PARECE QUE A CONSTITUIÇÃO E AS LEIS REAGEM ÀS AGRESSÕES DOS MINISTROS DO STF

É de conhecimento público, que o STF não pode de iniciar investigações por meio de abertura de inquéritos.

Qualquer operador do direito sabe, que investigações somente podem ser iniciadas pela polícia judiciária ou pelo Ministério Público.

No entanto, o então presidente do STF Dias Tofolli quebrou esta rega, a partir do momento, que decidiu abrir o primeiro inquérito no STF visando a perseguição política da direita brasileira, sob o argumento canalha de que precisava coibir a produção de fake news.

A decisão do Ministro Dias Tofolli teve como base, o regimento interno do STF que passamos a citar a seguir:

Art. 43. Ocorrendo infração à lei penal na sede ou dependência do Tribunal, o Presidente instaurará inquérito, se envolver autoridade ou pessoa sujeita à sua jurisdição, ou delegará esta atribuição a outro Ministro.

§ 1º Nos demais casos, o Presidente poderá proceder na forma deste artigo ou requisitar a instauração de inquérito à autoridade competente.

 § 2º O Ministro incumbido do inquérito designará escrivão dentre os servidores do Tribunal.

Como se pode constatar no texto acima, é claro que não é permitido ao STF abrir inquérito, com objetivo de apurar qualquer infração penal fora da sede do tribunal ou fora de suas dependências.

Cabe lembrar, que até o momento fake news não é considerada crime no Brasil.

Portanto, como o STF poderia ter aberto um inquérito para apurar conduta que não é considerada crime, e mesmo que fosse crime, a prática não ocorreu dentro da sede do tribunal ou em suas dependências?

A resposta é muito simples, e mostra o tamanho das ilegalidades insanáveis praticadas pelos ministros do STF.

Mas, além de abrir inquéritos ilegais para apurar conduta que não constitui crime, o STF ainda praticou mais uma ilegalidade para sustentar a ilegalidade inicial de ter aberto um inquérito, sem ter competência legal para tanto.

Grande parte dos investigados no primeiro inquérito (inquérito das fake news), e, nos demais que foram abertos posteriormente, estes investigados não poderiam ser partes nos inquéritos do STF, pois não possuíam o foro privilegiado.

Os cidadãos comuns não podem ser investigados e processados pelo STF, exceto se tenham cometido crime com pessoas que possuem foro privilegiado, a chamada conexão.

No entanto, o STF, ao invés de corrigir as suas próprias ilegalidades, em dado momento, o seu pleno agiu politicamente para dizer que o STF possuía tal competência. A decisão do pleno do STF destruiu a credibilidade do Poder Judiciário, pois, todos os brasileiros esperam que a maioria da corte decidisse conforme a lei e não fora dela.

Após esta decisão do pleno do STF, o Ministro Alexandre de Moraes assumiu a presidência de todos os inquéritos ilegais, sem haver o devido sorteio entre os integrantes do STF, garantindo a imparcialidade do julgador.

Todas medidas narradas até o momento mostram, uma série de irregularidades praticadas pelos ministros do STF com objetivos políticos, ou seja, o ato judicial de reprimir todos os opositores da esquerda brasileira.

Tal procedimento foi muito bem pensado, pois, se os opositores políticos da esquerda fossem investigados pela primeira instância, sequer seriam denunciados, pois não havia crime em suas condutas, tendo em vista, que fake news e a manifestação de opiniões políticas e críticas aos poderes e as instituições, não é crime.

Além dos opositores da esquerda, outra figura também era o sonho de consumo do Ministro Alexandre de Moares e seus inquéritos, essa figura é o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Durante seu mandado, Jair Bolsonaro chegou a ser incluído nos tais inquéritos de perseguição política, mas, como ele possuía mandato, Alexandre de Moraes não arriscou lhe aplicar medidas judiciais no seio dos inquéritos, por não poder vislumbrar as consequências de tais atos.

Os inquéritos visando a perseguição política foram abertos um a um, e, até o momento, eles não chegaram ao seu final, mesmo já possuindo mais de três anos de existência.

Tal prática é algo completamente fora do contexto legal, tendo em vista, que inquéritos regulares e legais não duram mais que cem dias.

O objetivo, com o não encerramento dos inquéritos ilegais, era continuar oprimindo os opositores da esquerda, e, futuramente, a inclusão em seu bojo do maior opositor da esquerda, Jair Bolsonaro.

No entanto, a decisão de hoje (10/02/2023) da Ministra Carmem Lúcia determinou, que as investigações contra Jair Bolsonaro no âmbito dos inquéritos ilegais sejam transferidas para a primeira instância da Justiça Federal, senão vejamos:

“Consolidado é, pois, o entendimento deste Supremo Tribunal de ser inaceitável em qualquer situação, à luz da Constituição da República, a incidência da regra de foro especial por prerrogativa da função para quem já não seja titular da função pública que o determinava”

“a expiração do mandato no cargo de Presidente da República e a não ocupação de outro cargo público pelo requerido, que pudesse atrair a competência deste Supremo Tribunal Federal, faz cessar a competência penal originária desta Casa para o processamento deste e de qualquer feito relativo a eventuais práticas criminosas a ele imputadas e cometidas no exercício do cargo e em razão dele desde 1º.1.2023”

Com a decisão da Ministra Carmem Lúcia, a coação política, ilegal e inconstitucional do Ministro Alexandre de Moraes parece estar chegando ao fim, mas, ainda existem muitas pessoas que estão sendo perseguidas pelos inquéritos que jamais deveriam existir.

Ao que indica, a Constituição e a lei parecem estar retomando o espaço no STF, que nos últimos anos agiu politicamente, desrespeitando o bom direito e perseguindo opositores políticos. 

Fonte: https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/02/10/carmen-lucia-envia-para-1a-instancia-pedidos-de-investigacao-contra-bolsonaro.ghtml

A CORAGEM PARA ENFRENTAR A DITADURA DO STF

Segundo a matéria citada ao final, o Telegram parece ser a primeira das bigs techs, a não cumprir as decisões incomstitucionais do ministro Alexandre de Moraes.

Porém, a coragem do Telegram em combater os atos ditatoriais dos tribunais superiores se apresentou tardiamente, pois, se este ato nobre tivesse ocorrido antes e durante o pleito eleitoral, o Brasil não estaria sob um governo de esquerada.

Não precisa mencionar, que as decisões incomstitucionais de Alexandre de Moraes, contra os grupos de direita na plataforma do Telegram afetou a candidatura de Jair Bolsonaro, que se utilizava do Telegram para propaganda eleitoral de sua candidatura, já que não tinha o mesmo espaço na grande mídia dado ao outro candidato.

Portanto, as inconstitucionalidades sobre o Telegram já estão sendo praticadas há muito tempo pelo ministro Alexandre de Moraes, mas, a coragem tardia da plataforma em combater o desrespeito aos direitos humanos beira a covardia, pois, a sua omissão prejudicou o pleito eleitoral.

Fonte: https://revistaoeste.com/brasil/telegram-critica-moraes-e-nao-cumpre-bloqueio-contra-nikolas-ferreira/

INSUBORDINAÇÃO OU CUMPRIMENTO DA CONSTITUIÇÃO E DAS LEIS VIGENTES?

As palavras do Coronel José Placídio Matias dos Santos refletem a indignação a revolta dos brasileiros, que tomaram conhecimento das irregularidades, inconstitucionalidades e as ilegalidades praticadas pelos membros dos tribunais superiores.

Como não há resposta das instituições que possuem o dever de corrigir os ilícitos, principalmente, do MPF e da PGR, as palavras do Coronel buscam um pedido de socorro para que o Brasil volte a ser uma república.

Nos dias atuais, o Brasil se assemelha a anarquia chefiada pelos tribunais superiores.

Como o Brasil se encontra dominado pelos parciais e os ilegais, o Coronel será cassado como todos aqueles que se opõem ao que está acontecendo no Brasil nos últimos quatro anos.

Parece, que as palavras do Coronel não sensibilizam sequer aos seus companheiros de caserna, que já preparam a sua perseguição e linchamento institucional.

Sinais dos tempos, os defensores da pátria e os garantidores dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, neste momento optaram por defender a política.

Fonte: https://www.cartacapital.com.br/politica/exercito-investiga-coronel-que-defendeu-golpe-de-estado-e-ameacou-flavio-dino/

OS INQUÉRITOS DE OPRESSÃO AOS OPOSITORES POLÍTICOS E UM INSTRUMENTO DE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA A SERVIÇO DA ESQUERDA

A cada dia fica mais claro porque os “inquéritos do fim do mundo” não foram encerrados até a presente data.

Desde o começo, os inquéritos foram criados para desmobilizar a direita que vinha crescendo absurdamente no Brasil após a eleição de Bolsonaro.

Com a instauração dos inquéritos no STF, a esquerda conseguiu mais uma vez a manobra jurídica perfeita para oprimir os seus opositores políticos.

A prova disso, é que a esquerda sempre fez pedidos nos tais inquéritos visando a perseguição e a opressão de seus opositores políticos. E o relator, o ministro Alexandre de Moraes, sempre atendeu os pleitos da esquerda. Enquanto isso, os investigados (a direita) sequer conseguem  ter acesso aos inquéritos ilegais e inconstitucionais, quanto mais fazer pedidos e serem atendidos.

Como podemos observar neste momento (veja a publicação ao final), a esquerda faz mais um pedido nos mesmos inquéritos para restringir o porte de armas em Brasília-DF, e, como sempre é atendida prontamente por Alexandre de Moraes.

Agora fica muito claro porque os inquéritos não foram arquivados por Alexandre de Moraes, embora já durem mais de três anos. Estes inquéritos foram pensados pela esquerda e por seus ministros militantes, para oprimir o movimento de direita, o que de fato está acontecendo dia após dia.

Portanto, os inquéritos ilegais e inconstitucionais se tornaram instrumentos perfeitos para a opressão dos contrários ao sistema de poder que a esquerda montou no Brasil, principalmente, nos tribunais superiores.

Fonte: https://www.otempo.com.br/politica/governo/moraes-atende-equipe-de-lula-e-proibe-porte-de-arma-em-brasilia-ate-2-de-janeiro-1.2788646

Com tecnologia WordPress.com.

Acima ↑