A PROVA DA MILITÂNCIA POLÍTICA DE ESQUERDA DOS MINISTROS DO STF

Todos os brasileiros sabem, que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) indicados pelos governos petistas, não estão na suprema corte para promover a justiça nos processos sob sua apreciação.

A indicação destes ministros pelos presidentes petistas foi feita, sob a promessa de defesa das causas identitárias da esquerda e da implantação do comunismo no Brasil.

Caso os brasileiros não se lembrem, até as nomeações de ministros petistas, os ministros do STF sequer eram conhecidos pelos brasileiros, pois, eles jamais apareciam publicamente.

É assim, que os ministros das cortes superiores se comportam nos demais países sérios do mundo.

Mas, aqui no Brasil, de uma hora para a outra, os ministros do STF passaram a dar entrevistas e a emitir opiniões em qualquer assunto, principalmente, em pautas políticas.

Até este momento, os brasileiros não entendiam os motivos que levou a essa mudança.

Com o passar dos anos, e, com as decisões e Acórdãos dos ministros do STF, os brasileiros começaram a reparar que alguma coisa havia mudado na tradição do STF.

A coisa é muito simples, é só ler a Constituição Federal do Brasil, senão vejamos:

Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:

VII – o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

Ora, se o Presidente da República deve cumprir todas as decisões judiciais, o STF por meio de seus ministros sempre imporá ao Presidente da República o cumprimento obrigatório de suas decisões.

Agora imaginemos uma coisa, se o PT indicou a maioria dos ministros do STF, qualquer ação ajuizada pelo PT ou por seus políticos terá a procedência dos seus pedidos.

Você poderá me dizer, que os ministros indicados pelo PT jamais fariam isso, porque respeitam seus cargos e possuem comprometimento com a justiça.

Acreditar nisso, é assumir uma inocência de uma criança menor de 12 anos.

Deste que os ministros indicados pelo PT formaram a maioria no STF, os brasileiros assistem ao jogo corrupto e antirrepublicano, onde os políticos petistas ao perderem a disputa política, se socorrem aos seus ministros indicados para ganhar a disputa perdida via decisão judicial.

É assim, que várias pautas da esquerda que não são aprovadas pelo legislativo passam a se tornarem obrigatórias aos brasileiros, por decisões militantes dos ministros petistas do STF.

Quer alguns exemplos do passado e do presente?

No passado os brasileiros viram, que o STF tornou constitucional o cumprimento provisório da pena, após o não provimento em segunda instância do recurso de apelação do réu.

Vários brasileiros foram levados a cadeia por conta desta decisão do STF. Mas, este entendimento mudou a partir do momento em que o atual Presidente da República (Lula) se encontrava preso por corrupção pela ação da Operação Lava a Jato.

Não restam dúvidas de que esta decisão foi muito mais política do que jurídica.

Esta decisão do STF permitiu a liberdade de Lula, que mais a frente teria outro presente judicial militante do STF, no momento em que, outro ministro militante Luiz Edson Fachin anulou todos os processos de Lula, o que possibilitou a sua candidatura em 2022.

Além disso, no atual momento, o Governo Lula tenta a todo o custo censurar as redes sociais, uma medida para controlar o que é publicado no Brasil.

Como o projeto de lei, que tinha o objetivo de censurar as redes sociais, não foi aprovado pelo Congresso Nacional, os ministros do STF colocaram em pauta um processo antigo quem tem o mesmo objetivo, por questionar a constitucionalidade do Marco Civil da Internet.

Deste modo, os ministros do STF imporiam aos brasileiros a censura das redes sociais por meio de decisão judicial, sem o amparo de uma lei formal aprovada pelo Congresso Nacional.

Além dos dois exemplos poderíamos citar vários outros, mas, a citação é desnecessária diante do conhecimento público das demais ações militantes dos ministros do STF.

No atual momento, as declarações do Ministros Luiz Roberto Barroso proferidas em um evento da União Nacional dos Estudantes (UNE) é a prova que faltava para caracterizar a militância de esquerda dos ministros do STF.

No evento, ele disse que militou no movimento estudantil contra o regime militar (1964 a 1985). Com essa declaração, o ministro provou pela lógica de suas palavras, que ele sempre foi de esquerda; o que não deve ter mudado atualmente.

Além de se declarar de esquerda, o ministro fez um discurso político, primeiro, ao dizer que foi ele que conseguiu recursos para viabilizar a implantação do piso salarial dos enfermeiros.

Mas, a pérola das declarações do ministro no evento da UNE não demorou a aparecer, em uma afronta entre muitas outras feitas à oposição da esquerda, o ministro disse que a sua atuação judicial derrotou o regime militar e o bolsonarismo.

Estas palavras comprovaram a atuação militante e lobista do ministro junto ao Congresso Nacional, contra o projeto do voto impresso, bem como, em uma declaração feita nos Estados Unidos da América, o famoso “perdeu mané”.

As declarações do ministro Barroso desnudaram o que os ministros do STF tentam esconder, embora todos os brasileiros já encontraram, ou seja, o ativismo judicial de esquerda dos ministros do STF.

Ao fazer as declarações mencionadas, o ministro Barroso transgrediu as seguintes leis, senão vejamos:

Lei Complementar, n.º 35/1979

Art. 26 – O magistrado vitalício somente perderá o cargo (vetado):

c) exercício de atividade político-partidária.

Lei 1.079/1950.

Art. 39. São crimes de responsabilidade dos Ministros do Supremo Tribunal Federal:

3 – exercer atividade político-partidária;

Conforme os artigos citados, as declarações do ministro Barroso são ilegais e criminosas, agora você vai me perguntar: se é ilegal e configura crime, por que o ministro não é processado e sofre as sanções legais?

A resposta é muito simples, as pessoas que ocupam cargos que possuem a responsabilidade e a competência por aplicar a lei e responsabilizar os infratores estão se omitindo, e, também, eles fazem parte do mesmo grupo de interesse do ministro Barroso.

Isso quer dizer, que o estado brasileiro, as instituições e o estado democrático de direito faliram, pelo aparelhamento feito pelo Partido dos Trabalhadores e seus políticos.

Em um país no qual a lei não é respeitada e aplicada, não existe democracia, mas, um estado totalitário que por enquanto está disfarçado, mas, que em breve mostrará a sua verdadeira face.

Fonte: https://www.poder360.com.br/congresso/pt-teve-mais-aliados-do-que-imaginamos-diz-marinho-sobre-barroso/

BRASIL, UM PAÍS DOMINADO PELA ESQUERDA

Todos os brasileiros sabem, que durante anos todos os seguimentos da sociedade afirmavam, que o Brasil possuía liberdade de expressão e de imprensa.

No entanto, desde que a esquerda perdeu as eleições presidenciais em 2018, as liberdades constitucionais foram relativizadas por iniciativa dos políticos de esquerda, em conjunto com atos de ofício dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Tal procedimento está estampado nos inquéritos abertos de forma inconstitucional pelo STF, que investigam apenas a direita brasileira sobre a ocorrência de fake news, atos antidemocráticos e supostos ataques ao sistema eleitoral.

Nos tais inquéritos, não há nenhum militante ou político de esquerda que tenha sido investigado ou preso, como acontece com aqueles que militam na direita brasileira.

Este fato além de estranho, ele também comprova a atuação do estado brasileira contra a existência da ideologia política de direita.

Nesse passo, a atuação de ofício dos ministros do STF, muitas vezes provocadas de forma combinadas com os políticos de esquerda, não deixam dúvidas aos brasileiros, de que o problema não são as fakes news, os atos antidemocráticos e os ataques ao sistema eleitoral.

A verdade, é que os objetivos tanto do STF quanto dos políticos de esquerda, é a extinção das ideias, da ideologia de direita e da aceitação dos brasileiros sobre o novo posicionamento político.

Assim, os atos do STF não são direcionados para defender a democracia, o estado democrático de direito e as instituições, mas, o cerceamento da liberdade de expressão, de manifestação, do debate de ideias, de liberdade de imprensa e da livre comunicação social.

Neste momento, por exemplo, os apoiadores e os simpatizantes da esquerda brasileira que infelizmente ocupam cargos e funções estratégicas no estado brasileiro, se encontram imbuídos em cassar a concessão da Rádio e TV Jovem Pan.

Isso está acontecendo, porque o Grupo Jovem Pan trouxe aos seus ouvintes e telespectadores, uma opinião diversa dos veículos de comunicação que sempre fizeram as suas publicações conforme os interesses da esquerda brasileira.

Se o Grupo Jovem Pan não possuísse uma grande audiência no Brasil capaz de influenciar e de formar a opinião pública, certamente, agora não estaria sofrendo a perseguição estatal praticada pela esquerda brasileira, que se utiliza de seus agentes espalhados pelos poderes e pelas instituições da república.

Ao que parece, o Grupo Jovem Pan pagará um preço alto por não estar alinhado aos interesses da esquerda brasileira, o que resultará na cassação de suas outorgas de radiodifusão.

A publicação citada ao final traz, uma série de acusações feitas pelo Ministério Público Federal (MPF) ao Grupo Jovem Pan, sendo um enorme absurdo que demonstra o estado ditatorial que o Brasil está vivendo desde 2020.

Entre as acusações o MPF afirma, que o Grupo Jovem Pan teria praticado desinformação, a incitação de violência na sociedade brasileira, atos antidemocráticos e a promoção de desordem social.

Todos os brasileiros sabem, que a imprensa brasileira sempre foi responsável por publicar milhares de matérias jornalísticas ao longo dos anos, que foram responsáveis por provocar crises políticas, institucionais e sociais.

Mas, nenhum órgão de imprensa que tenha praticado estes atos foi ameaçado de ter as suas outorgas cassadas.

Ao contrário das acusações políticas do MPF, o Grupo Jovem Pan apenas abriu espaço em sua programação para os brasileiros que pensam diferente dos dogmas implantados pela esquerda brasileira durante décadas.

Além disso, o Grupo Jovem Pan colocou em discussão os temas que os brasileiros sempre tiveram vontade de abordar, mas, que jamais tiveram espaço nos demais órgãos de imprensa.

O posicionamento do MPF, que visa cassar as outorgas do Grupo Jovem Pan, é uma retaliação política a serviço da esquerda brasileira que hoje voltou ao poder no Brasil.

Portanto, as acusações do MPF além de infundadas e políticas, não passam de atos de um estado aparelhado, que usa procuradores da república (o que é um absurdo institucional!) como agentes políticos de um estado policialesco idealizado pelo PT durantes os seus governos anteriores.

Em um futuro bem próximo o Brasil voltará aos anos 80, onde os brasileiros apenas assistiam às notícias e as informações filtradas pela imprensa comprada e negociada, pelos governos que pagam altos valores de verbas publicitárias, que sustentam a imprensa brasileira.

Deste modo, não haverá mais a pluralidade de ideias, o debate sobre diversos assuntos, o que foi adquirido pelos brasileiros com o advento das redes sociais.

Portanto, a única voz de oposição que possui grande alcance nacional está sendo calada pelo aparelhamento estatal de esquerda. Assim, é questão de tempo para que todos os que pensem diferente também o sejam.

Fonte: https://oantagonista.uol.com.br/brasil/mpf-pede-o-cancelamento-de-outorgas-da-jovem-pan/

OS INDICADOS DO PT AO STF DESTROEM O DIREITO BRASILEIRO.

Algum leitor se lembra, dos nomes dos ministros do STF que integravam a corte nos anos 80, 90 e 2000?

Dificilmente, os brasileiros vão se lembrar dos nomes dos ministros nas décadas citadas, pois, nos períodos mencionados os ministros do STF se preocupavam em proferir boas decisões judiciais, e, não aparecer e atuar politicamente.

A partir do momento em que o PT assumiu a Presidência da República, as indicações não foram baseadas nos grandes currículos do direito brasileiro.

As indicações petistas ao STF, não se encontravam elencadas entre os grandes nomes do direito, mas, com grande ligação com a ideologia petista.

Quem ouviu falar que, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski, Luiz Fux, Carmem Lúcia, Edson Fachin, Dias Toffoli, em algum momento foram reconhecidos como grandes personalidades na área do direito brasileiro?

É claro que os nomes mencionados, que atualmente integram a atual composição da suprema corte, nunca tiveram as suas atuações jurídicas reconhecidas na área do direito.

Os indicados que hoje são ministros do STF, se tornaram candidatos ao cargo para ajudar o plano de poder petista, ou seja, as indicações foram políticas e não jurídicas.

Não é novidade aos brasileiros, que os ministros indicados pelo PT aparecerem sistematicamente na grande mídia, o que jamais ocorreu com os ministros do STF antes dos governos petistas.

A postura midiática dos ministros não é por acaso. Todos eles foram indicados para liderar e defender as pautas petistas. Para isso, é evidente que a aparição midiática visa manipular a opinião pública, para dar um ar de constitucionalidade e de legalidade das pautas do PT.

Na sequência dos atos políticos dos ministros do STF, estes passaram a atuar institucionalmente para que as pautas petistas fossem aprovadas. Primeiro, em um lobby diante do Congresso Nacional. Posteriormente, por meio de decisões judiciais, caso as pautas não fossem aprovadas pelos congressistas.

Veja, que a atuação política dos ministros do STF está ligada à vontade dos políticos de esquerda demostrando, a manipulação política dos poderes que deveriam ser harmônicos e independentes entre si.

Deste modo, o PT jamais indicará pessoas qualificadas e reconhecidas na área do direito, o que deveria ser a regra, pois, o que interessa ao PT é a indicação de pessoas que possam ser controladas para atender os ideais políticos da esquerda.

Agora, no atual governo petista, o procedimento se repete na indicação quase que certa do Advogado Cristiano Zanin, o advogado de Lula nos processos na Operação Lava a Jato. A indicação de Zanin ao STF já está decidida desde que Lula ganhou as eleições.

Mas, tanto Lula como os demais políticos petistas, agora fazem uma espécie suspense sobre a nova indicação petista ao STF.

Não se engane, o nome de Cristiano Zanin é o indicado para o cargo de ministro do STF. A escolha deve seguir a velha regra petista para indicação de ministros do STF, principalmente, na indicação de amigos e companheiros que possam contribuir com o plano de tornar o Brasil um país comunista.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/ttc-brasil/malandro-lula-submete-aos-ministros-do-stf-opcoes-para-vaga

MINISTROS DO STF DEVEM JULGAR PROCESSOS OU ATUAR POLITICAMENTE NOS DEMAIS PODERES?

A atual composição do STF está a cada dia mais político, e pouco jurídico.

Antigamente, os brasileiros sequer sabiam os nomes dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A partir das nomeações de ministros do STF feitas pelos governos do PT, os nomeados passaram a emitir opiniões políticas e a interferir politicamente nos demais poderes da república.

Essa prática é inaceitável, pois, qualquer julgador de processos judiciais não pode emitir opiniões sobre determinados assuntos, sob o risco de comprometer a sua imparcialidade para o julgamento.

Os ministros do STF parecem estar acima desta regra, o que é o cúmulo da ilegalidade e da imoralidade que deveriam nortear a administração pública.

Conforme a publicação citada ao final, o Ministro Gilmar Mendes agora quer pautar os assuntos a serem apreciados exclusivamente pela Câmara dos Deputados.

Segundo o ministro do STF, a Câmara dos Deputados, por meio de seu Conselho de Ética deve discutir a responsabilização do Deputado Nicolas Ferreira, por fazer um discurso transfóbico enquanto discursava na tribuna.

A postura do ministro Gilmar Mendes é política, haja a vista, que juízes não poder emitir posicionamentos políticos e partidários, segundo o que dispõe a Lei Orgânica da Magistratura.

Além disso, a conduta do ministro contraria a Constituição Federal, que não prevê este tipo de atuação por parte dos ministros do STF.

Com isso, os ministros do STF mostram ao país, que lhes foi dado poderes que não estão descritos na lei; e que os ministros do STF estão acima dos demais poderes, o que é inaceitável diante da vedação existente na Constituição Federal.

Somente o povo na rua poderá mudar este quadro, a partir do momento que cobrar o fim da tirania dos ministros do STF.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/gilmar-defende-que-conselho-de-etica-da-camara-discuta-caso-nikolas-ferreira/

O STF SEGUE QUEBRANDO OS “GALHOS” DE LULA PARA QUE ELE NÃO SEJA CONDENADO. LEIA A MATÉRIA.

O ministro Ricardo Lewandowski, por meio de uma decisão, não hesitou em extinguir três investigações contra Lula por falta de justa causa.

A primeira se referia as doações realizadas ilegalmente ao Instituto Lula. A segunda investigação apurava irregularidades na compra da sede do Instituto Lula. A terceira investigação, se referia a irregularidades na compra de caças suecos durante o governo Lula.

Em síntese, o ministro usou a argumentação de que as provas são ilícitas, e, por isso, elas seriam nulas e incapazes de respaldar a continuidade da ação penal.

Ao que parece, os favores jurídicos do STF à Lula, não se limitaram a sua soltura e a anulação das condenações proferidas por Sergio Moro, e confirmadas pelo TRF2 e pelo STJ, o que possibilitou que Lula fosse candidato nas eleições de 2022.

Parece, que a intenção dos ministros militantes do STF é tornar o atual mandatário um dos arautos da moralidade brasileira, mesmo, sem justa causa para isso.

Não duvidem, que todos os que acusaram e condenaram Lula estarão presos ou serão perseguidos. Enquanto isso, não só o Lula, mas, todos os seus amigos e aliados irão dizer que são inocentes, porque foram agraciados indevidamente pelos seus comparsas do STF.

Não se engane, sim, nós estamos vendo o começo de uma ditadura e o fim do Brasil.

Fonte:  https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/02/18/lewandowski-encerra-tres-investigacoes-contra-lula-na-justica.ghtml

A ESQUERDA QUER EXTERMINAR A OPOSIÇÃO NO CONGRESSO. O VOTO DO POVO NÃO VALE NADA.

Há muito tempo, os brasileiros assistem os atos de perseguição judicial e político aos eleitores e aos parlamentares de direita.

Tudo isso, em discordância com a Constituição Federal e as leis vigentes.

O objetivo da esquerda juntamente com os tribunais superiores, é intimidar ou acabar com os congressistas de direita eleitos pelo voto.

Para isso, os grupos de esquerda, como o mencionado na publicação citada ao final, não quer permitir que estes congressistas de direita tomem posse.

Para tanto, os grupos esquerdistas criaram narrativas e mentiras, de que os congressistas de direita teriam atuado contra a democracia em seus pronunciamentos e opiniões.

O objetivo da atuação dos grupos de esquerda, é evitar que o governo petista tenha uma oposição forte no Congresso Nacional, com condições de fiscalizar os atos do governo petista.

Com uma bancada grande e forte na oposição, o PT estará enfrentando algo jamais experimentado, ou seja, uma oposição de fato capaz de inviabilizar os planos petistas.

Assim, para a esquerda é muito mais eficiente fazer uma manobra jurídica para tirar estes congressistas do jogo político.

Caso isso seja executado, o que é muito provável diante do ativismo judicial militante, a esquerda mostrará que o voto dos eleitores é um mero detalhe diante da importância do seu plano de poder.

Fonte: https://gazetabrasil.com.br/destaques/2023/01/27/moraes-envia-a-pgr-pedido-de-suspensao-da-posse-de-11-deputados-da-direita/

A OPRESSÃO DOS OPOSITORES POLÍTICOS NO BRASIL FAZ PARTE DO PLANO DA IMPLATAÇÃO DA DITADURA NO BRASIL.

As práticas e decisões adotadas pelos tribunais superiores sempre tiveram objetivos muito claros.

Primeiro, os ministros militantes garantiram que o Presidente Bolsonaro não conseguisse governar e implantar as suas pautas, que foram aprovadas pela maioria do povo nas eleições de 2018.

Em seguida, os mesmos ministros cuidaram para Lula fosse solto, em mais uma manobra jurídica que contrariou a Constituição Federal e o bom direito.

Posteriormente, os tribunais superiores garantiram que Lula pudesse ser candidato nas eleições de 2022, ao anularem os processos e condenações contra ele, o tornando “ficha limpa”.

Não bastasse tudo isso, os ministros militantes atuaram politicamente para impedir a aprovação do voto impresso e auditável, mesmo sendo vedado pelas leis vigentes, que ministros atuem politicamente.

Durante as eleições de 2022, o Ministro Alexandre de Moraes Presidente do TSE agiu de forma parcial e militante ao ajudar a candidatura de Lula com suas decisões. Para isso, o ministro perseguiu os apoiadores do então candidato Bolsonaro e seus meios de divulgação, as redes sociais.

O objetivo do ministro presidente do TSE foi sufocar as informações e as propagandas eleitorais vindas das redes sociais, o maior meio de divulgação do candidato Bolsonaro.

Enquanto isso, a campanha de Lula propagava noticiais falsas sobre Bolsonaro; e, até mesmo, em seus programas de rádio veiculava a sua propaganda eleitoral no Nordeste, por mais tempo o que desiquilibrou a eleição naquela região do país.

Com tudo isso, o resultado das eleições de 2022 não poderia ser outro, o preferido dos tribunais superiores “venceu” as eleições.

A divulgação do resultado das eleições de 2022 gerou revolta e indignação na maioria do povo brasileiro, que saíram às ruas em protesto permanecendo até a presente data.

Para quem achava que a atuação dos tribunais militantes cessaria com a eleição de seu preferido e protegido, os ministros do STF e do TSE iniciaram mais uma ofensiva contra as manifestações pacíficas e constitucionais.

Em seguida, novas decisões foram proferidas, primeiro, contra os manifestantes e seus financiadores, em seguida, contra as tentativas do partido de Bolsonaro de contestar legalmente os resultados das eleições.

Todo o tipo de artimanha jurídica sem amparo ilegal foram aplicadas contra os manifestantes, desde a censura de suas redes sociais, multas impagáveis e até mesmo prisões arbitrárias.

É a atuação dos ministros militantes, na manutenção do pensamento único e da ideologia política única, ou seja, a ideologia da esquerda.

O objetivo da esquerda e de seus tribunais superiores sempre foi exterminar com a ideologia política de direita, pois, os políticos de esquerda estabeleceram a partir de 1985, que o Brasil teria apenas um pensamento e uma ideologia política, a ideologia de esquerda.

Neste momento, os apoiadores de Bolsonaro aguardam o posicionamento de seu líder, sobre o que eles devem fazer ou se ele mesmo fará algo.

Cabe salientar, que Bolsonaro afirmou durante a campanha eleitoral de 2018 que governaria o Brasil com o artigo 142 da Constituição Federal “em baixo do braço”. Além disso, durante todo o seu governo fez questão de alimentar os seus eleitores, sobre uma possível ação dele e das Forças Armadas contra as ilegalidades dos tribunais superiores. Por fim, os brasileiros alimentados com essa esperança sustentaram o governo de Bolsonaro indo para as ruas sempre que o presidente pedia o apoio popular.

Não há dúvidas de que este apoio do povo, não permitiu que Bolsonaro fosse afastado do cargo em um processo de impeachment.

Mesmo com todo esse apoio até este momento, o Presidente Bolsonaro nada fala aos seus apoiadores sobre os próximos passos.

Enquanto isso, os seus apoiadores estão nas ruas há 57 dias, em uma união de brasileiros de bem que o país há muito tempo não tem presenciado.

Mas, o aparelhamento petista nos tribunais superiores avança sem dó nem piedade contrariando a Constituição Federal e as leis vigentes. Agora, os ministros militantes querem criminalizar o direito de manifestação garantida na Constituição Federal, apenas, porque não concordam com seus pleitos.

As pessoas que pensam diferente dos ideais petistas e propagam as suas ideias nas redes sociais, neste momento continuam sendo perseguidas pelos tribunais superiores de esquerda.

Por isso, os contrários continuam sendo censurados e presos, sob o argumento de que não se pode discordar do resultado das eleições de 2022 e do processo eleitoral.

As mesmas perseguições dos tribunais superiores estão sendo violentamente e inconstitucionalmente empregadas, contra aqueles que estão nas ruas pedindo a única solução que eles acreditam, ou seja, o emprego das Forças Armadas como disciplina o artigo 142 da CF e a Lei Complementar 97/99.

Como pode perseguirem pessoas por pedirem a execução de um dispositivo constitucional e legal? Não foram estas pessoas que fizeram os dispositivos constitucionais e legais, elas apenas estão pedindo o seu cumprimento!

Neste momento, somente o povo está no campo de batalha para defender o país, sob os ataques inconstitucionais e tiranos dos tribunais superiores, na esperança de que o seu líder venha a recobrar a coragem dos tempos de Deputado Federal; e que as Forças Armadas provem que também não foram cooptadas pela esquerda durante seus governos.

OS TRIBUNAIS SUPERIORES E SUAS INCOERÊNCIAS POLÍTICAS

Que fique claro aos brasileiros, os tribunais superiores deveriam se tornarem partidos políticos de esquerda.

A publicação citada ao final mostra, que o ativismo judicial partidário será uma marca no futuro governo petista.

Quem não se lembra, que Bolsonaro tentou indicar Ramagem para ser Delegado Geral da Policia Federal.

O tribunal militante (STF) impediu que a indicação fosse consumada, sob o argumento de que havia vínculo de amizade entre Bolsonaro e o indicado.

Fica a pergunta: alguém indicaria um inimigo para um cargo de confiança?

Mas, como vocês podem ver agora, o PT está indicando todos os seu amigos e aliados para o seu novo governo, principalmente, Aloísio Mercadante que sempre foi um velho amigo e aliado de Lula.

No entanto, os tribunais militantes que impediram Bolsonaro de nomear seu amigo para um cargo de confiança, não fizeram o mesmo em relação à  indicação de Aloísio Mercadante para a presidência do BNDES.

Em outra palavras, os tribunais militantes brasileiros inventaram um novo símbolo para a justica, que nada tem a ver com a balança e a venda nos olhos.

Leia a matéria:

STF, O CÚMULO DA MILITÂNCIA POLÍTICA

Segundo a matéria veiculada pela revista Veja, em 25 de novembro de 2022 (link no final), o Supremo Tribunal Federal (STF) teria deixado de lado as divergências de pensamento entre os seus ministros, em prol da defesa única das instituições brasileiras.

Isso só pode ser brincadeira de mau gosto!

A suprema corte teve a sua atual composição forjada pelo PT ao longo de seus mandatos. O objetivo do partido ao aparelhar a corte suprema, é que esta atuasse como um braço político.

Mas, isso ficou escondido enquanto o PT governava o país, pois, o partido estando no comando do Poder Executivo e comprando o Poder Legislativo (mensalão) tinha o controle absoluto do país.

Com a saída do PT do governo federal, os ministros passaram a atuar para defender judicialmente as pautas da esquerda, além de fazer a defesa incontestável dos políticos da mesma ideologia.

O auge dos confrontos entre os ministros do STF ocorreu durante a operação Lava a jato. Com a mudança do poder político, os ministros chegaram a flertar com o possível novo rumo da política brasileira, que durante a Operação Lava a Jato parecia demostrar que o Brasil voltaria para as mãos do PSDB.

Mas, assim que o poder político petista se rearticulou, os ministros voltaram a agir e decidir de acordo com os ideais petistas.

A mente e as decisões dos ministros do STF jamais tiveram outro objetivo, senão, a ajuda aos planos petistas de poder.

Portanto, as brigas em plenário durante os julgamentos dos processos da Operação Lava a Jato não passavam de mero teatro.

Durante o governo Bolsonaro, a conduta e a atuação dos ministros do STF mostraram ao Brasil que a suprema corte sempre teve um lado.

Sim, durante o governo Bolsonaro é que Lula foi solto e teve os seus processos anulados, o que possibilitou a sua candidatura à Presidência da República.

Portanto, a união dos ministros do STF jamais deixou de existir. Noutro sentido, os togados jamais pensaram nas instituições e nos interesses nacionais.

A atuação dos ministros do STF sempre esteve focada no plano de poder petista e em suas pautas. Com este procedimento, os togados destruíram a credibilidade do Poder Judiciário, mas, principalmente, a harmonia e a independência entre os poderes da República.

Atualmente, o Brasil vê perplexo a atuação dos togados que descumprem a Constituição Federal além de perseguir os opositores políticos do PT, sob o argumento de que estão defendendo a democracia e o estado democrático de direito.

Tal conduta dos ministros, não representa a atuação na defesa das instituições e do povo brasileiro, mas, a utilização da suprema corte como instrumento político de um partido, que pretende implantar uma ditadura comunista no Brasil.

Por isso, a publicação da revista Veja, é mais uma mentira criada e fomentada pela grande mídia para manipular a mente dos brasileiros, no sentido de que os togados agem de forma legal e correta; o que evidentemente não corresponde com a verdade.

Fonte: https://veja.abril.com.br/politica/ministros-do-stf-deixam-divergencias-de-lado-por-defesa-das-instituicoes/

O POVO NAS RUAS À ESPERA DE QUE OS SEUS REPRESENTANTES OS REPRESENTEM

Após a eleição de Luís Início Lula da Silva, os brasileiros saíram às ruas para protestar.

Os protestos trazem tudo aquilo que foi visto pelos brasileiros durante o Governo Bolsonaro.

Mas, o que os brasileiros viram neste período?

Já no dia da vitória de Bolsonaro nas eleições de 2018, os brasileiros viram as organizações Globo “torcerem o nariz”, no momento em que Willian Bonner com desprezo teve anunciar a vitória do candidato Jair Messias Bolsonaro.

Neste momento, já ficou claro que a eleição de Bolsonaro não agradava o grupo de comunicação mais poderoso do Brasil, que há muitos anos tinha o monopólio da manipulação do povo brasileiro.

No momento da posse de Bolsonaro, os brasileiros viram a Ministra Carmem Lúcia entregando uma Constituição Federal ao Presidente recém empossado, como se ele não conhecesse a Carta Magna e já tivesse feito algo para descumpri-la.

Mas, quem viria a descumprir vergonhosamente a Constituição Federal seriam os próprios tribunais superiores.

Em seguida, os brasileiros viram o Ministro Alexandre de Moraes impedir o Presidente Bolsonaro de nomear o Delegado Geral da Polícia Federal, mesmo havendo previsão legal nesse sentido, com uma argumentação jurídica sem cabimento jurídico.

Posteriormente, os brasileiros viram o Ministro Celso de Mello proferir um despacho, em que determinava que um General do Governo Bolsonaro fosse depor em uma investigação, sob pena de ser conduzido “debaixo de vara”, ou seja, conduzido pela Polícia Federal.

Tal medida do togado tinha o objetivo de mostrar a força do Supremo Tribunal Federal (STF), que na mente do ministro é superior aos demais poderes e instituições.

Além disso, o povo brasileiro viu posteriormente, que o Ministro Celso de Mello cogitou publicamente fazer uma busca e apreensão na Presidência da República, para apreender o celular do Presidente Bolsonaro para servir como prova, na investigação iniciada pelas denúncias infundadas e políticas do Ministro da Justiça Sergio Moro.

Posteriormente, os brasileiros viram algumas decisões do STF revogar vários decretos presidenciais, a pedido de partidos e políticos de esquerda, sob o argumento pífio de que se tratavam de decretos inconstitucionais.

Essa prática ficou muito conhecida durante o Governo Bolsonaro. Os partidos e políticos de esquerda ao perderem na política, seja em votações ou por meio da edição de decretos, a primeira medida era levar a questão ao STF, uma vez que a esquerda foi quem indicou a maioria dos ministros dos tribunais superiores.

Um belo jogo de cartas marcadas!

Os fatos narrados até o presente momento são insignificantes, se considerarmos que o STF em uma decisão do seu pleno decidiu, que os condenados em segunda instância deviam iniciar o cumprimento de suas penas.

Posteriormente, assim que Lula foi condenado em segunda instância, os ministros do STF devidamente provocados pelos advogados de Lula mudaram este entendimento já pacificado pela própria corte.

Cabe destacar, que muitos brasileiros tiveram que se recolher á prisão, por conta da decisão do STF que entendeu ser cabível o início do cumprimento da pena após a decisão da segunda instância. Com o novo entendimento do STF tomado para beneficiar Lula, os brasileiros que se encontravam presos pela decisão anterior do STF acabaram cumprindo pena antecipadamente, o que caberia uma indenização do estado.

Além disso, o mesmo STF já havia decidido por sua maioria, que o então Juiz Sergio Moro era competente para julgar Lula nos processos da Operação Lava a Jato.

No entanto, em uma decisão inicialmente monocrática do Ministro Luís Edson Fachin, o entendimento de que o Juiz Sergio Moro era competente para julgar Lula foi derrubado, sob alegação de que a decisão anterior da maioria STF não tinha sido acertada em relação ao caso.

Como podemos comprovar, as decisões dos ministros do STF não possuem segurança jurídica, ou seja, elas podem mudar dependendo de quem está sendo julgado.

Veja quantos fatos nós já narramos até este momento. Mas, não acabou a série de motivos que estão levando os brasileiros às ruas neste momento.

Na sequência dos nossos relatos, em determinado momento no Brasil volta a surgir a discussão sobre o voto impresso e auditável.

Cabe recordar, que o voto impresso e auditável já havia sido objeto de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pelo então Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro, que posteriormente foi aprovada pelo Congresso Nacional sendo promulgada para ter vigência nas próximas eleições.

Adivinhe quem declarou a PEC como sendo inconstitucional, acabando com a possibilidade de utilização nas próximas eleições? Sim, o Supremo Tribunal Federal.

Por que será que os togados nomeados em sua grande maioria pelo PT, não querem a possiblidade de auditoria e recontagem dos votos?

Como estávamos falando, a questão do voto impresso e auditável voltou a ser discutido em 2021 em todo o Brasil. Mais uma vez, o Projeto de Emenda à Constituição (PEC) sobre o voto impresso foi levado ao Congresso Nacional sob a pressão da opinião pública.

Pasmem os senhores, antes mesmo que o Congresso Nacional votasse a PEC, os brasileiros viram o ativismo judicial explícito dos Ministros do STF e do TSE contra o projeto, que visava apenas a possibilidade conferência do voto e a recontagem posterior ao resultado divulgado.

A cena mais comentada em todo o país foi a visita do Ministro Luiz Roberto Barroso no Congresso Nacional fazendo lobby contra o projeto.

Ora, os ministros dos tribunais superiores não deveriam apenas julgar processos em seus gabinetes?

Sim, principalmente, porque a Lei da Magistratura veda a atividade política de juízes que se encontram investidos no cargo de Juiz de direito.

Mas, os brasileiros viram e não se esquecem da frase do Ministro Luiz Roberto Barroso: “eleição não ganha se toma. Está saindo o áudio?”

Aos brasileiros ficou claro que os ministros do STF e do TSE não eram favoráveis a transparência das eleições.

A partir deste momento, nós iremos pular uma série de outros fatos praticados pelas cortes superiores brasileiras, que estão motivando os brasileiros a irem às ruas em busca de uma solução.

Mas, não se esqueça que iremos pular estes acontecimentos conhecidos pelos brasileiros, somente porque seria impossível coloca-los todos neste artigo.

Continuando, o fato mais grave praticado pelas cortes superiores brasileiras ocorreu nas eleições presidenciais de 2022.

A Constituição Federal veda a censura em qualquer de suas formas, haja vista, que o texto constitucional foi elaborado logo após o fim do regime militar, que se viu obrigado a censurar a sociedade, pois, o país naquele momento se encontrava em uma guerra contra grupos terroristas do comunismo internacional.

Por isso, os políticos que integraram a Assembleia Nacional Constituinte tomaram todos os cuidados para assegurar que a censura não voltasse a ocorrer no Brasil.

Mal sabiam os constituintes, que a censura voltaria a ocorrer no Brasil pelas mãos dos críticos do regime militar, que tanto criticavam a censura ocorrida naquele tempo.

Pois é, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em mais uma de suas decisões para favorecer a candidatura de Lula decidiu acabar com o princípio da anualidade, ao mudar as regras da eleição no meio do pleito, o que é vedado pela Constituição Federal, que determina que as regras para as eleições somente podem ser estipuladas um ano antes da eleição.

Não entendeu? Eu vou explicar.

O TSE aprovou uma resolução no meio do pleito eleitoral de 2022, para ter o poder de retirar conteúdos das redes sociais considerados como fake news. Tal medida ocorria, sem que houvesse a provocação do prejudicado pelas tais fake news, e, sem a manifestação do Ministério Público Eleitoral.

Primeiro, a tal resolução mudava as regras das eleições sem respeitar o princípio da anualidade.

Segundo, com a vigência da resolução do TSE, o tribunal passaria a atuar de ofício, o que vedado pela Constituição Federal, pois, segundo o texto constitucional o Poder Judiciário deve ser provocado pelas partes através de petição.

Terceiro, a atuação de ofício do TSE não precisaria da manifestação favorável do MPE, o que é essencial, pois, o MPE é o fiscal da lei e atua na defesa dos direitos difusos e coletivos.

Então, nós estamos diante do flagrante descumprimento da Constituição Federal, que está sendo praticado pela mais alta corte em matéria eleitoral.

É importante destacar, que a nenhum brasileiro é dado desconhecer as leis vigentes e descumpri-las; o que dirá aos ministros dos tribunais superiores.

Não bastasse os fatos narrados anteriormente, a mesma resolução do TSE para as eleições 2022 passou a instituir a censura prévia e temporária, ao se auto permitir retirar os conteúdos das redes sociais sob o argumento de que são fake news.

Cabe ressaltar aos brasileiros, que fake news não é considerado crime no Brasil, pois, nenhuma lei penal descreve tal conduta como típica, punível e culpável.

Um ponto crucial a ser citado, e que comprova a atuação militante e inconstitucional do TSE, é que todos os conteúdos retirados das redes sociais a partir da vigência da resolução, não atingiram nenhuma página e canal de esquerda.

Será que a esquerda não promoveu as tais fake news?

Sim, há muito tempo a esquerda e a imprensa sempre produziram fake news, mas, como todos nós sabemos, a censura antes velada e agora institucional somente oprimia os canais e páginas de informação da direita.

Por todo o exposto até este momento, nós podemos afirmar sem medo, que o tribunal eleitoral descumpriu a constituição atacando as suas cláusulas pétreas, para parcialmente atuar em benefício do candidato Lula e para prejudicar o candidato Bolsonaro.

Bom, até este momento, nós apenas elencamos fatos irrefutáveis das diversas ações dos tribunais superiores contra o Presidente da República eleito pelo povo, ou seja, as ações mencionadas não atingiram o Bolsonaro, mas, a vontade do povo que o elegeu democraticamente para governar o Brasil.

E aos brasileiros ficou claro, que o Presidente Bolsonaro foi boicotado em seu governo pelos tribunais superiores.

Os mesmos brasileiros constaram que a democracia brasileira é uma fantasia da esquerda, tendo em vista, que a partir do momento em que o povo passou a destoar da ideologia de esquerda pelas redes sociais, os mecanismos de opressão começaram a atuar restringindo os direitos constitucionais.

Agora, o povo está nas ruas, enquanto os políticos, partidos, poderes da república, instituições e a grande imprensa se comportam como se nada estivesse ocorrendo no Brasil.

Este é mais um sinal de que o povo está correto e que deve continuar nas ruas, pois, todo o poder emana do povo que será exercido por meio de seus representantes eleitos.

Se não há o pronunciamento daqueles que devem representar o povo, as manifestações são legítimas, pois, o povo deve assumir a sua própria representação.

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