para as eleições 2022 passou a instituir a censura prévia e temporária, ao se auto permitir retirar os conteúdos das redes sociais sob o argumento de que são fake news.

Cabe ressaltar aos brasileiros, que fake news não é considerado crime no Brasil, pois, nenhuma lei penal descreve tal conduta como típica, punível e culpável.

Um ponto crucial a ser citado, e que comprova a atuação militante e inconstitucional do TSE, é que todos os conteúdos retirados das redes sociais a partir da vigência da resolução, não atingiram nenhuma página e canal de esquerda.

Será que a esquerda não promoveu as tais fake news?

Sim, há muito tempo a esquerda e a imprensa sempre produziram fake news, mas, como todos nós sabemos, a censura antes velada e agora institucional somente oprimia os canais e páginas de informação da direita.

Por todo o exposto até este momento, nós podemos afirmar sem medo, que o tribunal eleitoral descumpriu a constituição atacando as suas cláusulas pétreas, para parcialmente atuar em benefício do candidato Lula e para prejudicar o candidato Bolsonaro.

Bom, até este momento, nós apenas elencamos fatos irrefutáveis das diversas ações dos tribunais superiores contra o Presidente da República eleito pelo povo, ou seja, as ações mencionadas não atingiram o Bolsonaro, mas, a vontade do povo que o elegeu democraticamente para governar o Brasil.

E aos brasileiros ficou claro, que o Presidente Bolsonaro foi boicotado em seu governo pelos tribunais superiores.

Os mesmos brasileiros constaram que a democracia brasileira é uma fantasia da esquerda, tendo em vista, que a partir do momento em que o povo passou a destoar da ideologia de esquerda pelas redes sociais, os mecanismos de opressão começaram a atuar restringindo os direitos constitucionais.

Agora, o povo está nas ruas, enquanto os políticos, partidos, poderes da república, instituições e a grande imprensa se comportam como se nada estivesse ocorrendo no Brasil.

Este é mais um sinal de que o povo está correto e que deve continuar nas ruas, pois, todo o poder emana do povo que será exercido por meio de seus representantes eleitos.

Se não há o pronunciamento daqueles que devem representar o povo, as manifestações são legítimas, pois, o povo deve assumir a sua própria representação.

O DIREITO DE MANIFESTAÇÃO DO POVO BRASILEIRO – A GARANTIA DO ESTADO DO DIREITO DE MANIFESTAÇÃO – A ATUAÇÃO DE GRUPOS TERRORISTAS CONTRA O DIREITO DE MANIFESTAÇÃO.

Com vitória questionável de Luís Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022, os brasileiros de bem tomaram as ruas do Brasil para protestar.

Em suma, os brasileiros de bem estão nas ruas para questionar o resultado das eleições; e o fato de ter que aturar a partir de 2023, um Presidente da República que foi condenado por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e etc.

Por conta das pautas reivindicadas, os manifestantes estão sendo marginalizados pelos poderes da república, pois, para eles os motivos das manifestações não são legítimos, e são considerados até como antidemocráticos.

Como pode os pleitos do povo serem considerados como ilegítimos e antidemocráticos?

Milhões de brasileiros estão nas ruas, sem que a grande imprensa faça a devida cobertura jornalística dos movimentos. A ausência de cobertura pela imprensa é algo inaceitável, haja vista, que cabe a imprensa noticiar os fatos que ocorrem no Brasil, e, não o que interessa a ela.

Este tipo de atuação da imprensa comprova a sua tão conhecida parcialidade!

Cabe mencionar, que a vontade do povo é soberana. Deste modo, as autoridades constituídas devem ouvir os pelitos do povo que estão vindo das ruas. Afinal, os manifestantes não deixam de ser o povo, que paga seus impostos custeando o país.

Até o momento, nenhuma autoridade se dignou a ouvir o povo que está nas ruas. Ao contrário disso, algumas autoridades estão chamando os manifestantes de criminosos, como se esses manifestantes não fossem cidadãos que custeiam o estado brasileiros.

Não faz muito tempo, que os políticos, principalmente, os políticos de esquerda sempre afirmaram que se deve ouvir a voz que vem das ruas.

Não bastasse os fatos mencionados até este momento, alguns movimentos conhecidamente terroristas voltaram a aparecer no Brasil desde que as manifestações se iniciaram.

Estes movimentos ligados a esquerda conhecidos como Antifas e MST, neste momento começam a aparecer no meio das manifestações. Inicialmente, a presença desses grupos tem assumido um caráter intimidatório.

Mas, já foi registrado nas redes sociais, que esses grupos já teriam sido convocados para debelar as manifestações com emprego de força própria.

Mas, esses grupos podem exercer este papel?

O direito de manifestação está descrito na Constituição Federal, sem ressalvas, e deveria ser respeitado por todos.

No entanto, os tribunais superiores estão há muito tempo desconsiderando e desrespeitando os direitos e garantias fundamentais descritos na Constituição Federal.

Em seus julgados, os tribunais superiores estão relativizando os direitos e garantias fundamentais, entre eles, o direito de manifestação e da liberdade de expressão, em um claro movimento de ativismo em prol do plano de poder do Partido dos Trabalhadores.

Assim, a liberdade de expressão e o direito de manifestação não pode ser diminuído ou tolhido pelo estado brasileiro, muito menos, com o emprego de tropas terroristas sob o comando indireto de partidos políticos de esquerda.

Portanto, o estado brasileiro deve garantir o direito de manifestação e de expressão aos brasileiros. Noutro sentido, o mesmo estado brasileiro deve combater os grupos terroristas que visam acabar com as manifestações, sem ter a legitimidade do estado e da lei para isso.

Se o estado brasileiro se manter inerte e omisso, e não assegurar o direito constitucional dos manifestantes, o estado brasileiro dá claros sinais que passou a ser um estado ditatorial que segue as premissas dos partidos políticos de esquerda.

A vontade do povo é soberana e deve estar representada pelos seus representantes eleitos, conforme o que dispõe o Parágrafo único do artigo 1º da Constituição Federal.

A RESPOSTA DO MERCADO FINANCEIRO À CARTA DE LULA QUE VISAVA O APOIO DESTE SEGMENTO

O mercado financeiro lida dia a dia com os números da economia, principalmente, com os números de crescimento ou descenso fornecidos por todos os órgãos econômicos e financeiros do Governo Federal.

Pelo mercado financeiro passam todos os seguimentos: comércio, agricultura, financeiro, prestação de serviço, indústria e etc.

O mercado financeiro sabe, que o Brasil neste momento apresenta um crescimento na economia. Além disso, os mesmos números sinalizam um crescimento econômico do Brasil a médio e a longo prazo.

Por isso, o mercado financeiro que inicialmente pretendia apoiar integralmente a candidatura de Lula, neste momento parece mudar de ideia por conta dos bons números do Governo Bolsonaro.

O mercado financeiro geralmente não se engana em relação aos números da economia.

Além disso, o mercado financeiro tem muito poder de influencia o voto do empresariado, e até mesmo de seus empregados.

A posição do mercado financeiro pode ajudar e muito a candidatura de Jair Messias Bolsonaro.

Fonte: https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/a-silenciosa-resposta-do-mercado-a-nova-carta-de-lula/

PESQUISAS ELEITORAIS MOSTRAM CRESCIMENTO DE BOLSONARO NO SEGUNDO TURNO; MAS NÚMEROS APONTAM EMPATE TÉCNICO.

O candidato Bolsonaro cresceu no segundo turno das eleições de 2022.

O crescimento é histórico em relação às eleições anteriores à Presidência da República.

Nas últimas eleições presidenciais, nunca houve o crescimento ou até mesmo a virada do candidato que terminou o primeiro turno na segunda colocação.

Ao que parece, a disputa no segundo turno será aperta, mas, o candidato Bolsonaro tem chances reais de vencer as eleições.

Segue as publicações que respaldam a nossa análise:

https://noticias.r7.com/eleicoes-2022/instituto-verita-bolsonaro-tem-515-dos-votos-validos-e-lula-485-28102022

SE ISSO OCORRESSE EM QUALQUER PAÍS DO MUNDO SERIA UM ESCÂNDALO! NO BRASIL É CONSIDERADO COMO O SINAL DO AMADURECIMENTO DA DEMOCRACIA BRASILEIRA.

Os nossos leitores podem pesquisar, se em algum outro país do mundo, é possível ver um ministro de um tribunal superior se pronunciando de forma desrespeitosa e jocosa sobre o chefe de governo e de estado do seu país.

Se isso ocorressem em outros países, uma atitude como esta seria um escândalo, e, não passaria impugne pelo chefe de governo e de estado.

Aqui no Brasil, além dos ministros das cortes superiores fazerem oposição institucional ao governo eleito pelo povo, eles ainda fazem chacota com o mandatário eleito.

Nesse compasso, o ministro Luiz Roberto Barroso já fez e faz oposição explicita contra o governo Bolsonaro. Além disso, o mesmo ministro boicotou o projeto de lei que visava a implementação do voto impresso, ao ir pessoalmente ao Congresso Nacional para fazer política contra a proposta do governo.

No sentido contrário, nem o Presidente da República ou seus apoiadores podem oferecer o mesmo tratamento aos ministros dos tribunais superiores, sob pena de intimidação, censura, investigações policiais e até prisões.

Veja, que esta é a democracia que os ministros dos tribunais superiores querem que continue a existir no Brasil.

Se fossemos descrever todas as ações e as atitudes militantes deste ministro e dos demais ministros das cortes superiores, que atuam diuturnamente contra o Presidente da República e o seu governo, nós teríamos que escrever pelo menos cinco páginas.

Agora, o Ministro Luiz Roberto Barroso em mais uma atitude infantil e debochada, mais uma vez se pronúncia de maneira política. O ministro afirma, que se o atual Presidente da República perder a sua reeleição, ELE JÁ VAI TARDE.

A atitude do ministro militante e político, é uma prova que a nossa “democracia” nunca foi madura, pois, em um país que possui uma democracia realmente madura, uma pessoa como o Ministro Luiz Roberto Barroso jamais ocuparia cargos no alto escalão de qualquer país.

Fonte: https://oantagonista.uol.com.br/brasil/barroso-da-dica-musical-para-a-semana-com-cancao-ja-vai-tarde/

AS ELEIÇÕES DE 2022 ESTÃO MACULADAS PELA OMISSÃO OU PELO DOLO DO TSE

O Tribunal Superior Eleitoral não esperava, que as irregularidades na propaganda eleitoral em desfavor de Bolsonaro fossem percebidas e denunciadas.

As denúncias de que rádios do nordeste estariam aumentando as participações da campanha de Lula em suas programações, é a prova de que o processo eleitoral de 2022 é imprestável para declarar a vitória de um dos candidatos.

Logo após a denúncia da campanha de Bolsonaro, o aparelhamento do PT representado pela grande mídia empregaram todos os seus esforços para desqualificar a denúncia.

A mesma conduta tomou o Presidente do TSE, que ao invés de correr para investigar os fatos relatados pelo denunciante, no mesmo dia proferiu um despacho desqualificando a denúncia e ameaçando o denunciante.

Pois bem, a campanha de Bolsonaro atendendo a determinação do TSE mostrou as provas das irregularidades.

O resultado da entrega das provas foi muito rápido. Não estou me referindo ao início da investigação, ela sequer foi iniciada, mas, a tentativa de abafar os fatos e de se esquivar da responsabilidade veio como um raio.

O TSE correu para demitir sumariamente um servidor público comissionado. A demissão foi comunicada ao denunciante por uma servidora comissionada do escalão do TSE, que possui ligações próximas com o ministro presidente da suprema corte.

A demissão do servidor foi o meio encontrado pelo TSE para dizer que medidas foram tomadas para sanar o problema.

Ao que parece, o servidor ao executar o seu trabalho não tinha a intenção de beneficiar Lula nas inserções de rádio. A presente afirmação encontra respaldo, no fato dele mesmo ter ido à Polícia Federal declarar o que sabia sobre os fatos denunciados.

Em suas declarações, o servidor afirmou que desde 2018 vem fazendo vários informes ao TSE sobre as irregularidades, inclusive pedindo providências, para que houvesse a devida fiscalização das inserções de propaganda política nas rádios de todo o país.

Inclusive, o servidor relatou em seu depoimento à PF, que informou as irregularidades que foram posteriormente denunciadas pela campanha de Bolsonaro.

Bom, se o TSE tinha conhecimento das irregularidades antes de serem denunciadas, a omissão criminosa do tribunal ocorreu, o que é algo gravíssimo.

Se não houve a omissão criminosa do TSE, no caso em tela houve o dolo, ou seja, a vontade deliberada de ajudar a eleição de Lula, o que jamais poderia ocorrer, por se tratar de uma instituição da república que não deve ter lado nas eleições.

Ainda segundo o relato do servidor do TSE, a sua demissão ocorreu sem que fosse dada uma justificativa plausível. Além disso, a demissão teria ocorrido poucos minutos após o servidor ter informado ao TSE sobre as irregularidades objeto da denúncia da campanha de Bolsonaro.

De acordo com os relatos do servidor do TSE, o alto escalão do tribunal trabalhou rápido para blindar a corte eleitoral e arrumar um “bode expiatório”, para ser responsabilizado no lugar dos reais culpados.

No entanto, a ida espontânea do servidor do TSE à PF parece ter estragado a estratégia da corte eleitoral.

O depoimento do servidor do TSE traz elementos suficientes, para que a PF faça uma boa investigação, e consiga deslindar os fatos chegando aos seus reais culpados.  

Os fatos denunciados e narrados pelo servidor do TSE maculam a lisura e a paridade de armas entre os candidatos nas eleições presidenciais de 2022.

Assim, se houver a derrota ou a vitória de qualquer um dos candidatos que esteja amparada nas irregularidades, o pleito eleitoral de 2022 deve ser anulado, pois, a vontade do povo e a liberdade de convicção do voto foi manipulada irregularmente.

A militância do TSE em favor do candidato Lula atingiu um patamar, que não pode mais ser escondido pelas instituições e pelos poderes de república.

A pergunta que deve ser feita é a seguinte: Temos instrumentos legais e homens de coragem para barrar a militância e as irregularidades constitucionais e legais do TSE?

COM A ASCENSÃO DE BOLSONARO NAS PESQUISAS, A ESQUERDA COMEÇA A JOGAR SUJO, INCLUSIVE COM FAKE NEWS. ONDE ESTÁ O TSE?

Todos institutos de pesquisas, mesmo os comprados e negociados pela esquerda, neste momento começam a ser obrigados a dizer, que o candidato Bolsonaro começa a subir na intenção de votos, já sinalizando o empate técnico no segundo turno das eleições 2022.

Os institutos de pesquisa, que não fazem parte do quartel composto pelos mais famosos pesquisadores de opinião pública do Brasil, em suas pesquisas sinalizam que o candidato Bolsonaro já se encontra liderando a vontade do eleitorado.

Uma vez sendo consumado este cenário, o candidato Bolsonaro ganhará no segundo turno das eleições presidenciais de 2022, o que é um fato inédito no Brasil, pois, nas últimas eleições presidenciais, o candidato que termina o primeiro turno na liderança acaba vencendo no segundo turno.

Esta possibilidade está alvoroçando a esquerda fazendo com que os seus braços políticos, e, principalmente, os seus agentes indicados aos tribunais superiores comecem a agir para evitar a qualquer custo que o candidato Bolsonaro vença.  

Além disso, com a subida do candidato Bolsonaro, a ofensiva do Partido dos Trabalhadores começa a usar o aparelhamento dos tribunais superiores, que o partido promoveu em seus governos (2002 a 2016).

Com isso, o PT visa barrar a qualquer custo a subida de candidato Bolsonaro nas pesquisas eleitorais.

Os ministros do TSE sabem muito bem, que o candidato Bolsonaro sempre apostou na comunicação e na interação com seus eleitores nas redes sociais, que o ajudaram a se eleger nas eleições em 2018.

Cabe ressaltar, que as redes sociais do candidato Bolsonaro são a segunda maior em interação no mundo.

Por isso, os ministros do TSE atendendo a diversos requerimentos do partido político (PT) que os colocou nos tribunais superiores, neste momento começam a proferir decisões para censurar as redes sociais que apoiam o candidato Bolsonaro.

Tais medidas, além de alterar as regras do processo eleitoral na última hora, elas acabam desequilibrando as eleições, com um claro movimento para beneficiar indevidamente o candidato do PT.

Todas as condutas descritas até este momento têm um único objetivo, que o candidato Bolsonaro não seja reeleito.

Assim, a vontade do povo está sendo manipulada. Na escolha e no momento do voto, a vontade do povo deve ser genuína, sem interferência ou coações, principalmente, se tais acontecimentos venham de militantes políticos que ocupam cargos estratégicos no TSE.

Na reta final das eleições de 2022, o PT tenta a todo o custo criar fatos sabidamente falsos, para barrar o crescimento de Bolsonaro nas pesquisas. A mais recente fake news da campanha de Lula, é que Bolsonaro vai diminuir o salário mínimo adotando outro índice de correção que não seria mais índice da inflação.

Ao final deste texto estamos colocando as publicações da grande mídia, que demostram a fábrica de fake news da grande mídia que apoia o PT e o seu candidato à Presidência da República.

Uma coisa é certa, as fake news criadas pela esquerda jamais serão alvo das ações violentas, inconstitucionais, ditatoriais e de censura do tribunal que é o responsável por regulamentar e fiscalizar as eleições, o TSE.

Fontes: https://noticias.uol.com.br/colunas/chico-alves/2022/10/21/fim-da-aposentadoria-diz-representante-de-inativos-sobre-plano-de-guedes.htm

https://g1.globo.com/globonews/conexao-globonews/video/valdo-quando-se-desindexa-o-salario-a-corda-acaba-estourando-para-o-lado-mais-fraco-11047404.ghtml

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/viniciustorres/2022/10/mudanca-do-reajuste-das-aposentadorias-do-inss-e-assunto-que-vai-esquentar.shtml

FINALMENTE, A OMISSÃO DO PROCURADOR GERAL DE REPÚBLICA PARECE TER DADO UMA TRÉGUA.

Alguns atos, decisões e Acórdãos dos ministros dos tribunais superiores que foram produzidos de forma militante e fora das leis poderiam ter sido reduzidos. Se o PGR tivesse atuado combativamente, a partir da primeira decisão irregular dos ministros dos tribunais superiores, o Brasil não estaria sob a presente “ditadura da toga”.

No entanto, o PGR parece que não querer exercer as suas obrigações constitucionais. Cabe ao PGR e aos demais integrantes do Ministério Público, a defesa da Constituição Federal, das leis, e, principalmente, a defesa da sociedade e seus direitos.

A manifestação do PGR sobre a resolução do TSE, que dá “super poderes” aos ministros da suprema corte eleitoral no pleito de 2022, não passa de um ato político sem muita eficácia, pois, é tardio e sem força, neste momento em que o Brasil vê atônito os atos e as decisões ditatoriais da corte que milita em favor de Lula.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/pgr-pede-que-stf-suspenda-resolucao-que-aumenta-poderes-do-presidente-do-tse/?utm_source=social&utm_medium=twitter-feed&utm_campaign=politica-cnn-brasil&utm_content=link

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